Ministro da Saúde protege planos de saúde e defende aumento maiores pata usuários com mais de 60 anos

O ministro da Saúde, Ricardo Barros em entrevista à Folha de São Paulo, ontem, 8, voltou a defender o reajuste do valor dos planos de saúde  para usuários a partir dos 60 anos. “Segundo ele, os planos assumem um risco antecipado por uma coisa incerta”. Um projeto que permite o reajuste deve ser votado em comissão especial da Câmara  Federal no dia 29 de novembro.

 

De acordo com o Barros, o reajuste que é criticado por usuários e por entidades de defesa do consumidor, “tem que ser enfrentado”. “O equilíbrio econômico do plano de saúde tem que ser mantido”, defende.  Os planos de saúde podem realizar dois tipos de reajuste: um anual, que ocorre pela variação nos custos do período, e outro por faixa etária.

 

O Estatuto do Idoso impede desde 2004, reajuste relacionado à idade  dos usuários, ou seja,  a partir dos 60 anos. Em todo o país há 6,2 milhões de clientes de planos acima dessa idade. Pelo projeto que tramita na Câmara, esse aumento seria permitido. A justificativa é que, pelo modelo atual, há um único reajuste abusivo quando os usuários atingem 59 anos – e que ele poderia ser diluído em fases posteriores.

Na entrevista o ministro diz ainda que deve rever protocolos de alguns tratamentos para evitar que internações sejam prolongadas “sem necessidade”. Ele defendeu ainda a diminuição número de hospitais de 6 mil para 1.500 mil. Como também voltou a afirmar que a Saúde não irá reivindicar aumento de verbas, porque gasta mal os recursos destinado pelo governo.



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