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Médicos que atuam no Aeroporto Afonso Pena estão há 4 anos sem reajuste

Foto: José Fernando Ogura/SMCS. Divulgação.

Um grupo de Médicos que atendem no Aeroporto Internacional Afonso Pena, na Região Metropolitana de Curitiba, procurou o Sindicato dos Médicos no Estado do Paraná (Simepar) para que a entidade Sindical os representasse em processo de negociação com a empresa Med Mais. Os profissionais da Medicina estão com os honorários médicos defasados, sem reajustes desde o ano de 2022.

Em reunião com os representantes da Med Mais, a direção do Sindicato sugeriu a aplicação de um reajuste com base na inflação acumulada do período, somada a um ganho real, compensando os anos sem qualquer atualização financeira. Na mesma reunião ficou acertado o prazo de 15 dias para resposta da empresa contratante.

Em resposta enviada por ofício, a Empresa Med Mais afirmou que não há condição financeira para implementar o reajuste proposto. A alegação é que os reajustes causariam “desequilíbrio nos contratos”.

O Simepar refuta essa justificativa, visto que contratos de prestação de serviço devem pressupor reajustes, com periodicidade no mínimo anual; justamente para que não haja desequilíbrio para os trabalhadores; no caso os prestadores de serviços Médicos.

Agora, a Assessoria Jurídica do Simepar estuda novas medidas para garantir a correção dos honorários médicos que já estão defasados há 4 anos.

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