Filiado à

Notícias

Especial Dia do Médico: Aposentadoria dos Médicos e Médicas

Em homenagem ao Dia do Médico, comemorado em 18 de outubro, o Sindicato dos Médicos no Estado do Paraná está publicando uma série de conteúdos em vídeo que podem contribuir com a administração da carreira e com o planejamento de vida dos médicos e médicas.

O vídeo a seguir é sobre a Aposentadoria dos Médicos e Médicas, com os Drs. Leandro Pereira e Antonio B. Floriani Neto, advogados especializados em Direito Previdenciário.

Confira:

O vídeo foi gravado no do Seminário “Serviços Médicos: Atuação Profissional e Responsabilidades Jurídicas” que foi realizado pelo Simepar em setembro, em parceria com as Faculdades de Medicina (Pequeno Príncipe) e de Direito (Unicuritiba), em conjunto com os órgãos estudantis das Faculdades (CAMME e DACP), e com a organização da Datalegis – Escola de Capacitação para Agentes Públicos.

Confira outros conteúdos do mesmo evento:

Especial Dia do Médico: Processos Ético-Disciplinares no Conselho Regional de Medicina

Especial Dia do Médico: Vínculos das Médicas e Médicos no Serviço Público

Especial Dia do Médico: Direitos Trabalhistas e Sindicais dos Médicos

Especial Dia do Médico: Processos Ético-Disciplinares no Conselho Regional de Medicina

Em homenagem ao Dia do Médico, comemorado em 18 de outubro, o Sindicato dos Médicos no Estado do Paraná está publicando uma série de conteúdos em vídeo que podem contribuir com a administração da carreira e com o planejamento de vida dos médicos e médicas.

Os vídeos a seguir são sobre os Processos Ético-Disciplinares no Conselho Regional de Medicina, apresentados pelo Dr. Luiz Ernesto Pujol, Médico Pediatra, Ex-presidente e atualmente Secretário Geral do CRM-PR e pela Dra. Renata Farah, Advogada e Professora na área do Direito Médico.

Confira:

Os vídeos foram gravados no do Seminário “Serviços Médicos: Atuação Profissional e Responsabilidades Jurídicas” que foi realizado pelo Simepar em setembro, em parceria com as Faculdades de Medicina (Pequeno Príncipe) e de Direito (Unicuritiba), em conjunto com os órgãos estudantis das Faculdades (CAMME e DACP), e com a organização da Datalegis – Escola de Capacitação para Agentes Públicos.

Confira também:

Especial Dia do Médico: Aposentadoria dos Médicos e Médicas

Especial Dia do Médico: Vínculos das Médicas e Médicos no Serviço Público

Especial Dia do Médico: Direitos Trabalhistas e Sindicais dos Médicos

Especial Dia do Médico: Vínculos das Médicas e Médicos no Serviço Público

Em homenagem ao Dia do Médico, comemorado em 18 de outubro, o Sindicato dos Médicos no Estado do Paraná está publicando uma série de conteúdos em vídeo que podem contribuir com a administração da carreira e com o planejamento de vida dos médicos e médicas.

Os vídeos a seguir são sobre os Vínculos das Médicas e Médicos no Serviço Público, apresentados pela Dra. Fernanda Rodrigues Reis, Advogada; e pela Dra. Cláudia Paola Carrasco Aguilar, Médica, Secretária Geral do Simepar.

Os vídeos foram gravados no do Seminário “Serviços Médicos: Atuação Profissional e Responsabilidades Jurídicas” que foi realizado pelo Simepar em setembro, em parceria com as Faculdades de Medicina (Pequeno Príncipe) e de Direito (Unicuritiba), em conjunto com os órgãos estudantis das Faculdades (CAMME e DACP), e com a organização da Datalegis – Escola de Capacitação para Agentes Públicos.

Confira também:

Especial Dia do Médico: Aposentadoria dos Médicos e Médicas

Especial Dia do Médico: Processos Ético-Disciplinares no Conselho Regional de Medicina

Especial Dia do Médico: Direitos Trabalhistas e Sindicais dos Médicos

Especial Dia do Médico: Direitos Trabalhistas e Sindicais dos Médicos

Em homenagem ao Dia do Médico, comemorado em 18 de outubro, o Sindicato dos Médicos no Estado do Paraná está publicando uma série de conteúdos em vídeo que podem contribuir com a administração da carreira e com o planejamento de vida dos médicos e médicas.

Os vídeos a seguir são sobre os Direitos Trabalhistas e Sindicais dos Médicos, apresentados pelo Dr. Marlus Volney de Morais, Presidente do Sindicato dos Médicos no Estado do Paraná; e pela Dra. Miriam Cipriani Gomes, Advogada do Simepar.

Os vídeos foram gravados no do Seminário “Serviços Médicos: Atuação Profissional e Responsabilidades Jurídicas” que foi realizado pelo Simepar em setembro, em parceria com as Faculdades de Medicina (Pequeno Príncipe) e de Direito (Unicuritiba), em conjunto com os órgãos estudantis das Faculdades (CAMME e DACP), e com a organização da Datalegis – Escola de Capacitação para Agentes Públicos.

Confira outros vídeos do mesmo evento:

Especial Dia do Médico: Aposentadoria dos Médicos e Médicas

Especial Dia do Médico: Processos Ético-Disciplinares no Conselho Regional de Medicina

Especial Dia do Médico: Vínculos das Médicas e Médicos no Serviço Público

 

Sinais precoces do Alzheimer podem ser detectados até 9 anos antes do diagnóstico específico

Matéria publicada pelo Portal Bem Paraná.

Cientistas da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, revelaram que é possível detectar sinais precoces de demência até nove anos antes de o paciente receber um diagnóstico específico, como Alzheimer.

No trabalho publicado nesta sexta-feira, 14, na publicação Alzheimer’s & Dementia: The Journal of the Alzheimer’s Association, o grupo de cientistas analisou informações do Biobank, o banco de dados biomédicos britânico. A equipe descobriu sinais de dificuldades em várias áreas específicas, como a solução de problemas e a lembrança de números específicos.

“Quando olhamos para a história dos pacientes, fica muito claro que eles já apresentavam alguns sinais de problemas cognitivos muitos anos antes de os sintomas se tornaram óbvios o suficiente para gerar um diagnóstico”, afirmou Nol Swaddiwudhipong, principal autor do estudo.

As descobertas levantam a possibilidade de, no futuro, pacientes em maior risco de desenvolver algum tipo de demência fossem mapeados para intervenções precoces ou para testes clínicos de novos medicamentos.

Atualmente, existem poucos tratamentos eficazes para demências ou outras doenças degenerativas, como o Parkinson. Em parte, isso ocorre porque as doenças só são diagnosticadas depois que os sintomas aparecem, embora a degeneração propriamente dita comece muito anos (e até décadas) antes. Isso significa que, quando os pacientes são recrutados para testes clínicos de novos tratamentos, pode já ser muito tarde para que o curso da doença seja alterado.

A análise das informações reunidas no banco de dados biomédicos revelou que pessoas que desenvolveram Alzheimer já apresentavam um desempenho pior do que indivíduos saudáveis em tarefas de resolução de problemas, tempo de reação a estímulos, capacidade de lembrar de números, memória prospectiva (nossa capacidade de lembrar de algo para fazer mais tarde), entre outros. Isso também foi constatado em pessoas que desenvolveram uma forma rara de demência chamada de demência frontotemporal.

Remédio para diabetes pode diminuir risco de demência

Um estudo publicado ainda esta semana na revista científica BMJ Open Diabetes Research & Care descobriu também que alguns medicamentos contra a diabete podem reduzir em até 22% o risco de demência em pacientes. Segundo os pesquisadores, as descobertas ajudam a planejar melhor a seleção de medicamentos para pacientes com diabete tipo 2 e com alto risco de demência, quadro clínico que afeta as funções cerebrais e está associado aos seus dois subtipos principais, Alzheimer e demência vascular.

Os cientistas compararam o risco de aparecimento de demência em pacientes com diabete tipo 2, a partir dos 60 anos, tratados com três classes de medicamentos: sulfonilureia (SU), tiazolidinediona (TZD) e metformina (MET). O tratamento durou pelo menos um ano e, após este período, o grupo que tomou TZD teve um risco 22% menor de ter qualquer tipo de demência em comparação aos participantes que usaram apenas a MET.

Segundo eles, os resultados trazem contribuição significativa à literatura sobre os efeitos de medicamentos contra diabetes para a demência. O estudo, entretanto, é considerado de caráter observacional. A equipe acredita que pesquisas futuras podem redirecionar agentes antidiabéticos orais para a prevenção de demência e podem considerar priorizar o uso de TZD.

Outubro Rosa: Diagnóstico precoce do câncer de mama pode salvar vidas

Matéria do Portal da Fiocruz.

O câncer de mama é um dos desafios no cenário atual de envelhecimento populacional e enfrentamento das doenças crônicas não transmissíveis no Brasil. É o tipo de câncer que mais acomete as mulheres no país.

Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), no Brasil, excluindo os tumores de pele não melanoma, o câncer de mama é o mais incidente em mulheres de todas as regiões, com taxas mais altas nas regiões Sul e Sudeste. Para o ano de 2022 foram estimados 66.280 novos casos, o que representa uma taxa ajustada de incidência de 43,74 casos por 100 mil mulheres.

Atualmente, o diagnóstico, o tratamento local e o tratamento sistêmico para o câncer de mama estão sendo aprimorados de forma rápida, em razão de um melhor conhecimento da história natural da doença e das características moleculares dos tumores.

Nesse cenário, o planejamento de estratégias de controle do câncer de mama por meio da detecção precoce é fundamental. Quanto mais cedo um tumor invasivo é detectado e o tratamento é iniciado, maior a probabilidade de cura. Por esse motivo, várias ações vêm sendo implementadas para diagnosticar o câncer nos estágios iniciais.

Embora seja um tema difícil de tratar, falar abertamente sobre o câncer de mama pode ajudar a esclarecer mitos e verdades e, com isso, aumentar o conhecimento e diminuir o temor associado à doença. Um em cada três casos de câncer de mama pode ser curado se for descoberto logo no início.

Mas muitas pessoas, por medo ou desinformação, evitam o assunto e acabam atrasando o diagnóstico. Por isso, é preciso desfazer crenças sobre a doença, para que ela deixe de ser vista como uma sentença de morte ou um mal inevitável e incurável.

Para esclarecer dúvidas sobre diagnóstico precoce, sinais e sintomas da doença e manifestações de alerta, convidamos a médica mastologista do Serviço de Mastologia do Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira (IFF/Fiocruz), Viviane Esteves.

Como as mulheres podem perceber os sinais e sintomas da doença? É indicado o autoexame?

Viviane Esteves: Atualmente não indicamos o autoexame para identificação precoce do câncer de mama, os estudos demonstraram que essa estratégia não reduzia a mortalidade. A recomendação é que a mulher tenha consciência da saúde das mamas, saiba reconhecer os sinais e sintomas suspeitos e tenha acesso rápido aos serviços de saúde para investigação. A palpação das mamas pode ocorrer sempre que a mulher se sentir confortável. Segundo o INCA, são sinais e sintomas de alerta: qualquer nódulo em mulheres com mais de 50 anos; nódulos persistentes por mais de um ciclo menstrual em mulheres com mais de 30 anos; nódulo endurecido ou fixo ou que vem aumentando de tamanho; secreção sanguinolenta pelo mamilo; lesões na aréola ou no mamilo que não respondem ao tratamento tópico.

Qualquer lesão mamária (cistos, nódulos, calcificações) é fator de risco para o desenvolvimento de um câncer de mama?

Viviane Esteves: A maioria das patologias mamárias é benigna, mas para excluir o câncer de mama, é preciso que a mulher, com sinais e sintomas suspeitos, procure orientação médica para ser examinada. A classificação radiológica das lesões mamárias é baseada no BI-RADS. O Sistema de Laudos e Registro de Dados de Imagem da Mama (BI-RADS) é uma ferramenta de garantia de qualidade destinada a padronizar os laudos radiológicos das mamas, recomendações de conduta e facilitador do monitoramento dos resultados. O Bi-RADS categoriza as imagens de acordo com o seu risco de neoplasia maligna. Assim, um cisto simples é categorizado com BI-RADS 2 e não apresenta risco para câncer de mama. As lesões BI-RADS 3 devem ser acompanhadas em intervalos mais curtos, enquanto as BI-RADS 4 e 5 são suspeitas e devem ser biopsiadas.

Qual a orientação para a realização dos exames de rotina (ultrassonografia das mamas e /ou mamografia)? Os exames são eficazes e indicados para qualquer faixa etária?

Viviane Esteves: Conforme as Diretrizes para Detecção Precoce do Câncer de Mama, a mamografia de rotina, em mulheres assintomáticas, é recomendada de 50 a 69 anos, uma vez a cada dois anos. A ultrassonografia mamária não deve ser solicitada de rotina como rastreamento, e sua indicação é feita em casos selecionados, como mulheres com alterações na mamografia que necessitam de um esclarecimento. Para mulheres de alto risco o rastreamento deve ser individualizado.

Toda mulher tem risco elevado para a doença? Explique.

Viviane Esteves: O alto risco está relacionado a uma predisposição hereditária forte, relacionada a mutações genéticas. Também são consideradas mulheres de alto risco, aquelas com diagnóstico de lesões proliferativas com atipias e o histórico de radioterapia supra diafragmática, antes dos 36 anos de idade para tratamento de linfomas. Mulheres a partir dos 50 anos são mais propensas a desenvolver a doença.

Só as mulheres têm câncer de mama?

Viviane Esteves: Não. Homens também podem ter câncer de mama, mas isso é raro (apenas 1% dos casos). Os sinais de alerta envolvem: tumorações mamárias; presença de gânglios axilares alterados; mudanças no formato das mamas, como edemas, aumento de tamanho ou retração e mudança no formato dos mamilos.

Qual a importância do acolhimento às mulheres que procuram o serviço de saúde com nódulos ou lesões suspeitas de câncer de mama?

Viviane Esteves: Sempre que a mulher perceber sinais ou sintomas suspeitos, deve procurar esclarecimento. A equipe de saúde precisa estar preparada para acolher, informar e realizar os exames diagnósticos em tempo hábil, visando o diagnóstico precoce do câncer de mama.

Qual a sua opinião sobre a iniciativa “outubro rosa”?

Viviane Esteves: O “outubro rosa” foi criado no início da década de 1990, pela Fundação Susan G. Komen for the Cure. A data é celebrada, anualmente, com o objetivo de compartilhar informações e promover a conscientização sobre o câncer de mama, proporcionando maior acesso aos serviços de diagnóstico e de tratamento e contribuindo para a redução da mortalidade. Devemos aproveitar a oportunidade para divulgar a importância do diagnóstico precoce, conscientizar as mulheres e os profissionais de saúde. A detecção precoce e o rastreamento diminuem a mortalidade, e o nosso trabalho nessa ação deve ser diário.

Para reforçar a importância da prevenção do câncer de mama, a mastologista do IFF/Fiocruz, Viviane Esteves, gravou um vídeo. Confira a seguir:

Simepar compartilha informações para ajudar na carreira e na vida dos profissionais da medicina

Neste dia 18 de outubro comemoramos o Dia do Médico e da Médica. A data coincide com o Dia de São Lucas, considerado o padroeiro dos/as profissionais da medicina.

Para marcar a data, o Sindicato dos Médicos no Estado do Paraná disponibilizará uma série de conteúdos em texto e vídeo que podem contribuir com a administração da carreira e com o planejamento de vida dos médicos e médicas.

São conteúdos que tratam dos direitos trabalhistas e sindicais, dos processos éticos disciplinares junto ao conselho regional de medicina, da transformação digital na saúde, da lei geral de proteção de dados, dos vínculos de trabalho no serviço público, do direito tributário aplicado aos serviços médicos, e da aposentadoria dos/as profissionais da medicina.

Os conteúdos são fruto do Seminário “Serviços Médicos: Atuação Profissional e Responsabilidades Jurídicas” que foi realizado pelo Simepar em setembro, em parceria com as Faculdades de Medicina (Pequeno Príncipe) e de Direito (Unicuritiba), em conjunto com os órgãos estudantis das Faculdades (CAMME e DACP), e com a organização da Datalegis – Escola de Capacitação para Agentes Públicos.

Os painéis dos temas acima listados foram apresentados por médicos, médicas, advogadas e advogados de destacada atuação em cada uma das áreas, e trazem lições valiosas sobre o direito médico, tributário e previdenciário, que podem ajudar as médicas e médicos a tomarem as decisões mais acertadas sobre suas carreiras e sobre seus projetos de vida.

Confira os conteúdos nos links a seguir:

Especial Dia do Médico: Direitos Trabalhistas e Sindicais dos Médicos

Especial Dia do Médico: Vínculos das Médicas e Médicos no Serviço Público

Especial Dia do Médico: Processos Ético-Disciplinares no Conselho Regional de Medicina

Especial Dia do Médico: Aposentadoria dos Médicos e Médicas

Especial Dia do Médico: Erro Médico, Responsabilidade Civil do/a Profissional

Especial Dia do Médico: Transformação Digital na Saúde

Especial Dia do Médico: A LGPD Aplicada aos Serviços Médicos

Especial Dia do Médico: Direito Tributário e Serviços Médicos

Governo libera vacinação contra a Covid-19 em crianças de 6 meses a 4 anos, com comorbidades

O Ministério da Saúde liberou a aplicação de vacinas contra a covid-19 da Pfizer em crianças de 6 meses a 4 anos de idade que tenham comorbidades. Ainda não há informações sobre quando a pasta receberá e qual o total de vacinas específicas para esse público.

A ampliação de uso da vacina da Pfizer para imunizar crianças de 6 meses a 4 anos de idade contra a covid-19 foi aprovada pela Anvisa em setembro. Desde a liberação, há um impasse no Ministério da Saúde sobre a incorporação da vacina no plano de imunização.

Em nota, nesta quinta-feira (13), a pasta informou que solicitará à Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec) a avaliação de possível ampliação do uso da vacina pediátrica nessa faixa etária. Até que seja analisado pela comissão, a vacinação estará restrita ao publico com comorbidades.

Diferenças

A vacina para crianças de 6 meses a 4 anos de idade tem dosagem e composição diferentes daquelas utilizadas para as faixas etárias previamente aprovadas. A formulação da vacina autorizada hoje deverá ser aplicada em três doses de 0,2 ml (equivalente a 3 microgramas).

As duas doses iniciais devem ser administradas com 3 semanas de intervalo, seguidas por uma terceira dose administrada pelo menos 8 semanas após a segunda dose. A tampa do frasco da vacina virá na cor vinho, para facilitar a identificação pelas equipes de vacinação e, também, pelos pais, mães e cuidadores que levarão as crianças para serem vacinadas. O uso de diferentes cores de tampa é uma estratégia para evitar erros de administração, já que o produto requer diferentes dosagens para diferentes faixas etárias.

“A vacina tem 12 meses de validade, quando armazenada a temperatura entre -90°C e -60°C. Uma vez retirado do congelamento, o frasco fechado pode ser armazenado em geladeira entre 2°C e 8°C durante um período único de 10 semanas, não excedendo a data de validade original”, explicou a Anvisa.

As informações são da Agência Brasil

Monkeypox, Covid-19 e Poliomielite são emergências sanitárias das Américas, segundo Opas

A diretora da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), Carissa Etienne, alertou para quatro emergências sanitárias que ameaçam a região das Américas: o recente surto de cólera registrado no Haiti, os casos de varíola dos macacos, as infecções por covid-19 e as baixas taxas de vacinação contra a poliomielite.

“Nossa região está sob pressão”, disse ela, ao convocar os países para que “trabalhem rapidamente com as ferramentas que têm à mão” numa tentativa de controlar o cenário. “Emergências sanitárias paralelas e ambientes sociais, políticos e naturais frágeis ilustram a importância de investir e fortalecer os sistemas de saúde”, acrescentou.

Cólera

Depois de mais de três anos, o Haiti relatou, na semana passada, um surto de cólera justamente quando estava prestes a ser declarado livre da doença. Até o último domingo (9), o país havia confirmado 32 casos e 18 mortes, além de 260 casos suspeitos na região da capital, Porto Príncipe.

De acordo com a Opas, é provável que os casos sejam mais numerosos que os dados oficiais, já que “a escalada da violência nas ruas e a atividade criminosa limitam o acesso e a mobilidade nas áreas afetadas”.

Varíola dos macacos

Dados da organização mostram mais de 45 mil casos de varíola dos macacos relatados nas Américas – 63% do total registrados em todo o mundo. Cerca de 95% das infecções são em homens. Apenas na semana passada, foram contabilizados 2,3 mil novos casos na região, sobretudo nos Estados Unidos, Brasil, Colômbia e México.

A Opas já começou a distribuir vacinas contra a varíola dos macacos nas Américas. Brasil e Chile foram os primeiros países a receber as doses, entregues na semana passada.

Covid-19

A diretora da Opas avaliou que a tendência de queda nos casos de covid-19 em todo o mundo, inclusive nas Américas, mostra uma possível transição da fase aguda da pandemia para uma fase de controle sustentado. Na semana passada, a região registrou 178 mil novos casos da doença.

Carissa advertiu, entretanto, que esse cenário de transição só será alcançado por meio da continuação da testagem e do aumento da vacinação. Embora mais de 70% da população das Américas estejam imunizados contra a covid, dez países e territórios, segundo a Opas, ainda não atingiram 40% de cobertura vacinal.

Pólio

Carissa fez um novo apelo aos países que aumentem a cobertura vacinal contra a pólio e a vigilância em relação à doença. Segundo ela, quatro países das Américas – Brasil, República Dominicana, Haiti e Peru – estão classificados como “em risco muito alto” de sofrer um surto da doença, enquanto oito nações são consideradas “de alto risco”.

“A pólio, uma doença para a qual não há cura ou tratamento, deve tornar-se uma coisa do passado”, frisou a diretora da Opas. “Com vacinas eficazes e décadas de experiência em imunização, temos o poder de mantê-la a distância”, concluiu.

As informações são da Agência Brasil.

Oportunidade para Médica ou Médico do Trabalho em Curitiba

Oportunidade para Médica ou Médico do Trabalho em Curitiba.

Carga horária 15h Semanais.

Requisitos: Formação Superior em Medicina, Especialização em Medicina do Trabalho. Vivência na área.

Remuneração: R$ 3.630,00 e Assistência Médica

Contato:

vagasexecutivas@gshbrasil.com.br

rh3@gshbrasil.com.br

(51) 991949963