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Curitiba convoca gestantes para vacinação contra o VSR

O primeiro gesto de proteção ao bebê começa ainda durante a gestação. Por isso, a Prefeitura de Curitiba orienta a todas as gestantes elegíveis, a partir da 28ª semana de gravidez, a receberem gratuitamente a vacina contra o vírus sincicial respiratório (VSR), principal causador da bronquiolite e de infecções respiratórias graves nos primeiros meses de vida da criança. A imunização está disponível nas 109 unidades de saúde da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) e pode ser aplicada tanto em gestantes acompanhadas pelo SUS Curitibano quanto por aquelas que realizam o pré-natal na rede privada.

Estima-se que Curitiba tenha cerca de 16 mil gestantes. Cerca de 6,5 mil são acompanhadas pelo SUS Curitibano, através do programa Mãe Curitibana, mas todas as gestantes que atendem ao critério de 28 semanas ou mais de gestação podem receber gratuitamente a vacina na rede municipal.

Ao receber a vacina, a gestante produz anticorpos que atravessam a placenta e ajudam a proteger o recém-nascido justamente no período em que ele é mais vulnerável às complicações causadas pelo vírus.

“A incorporação desta vacina ao SUS representa um avanço importante para proteger os recém-nascidos contra uma das infecções respiratórias mais graves dos primeiros meses de vida. Vacinar-se durante a gestação é um ato de cuidado que começa antes do nascimento e oferece ao bebê uma proteção essencial justamente quando ele ainda é mais vulnerável”, destaca a secretária municipal da Saúde, Tatiane Filipak.

A vacina é aplicada em dose única, a cada gestação, e pode ser administrada no mesmo dia de outras vacinas recomendadas para as gestantes, como dTpa, influenza e covid-19.

Na rede privada, esta vacina chega a custar até R$ 1,5 mil.

 

VSR

O vírus sincicial respiratório (VSR) é responsável por cerca de 75% dos casos de bronquiolite e por 40% das pneumonias em crianças menores de 2 anos. Em Curitiba, somente neste ano, o vírus foi o principal causador de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG).

Segundo a médica infectologista da Secretaria Municipal da Saúde, Marion Burger, os primeiros meses de vida representam o período de maior risco para complicações. “Os bebês menores de seis meses são os que mais sofrem com as formas graves da infecção pelo VSR. A vacinação da gestante permite que os anticorpos sejam transferidos ao bebê antes do nascimento, oferecendo uma proteção importante justamente quando ele é mais vulnerável”, explica.

Estudos demonstram que a vacinação materna reduz em 81,8% os casos de doença respiratória grave causada pelo VSR nos primeiros meses de vida do bebê, diminuindo também o risco de hospitalizações.

“O ideal é que a vacinação ocorra até dez dias antes do parto, para que uma quantidade suficiente de anticorpos maternos seja transferida para o bebê. É uma oportunidade de proteger a criança desde os primeiros dias de vida, quando ela apresenta maior risco de desenvolver bronquiolite e outras complicações respiratórias”, completa Marion Burger.

Prevenção e sintomas

Como não existe tratamento antiviral específico para a infecção pelo VSR, a prevenção é a principal estratégia para reduzir os casos graves. Na maioria das crianças, a infecção provoca sintomas semelhantes aos de um resfriado, como coriza, tosse leve e febre. Nos bebês, especialmente nos menores de seis meses, a doença pode evoluir com dificuldade para respirar, chiado no peito, aumento da frequência respiratória, dificuldade para mamar e queda da oxigenação, exigindo muitas vezes internação hospitalar.

As informações são da Prefeitura de Curitiba.

Ministério da Saúde atualiza procedimentos hemoterápicos e Anvisa orienta transição

O Ministério da Saúde publicou a Portaria GM/MS 11.685/2026, que altera a Portaria de Consolidação GM/MS 5/2017, para redefinir o conjunto de regulamentos técnicos relacionados ao sangue e aos procedimentos hemoterápicos no âmbito do Sistema Nacional de Sangue, Componentes e Derivados (SINASAN).

Conforme estabelecido no art. 4º, a nova Portaria entrará em vigor 90 dias após a data de sua publicação oficial, em 30 de setembro de 2026.

Marco regulatório do sangue no Brasil

A regulação do sangue no Brasil é estruturada a partir da atuação complementar do Ministério da Saúde e da Anvisa, em articulação com o Sistema Nacional de Vigilância Sanitária (SNVS).

O Ministério da Saúde, como coordenador da Política Nacional de Sangue e Hemoderivados, estabelece as diretrizes e os procedimentos técnicos para a hemoterapia. À Anvisa e ao SNVS compete a definição e a verificação dos requisitos sanitários aplicáveis às Boas Práticas do Ciclo do Sangue, na perspectiva da segurança e qualidade do sangue e dos hemocomponentes disponibilizados aos pacientes, bem como proteção ao doador.

As atividades do Ciclo do Sangue são regidas, principalmente, pelos seguintes instrumentos:

 

Essas normas têm caráter complementar e devem ser consideradas de forma articulada para a definição do marco regulatório aplicável às atividades de produção, processamento, armazenamento, distribuição e uso de hemocomponentes no Brasil.

Orientações para o período de transição

Considerando a publicação da nova Portaria Ministerial, a vigência da RDC 34/2014 e a necessidade de harmonização entre os requisitos técnicos e sanitários, a Anvisa emitiu a Nota Técnica 42/2026/SEI/GSTCO/GGBIO/DIRE2/ANVISA.

O documento é destinado às equipes das Vigilâncias Sanitárias locais e aos gestores dos Serviços de Hemoterapia. A Nota Técnica orienta a condução das atividades e do processo de fiscalização sanitária durante o período de transição regulatória relacionado à entrada em vigor da nova Portaria, prevista para 30 de setembro de 2026, e à atualização da RDC 34/2014 pela Anvisa.

A iniciativa busca promover maior clareza e uniformidade na aplicação dos requisitos regulatórios, apoiando os Serviços de Hemoterapia e as equipes de vigilância sanitária na adoção das providências necessárias ao processo de adequação.

Atualização da RDC 34/2014

A Anvisa também está conduzindo a atualização da RDC 34/2014. O processo encontra-se na fase final de Avaliação de Impacto Regulatório (AIR).

Durante o processo de revisão, os pontos relacionados à atualização da Portaria de Consolidação GM/MS 5/2017 foram discutidos e alinhados entre Ministério da Saúde e Anvisa, com o objetivo de harmonizar os requisitos de Boas Práticas no Ciclo do Sangue às novas diretrizes técnicas estabelecidas pela Política Nacional de Sangue e Hemoderivados do Ministério da Saúde.

A atualização coordenada dos instrumentos normativos busca consolidar um marco regulatório mais coeso, atualizado e alinhado às necessidades do setor, promovendo maior transparência e previsibilidade no processo de fiscalização sanitária, fortalecendo a proteção de doadores e receptores e contribuindo para a qualidade e a segurança dos produtos e serviços hemoterápicos.

A atualização e convergência entre os critérios técnicos e sanitários deverá impactar positivamente na aplicação das Boas Práticas no Ciclo do Sangue, promovendo maior previsibilidade para os Serviços de Hemoterapia e maior uniformidade na atuação das autoridades sanitárias.

As informações são da Agência Gov.

OMS e Unicef destacam avanço do Brasil na vacinação infantil

Dados divulgados na terça-feira (14) pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) mostram que o Brasil reduziu de forma expressiva o número crianças zero-dose, aquelas que não receberam a primeira dose da vacina com componente DTP — representada no Brasil pela pentavalente, que protege contra difteria, tétano, coqueluche, hepatite B e infecções causadas pelo Haemophilus influenzae tipo b (Hib), bactéria responsável por doenças graves, como meningite e pneumonia. Com isso, o país deixou de integrar a lista dos 20 países com o maior número dessas crianças e registrou um dos maiores avanços mundiais na recuperação da cobertura vacinal infantil.

De acordo com as Estimativas OMS-Unicef de Cobertura Vacinal Nacional (WUENIC), o número de crianças zero-dose no Brasil caiu de 360 mil, em 2023, para 255 mil em 2024, alcançando 50 mil em 2025. O resultado representa uma redução de aproximadamente 86% em relação ao ano anterior e de quase 90% na comparação com 2023.

Segundo as estimativas, o Brasil vem melhorando a cobertura vacinal ano após ano, ao mesmo tempo em que reduz o número de crianças zero-dose. As organizações atribuem esse resultado ao aumento da cobertura vacinal e aos aprimoramentos no sistema público de registro e divulgação das informações sobre imunização, tornando os dados mais precisos e completos.

O avanço reflete o fortalecimento das ações de imunização desenvolvidas pelo Ministério da Saúde em parceria com estados e municípios. Entre as estratégias adotadas estão a retoma intensificação das campanhas de vacinação, com a retomada dos dias de mobilização, a busca ativa de crianças com esquemas vacinais incompletos, a ampliação da vacinação em escolas, o fortalecimento da rede de salas de vacina, a melhoria dos sistemas de informação do Programa Nacional de Imunizações (PNI) e o monitoramento contínuo das coberturas vacinais em todo o território nacional.

Cenário internacional

Os resultados brasileiros ocorrem em um contexto em que a recuperação da vacinação infantil ainda avança lentamente em nível mundial. Os dados da WUENIC apontam que, aproximadamente 116 milhões de crianças, o equivalente a 90% dos bebês nascidos em 2025, receberam ao menos uma dose da vacina contra difteria, tétano e coqueluche (DTP). Já 110 milhões (85%) completaram o esquema de três doses. Apesar da melhora em relação ao ano anterior, a cobertura global permanece abaixo dos níveis registrados antes da pandemia de Covid-19.

O relatório estima que 13,5 milhões de crianças permaneceram sem receber a primeira dose da vacina contendo DTP em 2025, indicador utilizado internacionalmente para monitorar crianças zero-dose. Outros 7,3 milhões iniciaram o calendário vacinal, mas não concluíram o esquema recomendado. Como consequência, 57 países registraram surtos importantes de sarampo ao longo do último ano.

Entre os 195 países avaliados, apenas 30 conseguiram ampliar suas coberturas vacinais desde 2019, enquanto 65 permaneceram estagnados ou apresentaram retrocessos. O Brasil está entre os 17 países que registraram aumento superior a cinco pontos percentuais na cobertura da primeira dose da vacina contendo DTP entre 2019 e 2025 e apresentou o segundo maior crescimento no período, de 19 pontos percentuais, atrás apenas da Líbia.

Destaque nas Américas

Na Região das Américas, o Brasil apresentou desempenho superior ao observado em diversos países. Enquanto algumas nações registraram queda na cobertura da primeira dose da vacina DTP entre 2024 e 2025, o Brasil manteve a tendência de recuperação da vacinação infantil e reduziu significativamente o número de crianças zero-dose.

Em números absolutos, México (218 mil), Venezuela (185 mil), Argentina (101 mil) e Bolívia (89 mil) concentram atualmente os maiores contingentes de crianças zero-dose na região. O Brasil reduziu esse número para cerca de 50 mil crianças, resultado que reforça o processo de recuperação das coberturas vacinais no país.

As estimativas da OMS e do Unicef são elaboradas anualmente com base nos dados reportados pelos países e constituem a principal referência internacional para o acompanhamento da cobertura vacinal. As organizações ressaltam que o fortalecimento dos programas nacionais de imunização, dos sistemas de informação e das estratégias voltadas à ampliação do acesso às vacinas é fundamental para prevenir surtos de doenças imunopreveníveis e garantir a proteção da população infantil.

As informações são do Ministério da Saúde.

FEAS não apresentou novas propostas e audiência do Dissídio termina sem acordo nas demandas econômicas

Foi realizada na última sexta-feira (10 de julho), na sede do Tribunal Regional do Trabalho (TRT9), uma audiência relativa ao Dissídio Coletivo ajuizado pelo Sindicato dos Médicos no Estado do Paraná (Simepar) em face da Fundação Estatal de Atenção à Saúde de Curitiba (FEAS). A audiência foi conduzida pelo vice-presidente do Tribunal, desembargador Benedito Xavier da Silva; e contou com a participação da procuradora regional do trabalho, Dra. Renée Araújo Machado.

Sobre o reajuste salarial dos profissionais da Medicina, o Simepar apresentou a proposta do índice de 5%, correspondente ao INPC acrescido de meio ponto percentual de ganho real. A FEAS não apresentou uma proposta que representasse qualquer melhoria em relação ao índice já recusado em audiência anterior. Os representantes da Fundação alegaram que não houve tempo suficiente para negociar o reajuste com a Secretaria de Saúde de Curitiba.

O Simepar, por sua vez, argumentou que as partes conversam há meses sobre o impasse e manifestou a intenção de evitar novo adiamento do Dissídio Coletivo. Por isso, o Sindicato pediu para que o processo siga para julgamento.

Outro ponto que não avançou para acordo foi o pagamento do adicional de insalubridade em grau máximo (40%) referente ao período da pandemia, em ação já vencida pelo Simepar. Novamente, a Fundação não apresentou uma proposta concreta para pagamento, e a ação deve seguir para execução.

A única questão que resultou em acordo foi sobre as sanções disciplinares contra os profissionais da Medicina. A Fundação atendeu à reivindicação do Sindicato e concordou em conceder um prazo de cinco dias úteis para a apresentação da defesa antes da aplicação de qualquer sanção.

Neste ponto, “o acordo representa uma vitória para os médicos. Os profissionais não poderão ser punidos, nem mesmo levar advertência, sem que sejam previamente ouvidos em relação a suposta infração praticada”, comentou o advogado Luiz Gustavo, da Assessoria Jurídica do Sindicato. Até antes do acordo, a sanção de advertência poderia ser livremente aplicada pelas chefias aos médicos, com a discussão quanto ao seu mérito postergada, sendo bastante comum que os protestos dos médicos sequer chegassem a ser analisados pela Fundação.

Com informações do TRT9.

SUS adquire tecnologia para produzir principal remédio contra o HIV

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) concluiu a transferência de tecnologia para produzir o principal remédio utilizado para o tratamento do HIV no Brasil, o antiretroviral dolutegravir, que é distribuído gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Atualmente, mais de 770 mil pessoas vivendo com HIV fazem uso do medicamento no país.

O medicamento foi desenvolvido pela ViiV Healthcare, empresa de pesquisa para prevenção e tratamento para HIV pertencente à biofarmacêutica GSK. Em 2020, ambas assinaram um contrato com o Instituto de Tecnologia em Fármacos (Farmanguinhos) da Fiocruz para nacionalizar progressivamente a produção do remédio e distribuí-lo ao SUS.

Desde então, Farmanguinhos vem realizando investimentos para adaptar sua planta fabril, adquirir novos equipamentos, capacitar seus profissionais e promover estruturação técnica, regulatória e operacional para garantir a internalização da produção. Este processo acaba de ser concluído, e o início do fornecimento ao SUS depende apenas da liberação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Desde 2022, o instituto da Fiocruz já faz a distribuição para o SUS dos remédios produzidos em fábricas da GSK. Mais de 739 milhões de cápsulas já foram fornecidas para a saúde pública desta forma. Em 2025, Farmanguinhos também assumiu as análises laboratoriais de controle de qualidade do medicamento.

Três lotes do remédio já foram fabricados e validados pelo instituto e poderão ser distribuídos para o SUS, assim que a liberação da Anvisa for expedida. Paralelamente, o instituto trabalha na validação da metologia analítica do ingrediente farmacêutico ativo.

O acordo de transferência de tecnologia inclui mais uma etapa: a internalização da produção do dolutegravir em combinação com outra substância, a lamivudina. Esse formato também é distribuído pelo SUS. A expectativa é que essa produção comece a ser feita por Farmaguinhos no ano que vem.

Medicamento recomendado pela OMS

Dolutegravir é um dos principais medicamentos utilizados no tratamento para HIV em todo o mundo. Ele age inibindo a enzima integrase, o que impede a replicação do vírus dentro das células de defesa do organismo. Além de ser altamente eficaz, reduzindo a carga viral a níveis indetectáveis, ele melhora a imunidade e impede a progressão para a AIDS, com poucos efeitos colaterais.

Em 2019, a Organização Mundial da Saúde (OMS) passou a recomendar o medicamento como opção preferencial para tratamento de primeira e segunda linha em todas as populações, incluindo mulheres grávidas e pessoas com potencial para engravidar.

As informações são da Agência Brasil.

Programação do III Congresso Acadêmico Sindical e II Jornada Científica da FMB

A Federação Médica Brasileira (FMB) e o Sindicato dos Médicos do Paraná (Simepar) estão com inscrições abertas para o III Congresso Acadêmico Sindical da FMB. O evento será realizado nos dias 14 e 15 de agosto de 2026, na sede do Conselho Regional de Medicina do Paraná, em Curitiba (PR).

Com o tema “Formação Médica, Residência e Regulação Profissional: impactos do ENAMED e desafios para o trabalho médico”, o encontro reunirá acadêmicos de medicina, médicos, pesquisadores, lideranças sindicais e profissionais da saúde de diversas regiões do país.

A proposta é promover debates qualificados sobre os desafios da formação médica, residência, regulação profissional e mercado de trabalho, fortalecendo a integração entre movimento sindical, meio acadêmico e prática médica.

As inscrições para o congresso já estão disponíveis na plataforma Even3, onde também podem ser acessadas informações atualizadas sobre programação, edital e orientações logísticas.

Confira a seguir a programação:

[Sujeito a alterações]

III Congresso Acadêmico Sindical e II Jornada Científica da Federação Médica Brasileira

Datas: 14 e 15 de agosto de 2026 – sexta-feira e sábado

Local: CRM Paraná – Rua Victório Viezzer, 84 – Vista Alegre, Curitiba – PR

Tema central: Formação Médica, Residência e Regulação Profissional: impactos do ENAMED e desafios para o trabalho médico

DIA 14/08/2026 — SEXTA-FEIRA

II Jornada Científica Acadêmica Sindical da Federação Médica Brasileira

8 às 8h30 | Credenciamento

Recepção aos participantes e autores

Orientações para apresentação de trabalhos

8h30 às 9h | Abertura da Jornada Científica

Tema: Produção científica estudantil e formação médica baseada em evidências

Apresentação: Acadêmico João Benjamin (NA/SINDMEPA)

9 às 10h30 | Sessão de apresentação oral de trabalhos

Eixo Temático 1: Saúde Mental do Médico e do Estudante de Medicina

9 às 11h | Sessão de pôsteres científicos (paralelo)

Exposição contínua dos pôsteres e avaliação por comissão científica

10h30 às 10h45 | Intervalo

10h45 às 12h | Sessão de apresentação oral de trabalhos

Eixo Temático 2: Educação Médica

11 às 12h | Premiação e encerramento da Jornada Científica

12 às 14h | Intervalo de almoço – livre

14 às 15h | Oficinas Paralelas

Publicidade Médica

Internato e Preceptoria no SUS

Organização estudantil e sindical

“Como fazer medicina e não enlouquecer?”

15h30 às 16h30

Mesa 1 – A experiência da Juventude Sindicalista: o case do SINDMEPA

Palestrantes: Dr. Paulo Bronze (Diretor de Acadêmicos da FMB e diretor do SINDMEPA), Dr. Waldir Cardoso (Diretor da FMB e diretor do Núcleo Acadêmico do NA-SINDMEPA) e Acadêmica Sarah Câmara (Diretora-Geral do NA-SINDMEPA)

19 às 19h45

Abertura oficial autoridades

Abertura oficial Núcleos Acadêmicos

19h45

Palestra Magna – Saúde mental dos estudantes de medicina: a influência na formação do futuro médico?

Palestrante: Dra. Claúdia Paola Carrasco Aguilar, médica psiquiatra, diretora da FMB e do Sindicato dos Médicos do Paraná

21h | Coquetel – a confirmar

DIA 15/08/2026 — SÁBADO

8 às 8h30 | Credenciamento

8 às 9h

Mesa 2 – Provas de Proficiência

Fenômeno Enamed e a nova régua de proficiência médica

Palestrantes: Acadêmicas Maria Eduarda Italiano (NA/PB) e Ana Flávia (NA/AC)

9 às 10h | Debate

10 às 11h

Mesa 3 – A Medicina atual e as entidades de representação estudantil: novos debates e novas perspectivas

Palestrante: Acadêmico Hugo Oliveira (NA/PA)

11 às 12h | Debate

12 às 14h | Intervalo de almoço – livre

14 às 15h

Mesa 4 – Do jaleco à realidade: guia de sobrevivência do acadêmico ao recém-formado

Palestrantes: Dra. Agáta Berti Casalli (Diretora SIMESC) e Dr .Luiz Gustavo Andrade (Assessor Jurídico do SIMEPAR)

15 às 16h | Debate

16 às 18h

Plenária Final – Carta de Curitiba

19h

Jantar em Santa Felicidade – a confirmar local

DIA 16/08/2026 — DOMINGO

Passeios a pontos turísticos – livre.

As informações são da FMB.

Vacinação de gestantes reduz pela metade os casos graves de Bronquiolite em bebês

A vacinação de gestantes contra o Vírus Sincicial Respiratório (VSR), principal causador de bronquiolite em crianças, reduziu em 52,5% os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em bebês menores de 6 meses. Disponível na rede pública desde dezembro, a vacina protege o bebê ainda durante a gestação, garantindo proteção nos primeiros meses de vida, período em que o risco de complicações respiratórias é maior.

Os dados serão apresentados nesta terça-feira (14) durante a 7ª Reunião Ordinária da Comissão Intergestores Tripartite (CIT) do SUS e reforçam a importância da adesão de todas as gestantes à vacinação. Até agora, mais de 1,2 milhão de doses foram aplicadas no país.

No primeiro semestre de 2026, os casos graves em bebês menores de 6 meses caíram de 14.061 para 6.674, na comparação com o mesmo período de 2025. Nas demais faixas etárias infantis, a redução variou entre 8% e 13%, indicando um impacto mais expressivo justamente entre os bebês protegidos pela vacinação materna.

Além disso, um estudo em andamento estima que aproximadamente 6,8 mil casos graves tenham sido evitados entre crianças menores de 6 meses. A análise também mostra que, em 2026, os bebês nessa faixa etária responderam por cerca de 35% das hospitalizações entre crianças de até 4 anos durante o período de maior circulação do VSR, percentual inferior ao observado antes da introdução da vacina.

A vacina é indicada para gestantes a partir da 28ª semana de gestação. O imunizante estimula a produção de anticorpos pela mãe, que são transferidos ao bebê durante a gestação, protegendo-o nos primeiros meses de vida, quando o risco de hospitalização por VSR é mais elevado.

Prevenção

Além da vacinação de gestantes, o SUS oferta o nirsevimabe, um imunobiológico que também garante proteção imediata contra o VSR. O medicamento é indicado para recém-nascidos prematuros (até 36 semanas e 6 dias de gestação) e crianças de até 23 meses com comorbidades, como cardiopatias congênitas e doenças pulmonares crônicas.

Diferentemente das vacinas tradicionais, o nirsevimabe é um anticorpo monoclonal pronto, que passa a atuar logo após a aplicação, sem a necessidade de o organismo produzir anticorpos ao longo do tempo.

Administrado em dose única, o medicamento oferece proteção por até seis meses e foi disponibilizado prioritariamente em maternidades e na Rede de Imunobiológicos para Pessoas com Situações Especiais (CRIE). Mais de 100 mil doses foram registradas.

Gestantes e responsáveis por crianças elegíveis devem procurar uma unidade de saúde para verificar a indicação da vacinação e do nirsevimabe, conforme os critérios estabelecidos para cada público.

As informações são do Ministério da Saúde.

SUS disponibiliza Insulina Glargina para crianças, adolescentes e idosos

O Ministério da Saúde está substituindo gradualmente a insulina NPH pela glargina no Sistema Único de Saúde (SUS). A medida beneficiará pacientes de 2 a 18 anos incompletos com diabetes tipo 1 e pessoas com 70 anos ou mais diagnosticadas com diabetes tipo 1 ou tipo 2.

Até essa segunda-feira (13), o Ministério da Saúde já havia encaminhado mais de 254 mil tubetes de insulina glargina a 16 estados. Também foram distribuídas 52.350 canetas reutilizáveis para a aplicação do medicamento. Todas as unidades da Federação devem receber o medicamento até o fim de julho.

O acesso ao medicamento ocorrerá mediante avaliação clínica e prescrição médica, com oferta nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) de todo o país.

Considerada opção terapêutica mais moderna, a insulina glargina tem ação prolongada e, na maioria dos casos, requer apenas uma aplicação diária.

Outros esquemas de tratamento podem exigir até três aplicações no mesmo período.

Segundo o ministério, o uso da insulina glargina proporiona controle mais estável da glicemia e reduz o risco de episódios de hipoglicemia.

A expectativa é que a mudança proporcione mais segurança e qualidade de vida aos pacientes atendidos pelo SUS.

Acesso

Para acessar a insulina glargina, o paciente deve procurar a UBS mais próxima de sua residência com a receita médica devidamente emitida e carimbada.

No caso de crianças e adolescentes, pais, responsáveis ou cuidadores também podem pedir a substituição da insulina NPH pela nova opção terapêutica.

Os usuários serão atendidos por uma equipe multiprofissional, responsável por avaliar o quadro clínico e verificar a possibilidade de transição do tratamento.

Junto com a insulina glargina, será disponibilizada uma caneta reutilizável para aplicação, com validade de três anos, além das agulhas necessárias para a administração do produto.

As informações são da Agência Brasil

Assembleia Geral Extraordinária dos/as Médicos/as de Campo Largo

EDITAL DE CONVOCAÇÃO
ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA

O Presidente do Sindicato dos Médicos no Estado do Paraná, no uso das atribuições que lhe conferem o estatuto e a legislação em vigor, e considerando que as deliberações vinculam a todos os membros da categoria, ainda que ausentes ou discordantes, convoca os médicos do município de Campo Largo para Assembleia Geral Extraordinária, a ser realizada no dia 03 de agosto de 2026, às dezessete horas e trinta minutos em primeira convocação, às dezoito horas e trinta minutos em segunda convocação e às dezenove horas e trinta minutos em terceira e última convocação, na sede do Sindicato dos Médicos no Estado do Paraná – SIMEPAR, situado na Rua Coronel Joaquim Sarmento, 177, Bom Retiro, Curitiba – PR para tratar da seguinte ordem do dia abaixo.

A Assembleia será híbrida e com exceção da mesa diretiva, que estará presente, os demais deverão solicitar link da assembleia pelo e-mail juridico@simepar.com.br no dia da assembleia, (dia 03 de agosto de 2026), até às 17 horas.

  1. Reivindicações da categoria médica de Campo Largo;
  2. Deliberação quanto a manter ou não, em aberto a Assembleia Geral da categoria até a resolução final da lide;
  3. Deliberação acerca da oportunidade de deflagração de movimento paredista;
  4. Outros assuntos.

 

Curitiba, 14 de julho de 2026.

 

Marlus Volney de Morais
Diretor-Presidente

Médicos que atuam no Aeroporto Afonso Pena estão há 4 anos sem reajuste

Um grupo de Médicos que atendem no Aeroporto Internacional Afonso Pena, na Região Metropolitana de Curitiba, procurou o Sindicato dos Médicos no Estado do Paraná (Simepar) para que a entidade Sindical os representasse em processo de negociação com a empresa Med Mais. Os profissionais da Medicina estão com os honorários médicos defasados, sem reajustes desde o ano de 2022.

Em reunião com os representantes da Med Mais, a direção do Sindicato sugeriu a aplicação de um reajuste com base na inflação acumulada do período, somada a um ganho real, compensando os anos sem qualquer atualização financeira. Na mesma reunião ficou acertado o prazo de 15 dias para resposta da empresa contratante.

Em resposta enviada por ofício, a Empresa Med Mais afirmou que não há condição financeira para implementar o reajuste proposto. A alegação é que os reajustes causariam “desequilíbrio nos contratos”.

O Simepar refuta essa justificativa, visto que contratos de prestação de serviço devem pressupor reajustes, com periodicidade no mínimo anual; justamente para que não haja desequilíbrio para os trabalhadores; no caso os prestadores de serviços Médicos.

Agora, a Assessoria Jurídica do Simepar estuda novas medidas para garantir a correção dos honorários médicos que já estão defasados há 4 anos.