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Ministério da Saúde reduz intervalo de reforço da vacina anticovid e amplia público

O Ministério da Saúde anunciou, hoje (16), a redução do intervalo de tempo para aplicação da dose de reforço da vacina contra a covid-19 dos atuais seis meses para cinco meses.

A decisão, que será implementada pelas secretarias de Saúde dos estados e municípios, contempla todas as pessoas acima de 18 anos, independentemente do grupo etário ou profissão. Inclusive aquelas que receberam a Janssen, cujo fabricante, inicialmente, recomendava a dose única.

“Já tínhamos autorizado a aplicação desta dose de reforço, ou adicional, para todos aqueles que tinham tomado a segunda dose há mais de seis meses e que tivessem [mais de] 60 anos. Agora, graças às informações advindas dos estudos científicos realizados para avaliar a aplicação da terceira dose – e dos quais já temos dados preliminares -, decidimos ampliar esta dose de reforço para todos aqueles acima de 18 anos de idade que tenham tomado a segunda dose há mais de cinco meses”, disse o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga.

Ele garantiu que o estoque de imunizantes será suficiente para atender à demanda. Atualmente, há 12,47 milhões de pessoas aptas a receber a dose adicional.

Segundo o Ministério da Saúde, mais de 350 milhões de doses das vacinas contra a covid-19 já foram distribuídas para todo o país, e mais de 297 milhões já foram aplicadas ao longo de onze meses.

Mais de 157 milhões de pessoas tomaram ao menos uma dose do imunizante – número que, segundo a pasta, representa 88% do público-alvo previsto no plano nacional de vacinação contra a doença. No entanto, cerca de 21 milhões de pessoas ainda não retornaram para tomar a segunda dose na data prevista.

Segundo a secretária extraordinária de Enfrentamento à Covid-19, Rosana Melo, pessoas na faixa entre 25 e 34 anos formam a maioria dos que ainda não compareceram para tomar a segunda dose.

Analisando qual vacina as pessoas que não completaram o ciclo vacinal receberam, a secretária aventa a hipótese de que, além de outros fatores (como a dificuldade de encontrarem tempo para retornar ao posto de vacinação), as reações características de cada imunizante podem estar desestimulando algumas pessoas.

“Algumas [vacinas], de fato, trazem [causam] alguns efeitos adversos que passam em um ou dois dias. A população tem que estar consciente disso. Tem que estar alerta e saber que estes efeitos são esperados e acontecem”, comentou Rosana, destacando que, junto com as recomendações de uso de máscara, distanciamento social e higienização das mãos frequente e adequada, a vacinação vem proporcionando a redução do número de casos graves da doença e, consequentemente, das internações e mortes.

“Hoje, nós temos, no Brasil, 21,11 milhões de pessoas que estão aptas a tomar a segunda dose da vacina e, assim, completarem seu esquema vacinal”, informou a secretária ao reforçar que, para aumentar suas proteções contra a doença, a pessoa tem que tomar todas as doses recomendadas pelos laboratórios fabricantes e autorizadas pelas autoridades sanitárias.

“Além disso, os estudos têm mostrado que, a partir do quinto ou sexto mês, independentemente do imunizante utilizado, há sim uma necessidade de reforçarmos nosso sistema imunológico tomando uma dose de reforço”, acrescentou a secretária, alertando para a importância de os estados seguirem as novas recomendações do ministério. “Se algum estado fizer separado, diferente, prejudicará muito o nosso planejamento.”

Janssen

Outra mudança anunciada pela pasta diz respeito à vacina da Janssen que era aplicada em dose única e passará a ter duas doses.

“No início, a recomendação era de que esta vacina fosse de dose única. Hoje, sabemos que é necessária esta proteção adicional. Então, quem já tomou a Janssen, agora vai tomar a segunda dose do mesmo imunizante. E, lá adiante, cinco meses após [a segunda dose], um reforço com imunizante diferente”, disse Queiroga. A segunda dose da Janssen deverá ser ministrada a partir de dois meses da primeira aplicação.

Mega Vacinação

O ministro da Saúde participou esta manhã da cerimônia de lançamento da campanha Mega Vacinação, que acontecerá entre os dias 20 e 26 de novembro. Para estimular a população a tomar todas as doses recomendadas da vacina e completar o ciclo de imunização, o ministério conta com a ampliação do horário de funcionamento dos postos de vacinação durante a iniciativa.

“Já temos uma das campanhas de vacinação contra a covid-19 mais importantes do mundo, tendo ultrapassado os Estados Unidos em relação ao [percentual da] população imunizada, mas temos que avançar ainda mais para que não aconteça o que está ocorrendo em alguns países da Europa, onde observamos um aumento do número de casos”, alertou o ministro, referindo-se a países como a Alemanha, que, na semana passada, voltou a anunciar medidas restritivas para conter o recrudescimento da doença.

“Nosso objetivo é, através da campanha Mega Vacinação, ampliar ainda mais o acesso [da população às vacinas] e convencer as pessoas a procurarem as Unidades Básicas de Saúde [UBS] para, a partir daí, adquirirmos ainda mais a confiança do povo brasileiro e um controle sanitário eficiente para evitarmos possíveis novas ondas da covid-19”, disse Queiroga logo após a exibição de um vídeo promocional em que o Ministério da Saúde alerta que “proteção pela metade não é proteção”.

“Temos [no Brasil] um cenário epidemiológico bem mais equilibrado em relação à pandemia. Nosso sistema de saúde está atendendo às necessidades, sobretudo dos pacientes com síndromes respiratórias agudas graves. Isso se deve à eficiência das políticas públicas lideradas pelo Ministério da Saúde e que, na ponta, são implementadas pelos estados e municípios [prefeituras]”, acrescentou o ministro Marcelo Queiroga antes de detalhar a redução do intervalo de tempo para aplicação da dose de reforço.

As informações são da Agência Brasil.

Câmara de Curitiba realiza sessão solene em homenagem aos 90 anos do Sindicato Médico do Paraná

A Câmara dos Vereadores de Curitiba, por iniciativa do Vereador Dalton Borba, realizará uma Sessão Solene em homenagem aos Médicos e Médicas pela passagem dos 90 anos de fundação do Sindicato dos Médicos no Estado do Paraná.

O evento será no dia 18 de novembro, às 19:30 horas, no Palácio Rio Branco, Sede da Câmara Municipal. O número de participantes será limitado em função das restrições sanitárias impostas pela Covid-19.

Será feita transmissão ao vivo pelo canal no Youtube da Câmara dos Vereadores de Curitiba e pelo Site do Simepar.

Os/as Médicos e Médicas que quiserem participar do evento presencialmente poderão solicitar a inclusão dos seus nomes na lista de convidados por e-mail, enviando mensagem para simepar@simepar.com.br.

A participação de todos, seja presencial ou virtual, engrandece o Simepar e fortalece a categoria médica como um todo. Participe.

Quase 70% dos curitibanos já completaram a vacinação anticovid

A Secretaria Municipal da Saúde (SMS) de Curitiba imunizou, até esta segunda-feira (15/11), 1.555.341 pessoas com a primeira dose ou a dose única (Janssen) da vacina anticovid.

Ao todo, Curitiba já aplicou 3.033.670 unidades do imunizante, sendo 1.517.085 primeiras doses e 1.311.608 segundas doses; 38.256 doses únicas; e 166.721 doses de reforço.

Assim, 79,8% dos moradores de Curitiba já receberam ao menos uma dose do imunizante e 69,3% da população da cidade está totalmente imunizada contra a covid-19, com as duas doses ou a dose única.

Vacinados com 18 anos ou mais

Entre a população com 18 anos ou mais, 1.448.043 curitibanos receberam ao menos uma dose da vacina contra o novo coronavírus (primeira dose ou dose única). E um total de 1.349.431 pessoas acima dos 18 anos já completou o esquema vacinal até esta segunda-feira (15/11). Destas, 1.311.175 receberam a segunda dose da vacina e outras 38.256 pessoas receberam a vacina em dose única.

Reforço

Curitiba também está aplicando as doses de reforço para quem já completou o ciclo de imunização, nos seguintes grupos: idosos, pessoas imunossuprimidas e profissionais de saúde. Até esta segunda-feira (15/11), 166.721 pessoas desses grupos receberam a dose de reforço.

Adolescentes de 12 a 17 anos

Até o momento, a SMS vacinou 107.298 adolescentes entre 12 e 17 anos. Destes, 433 já receberam também a segunda dose, sendo do grupo de gestantes abaixo de 18 anos.

Doses recebidas

Até o momento, Curitiba recebeu do Ministério da Saúde, repassadas pelo Governo do Paraná, 3.293.558 doses de vacinas, sendo 1.579.648 para primeira dose, 1.448.663 para segunda dose, 38.975 doses de aplicação única e 226.272 doses de reforço. Nesse montante já estão contabilizados os 5% de reserva técnica.

A reserva técnica é uma medida de segurança, faz parte dos protocolos da logística e é necessária para evitar problemas no fluxo de imunização que possam ser causados por imprevistos eventuais, como por exemplo, quebra acidental de frascos.

O município tem capacidade para vacinar, já tendo aplicado 45,6 mil doses em um único dia, e o avanço do cronograma de imunização ocorre à medida que as doses são enviadas pelo Ministério da Saúde ao governo estadual, responsável por distribuir os lotes do imunizante aos municípios.

Confira detalhes da vacinação contra a covid-19 no o Painel Covid-19 Curitiba.

As informações são da Prefeitura de Curitiba.

654 mil pessoas não retornaram para receber 2ª dose da vacina anticovid no Paraná

Pelo menos 654 mil pessoas não retornaram aos postos de saúde para receber a segunda dose da vacina contra a Covid-19, no Paraná, de acordo com levantamento feito pelo Ministério da Saúde a pedido do g1.

Segundo a Secretaria Estadual da Saúde (Sesa), 6,8 milhões de pessoas concluíram o esquema vacinal.

Atualmente, o Paraná está vacinando adolescentes e aplicando a dose de reforço para idosos, pessoas imunossuprimidas e profissionais da saúde. Algumas cidades também reduziram o intervalo de aplicação da segunda dose para os imunizantes da Pfizer e AstraZeneca.

Além disso, profissionais da área afirmam que o avanço da vacinação é o principal responsável pela redução no número de casos, mortes e hospitalizações provocadas pela doença.

As informações são do G1.

Onda de covid-19 na Europa e na Ásia é alerta para o Brasil segundo a Fiocruz

A retomada de casos de covid-19 em alguns países da Europa e da Ásia, após um declínio expressivo da pandemia nos últimos meses, serve como alerta para a situação da doença no Brasil.

Esses países vêm registrando aumento de casos e óbitos mesmo em locais em que a cobertura vacinal já se encontra em patamares elevados. A advertência foi divulgada nesta sexta-feira (12) pelos cientistas que elaboram o Boletim Observatório Covid-19, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

“Diante deste novo cenário, o boletim coloca em pauta o debate sobre a necessidade de manutenção das medidas de distanciamento físico e de proteção individual no Brasil e ressalta a desaceleração do ritmo de vacinação de primeira dose contra a covid-19 no país”, destacou a Fiocruz.

A nova edição destaca ainda o alerta do diretor geral da Organização Mundial da Saúde (OMS) para Europa e Ásia, emitido no início deste mês de novembro, sobre o novo aumento do número de casos e óbitos por covid-19 registrados nesses continentes. Segundo a OMS, países da Europa e da Ásia Central estão vivendo o risco de recrudescimento da covid-19.

Na última semana de outubro, a Europa e a Ásia Central foram responsáveis por 59% de todos os casos e 48% dos óbitos registrados no mundo inteiro.

Com quase 1,8 milhão de novos casos e 24 mil novas mortes relatadas, a Europa e a Ásia Central viram um aumento de 6% e 12%, respectivamente, em comparação com a semana anterior.

Segundo a OMS, se for mantida esta tendência, essas regiões poderão registrar mais meio milhão de óbitos por covid-19 até 1º de fevereiro de 2022, e 43 países enfrentarão novamente o risco de colapso nas capacidades de resposta dos seus sistemas de saúde.

Os casos graves da doença têm se concentrado entre grupos não vacinados, especialmente em países com baixa cobertura vacinal.

Segundo os pesquisadores do Observatório Covid-19, embora os dados recentes no Brasil indiquem a manutenção da tendência geral de queda dos indicadores monitorados desde o início da covid-19, é importante destacar que a pandemia não acabou e que o risco de recrudescimento permanece com a proximidade da temporada de festas e de férias, com maior circulação e concentração de pessoas em diversos ambientes.

A íntegra do boletim pode ser acessada na página da Fiocruz.

As informações são da Agência Brasil.

Justiça derruba lei de Quatro Barras que achatava remuneração dos médicos

A Juíza Marcela Simonard Cesar, do foro regional de Campina Grande do Sul, acolheu a tese do Sindicato dos Médicos no Estado do Paraná (Simepar) e declarou inconstitucional a Lei do Município de Quatro Barras que fixava o teto remuneratório em R$ 16,2 mil reais.

Com a decisão, a remuneração dos médicos do Município poderá chegar a R$ 18 mil. Os médicos que têm direito a essa diferença ainda receberão os atrasados referentes aos últimos cinco anos.

A decisão beneficia diversos médicos e médicas servidores municipais de Quatro Barras.

Casos ativos da Covid em Curitiba caem para o patamar de junho de 2020

A Secretaria Municipal da Saúde de Curitiba registrou, nesta terça-feira (9/11), 1.571 casos ativos de covid-19. A última vez que a cidade contabilizou menos de 1,6 mil pessoas com potencial de transmissão do vírus foi há 502 dias, em 25 de junho de 2020, com 1.530 casos ativos da doença naquele momento.

Também foram registrados hoje 83 novos casos de covid-19 e dois óbitos de moradores da cidade infectados pelo novo Coronavírus, ambos nas últimas 48 horas. As vítimas são duas mulheres, de 68 e 74 anos.

Até o momento foram contabilizadas 7.763 mortes na cidade provocadas pela doença neste período de pandemia.

Novos casos

Com os novos casos confirmados, 297.341 moradores de Curitiba testaram positivo para a covid-19 desde o início da pandemia, dos quais 288.007 estão liberados do isolamento e sem sintomas da doença.

Leitos do SUS

Nesta terça-feira (9/11), a taxa de ocupação dos 165 leitos de UTI SUS exclusivos para covid-19 está em 41%. Restam 97 leitos livres.

A taxa de ocupação dos 152 leitos de enfermarias SUS covid-19 está em 45%. Há 84 leitos vagos.

A SMS esclarece que os dados da ocupação de leitos em Curitiba são dinâmicos, com alterações ao longo do dia.

Números da covid-19 em 9 de novembro
83 novos casos confirmados
2 novos óbitos (2 nas últimas 48h)

Números totais de Curitiba
Confirmados – 297.341
Casos ativos – 1.571
Recuperados – 288.007
Óbitos – 7.763

Paraná
Novos casos 1.141
Mortes 23
Total
Casos 1.558.871
Mortes 40.439

Brasil
Novos casos 10.948
Mortes 183
Total
Casos 21.897.025
Mortes 609.756

As informações são da Prefeitura de Curitiba e agências.

Organização Mundial da Saúde alerta sobre nova fase de covid-19 na Europa

O diretor executivo do Programa de Emergências de Saúde da Organização Mundial da Saúde (OMS), Mike Ryan, afirmou que a batalha da Europa contra o novo coronavírus é uma “chamada de alerta” para o resto do mundo.

“É muito importante refletir sobre o exemplo da Europa, que representou mais da metade dos casos globais na semana passada, mas essa tendência pode mudar” disse Ryan. “Basta olhar para a curva epidemiológica da montanha-russa para saber que, quando se desce a montanha, geralmente se está prestes a subir outra”, acrescentou.

No início deste mês, o mundo ultrapassou 5 milhões de mortes desde o inicio da pandemia, marca que o secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres, chamou de “novo limiar doloroso”.

A circulação do vírus não cessou, e o aumento registrado de novas infeções dentro do território europeu demonstra a tendência: há uma nova onda de covid-19 a propagar-se. Com a aproximação do inverno, estação propícia à disseminação do SARS-CoV-2, a vigilância dos novos casos está na agenda dos governos europeus. Vários países estão se preparando para retomar as medidas restritivas aplicadas antes do verão.

França

A Europa voltou a ser o epicentro” da circulação do vírus, disse o porta-voz do governo francês, Gabriel Attal. O presidente Emmanuel Macron determinou que seja dada a dose de reforço da vacina aos franceses, de acordo com a imprensa local.

Desde outubro, o país assinala um aumento das infecções, com taxa de incidência de 62 casos por 100 mil habitantes, acima do limite de alerta.

O Parlamento aprovou definitivamente, na sexta-feira, a prorrogação do passe sanitário até 31 de julho. O prolongamento da validade do passe de saúde dependerá da campanha de vacinação de reforço

Alemanha

A Alemanha é outro país europeu a registrar um aumento de novos casos da doença.

Em um esforço para conter a transmissão, o ministro da Saúde alemão, Jens Spahn, anunciou que todos os cidadãos no país serão elegíveis para a dose de reforço da vacina, logo que se passem seis meses da segunda dose.

“A quarta onda da covid-19 no país está agora em pleno vigor”, afirmou Spahn em entrevista

Nessa segunda-feira (8), a taxa de infecção diária de covid-19 na Alemanha subiu para 201,1 casos por 100 mil pessoas, a maior desde o início da pandemia.

Leste Europeu

A nova onda na Alemanha reflete um aumento de casos da variante Delta em toda a Europa, com a situação especialmente preocupante no leste do continente, onde a cobertura de vacinação é mais baixa.

A Romênia e a Bulgária vacinaram totalmente apenas 40% e 27% dos adultos, respectivamente. As novas infeções também atingem níveis recordes na Rússia, Ucrânia e Grécia.

Áustria

Na Áustria, foi anunciado na última sexta-feira 5) que as pessoas que não foram vacinadas contra a covid-19 serão impedidas de entrar em cafés, restaurantes e cabeleireiros. Qualquer evento com mais de 25 pessoas, a partir do final da próxima semana, passa a ser ilegal.

É a resposta das autoridades ao aumento de novas infecções para o nível mais alto em 2021.

Dinamarca

A Dinamarca propôs restaurar o uso do “passe corona” digital. O documento deverá ser apresentado pelos dinamarqueses para entrar em bares e restaurantes. A medida está sendo retomada para conter a terceira fase da pandemia de covid-19 que atinge o país.

O número de infecções diárias aumentou de forma constante para 2.300 nos últimos dias, depois de, em setembro, registrar apenas cerca de 200 casos.

A Islândia também reintroduziu máscaras e regras de distanciamento social após o aumento de casos.

Reino Unido

Desde o final do verão que o Reino Unido tem resistido à implementação de medidas como uso de máscaras ou passes de vacinas, que se tornaram a tendência em toda a Europa, apesar do grande aumento de infecções por covid-19 no país.

O Reino Unido registrou mais 57 mortes em 28 dias e outros 32.322 novos casos de covid-19 , de acordo com os dados mais recentes do governo. Os dados representam queda nas infecções de 16,6% na semana passada, enquanto as mortes aumentaram 8,2%.

O Reino Unido está “muito longe” de pensar num confinamento de inverno, disse um assessor do governo de Boris Johnson. Ele alertou, no entanto, que é vital que qualquer pessoa elegível receba sua vacina de reforço.

Matéria da Agência Brasil, com informações da RTP – Rádio e Televisão de Portugal.

Simepar oferece curso virtual sobre a Lei Geral de Proteção de Dados na Saúde

A nova Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) traz uma série de implicações no trabalho dos médicos e médicas e outros profissionais da saúde, como dentistas, psicólogos, fisioterapeutas, etc. Especialmente para aqueles que mantêm consultórios com atendimento particular e por planos de saúde.

A nova Lei instituiu uma série de regras para coleta e armazenamento dos dados pessoais dos pacientes, visando garantir a sua privacidade. Por isso, os profissionais da Saúde devem estar atentos para evitar descumprir o que determina a Lei.

Cinte desta nova realidade, o Sindicato dos Médicos no Estado do Paraná, em parceria com a QUALIGE – Qualidade em Gestão Pública – está oferecendo gratuitamente um curso à distância sobre a “A LGPD no Setor da Saúde”.

As aulas serão em meio virtual ao vivo nos dias 08 e 09 de novembro das 19 às 21 horas. Após a realização, o curso será disponibilizado em vídeo para quem não puder acompanhar ao vivo.

O Simepar também irá disponibilizar uma versão virtual do curso “A Gestão Pública da Saúde e a Terceirização” com carga horária de 04 horas, divididas em oito blocos de aproximadamente trinta minutos.

Os interessados podem se inscrever por e-mail com os seguintes dados:

Nome completo:
CRM (Se for médica ou médico):
CPF:
Endereço eletrônico (E-mail):
Telefone:
Local de trabalho/função:
Cidade:

Assinalar o curso escolhido:
1 – A LGPD no Setor da Saúde – Data: 08 e 09 de novembro (19:00 às 21:00)
2 – A Gestão Pública da Saúde e a terceirização – Virtual 04 horas

Após a inscrição, o Simepar enviará os links e instruções de como participar dos cursos.

O E-mail de inscrição deverá ser enviado para imprensa@simepar.com.br

Confira a descrição detalhada do curso, com os palestrantes e a ementa de cada um no anexo.

O Simepar atua em conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). Respeitamos sua privacidade e protegemos seus dados pessoais, que serão usados somente para a inscrição nos referidos cursos.

Para saber mais sobre a Política de Privacidade do Simepar, clique aqui.

Observatório Covid-19 Fiocruz defende cautela em retomada de eventos sociais com aglomeração

Divulgado nesta quinta-feira (4/11), o novo Boletim do Observatório Covid-19 Fiocruz defende cautela em retomada de eventos sociais com aglomeração levando em conta apenas o percentual de adultos completamente vacinados.

Para os pesquisadores do Observatório, é fundamental que se atinja o patamar de 80% de cobertura vacinal da população total. Com essa meta, além dos adultos, a campanha de imunização deve atingir também crianças e adolescentes.

“Vale lembrar que a população de adolescentes, pelo tipo de comportamento social que tem, é um dos grupos com maior intensidade de circulação nas ruas e convive com outros grupos etários e sociais mais vulneráveis. Por isso, é equivocado pensar que, com a população somente adulta coberta adequadamente, a retomada irrestrita dos hábitos que aglomeram pessoas é possível”, afirmam os cientistas.

Segundo o Boletim, a cobertura vacinal vem aumentando paulatinamente e recentemente alcançou 55% da população total, ainda distante do patamar ideal. Há também uma quantidade expressiva de pessoas que precisam retornar para a segunda aplicação do imunizante.

“A recomendação é de que, enquanto caminhamos para um patamar ideal de cobertura vacinal, medidas de distanciamento físico, uso de máscaras e higienização das mãos sejam mantidas e que a realização de atividades que representem maior concentração e aglomeração de pessoas só sejam realizadas com comprovante de vacinação”, ressaltam os pesquisadores.

Países do Leste Europeu e os EUA, por exemplo, vêm apresentando surtos de Covid-19 em condições de baixa cobertura de vacinação, o que deve ser evitado no Brasil.

O cenário brasileiro ainda é de estabilidade nas taxas de transmissão do vírus Sars-CoV-2. Ao longo da Semana Epidemiológica (SE) 43, compreendida entre os dias 24 e 30 de outubro, foram notificados 11.500 casos e 320 óbitos diários, em média.

Esses números representam redução de 0,7% ao dia nos registros de casos e uma menor velocidade de redução do número de óbitos no país, que agora atinge 0,4% depois de 14 semanas de redução acelerada e sustentada com velocidade de 1 a 2 %.

Embora o registro de casos e de óbitos por Covid-19 se mantenha em trajetória descendente, a taxa de positividade dos testes de diagnóstico permanece alta, o que pode ser atribuído à exposição ao vírus e à presença de indivíduos fora de casa. O Índice de Permanência Domiciliar mostra, por exemplo, que há mais pessoas nas ruas do que antes da pandemia.

Quanto à ocupação de leitos de UTI Covid-19 para adultos no Sistema Único de Saúde (SUS), o indicador se mantém em patamares inferiores a 50% na maior parte das Unidades da Federação. O único estado na zona de alerta intermediário é o Espírito Santo (67%).

Com exceção dos estados onde não ocorreu a retirada de leitos destinados à Covid-19, registraram-se, entre os dias 25 de outubro e 01 de novembro, aumentos mais expressivos no indicador no Pará (34% para 47%) e no Rio Grande do Norte (41% para 50%).

É importante também comentar que as taxas do Rio Grande do Sul (54%) e sua capital, Porto Alegre (63%), estão baseadas em todo o conjunto de leitos de UTI disponíveis no SUS, tanto para Covid-19 quanto para outras causas de internação, e que possivelmente as taxas específicas para Covid-19 seriam mais baixas.

Foram observadas reduções nos leitos de UTI para adultos destinados à Covid-19 no SUS em Rondônia (89 para 79 leitos), Amazonas (155 para 135 leitos), Amapá (116 para 76 Leitos), Ceará (133 para 90 leitos), Pernambuco (777 para 760 leitos), Bahia (562 para 536 leitos), Minas Gerais (2516 para 2449 leitos), Rio de Janeiro (1614 para 1522 leitos), Paraná (1436 para 1215 leitos), Santa Catarina (786 para 761 leitos), Mato Grosso do Sul (259 para 239 leitos) e Mato Grosso (275 para 248 leitos).

As informações são da Fundação Oswaldo Cruz.