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Guaratuba inaugura Memorial para as vítimas da Covid-19

A cidade de Guaratuba, no litoral do Paraná, inaugurou um Memorial para as vítimas da Covid-19 neste feriado de finados (2). O evento contou com uma cerimônia emocionante com a participação familiares das vítimas da pandemia.

Segundo relatório da Secretária de Estado da Saúde, 185 pessoas morreram em decorrência da Covid-19 em Guaratuba. No Paraná, já são mais de 40 mil mortos pela doença.

O prefeito Roberto Justus disse que o memorial vai muito além de homenagear, pois é uma oportunidade de fazer a despedida que não foi possível. O prefeito também disse que o memorial eterniza os nomes e a história dessas pessoas, além de deixar registrado esse momento que estamos passando. “Também um monumento de esperança, de paz e de dias melhores. Um lugar de encontro, de lembranças boas”, concluiu.

O secretário da Saúde , Gabriel Modesto falou sobre o trabalho das equipes da saúde durante a pandemia e, que nos piores momentos, o sentimento de impotência não foi maior por conta do trabalho dos profissionais da saúde, que foram verdadeiros guerreiros.

“Agradeço a sensibilidade do prefeito em deixar o nome de todos que perderam suas vidas por conta da Covid-19 eternizado nesse memorial”, destacou.

A artista plástica Birgitte Tummler diz que foi um momento de muita responsabilidade criar a arte do memorial, que utilizou elementos que representassem o município, mas que também que trouxessem paz, um trabalho de muita sensibilidade, pensando nas vítimas e nos familiares. A artista agradeceu o servidor da Secretaria de Obras, Gilberto Ubiratan Martins (Giba), pela colaboração na colocação dos azulejos.

Um memorial online também foi criado e pode ser acessado na placa do Memorial por QR Code ou através do site da Prefeitura de Guaratuba.

A secretária da Administração, Denise Lopes Silva Gouveia disse que o memorial online foi pensado para contar a história de cada uma dessas vidas, uma homenagem a cada uma delas.

Memorial

O monumento que homenageia as vítimas da Covid-19 da cidade é decorado com azulejos pintados e queimados. O vão aberto entre as mãos traduz o afastamento ao qual nos obrigamos no momento de pandemia. As mãos surgem da restinga, vegetação típica do litoral e de extrema importância para a manutenção da orla e da fauna.

A posição das mãos simboliza a entrega, a devoção, a conexão terra – céu, e o contato doce, e de pele, que a tantos faltou na hora da partida de seu ente querido. As mãos entregam aos céus as almas dos guaratubanos.

E, por estar mais próximo dos céus, as aves. Guaratuba é simbolizada pelo Guará, e este, representará aqueles que partiram de Guaratuba, de forma intensa, mas cuja alma encontra sua redenção nos céus.

As informações são do JB Litoral

Mortes por Covid-19 no Paraná caem para 700 em outubro, menor número desde junho de 2020

Um levantamento da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) realizado nesta segunda-feira (01) mostra que em outubro o Paraná registrou o menor número de óbitos em decorrência da Covid-19 desde julho de 2020, retomando aos patamares do começo da pandemia. Além disso, a positividade dos casos teve redução de 61,5% no mês, comparado a setembro.

Segundo o balanço, 21.959 casos e 700 mortes foram registradas nos últimos 31 dias. Os óbitos reduziram em quase 47% em um mês (foram 1.319 em setembro) e mais de 60% dos municípios do Paraná não tiveram registro de mortes.

O Estado não apresentava números tão baixos desde o primeiro semestre do ano passado, três meses após a confirmação dos primeiros casos no Paraná. O resultado reflete na média móvel nacional de óbitos, que é a mais baixa desde abril de 2020.

Em maio do ano passado foram 5.138 casos confirmados e, em junho, 614 mortes. Desde então os números só aumentaram, chegando aos maiores registros em março (6.457 óbitos) e maio (194.088 casos) de 2021, caindo, desde então, cada vez mais rápido. Até 31 de outubro, 1.549.090 casos e 40.291 óbitos foram confirmados no Estado.

“A redução no número de casos e mortes demonstra a efetividade e segurança dos imunizantes contra a Covid-19. Quanto mais o Paraná avança na vacinação, menos pessoas contraem o vírus e adoecem, o que consequentemente diminui o risco de agravamento da doença que pode levar a morte. Mesmo assim, continuamos enfrentando a pandemia e realizando acompanhamento diário do cenário epidemiológico, conforme a orientação do governador Ratinho Junior”, afirmou o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.

VACINAÇÃO – O Estado já aplicou mais de 15,8 milhões de imunizantes, sendo 8.582.728 primeiras doses (D1) e 6.828.409 segundas doses (D2) ou doses únicas (DU), além de 39.586 doses adicionais (DA) e 386.502 doses reforço (DR).

Estes dados representam mais de 100% da população adulta (estimada pelo Ministério da Saúde em 8.720.953 pessoas) vacinada com a D1 ou DU, e 77,3% com a D2 ou DU. Os dados são do Vacinômetro Nacional, com informações preliminares da base do Programa Nacional de Imunizações (PNI), e significam que o Paraná ultrapassou a meta ideal e, dentro do ajuste populacional, deve ter alcançado quase todos acima de 18 anos.

O mês de outubro também foi marcado pelo envio de doses para vacinação de adolescentes de 12 a 17 anos sem comorbidades, além da continuidade na imunização para jovens com condições pré-existentes. Até agora, 457.891 doses foram aplicadas neste público, atingindo quase 49% desta população estimada em 936.296 pessoas.

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INTERNAÇÕES – A imunização de grande parte da população, também reflete na baixa no número de pacientes internados após a infecção pelo vírus Sars-CoV-2. O monitoramento da Regulação Estadual registrou 524 internações em leitos exclusivos Covid de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e 359 em enfermarias neste domingo (31). Os números são os menores desde junho de 2020.

TESTAGEM – O Paraná também se mantém como o Estado que mais testou, proporcionalmente, sua população contra a Covid-19. Segundo o boletim epidemiológico nº 86 do Ministério da Saúde, 4.224.026 testes RT-PCR, considerado padrão ouro pela Organização Mundial da Saúde, foram realizados no Estado. Em números absolutos

Segundo o secretário, a estratégia de testagem em massa possibilitou maior bloqueio da doença. “Quando testamos mais, identificamos mais casos, no menor tempo possível e com isso conseguimos realizar ações de bloqueio mais efetivas, como isolamento e monitoramento de contatos mais próximos”, arrematou.

Evolução do número de casos mês a mês:

2020

Março – 370
Abril – 1.915
Maio – 5.138
Junho – 26.639
Julho – 64.322
Agosto – 64.211
Setembro – 54.208
Outubro – 37.962
Novembro – 96.221
Dezembro – 131.776

2021

Janeiro – 118.327
Fevereiro – 107.552
Março – 171.193
Abril – 100.059
Maio – 194.088
Junho – 161.816
Julho – 65.301
Agosto – 68.890
Setembro – 57.089
Outubro – 21.949

Evolução do número de óbitos mês a mês:

2020

Março – 7
Abril – 104
Maio – 119
Junho – 614
Julho – 1.424
Agosto – 1.557
Setembro – 1.229
Outubro – 821
Novembro – 1.035
Dezembro – 2.263

2021

Janeiro – 1.945
Fevereiro – 2.004
Março – 6.457
Abril – 4.405
Maio – 4.811
Junho – 5.310
Julho – 2.604
Agosto – 1.563
Setembro – 1.319
Outubro – 700

As informações são da Agência de Notícias do Paraná.

Curso presencial sobre Gestão Pública na Saúde e Terceirização será nos dias 4 e 5/11

O Sindicato dos Médicos no Estado do Paraná, em parceria com a QUALIGE – Qualidade em Gestão Pública – está oferecendo gratuitamente os cursos de “Gestão Pública da Saúde e terceirização”. Também será oferecido um curso sobre a “A LGPD no Setor da Saúde”. Os cursos têm como público alvo os médicos e médicas, e gestores de Saúde.

As aulas do curso “Gestão Pública da Saúde e terceirização” serão na sede do Simepar, na Rua Coronel Joaquim Sarmento, 177, Bairro Bom Retiro, em Curitiba.

O evento terá início às 13:30 horas do dia 04 e se estende até o fim da tarde do dia 05 de novembro, com carga horária total de 16 horas.

Mais da metade das vagas já foram preenchidas, por isso é importante que a inscrição seja efetivada o mais rápido possível. 

Também haverá uma versão virtual do curso “A Gestão Pública da Saúde e a terceirização” com carga horária de 04 horas, divididas em oito blocos de aproximadamente trinta minutos. Esta versão do curso não trará certificação.

Já o curso sobre a “Lei Geral de Proteção de Dados na Saúde” será em meio virtual ao vivo nos dias 08 e 09 de novembro das 19 às 21 horas. Após a realização ele será disponibilizado em vídeo para quem não puder acompanhar ao vivo.

Os interessados podem se inscrever por e-mail com os seguintes dados:

Nome completo:
CRM (Se for médica ou médico):
CPF:
Endereço eletrônico (E-mail):
Telefone:
Local de trabalho/função:
Cidade:

Assinalar o curso escolhido:
1 – A Gestão Pública da Saúde e a terceirização – Presencial 16 horas
2 – A Gestão Pública da Saúde e a terceirização – Virtual 04 horas
3 – A LGPD no Setor da Saúde – Data: 08 e 09 de novembro (19:00 às 21:00)

Enviar o E-mail para imprensa@simepar.com.br

Confira a descrição detalhada dos cursos, com os palestrantes e a ementa de cada um nos anexos:

A Gestão Pública da Saúde e a Terceirização

A LGPD no setor da Saúde

O Simepar atua em conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). Respeitamos sua privacidade e protegemos seus dados pessoais, que serão usados somente para a inscrição nos referidos cursos.

Para saber mais sobre a Política de Privacidade do Simepar, clique aqui.

Prefeitura de Curitiba começa a reduzir alas de Covid-19 e a unificar atendimento nas UPAs

A prefeitura de Curitiba começou a reduzir as equipes e o tamanho das alas Covid-19 das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) da cidade. Em algumas unidades, apurou o Plural, o atendimento separado para pacientes com sintomas respiratórios foi eliminado.

O fluxo de atendimento unificado já está em funcionamento nas UPAs Pinheirinho, Campo Comprido e Sítio Cercado, segundo a diretora do Sindicato dos Servidores Municipais de Enfermagem de Curitiba (SISMEC), Patrícia da Rosa.

Profissionais de saúde que atuam nessas unidades disseram ao Plural que a medida aumenta o risco de contaminação, especialmente entre quem não completou o esquema vacinal ou grupos ainda não vacinados, caso das crianças menores de 12 anos. Após ser atendido o paciente Covid-19 vai para isolamento, mas antes ele fica junto aos demais. A medida vale também para unidades de saúde.

Em outras UPAs, como a do Cajuru, a triagem é unificada, mas o atendimento permanece separado. Antes da mudança, pacientes com sintomas respiratórios seguiam um fluxo de atendimento separado dos demais.

Para Patricia da Rosa, do SISMEC, a medida é precipitada: “Os casos baixaram, mas não desapareceram. As UPAs atendem muita gente vulnerável que ainda não se vacinou, como as crianças”. Ela também diz que a nova orientação veio acompanhada da indicação de restrição no uso de equipamentos de proteção (EPIs).

Em comunicação encaminhada a equipe de enfermagem da UPA Pinheirinho, o Departamento de Urgência e Emergência de Curitiba informa que o uso de EPIs será feito “conforme necessidade. Na avaliação de risco, CDA e Covid utilizar paramentação completa”.

Procurada pelo Plural, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) informou, através de sua assessoria de comunicação, que a redução das alas Covid é um processo gradual em toda rede e que irá seguir desde que o cenário permaneça favorável. A instituição também informou que a mudança irá resultar no aumento do atendimento clínico.

Atualmente, oito das nove UPAs da cidade atuam no atendimento de urgência e emergência. A UPA do Fazendinha permanece como leito de retaguarda do Hospital do Idoso.

Matéria do Portal Plural.

EUA autorizam vacina anticovid da Pfizer para crianças entre 5 e 11 anos

A agência reguladora norte-americana (FDA, sigla em inglês) autorizou nesta sexta-feira (29) que a vacina da Pfizer contra a Covid-19 seja aplicada em crianças de 5 a 11 anos nos Estados Unidos.

Após ser confirmada pela FDA, o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), órgão de saúde dos EUA, ainda precisa dar seu aval e estabelecer os protocolos desta futura etapa de vacinação.

Nos EUA, a expectativa é que este parecer dos especialistas seja o primeiro passo para, talvez já na próxima semana, começar a vacinação de um público de 28 milhões de pessoas desta faixa etária. A dose prevista para as crianças é de um terço da aplicada nos adultos.

Exceto por uma abstenção, os especialistas votaram de forma unânime, apontando que os benefícios da prevenção contra a Covid-19 superam eventuais riscos associados à vacinação nesta faixa etária.

Eficácia comprovada

Na sexta-feira (22), a Pfizer informou que sua vacina contra a Covid-19 é segura e mais de 90,7% eficaz na prevenção de infecções em crianças de 5 a 11 anos. Os dados foram enviados à FDA.

O estudo acompanhou 2.268 crianças que receberam duas doses da vacina ou placebo, com três semanas de intervalo. Cada dose foi um terço da quantidade administrada a adolescentes e adultos.

Segundo os pesquisadores, 16 crianças que receberam o placebo foram infectadas com Covid-19, em comparação com três que receberam o imunizante.

No Brasil

Após anúncio do comitê da FDA, a farmacêutica Pfizer disse na quarta-feira (27) que também entrará com um pedido de autorização na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para que a vacina contra a Covid-19 possa ser aplicada em crianças de 5 a 11 anos no Brasil.

De acordo com a farmacêutica, ainda não há data definida de quando ocorrerá o pedido, apenas que será ao longo do mês de novembro.

As informações são do G1.

Confira novas mensagens em vídeo pela comemoração dos 90 anos do Simepar

Assista a seguir a novas mensagens pela passagem dos 90 anos da fundação do Sindicato dos Médicos no Estado do Paraná.

Mensagens de:

  • Dra. Claudia Paola Carrasco Aguilar – Secretária Geral do Simepar
  • Dr. Nerlan Carvalho – Presidente da Associação Médica do Paraná
  • Dr. Paulo Faria – Presidente da Unimed Paraná
  • Alexandre Húngaro – Presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Paraná – CTB PR
  • Dr. Luiz Gustavo Andrade – Assessoria Jurídica do Simepar

 

Restam poucas vagas para o curso sobre Gestão Pública da Saúde e terceirização no Simepar

O Sindicato dos Médicos no Estado do Paraná, em parceria com a QUALIGE – Qualidade em Gestão Pública – está oferecendo gratuitamente os cursos de “Gestão Pública da Saúde e terceirização” e “A LGPD no Setor da Saúde”. Os cursos têm como público alvo os médicos e médicas, e gestores de Saúde.

As aulas do curso “Gestão Pública da Saúde e terceirização” serão na sede do Simepar, na Rua Coronel Joaquim Sarmento, 177, Bairro Bom Retiro, em Curitiba. O evento terá início às 13:30 horas do dia 04 e se estende até o fim da tarde do dia 05 de novembro, com carga horária total de 16 horas. Metade das vagas já foram preenchidas, por isso é importante que a inscrição seja efetivada o mais rápido possível. 

Também haverá uma versão virtual do curso “A Gestão Pública da Saúde e a terceirização” com carga horária de 04 horas, divididas em oito blocos de aproximadamente trinta minutos. Esta versão do curso não trará certificação.

Já o curso sobre a “Lei Geral de Proteção de Dados na Saúde” será em meio virtual ao vivo nos dias 08 e 09 de novembro das 19 às 21 horas. Após a realização ele será disponibilizado em vídeo para quem não puder acompanhar ao vivo.

Os interessados podem se inscrever por e-mail com os seguintes dados:

Nome completo:
CRM (Se for médica ou médico):
CPF:
Endereço eletrônico (E-mail):
Telefone:
Local de trabalho/função:
Cidade:

Assinalar o curso escolhido:
1 – A Gestão Pública da Saúde e a terceirização – Presencial 16 horas
2 – A Gestão Pública da Saúde e a terceirização – Virtual 04 horas
3 – A LGPD no Setor da Saúde – Data: 08 e 09 de novembro (19:00 às 21:00)

Enviar o E-mail para imprensa@simepar.com.br

Confira a descrição detalhada dos cursos, com os palestrantes e a ementa de cada um nos anexos:

A Gestão Pública da Saúde e a Terceirização

A LGPD no setor da Saúde

O Simepar atua em conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). Respeitamos sua privacidade e protegemos seus dados pessoais, que serão usados somente para a inscrição nos referidos cursos.

Para saber mais sobre a Política de Privacidade do Simepar, clique aqui.

Covid-19: mais de 18 milhões de brasileiros estão com segunda dose da vacina atrasada

Mais de 18 milhões de brasileiros que já deveriam ter tomado a segunda dose da vacina contra a covid-19 para completar o ciclo de imunização estabelecido pelas autoridades sanitárias ainda não o fizeram.

Segundo o Ministério da Saúde, o resultado é preocupante – mesmo considerando que, na última semana, este número caiu 10%, baixando de 20 milhões de pessoas cuja segunda dose da vacina estava atrasada, para os atuais 18 milhões.

Em nota, a pasta enfatizou que, para obter a máxima proteção oferecida pelos imunizantes, é preciso tomar as duas doses da vacina.

“A recomendação da pasta é para que os brasileiros completem o ciclo vacinal mesmo se o prazo para a segunda dose estiver atrasado. No caso das vacinas da Pfizer e da Astrazeneca, o intervalo é de oito semanas. Já para a CoronaVac, a segunda dose deve ser aplicada 4 semanas após a primeira”, acrescentou o ministério, na nota.

O Ministério da Saúde distribuiu mais de 320 milhões de doses de vacinas contra a covid-19 para estados e municípios. Destas, 270 milhões foram aplicadas. A primeira dose foi aplicada em 153,8 milhões de brasileiros. Pouco mais de 116,1 milhões de pessoas receberam a segunda dose ou dose única e 6 milhões a dose adicional ou de reforço.

Por meio da nota ministerial, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, enfatizou que a ocorrência de novos casos e de mortes em consequência da doença vêm caindo graças “à ampla campanha de vacinação”.

“Mesmo com um cenário mais tranquilo, com queda no número de casos, óbitos e internações, não dá para relaxar nessa hora. Todos sabemos que só com a segunda dose é que garantimos a máxima proteção contra a doença. Precisamos vencer o vírus. E uma das formas de vencê-lo é vacinar toda a população brasileira”, mencionou Queiroga, citando que a média móvel de casos caiu 85,4% entre abril deste ano e ontem (25), enquanto a média móvel de mortes diminuiu 88,9%.

As informações são da Agência Brasil.

Simepar publica mensagens recebidas em vídeo pelos 90 anos de fundação do Sindicato Médico do Paraná

Assista a seguir às mensagens pela passagem dos 90 anos da fundação do Sindicato dos Médicos no Estado do Paraná.

Mensagens de:

  • Dr. Marlus Volney de Morais – Presidente do Simepar
  • Dr. Roberto Issamu Yosida – Presidente do CRM PR
  • Dr. Rached Hajar Traya – Presidente da Unimed Curitiba
  • Vereador Dalton Borba – PDT – Curitiba

 

 

Em breve, publicaremos mais vídeos com mensagens pelo aniversário de 90 anos do Simepar.

Sindicato Médico do Paraná comemora 90 anos neste dia 25 de outubro

O Sindicato dos Médicos no Estado do Paraná (Simepar) está comemorando os 90 anos de sua fundação. A entidade sindical foi fundada em 25 de outubro de 1931.

O anseio pela união da categoria profissional começou a ser manifestado pelos médicos paranaenses nos primeiros anos do Século XX. Em 1914, foi fundada a Sociedade de Medicina do Paraná e, em 1930, a Sociedade Médica dos Hospitais do Paraná, que representaram os primeiros passos para a sindicalização.

Em 1931, com a Lei de Sindicalização criada no governo de Getúlio Vargas, alguns médicos paranaenses passaram a debater a organização de classes através de sindicatos e enviaram representantes para participar do I Congresso Médico Sindicalista.

Os acontecimentos resultaram na fundação, no mesmo ano, do Sindicato Médico do Paraná.

Com a lei sindical modificada no Estado Novo, o sindicato foi “cassado” e só foi possível a refundação durante a ditadura militar (1964-1985) sob os auspícios do General Adalberto Massa, que na ocasião era o Delegado Regional do Trabalho no Paraná.

A ideia da reorganização do Sindicato Médico foi retomada em 1973, com o início da campanha pela refundação do Simepar, liderada pelos anestesiologistas, tendo à frente o Dr. Francisco Xavier Beduschi. O Simepar foi reorganizado em 17 de outubro de 1973, legalizado oficialmente em 23 de agosto de 1974 e reconhecido em 27 de fevereiro de 1975, obtendo a Carta Sindical do Ministério do Trabalho.

Nesta época, destaca-se a atuação fundamental do Dr. Mauro Goulart, que conseguiu trazer ganhos significativos para os médicos e médicas.

Hoje, o Sindicato possui sede própria, inaugurada em 2 de junho de 2000, localizada na Rua Coronel Joaquim Sarmento, 177, no bairro Bom Retiro, em Curitiba. O Simepar desempenha papel fundamental na defesa dos direitos dos Médicos e Médicas do Paraná, combatendo a crescente precarização das relações de trabalho dos/as profissionais da Medica.

Mais detalhes dessa história podem ser obtidos no artigo anexo: SINDICALISMO MÉDICO NO PARANÁ – ANTECEDENTES HISTÓRICOS – Artigo de Mario Antonio Ferrari.