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Quase 70% dos curitibanos já completaram a vacinação anticovid

A Secretaria Municipal da Saúde (SMS) de Curitiba imunizou, até esta segunda-feira (15/11), 1.555.341 pessoas com a primeira dose ou a dose única (Janssen) da vacina anticovid.

Ao todo, Curitiba já aplicou 3.033.670 unidades do imunizante, sendo 1.517.085 primeiras doses e 1.311.608 segundas doses; 38.256 doses únicas; e 166.721 doses de reforço.

Assim, 79,8% dos moradores de Curitiba já receberam ao menos uma dose do imunizante e 69,3% da população da cidade está totalmente imunizada contra a covid-19, com as duas doses ou a dose única.

Vacinados com 18 anos ou mais

Entre a população com 18 anos ou mais, 1.448.043 curitibanos receberam ao menos uma dose da vacina contra o novo coronavírus (primeira dose ou dose única). E um total de 1.349.431 pessoas acima dos 18 anos já completou o esquema vacinal até esta segunda-feira (15/11). Destas, 1.311.175 receberam a segunda dose da vacina e outras 38.256 pessoas receberam a vacina em dose única.

Reforço

Curitiba também está aplicando as doses de reforço para quem já completou o ciclo de imunização, nos seguintes grupos: idosos, pessoas imunossuprimidas e profissionais de saúde. Até esta segunda-feira (15/11), 166.721 pessoas desses grupos receberam a dose de reforço.

Adolescentes de 12 a 17 anos

Até o momento, a SMS vacinou 107.298 adolescentes entre 12 e 17 anos. Destes, 433 já receberam também a segunda dose, sendo do grupo de gestantes abaixo de 18 anos.

Doses recebidas

Até o momento, Curitiba recebeu do Ministério da Saúde, repassadas pelo Governo do Paraná, 3.293.558 doses de vacinas, sendo 1.579.648 para primeira dose, 1.448.663 para segunda dose, 38.975 doses de aplicação única e 226.272 doses de reforço. Nesse montante já estão contabilizados os 5% de reserva técnica.

A reserva técnica é uma medida de segurança, faz parte dos protocolos da logística e é necessária para evitar problemas no fluxo de imunização que possam ser causados por imprevistos eventuais, como por exemplo, quebra acidental de frascos.

O município tem capacidade para vacinar, já tendo aplicado 45,6 mil doses em um único dia, e o avanço do cronograma de imunização ocorre à medida que as doses são enviadas pelo Ministério da Saúde ao governo estadual, responsável por distribuir os lotes do imunizante aos municípios.

Confira detalhes da vacinação contra a covid-19 no o Painel Covid-19 Curitiba.

As informações são da Prefeitura de Curitiba.

654 mil pessoas não retornaram para receber 2ª dose da vacina anticovid no Paraná

Pelo menos 654 mil pessoas não retornaram aos postos de saúde para receber a segunda dose da vacina contra a Covid-19, no Paraná, de acordo com levantamento feito pelo Ministério da Saúde a pedido do g1.

Segundo a Secretaria Estadual da Saúde (Sesa), 6,8 milhões de pessoas concluíram o esquema vacinal.

Atualmente, o Paraná está vacinando adolescentes e aplicando a dose de reforço para idosos, pessoas imunossuprimidas e profissionais da saúde. Algumas cidades também reduziram o intervalo de aplicação da segunda dose para os imunizantes da Pfizer e AstraZeneca.

Além disso, profissionais da área afirmam que o avanço da vacinação é o principal responsável pela redução no número de casos, mortes e hospitalizações provocadas pela doença.

As informações são do G1.

Onda de covid-19 na Europa e na Ásia é alerta para o Brasil segundo a Fiocruz

A retomada de casos de covid-19 em alguns países da Europa e da Ásia, após um declínio expressivo da pandemia nos últimos meses, serve como alerta para a situação da doença no Brasil.

Esses países vêm registrando aumento de casos e óbitos mesmo em locais em que a cobertura vacinal já se encontra em patamares elevados. A advertência foi divulgada nesta sexta-feira (12) pelos cientistas que elaboram o Boletim Observatório Covid-19, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

“Diante deste novo cenário, o boletim coloca em pauta o debate sobre a necessidade de manutenção das medidas de distanciamento físico e de proteção individual no Brasil e ressalta a desaceleração do ritmo de vacinação de primeira dose contra a covid-19 no país”, destacou a Fiocruz.

A nova edição destaca ainda o alerta do diretor geral da Organização Mundial da Saúde (OMS) para Europa e Ásia, emitido no início deste mês de novembro, sobre o novo aumento do número de casos e óbitos por covid-19 registrados nesses continentes. Segundo a OMS, países da Europa e da Ásia Central estão vivendo o risco de recrudescimento da covid-19.

Na última semana de outubro, a Europa e a Ásia Central foram responsáveis por 59% de todos os casos e 48% dos óbitos registrados no mundo inteiro.

Com quase 1,8 milhão de novos casos e 24 mil novas mortes relatadas, a Europa e a Ásia Central viram um aumento de 6% e 12%, respectivamente, em comparação com a semana anterior.

Segundo a OMS, se for mantida esta tendência, essas regiões poderão registrar mais meio milhão de óbitos por covid-19 até 1º de fevereiro de 2022, e 43 países enfrentarão novamente o risco de colapso nas capacidades de resposta dos seus sistemas de saúde.

Os casos graves da doença têm se concentrado entre grupos não vacinados, especialmente em países com baixa cobertura vacinal.

Segundo os pesquisadores do Observatório Covid-19, embora os dados recentes no Brasil indiquem a manutenção da tendência geral de queda dos indicadores monitorados desde o início da covid-19, é importante destacar que a pandemia não acabou e que o risco de recrudescimento permanece com a proximidade da temporada de festas e de férias, com maior circulação e concentração de pessoas em diversos ambientes.

A íntegra do boletim pode ser acessada na página da Fiocruz.

As informações são da Agência Brasil.

Justiça derruba lei de Quatro Barras que achatava remuneração dos médicos

A Juíza Marcela Simonard Cesar, do foro regional de Campina Grande do Sul, acolheu a tese do Sindicato dos Médicos no Estado do Paraná (Simepar) e declarou inconstitucional a Lei do Município de Quatro Barras que fixava o teto remuneratório em R$ 16,2 mil reais.

Com a decisão, a remuneração dos médicos do Município poderá chegar a R$ 18 mil. Os médicos que têm direito a essa diferença ainda receberão os atrasados referentes aos últimos cinco anos.

A decisão beneficia diversos médicos e médicas servidores municipais de Quatro Barras.

Casos ativos da Covid em Curitiba caem para o patamar de junho de 2020

A Secretaria Municipal da Saúde de Curitiba registrou, nesta terça-feira (9/11), 1.571 casos ativos de covid-19. A última vez que a cidade contabilizou menos de 1,6 mil pessoas com potencial de transmissão do vírus foi há 502 dias, em 25 de junho de 2020, com 1.530 casos ativos da doença naquele momento.

Também foram registrados hoje 83 novos casos de covid-19 e dois óbitos de moradores da cidade infectados pelo novo Coronavírus, ambos nas últimas 48 horas. As vítimas são duas mulheres, de 68 e 74 anos.

Até o momento foram contabilizadas 7.763 mortes na cidade provocadas pela doença neste período de pandemia.

Novos casos

Com os novos casos confirmados, 297.341 moradores de Curitiba testaram positivo para a covid-19 desde o início da pandemia, dos quais 288.007 estão liberados do isolamento e sem sintomas da doença.

Leitos do SUS

Nesta terça-feira (9/11), a taxa de ocupação dos 165 leitos de UTI SUS exclusivos para covid-19 está em 41%. Restam 97 leitos livres.

A taxa de ocupação dos 152 leitos de enfermarias SUS covid-19 está em 45%. Há 84 leitos vagos.

A SMS esclarece que os dados da ocupação de leitos em Curitiba são dinâmicos, com alterações ao longo do dia.

Números da covid-19 em 9 de novembro
83 novos casos confirmados
2 novos óbitos (2 nas últimas 48h)

Números totais de Curitiba
Confirmados – 297.341
Casos ativos – 1.571
Recuperados – 288.007
Óbitos – 7.763

Paraná
Novos casos 1.141
Mortes 23
Total
Casos 1.558.871
Mortes 40.439

Brasil
Novos casos 10.948
Mortes 183
Total
Casos 21.897.025
Mortes 609.756

As informações são da Prefeitura de Curitiba e agências.

Organização Mundial da Saúde alerta sobre nova fase de covid-19 na Europa

O diretor executivo do Programa de Emergências de Saúde da Organização Mundial da Saúde (OMS), Mike Ryan, afirmou que a batalha da Europa contra o novo coronavírus é uma “chamada de alerta” para o resto do mundo.

“É muito importante refletir sobre o exemplo da Europa, que representou mais da metade dos casos globais na semana passada, mas essa tendência pode mudar” disse Ryan. “Basta olhar para a curva epidemiológica da montanha-russa para saber que, quando se desce a montanha, geralmente se está prestes a subir outra”, acrescentou.

No início deste mês, o mundo ultrapassou 5 milhões de mortes desde o inicio da pandemia, marca que o secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres, chamou de “novo limiar doloroso”.

A circulação do vírus não cessou, e o aumento registrado de novas infeções dentro do território europeu demonstra a tendência: há uma nova onda de covid-19 a propagar-se. Com a aproximação do inverno, estação propícia à disseminação do SARS-CoV-2, a vigilância dos novos casos está na agenda dos governos europeus. Vários países estão se preparando para retomar as medidas restritivas aplicadas antes do verão.

França

A Europa voltou a ser o epicentro” da circulação do vírus, disse o porta-voz do governo francês, Gabriel Attal. O presidente Emmanuel Macron determinou que seja dada a dose de reforço da vacina aos franceses, de acordo com a imprensa local.

Desde outubro, o país assinala um aumento das infecções, com taxa de incidência de 62 casos por 100 mil habitantes, acima do limite de alerta.

O Parlamento aprovou definitivamente, na sexta-feira, a prorrogação do passe sanitário até 31 de julho. O prolongamento da validade do passe de saúde dependerá da campanha de vacinação de reforço

Alemanha

A Alemanha é outro país europeu a registrar um aumento de novos casos da doença.

Em um esforço para conter a transmissão, o ministro da Saúde alemão, Jens Spahn, anunciou que todos os cidadãos no país serão elegíveis para a dose de reforço da vacina, logo que se passem seis meses da segunda dose.

“A quarta onda da covid-19 no país está agora em pleno vigor”, afirmou Spahn em entrevista

Nessa segunda-feira (8), a taxa de infecção diária de covid-19 na Alemanha subiu para 201,1 casos por 100 mil pessoas, a maior desde o início da pandemia.

Leste Europeu

A nova onda na Alemanha reflete um aumento de casos da variante Delta em toda a Europa, com a situação especialmente preocupante no leste do continente, onde a cobertura de vacinação é mais baixa.

A Romênia e a Bulgária vacinaram totalmente apenas 40% e 27% dos adultos, respectivamente. As novas infeções também atingem níveis recordes na Rússia, Ucrânia e Grécia.

Áustria

Na Áustria, foi anunciado na última sexta-feira 5) que as pessoas que não foram vacinadas contra a covid-19 serão impedidas de entrar em cafés, restaurantes e cabeleireiros. Qualquer evento com mais de 25 pessoas, a partir do final da próxima semana, passa a ser ilegal.

É a resposta das autoridades ao aumento de novas infecções para o nível mais alto em 2021.

Dinamarca

A Dinamarca propôs restaurar o uso do “passe corona” digital. O documento deverá ser apresentado pelos dinamarqueses para entrar em bares e restaurantes. A medida está sendo retomada para conter a terceira fase da pandemia de covid-19 que atinge o país.

O número de infecções diárias aumentou de forma constante para 2.300 nos últimos dias, depois de, em setembro, registrar apenas cerca de 200 casos.

A Islândia também reintroduziu máscaras e regras de distanciamento social após o aumento de casos.

Reino Unido

Desde o final do verão que o Reino Unido tem resistido à implementação de medidas como uso de máscaras ou passes de vacinas, que se tornaram a tendência em toda a Europa, apesar do grande aumento de infecções por covid-19 no país.

O Reino Unido registrou mais 57 mortes em 28 dias e outros 32.322 novos casos de covid-19 , de acordo com os dados mais recentes do governo. Os dados representam queda nas infecções de 16,6% na semana passada, enquanto as mortes aumentaram 8,2%.

O Reino Unido está “muito longe” de pensar num confinamento de inverno, disse um assessor do governo de Boris Johnson. Ele alertou, no entanto, que é vital que qualquer pessoa elegível receba sua vacina de reforço.

Matéria da Agência Brasil, com informações da RTP – Rádio e Televisão de Portugal.

Simepar oferece curso virtual sobre a Lei Geral de Proteção de Dados na Saúde

A nova Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) traz uma série de implicações no trabalho dos médicos e médicas e outros profissionais da saúde, como dentistas, psicólogos, fisioterapeutas, etc. Especialmente para aqueles que mantêm consultórios com atendimento particular e por planos de saúde.

A nova Lei instituiu uma série de regras para coleta e armazenamento dos dados pessoais dos pacientes, visando garantir a sua privacidade. Por isso, os profissionais da Saúde devem estar atentos para evitar descumprir o que determina a Lei.

Cinte desta nova realidade, o Sindicato dos Médicos no Estado do Paraná, em parceria com a QUALIGE – Qualidade em Gestão Pública – está oferecendo gratuitamente um curso à distância sobre a “A LGPD no Setor da Saúde”.

As aulas serão em meio virtual ao vivo nos dias 08 e 09 de novembro das 19 às 21 horas. Após a realização, o curso será disponibilizado em vídeo para quem não puder acompanhar ao vivo.

O Simepar também irá disponibilizar uma versão virtual do curso “A Gestão Pública da Saúde e a Terceirização” com carga horária de 04 horas, divididas em oito blocos de aproximadamente trinta minutos.

Os interessados podem se inscrever por e-mail com os seguintes dados:

Nome completo:
CRM (Se for médica ou médico):
CPF:
Endereço eletrônico (E-mail):
Telefone:
Local de trabalho/função:
Cidade:

Assinalar o curso escolhido:
1 – A LGPD no Setor da Saúde – Data: 08 e 09 de novembro (19:00 às 21:00)
2 – A Gestão Pública da Saúde e a terceirização – Virtual 04 horas

Após a inscrição, o Simepar enviará os links e instruções de como participar dos cursos.

O E-mail de inscrição deverá ser enviado para imprensa@simepar.com.br

Confira a descrição detalhada do curso, com os palestrantes e a ementa de cada um no anexo.

O Simepar atua em conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). Respeitamos sua privacidade e protegemos seus dados pessoais, que serão usados somente para a inscrição nos referidos cursos.

Para saber mais sobre a Política de Privacidade do Simepar, clique aqui.

Observatório Covid-19 Fiocruz defende cautela em retomada de eventos sociais com aglomeração

Divulgado nesta quinta-feira (4/11), o novo Boletim do Observatório Covid-19 Fiocruz defende cautela em retomada de eventos sociais com aglomeração levando em conta apenas o percentual de adultos completamente vacinados.

Para os pesquisadores do Observatório, é fundamental que se atinja o patamar de 80% de cobertura vacinal da população total. Com essa meta, além dos adultos, a campanha de imunização deve atingir também crianças e adolescentes.

“Vale lembrar que a população de adolescentes, pelo tipo de comportamento social que tem, é um dos grupos com maior intensidade de circulação nas ruas e convive com outros grupos etários e sociais mais vulneráveis. Por isso, é equivocado pensar que, com a população somente adulta coberta adequadamente, a retomada irrestrita dos hábitos que aglomeram pessoas é possível”, afirmam os cientistas.

Segundo o Boletim, a cobertura vacinal vem aumentando paulatinamente e recentemente alcançou 55% da população total, ainda distante do patamar ideal. Há também uma quantidade expressiva de pessoas que precisam retornar para a segunda aplicação do imunizante.

“A recomendação é de que, enquanto caminhamos para um patamar ideal de cobertura vacinal, medidas de distanciamento físico, uso de máscaras e higienização das mãos sejam mantidas e que a realização de atividades que representem maior concentração e aglomeração de pessoas só sejam realizadas com comprovante de vacinação”, ressaltam os pesquisadores.

Países do Leste Europeu e os EUA, por exemplo, vêm apresentando surtos de Covid-19 em condições de baixa cobertura de vacinação, o que deve ser evitado no Brasil.

O cenário brasileiro ainda é de estabilidade nas taxas de transmissão do vírus Sars-CoV-2. Ao longo da Semana Epidemiológica (SE) 43, compreendida entre os dias 24 e 30 de outubro, foram notificados 11.500 casos e 320 óbitos diários, em média.

Esses números representam redução de 0,7% ao dia nos registros de casos e uma menor velocidade de redução do número de óbitos no país, que agora atinge 0,4% depois de 14 semanas de redução acelerada e sustentada com velocidade de 1 a 2 %.

Embora o registro de casos e de óbitos por Covid-19 se mantenha em trajetória descendente, a taxa de positividade dos testes de diagnóstico permanece alta, o que pode ser atribuído à exposição ao vírus e à presença de indivíduos fora de casa. O Índice de Permanência Domiciliar mostra, por exemplo, que há mais pessoas nas ruas do que antes da pandemia.

Quanto à ocupação de leitos de UTI Covid-19 para adultos no Sistema Único de Saúde (SUS), o indicador se mantém em patamares inferiores a 50% na maior parte das Unidades da Federação. O único estado na zona de alerta intermediário é o Espírito Santo (67%).

Com exceção dos estados onde não ocorreu a retirada de leitos destinados à Covid-19, registraram-se, entre os dias 25 de outubro e 01 de novembro, aumentos mais expressivos no indicador no Pará (34% para 47%) e no Rio Grande do Norte (41% para 50%).

É importante também comentar que as taxas do Rio Grande do Sul (54%) e sua capital, Porto Alegre (63%), estão baseadas em todo o conjunto de leitos de UTI disponíveis no SUS, tanto para Covid-19 quanto para outras causas de internação, e que possivelmente as taxas específicas para Covid-19 seriam mais baixas.

Foram observadas reduções nos leitos de UTI para adultos destinados à Covid-19 no SUS em Rondônia (89 para 79 leitos), Amazonas (155 para 135 leitos), Amapá (116 para 76 Leitos), Ceará (133 para 90 leitos), Pernambuco (777 para 760 leitos), Bahia (562 para 536 leitos), Minas Gerais (2516 para 2449 leitos), Rio de Janeiro (1614 para 1522 leitos), Paraná (1436 para 1215 leitos), Santa Catarina (786 para 761 leitos), Mato Grosso do Sul (259 para 239 leitos) e Mato Grosso (275 para 248 leitos).

As informações são da Fundação Oswaldo Cruz.

 

Guaratuba inaugura Memorial para as vítimas da Covid-19

A cidade de Guaratuba, no litoral do Paraná, inaugurou um Memorial para as vítimas da Covid-19 neste feriado de finados (2). O evento contou com uma cerimônia emocionante com a participação familiares das vítimas da pandemia.

Segundo relatório da Secretária de Estado da Saúde, 185 pessoas morreram em decorrência da Covid-19 em Guaratuba. No Paraná, já são mais de 40 mil mortos pela doença.

O prefeito Roberto Justus disse que o memorial vai muito além de homenagear, pois é uma oportunidade de fazer a despedida que não foi possível. O prefeito também disse que o memorial eterniza os nomes e a história dessas pessoas, além de deixar registrado esse momento que estamos passando. “Também um monumento de esperança, de paz e de dias melhores. Um lugar de encontro, de lembranças boas”, concluiu.

O secretário da Saúde , Gabriel Modesto falou sobre o trabalho das equipes da saúde durante a pandemia e, que nos piores momentos, o sentimento de impotência não foi maior por conta do trabalho dos profissionais da saúde, que foram verdadeiros guerreiros.

“Agradeço a sensibilidade do prefeito em deixar o nome de todos que perderam suas vidas por conta da Covid-19 eternizado nesse memorial”, destacou.

A artista plástica Birgitte Tummler diz que foi um momento de muita responsabilidade criar a arte do memorial, que utilizou elementos que representassem o município, mas que também que trouxessem paz, um trabalho de muita sensibilidade, pensando nas vítimas e nos familiares. A artista agradeceu o servidor da Secretaria de Obras, Gilberto Ubiratan Martins (Giba), pela colaboração na colocação dos azulejos.

Um memorial online também foi criado e pode ser acessado na placa do Memorial por QR Code ou através do site da Prefeitura de Guaratuba.

A secretária da Administração, Denise Lopes Silva Gouveia disse que o memorial online foi pensado para contar a história de cada uma dessas vidas, uma homenagem a cada uma delas.

Memorial

O monumento que homenageia as vítimas da Covid-19 da cidade é decorado com azulejos pintados e queimados. O vão aberto entre as mãos traduz o afastamento ao qual nos obrigamos no momento de pandemia. As mãos surgem da restinga, vegetação típica do litoral e de extrema importância para a manutenção da orla e da fauna.

A posição das mãos simboliza a entrega, a devoção, a conexão terra – céu, e o contato doce, e de pele, que a tantos faltou na hora da partida de seu ente querido. As mãos entregam aos céus as almas dos guaratubanos.

E, por estar mais próximo dos céus, as aves. Guaratuba é simbolizada pelo Guará, e este, representará aqueles que partiram de Guaratuba, de forma intensa, mas cuja alma encontra sua redenção nos céus.

As informações são do JB Litoral

Mortes por Covid-19 no Paraná caem para 700 em outubro, menor número desde junho de 2020

Um levantamento da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) realizado nesta segunda-feira (01) mostra que em outubro o Paraná registrou o menor número de óbitos em decorrência da Covid-19 desde julho de 2020, retomando aos patamares do começo da pandemia. Além disso, a positividade dos casos teve redução de 61,5% no mês, comparado a setembro.

Segundo o balanço, 21.959 casos e 700 mortes foram registradas nos últimos 31 dias. Os óbitos reduziram em quase 47% em um mês (foram 1.319 em setembro) e mais de 60% dos municípios do Paraná não tiveram registro de mortes.

O Estado não apresentava números tão baixos desde o primeiro semestre do ano passado, três meses após a confirmação dos primeiros casos no Paraná. O resultado reflete na média móvel nacional de óbitos, que é a mais baixa desde abril de 2020.

Em maio do ano passado foram 5.138 casos confirmados e, em junho, 614 mortes. Desde então os números só aumentaram, chegando aos maiores registros em março (6.457 óbitos) e maio (194.088 casos) de 2021, caindo, desde então, cada vez mais rápido. Até 31 de outubro, 1.549.090 casos e 40.291 óbitos foram confirmados no Estado.

“A redução no número de casos e mortes demonstra a efetividade e segurança dos imunizantes contra a Covid-19. Quanto mais o Paraná avança na vacinação, menos pessoas contraem o vírus e adoecem, o que consequentemente diminui o risco de agravamento da doença que pode levar a morte. Mesmo assim, continuamos enfrentando a pandemia e realizando acompanhamento diário do cenário epidemiológico, conforme a orientação do governador Ratinho Junior”, afirmou o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.

VACINAÇÃO – O Estado já aplicou mais de 15,8 milhões de imunizantes, sendo 8.582.728 primeiras doses (D1) e 6.828.409 segundas doses (D2) ou doses únicas (DU), além de 39.586 doses adicionais (DA) e 386.502 doses reforço (DR).

Estes dados representam mais de 100% da população adulta (estimada pelo Ministério da Saúde em 8.720.953 pessoas) vacinada com a D1 ou DU, e 77,3% com a D2 ou DU. Os dados são do Vacinômetro Nacional, com informações preliminares da base do Programa Nacional de Imunizações (PNI), e significam que o Paraná ultrapassou a meta ideal e, dentro do ajuste populacional, deve ter alcançado quase todos acima de 18 anos.

O mês de outubro também foi marcado pelo envio de doses para vacinação de adolescentes de 12 a 17 anos sem comorbidades, além da continuidade na imunização para jovens com condições pré-existentes. Até agora, 457.891 doses foram aplicadas neste público, atingindo quase 49% desta população estimada em 936.296 pessoas.

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INTERNAÇÕES – A imunização de grande parte da população, também reflete na baixa no número de pacientes internados após a infecção pelo vírus Sars-CoV-2. O monitoramento da Regulação Estadual registrou 524 internações em leitos exclusivos Covid de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e 359 em enfermarias neste domingo (31). Os números são os menores desde junho de 2020.

TESTAGEM – O Paraná também se mantém como o Estado que mais testou, proporcionalmente, sua população contra a Covid-19. Segundo o boletim epidemiológico nº 86 do Ministério da Saúde, 4.224.026 testes RT-PCR, considerado padrão ouro pela Organização Mundial da Saúde, foram realizados no Estado. Em números absolutos

Segundo o secretário, a estratégia de testagem em massa possibilitou maior bloqueio da doença. “Quando testamos mais, identificamos mais casos, no menor tempo possível e com isso conseguimos realizar ações de bloqueio mais efetivas, como isolamento e monitoramento de contatos mais próximos”, arrematou.

Evolução do número de casos mês a mês:

2020

Março – 370
Abril – 1.915
Maio – 5.138
Junho – 26.639
Julho – 64.322
Agosto – 64.211
Setembro – 54.208
Outubro – 37.962
Novembro – 96.221
Dezembro – 131.776

2021

Janeiro – 118.327
Fevereiro – 107.552
Março – 171.193
Abril – 100.059
Maio – 194.088
Junho – 161.816
Julho – 65.301
Agosto – 68.890
Setembro – 57.089
Outubro – 21.949

Evolução do número de óbitos mês a mês:

2020

Março – 7
Abril – 104
Maio – 119
Junho – 614
Julho – 1.424
Agosto – 1.557
Setembro – 1.229
Outubro – 821
Novembro – 1.035
Dezembro – 2.263

2021

Janeiro – 1.945
Fevereiro – 2.004
Março – 6.457
Abril – 4.405
Maio – 4.811
Junho – 5.310
Julho – 2.604
Agosto – 1.563
Setembro – 1.319
Outubro – 700

As informações são da Agência de Notícias do Paraná.