Filiado à

Notícias

Simepar firma parceria com a Unicred trazendo benefícios para Médicas e Médicos

Pensando em oferecer ainda mais benefícios aos médicos paranaenses, o Simepar fechou uma parceria exclusiva e cheia de vantagens com a Unicred União. Confira neste post todas as informações.

   

Nos próximos dias, uma equipe da Unicred entrará em contato com os médicos associados ao Simepar para apresentar a proposta completa e esclarecer como aproveitar os benefícios. Todos os dados serão tratados com total segurança e de acordo com a Lei geral de Proteção de Dados (LGPD).

   

Atenção: para evitar fraudes ou golpes, informamos que o contato da equipe da Unicred será feito exclusivamente pelo número (41) 99671-8067.

Não é associado e quer aproveitar também esses benefícios? Entre em contato com a gente!

Julho Amarelo reforça estratégias de enfrentamento às hepatites virais no Paraná

A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) reforça a importância da prevenção, testagem e conscientização sobre as hepatites virais. A campanha Julho Amarelo representa uma oportunidade de ampliar o diálogo com a população e destacar o papel essencial da prevenção, do diagnóstico precoce e do tratamento adequado dessas doenças silenciosas, mas com alto potencial de agravamento.

Segundo estimativas da Organização Mundial da Saúde (OMS), em 2022 aproximadamente 254 milhões de pessoas estavam infectadas por hepatite B, e 50 milhões por hepatite C em todo o mundo, resultando em 1,34 milhão de mortes, principalmente por complicações como cirrose e carcinoma hepatocelular (CHC). A OMS projeta que, até 2040, as hepatites B e C poderão causar mais mortes do que tuberculose, HIV, Aids e malária somadas.

“Estamos trabalhando de forma constante para ampliar o acesso ao diagnóstico e ao tratamento das hepatites virais no Paraná”, disse o secretário estadual da Saúde, Beto Preto. “A prevenção salva vidas, e é por isso que ações como o Julho Amarelo são essenciais para manter esse tema em evidência e garantir que a população procure os serviços de saúde. Nossa missão é cuidar e proteger, com políticas públicas que realmente cheguem às pessoas”, destacou.

De acordo com dados do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), do Ministério da Saúde, entre 2019 e 2025 o Paraná registrou 846 casos de hepatite A, 7.288 de hepatite B, 5.069 de hepatite C, e 424 casos em gestantes. No mesmo período foram contabilizados 608 óbitos relacionados às hepatites virais no Estado.

Esses números reforçam a necessidade de vigilância constante e atuação integrada em todas as regiões do Paraná. A maioria dos casos de hepatite A ocorreu em pessoas com idade entre 20 e 34 anos, sendo 71,9% do sexo masculino. Já os casos de hepatite B e C concentram-se nas faixas etárias de 35 a 49 anos e de 50 a 59 anos, respectivamente, também com predominância masculina.

HEPATITE A – Em 2024, um surto de hepatite foi registrado em algumas cidades do Paraná. A Sesa, em parceria com os municípios, coordenou uma campanha de vacinação direcionada à população vulnerável, o que possibilitou o controle rápido da doença e o retorno à curva endêmica. A comparação entre os períodos de janeiro a julho dos anos de 2024 e 2025 evidencia uma redução de 86% nos casos: foram 522 notificações em 2024, contra 74 no mesmo período de 2025 em todo Paraná. Com relação às mortes, também houve queda expressiva: enquanto sete mortes foram registradas no primeiro semestre de 2024, em 2025 esse número caiu para uma, o que representa a redução de 85,7%.

INFECÇÃO E CUIDADOS – As hepatites A e E são transmitidas pelo consumo de água e alimentos contaminados por fezes, e estão ligadas às condições precárias de saneamento básico, higiene pessoal, qualidade da água e dos alimentos. Geralmente, essas infecções são benignas e autolimitadas, podendo ser mais brandas em crianças e mais graves em adultos.

Já as hepatites B, C e D são transmitidas por contato com sangue ou fluidos corporais contaminados, por via parenteral, percutânea e vertical (de mãe para filho), por relações sexuais desprotegidas, compartilhamento de objetos perfurocortantes (como lâminas de barbear, alicates de unha e agulhas) ou por exposição a material biológico contaminado durante procedimentos cirúrgicos, odontológicos, transfusões, hemodiálises e endoscopias sem observância das normas de biossegurança.

SINTOMAS E DETECÇÃO – Na maioria dos casos, a infecção pelo vírus da hepatite é silenciosa e não apresenta sintomas. Quando presentes, os sinais podem incluir cansaço, febre, mal-estar, tontura, náuseas, vômitos, dor abdominal, pele e olhos amarelados, urina escura e fezes claras. Em caso de sintomas ou contato com casos confirmados, a orientação é procurar uma unidade de saúde o mais rápido possível.

A detecção dos vírus que causam as hepatites virais é feita por meio de testagem. Para as hepatites B e C, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferta testes rápidos

VACINAS – O SUS também oferece vacinas contra as hepatites A e B. No caso da hepatite C, há medicamentos eficazes que possibilitam a cura da doença. O Calendário Nacional de Vacinação prevê uma dose da vacina recombinante contra a hepatite B ao nascer (preferencialmente até o 30º dia de vida) e a continuidade do esquema com a vacina pentavalente aos dois, quatro e seis meses de idade, além de uma dose da vacina inativada contra a hepatite A aos 15 meses.

Em 2024, o Paraná atingiu 93,53% de cobertura vacinal contra a hepatite A, 104,14% contra a hepatite B e 95,80% da pentavalente. Em 2025, os dados parciais apontam coberturas de 88,70%, 93,93% e 92,45%, respectivamente. A meta preconizada pelo Ministério da Saúde (MS) para essas vacinas é de, no mínimo, 95%.

VIGILÂNCIA – A Sesa reforça a importância da mobilização e da vigilância conjunta entre o poder público, os profissionais de saúde e a sociedade civil no enfrentamento às hepatites virais. As unidades básicas de saúde realizam testes rápidos, oferecem vacinação contra a hepatite B, orientações para prevenção e encaminhamento para tratamento sempre que necessário.

“O Julho Amarelo vai além de uma campanha. Ele representa um compromisso permanente com a saúde pública e com o enfrentamento das hepatites virais. Nosso objetivo é contribuir para a eliminação dessas doenças como problema de saúde pública até 2030, em alinhamento com as metas estabelecidas pela Organização Mundial da Saúde”, afirmou a diretora de Atenção e Vigilância em Saúde da Sesa, Maria Goretti David Lopes.

As informações são da Agência Estadual de Notícias.

Boletim registra 1.116 novos casos e 88 óbitos por síndromes respiratórias no Paraná

A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) divulgou nesta quarta-feira (2) o novo Informe Epidemiológico com dados atualizados sobre os vírus respiratórios que circulam no Paraná. O boletim apresenta um panorama geral da situação no Estado com o objetivo de reforçar a vigilância e o monitoramento da Síndrome Gripal (SG) e da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG).

O informe desta semana mostra 1.116 novos casos de SRAG, o que eleva para 15.752 o total de registros desde dezembro de 2024 – número 7% maior em relação ao informe anterior (14.636 casos). Também foram registrados mais 88 óbitos. O total do período chega agora a 829 mortes, 12% a mais em comparação ao boletim anterior, que apresentava acumulado de 741 óbitos.

As informações são referentes a pessoas que apresentaram sintomas entre 29 de dezembro de 2024 e 14 de junho de 2025. Entre os casos confirmados, 2.272 foram por Influenza; 573 por Covid-19; 4.022 por outros vírus respiratórios; 6.083 como SRAG não especificada; 74 por outros agentes etiológicos e 2.728 ainda estão em investigação. Entre os 829 óbitos, 236 (28,5%) foram confirmados para Influenza; 82 (9,9%) para Covid-19; 93 (11,2%) para outros vírus respiratórios; 19 (2,3%) para outros agentes etiológicos, e 385 (46,4%) foram registrados como SRAG não especificada.

Outras 14 mortes seguem em investigação. Também foram notificadas 374 óbitos por outras causas, que não se enquadram nos critérios de SRAG.

Em relação às síndromes gripais, que têm monitoramento por amostragem, foram contabilizados 1.677 casos.

MAIS ATINGIDOS – A faixa etária mais afetada é a de crianças menores de seis anos, seguida pelos idosos. Do total de notificações de SRAG por vírus respiratórios, 6.201 casos e 390 óbitos apresentavam algum fator de risco identificado.

VACINAÇÃO – Com relação à vacinação, os dados mostram que 4.793 pessoas (77,3%) com fatores de risco internados por SRAG por vírus respiratórios não haviam tomado a vacina contra a gripe. Entre os que morreram, 273 também não estavam vacinados (70%).

SINTOMAS – Entre os principais sintomas das SRAGs estão febre, calafrios, dor de garganta, dor de cabeça, tosse, coriza, alterações no olfato ou paladar, falta de ar ou desconforto respiratório, dor ou pressão persistente no tórax, saturação de oxigênio abaixo de 95% em ar ambiente e coloração azulada (cianose) dos lábios ou do rosto.

Esses sintomas são característicos das síndromes gripais que evoluíram para quadros graves. Os principais causadores desse cenário são os vírus Influenza, SARS-CoV-2 (Covid-19), vírus sincicial respiratório (VSR) e rinovírus, que continuam predominantes no Estado.

Confira AQUI o Informe epidemiológico e neste LINK mais informações sobre a Influenza (gripe).

As informações são da Agência Estadual de Notícias.

FEAS abre Processo Seletivo para contratação de Médicos/as de oito especialidades

A Fundação Estatal de Atenção à Saúde (FEAS), da Prefeitura de Curitiba, abre nesta sexta-feira (4) as inscrições do Processo Seletivo Simplificado 5/2025 para contratação temporária de médicos especialistas em oito áreas.

São 14 vagas no total: três vagas para médico psiquiatra; duas para médico radiologista; duas para médico urologista; duas para médico para atuação em diagnóstico por imagem com ênfase em ultrassom geral; duas para médico para atuação em ultrassonografia em ginecologia e obstetrícia; uma para médico proctologista/coloproctologista; uma para médico neurologista pediátrico; e uma para médico otorrinolaringologista.

As inscrições vão até a segunda-feira, dia 14 de julho, pelo site da FEAS.

Clique aqui para se inscrever.

O PSS selecionará candidatos para a substituição temporária de trabalhadores em afastamentos previdenciários, como licenças maternidade e médica. Os profissionais aprovados atuarão junto ao SUS curitibano, nas unidades gerenciadas pela FEAS. O contrato de trabalho tem duração de até 12 meses, podendo ser renovado por igual período.

Seleção

O processo seletivo simplificado é dividido em duas etapas: a primeira, de caráter classificatório ou eliminatório, consiste na análise do tempo de experiência profissional, dos títulos e do formulário curricular; a segunda etapa é o exame admissional e tem caráter eliminatório, são avaliadas as condições de saúde dos candidatos em relação às atividades inerentes ao cargo.

Os candidatos devem ficar atentos ao edital: o envio de documentação incompleta ou incorreta resultará na desclassificação.

Sobre a FEAS

A Fundação Estatal de Atenção à Saúde (FEAS) é uma fundação pública da Prefeitura de Curitiba, que atua sob as diretrizes da Secretaria Municipal da Saúde (SMS). A instituição é responsável pela gestão do Hospital do Idoso e de outras 29 unidades do Sistema Único de Saúde (SUS) na capital paranaense, prestando serviços de saúde à população.

As informações são da Prefeitura de Curitiba.

Oportunidade de trabalho para Especialista em Medicina de Tráfego em Curitiba

A Clínica Insightflow dispõe de vaga para Médica ou Médico Especialista em Medicina de Tráfego para trabalhar no Bairro Bigorrilho, em Curitiba.

O regime de contratação é autônomo, com jornada de segunda a sexta-feira.

Interessados/as entrar em contato pelos telefones 41 99645 6064 ou 81 99977 0598.

Ou ainda pelo E-mail: krause0106@hotmail.com

Secretaria da Saúde faz alerta aos municípios sobre vacinação e diagnóstico contra Doença Meningocócica

A Secretaria de Estado da Saúde do Paraná (Sesa) emitiu nesta sexta-feira (27) um alerta sobre o aumento significativo de casos e óbitos provocados pela doença meningocócica. O comunicado foi enviado às 22 Regionais de Saúde, responsáveis por orientar os 399 municípios sobre medidas de prevenção, vigilância e assistência.

De acordo com dados do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), entre janeiro e 21 de junho de 2025 (Semana Epidemiológica 25), foram registrados 22 casos confirmados e seis óbitos pela doença. No mesmo período do ano passado, foram 11 casos e nenhum óbito. Em todo o ano de 2024, o Estado contabilizou 33 casos e quatro mortes.

Os casos desse ano foram registrados em Ponta Grossa (4), Curitiba (3), Paranaguá, Campina Grande do Sul, Fazenda Rio Grande, Araucária, General Carneiro, Palmas, São Jorge D Oeste, Cascavel, Três Barras, Céu Azul, Cianorte, Apucarana, Londrina, Wenceslau Braz e Jacarezinho.

As mortes de 2025 ocorreram nos municípios de Ponta Grossa (dois homens, de 2 e 59 anos), Curitiba (homem de 32 anos), São Jorge D’Oeste (mulher de 48 anos), Céu Azul (mulher de 49 anos) e Wenceslau Braz (homem de 84 anos). Entre os óbitos, dois foram provocados pelo sorogrupo C, dois pelo sorogrupo B e dois não foi possível realizar a identificação do surogrupo.

A doença meningocócica é causada pela bactéria Neisseria meningitidis e pode provocar quadros graves como meningite e meningococcemia. Por seu alto potencial de transmissão, letalidade e gravidade das sequelas especialmente em crianças, é considerada um problema de saúde pública.

“A vacinação é a principal ferramenta para prevenir as formas mais graves da meningite. Quem passou por isso na família sabe a dificuldade que é tratar, por isso contamos com todas as famílias do Paraná para darmos essa demonstração de ciência, saúde e vida, vacinando as nossas crianças e protegendo ainda mais a população paranaense”, afirmou o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.

Atualmente, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece a vacina meningocócica C (conjugada) para crianças a partir de três meses até 4 anos, 11 meses e 29 dias de idade. A partir de julho de 2025, o reforço aplicado aos 12 meses de idade passará a ser feito com a vacina meningocócica ACWY, que amplia a proteção também contra os sorogrupos A, W e Y, conforme já confirmado pela Sesa.

Em 2024, a cobertura vacinal no Estado foi de 91,56% na primeira dose (menores de 1 ano) e de 92,94% na dose de reforço (12 meses), abaixo da meta preconizada pelo Ministério da Saúde, que é de 95%.

Além da vacinação, a secretaria orienta que a população adote medidas de prevenção, como manter ambientes bem ventilados, higienizar frequentemente as mãos, evitar aglomerações em locais fechados e não compartilhar objetos de uso pessoal. Também é fundamental que a população esteja atenta aos sintomas da doença — como febre, dor de cabeça intensa, vômitos, rigidez de nuca, confusão mental e erupções cutâneas (petéquias) — e procure imediatamente um serviço de saúde ao primeiro sinal de alerta.

Para os profissionais de saúde, a recomendação é redobrar a atenção para o diagnóstico precoce e adoção imediata de medidas de isolamento e tratamento, além da notificação obrigatória de casos suspeitos ou confirmados em até 24 horas. A Sesa também reforça a necessidade de coleta de amostras clínicas adequadas e a avaliação de contatos com casos suspeitos para possível quimioprofilaxia, conforme diretrizes do Ministério da Saúde.

As informações são da Agência Estadual de Notícias.

Paraná registra mais 1.228 casos e 58 óbitos por síndromes respiratórias, aponta boletim

A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) divulgou nesta quarta-feira (25) o novo Informe Epidemiológico com dados atualizados sobre os vírus respiratórios que circulam no Paraná. O boletim apresenta um panorama geral da situação no Estado com o objetivo de reforçar a vigilância e o monitoramento da Síndrome Gripal (SG) e da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG).

O informe desta semana mostra um aumento de 1.228 novos casos de SRAG (9%) e 58 óbitos (8%) em comparação ao informe anterior, que registrava 13.408 casos e 683 mortes.

As informações são referentes a pessoas que apresentaram sintomas entre 29 de dezembro de 2024 e 14 de junho de 2025. Nesse intervalo, foram registrados 14.636 casos de SRAG com hospitalização e 741 óbitos por síndromes respiratórias graves. Entre os casos confirmados, 1.974 foram por Influenza, 570 por Covid-19, 3.611 por outros vírus respiratórios, 5.587 como SRAG não especificada, 65 por outros agentes etiológicos e 2.829 ainda estão em investigação.

Entre os 741 óbitos, 194 (26,2%) foram confirmados para Influenza, 83 (11%) para Covid-19, 78 (10,5%) para outros vírus respiratórios, 17 (2%) para outros agentes etiológicos, e 355 (48%) foram registrados como SRAG não especificada. Outras 14 mortes seguem em investigação. Também foram notificadas 355 mortes por outras causas, que não se enquadram nos critérios de SRAG .

Em relação às síndromes gripais, que têm monitoramento por amostragem, foram registrados 1.546 casos.

MAIS ATINGIDOS – A faixa etária mais afetada é a de crianças menores de seis anos, seguida pelos idosos. Do total de notificações de SRAG por vírus respiratórios, 5.573 casos e 338 óbitos apresentavam algum fator de risco identificado.

Com relação à vacinação, os dados mostram que 4.430 pessoas (79,5%) com fatores de risco internados por SRAG por vírus respiratórios não haviam tomado a vacina contra a gripe. Entre os que morreram, 275 também não estavam vacinados (81,4%).

SINTOMAS – Entre os principais sintomas das SRAGs estão febre, calafrios, dor de garganta, dor de cabeça, tosse, coriza, alterações no olfato ou paladar, falta de ar ou desconforto respiratório, dor ou pressão persistente no tórax, saturação de oxigênio abaixo de 95% em ar ambiente e coloração azulada (cianose) dos lábios ou do rosto.

Esses sintomas são característicos das síndromes gripais que evoluíram para quadros graves. Os principais causadores desse cenário são os vírus Influenza, SARS-CoV-2 (Covid-19), vírus sincicial respiratório (VSR) e rinovírus, que continuam predominantes no Estado.

Confira AQUI o Informe epidemiológico.

As informações são da Agência Estadual de Notícias.

Vacina do Instituto Butantan contra a Dengue deve estar disponível no início de 2026

A aprovação da vacina da dengue – produzida pelo Instituto Butantan – segue sob análise na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), em Brasília. A expectativa do governo federal, de acordo com o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, é que a dose esteja disponível, para ser utilizada em um amplo programa de imunização, no início de 2026.

“A vacina está em um momento de avaliação. A Anvisa questiona e sempre pergunta alguns dados. E o Instituto Butantan está respondendo esses dados. A nossa expectativa é terminar toda essa avaliação para que se possa ter essa vacina disponível no começo do ano que vem”, afirmou o ministro. A dengue é uma doença infecciosa febril aguda causada por um vírus transmitido pela picada do mosquito Aedes aegypti.

Em entrevista hoje (25), em Brasília, a emissoras de rádio durante o programa Bom Dia, Ministro, produzido pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC), Padilha lembrou que, em 2025, os casos da doença caíram mais de 70% e os óbitos mais de 80% quando comparados aos dados de 2024, enquanto o estado de São Paulo registrou aumento na circulação do vírus, concentrando boa parte dos casos e das mortes no país.

Prevenção e controle

“Junho e julho [representam] o período final de maior transmissão da dengue. Passado esse período, vamos trabalhar muito fortemente em agosto e setembro, já no segundo semestre, para os municípios e governos estaduais começarem ações de prevenção, controle e informação à população”, antecipou.

É “para que, quando começar o outro período de transmissão de dengue – janeiro e fevereiro – com pico em março até maio e junho, as coisas já tenham acontecido de forma antecipada. E uma delas é o desenvolvimento e avaliação final da vacina da dengue. Estamos trabalhando firme. A Anvisa fazendo os questionamentos e o Butantan, em uma grande parceria, para que a gente possa ter essa vacina garantida e registrada até o final do ano [2025]”, finalizou.

As informações são da Agência Brasil.

CRM promove 2º Simpósio de Combate à Violência Contra o Médico nesta quarta-feira

O Conselho Regional de Medicina do Paraná (CRM-PR), por meio do Projeto de Educação Médica Continuada, promoverá o “2º Simpósio de Combate à Violência Contra o Médico – 2025” no dia 25 de junho (quarta-feira), às 19h30. O evento, que será realizado na sede do Conselho em Curitiba, abordará o tema “Ações possíveis nos diversos âmbitos Governamentais”.

Além da diretoria do CRM-PR e do assessor jurídico da autarquia, devem participar representantes da Secretaria de Estado da Saúde do Paraná, da Secretaria de Segurança, do Poder Judiciário, do Poder Legislativo, do Sindicato dos Médicos do Estado, entre outras autoridades.

O evento será realizado no formato híbrido (presencial e online), com transmissão pelo YouTube. Podem participar Médicos e estudantes de Medicina. Haverá emissão de certificado, desde que cumpridos os pré-requisitos.

Em atendimento à Resolução CFM nº 2.321/2022, o CRM-PR informa que o Responsável Técnico pelo evento é o 1° secretário Dr. Fernando Fabiano Castellano Junior (CRM-PR 10.302).

Para se inscrever, acesse aqui.

As informações são do CRM-PR

Sala de descanso para Médicos e Médicas da UPA de Paranaguá é precária e unissex

O Sindicato dos Médicos no Estado do Paraná (Simepar) vem recebendo uma série de denúncias relatando condições de trabalho precárias na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Paranaguá. Para averiguar essas denúncias, o Dr. Brasil Vianna Neto, Diretor Tesoureiro do Simepar, fez uma visita à unidade e ele se deparou com uma situação de absurda precariedade.

O ambiente disponibilizado pela Unidade para o descanso de Médicas e Médicos é uma única sala com alguns colchões largados diretamente no piso (vide fotos). Nesse caso, deveriam ser dois ambientes, um para as Médicas e outro para os Médicos, proporcionando o mínimo de privacidade. Além disso, esse ambiente deveria contar, pelo menos, com camas. Enfim, deveria dispor do básico para que os profissionais tenham conforto nos períodos de descanso.

O Simepar está em contato com a Prefeitura de Paranaguá para agendar reunião com a Secretaria de Saúde do Município. O objetivo é discutir e resolver esse e outros problemas relativos ao trabalho de profissionais da Medicina na UPA e em outras Unidades de Saúde do Município.