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Paraná tem baixa cobertura da Vacina contra a Gripe nos grupos prioritários

A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) reforça a importância da vacinação para conter o avanço de vírus como a Influenza A e o vírus sincicial respiratório (VSR). Desde o início da campanha de vacinação da gripe, o Paraná aplicou 1.929.196 doses. Nos grupos prioritários, a cobertura atual é de 36,5%. Entre as crianças, a taxa é de apenas 27,2%, abaixo da meta de 90%.

“Estamos vendo uma circulação intensa desses vírus em todo o Paraná. A Influenza A representa hoje cerca de 20% dos casos, e o VSR, que tem atingido com gravidade crianças pequenas, chega a 30% das amostras analisadas. O momento é crítico e exige resposta rápida”, defendeu o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto, em entrevista coletiva nesta sexta-feira (23), em Londrina, no Norte do estado.

No último ano, o número de casos de Síndromes Respiratórias Agudas Graves (Srags) era de 8.304. Em 2025, no mesmo período, o número registrado é de 8.273. Mesmo com menos casos registrados, a gravidade das infecções aumentou. “Em 2024, perdemos quatro crianças menores de 12 anos por síndrome respiratória aguda grave. Agora, já são 11 vidas perdidas. São números que nos entristecem e nos mobilizam”, alertou.

O Paraná tem cerca de 4,7 milhões de doses da vacina contra a gripe disponíveis, mas pouco menos da metade foi aplicada até agora. “Já usamos quase 2 milhões de doses. Ainda temos 2,7 milhões em estoque. A vacina é segura, gratuita e fundamental para evitar complicações e internações”, destaca Beto Preto.

Para alcançar um maior número de pessoas, a Sesa está orientando os municípios a intensificar a vacinação extramuros, levando as equipes a locais de grande circulação, como feiras, escolas, igrejas e centros comerciais. “É a vacina fora da sala de vacina. É ir até onde o povo está. Essa é a nossa missão”, disse o secretário.

O Paraná ainda não precisou decretar situação de emergência em saúde pública, ao contrário de estados como Santa Catarina, Rio Grande do Sul e São Paulo. “Seguimos com os indicadores sob controle, mas atentos. Neste momento, nossa aposta é na vacina e na conscientização. Vacinar é um ato de amor coletivo. É proteger a si e aos outros. Vacinar, vacinar e vacinar”, concluiu.

As informações são da Agência Estadual de Notícias.

Hemepar de Curitiba solicita doações de sangue com urgência

A Secretaria de Estado da Saúde do Paraná (Sesa), por meio do Centro de Hematologia e Hemoterapia do Paraná (Hemepar), solicita doações de sangue com urgência em Curitiba. A unidade precisa principalmente de pessoas com tipo sanguíneo A+ e A-, O+ e O-.

O Hemepar ressalta que, devido à validade das bolsas de sangue, e também visando um atendimento mais rápido, é importante que os doadores agendem as doações com antecedência. Esse agendamento pode ser feito online, por meio do site da Sesa.

“A doação de sangue é um ato de solidariedade que salva vidas. Historicamente com a baixa nas temperaturas, as doações costumam diminuir, mas a demanda por sangue permanece sendo atendida. Por isso, cada doação pode fazer toda a diferença. Esse gesto simples é capaz de ajudar até quatro pessoas e reforça nosso compromisso em continuar cuidando dos paranaenses”, afirmou o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.

O Hemepar Curitiba fica localizado na Travessa João Prosdócimo, 145, bairro Alto da XV. A unidade funciona de segunda a sábado das 7h30 às 18h. Em caso de dúvidas, o telefone para contato é (41) 3281-4000, ou acesse este site.

DADOS – No ano passado, a Hemorrede registrou 202.179 doações, numa média de mais de 16,8 mil doações por mês, sendo 55,6 mil em Curitiba. Este ano, a Rede registrou 92.153, sendo 21,4 mil em Curitiba. O Hemepar da Capital funciona como coordenador das outras 22 unidades espalhadas em todo o Estado.

O sangue captado na Hemorrede é utilizado para atender a demanda de 95,6% dos leitos do Sistema Único de Saúde (SUS) no Paraná. “Os estoques desta unidade são fundamentais para a manutenção do serviço. Cada doação gera, em média, de 450 ml a 470 ml de sangue. Cada bolsa pode ser fracionada em até quatro hemocomponentes: hemácias, plaquetas, plasma e crioprecipitado, um tipo de plasma fresco congelado. Por isso, uma única bolsa pode ajudar a salvar até quatro vidas”, afirmou a diretora do Hemepar, Vívian Patrícia Raksa.

QUEM PODE DOAR – Para doar é necessário ter entre 16 e 69 anos completos. Menores de idade necessitam de autorização e presença do responsável legal. Os homens podem doar a cada dois meses, no máximo quatro vezes ao ano. As mulheres, a cada três meses, num total de três doações ao ano.

O doador deve pesar no mínimo 51 quilos, estar descansado, alimentado e hidratado (evitar alimentação gordurosa nas quatro horas que antecedem a doação) e apresentar documento oficial com foto (carteira de identidade, carteira do conselho profissional, carteira de trabalho, passaporte ou carteira nacional de habilitação).

As informações são da Agência Estadual de Notícias.

Curitiba inicia a vacinação contra a Dengue em crianças de 10 a 14 anos

A partir desta segunda-feira (19/5), a Secretaria Municipal da Saúde (SMS) de Curitiba começa a vacinação contra a dengue. O imunizante será destinado a crianças e adolescentes de 10 a 14 anos, seguindo a orientação de público-alvo do Ministério da Saúde.

Considerando o quantitativo de doses recebidas, o imunizante será concentrado e disponibilizado em 67 unidades de saúde, cujas áreas de abrangência registraram maior número de casos da doença este ano. Esta é a primeira vez que o SUS de Curitiba recebe a vacina contra a dengue.

De acordo com a secretária municipal da Saúde, Tatiane Filipak, Curitiba tem cerca de 101 mil crianças e adolescentes de 10 a 14 anos. Nesta primeira etapa, porém, o município recebeu apenas 20.390 doses.

“Dessa forma, em vez de pulverizar a vacinação por toda a cidade, decidimos priorizar inicialmente as regiões mais vulneráveis à doença, facilitando o acesso dessa população que mais precisa”, explicou a secretária.

As vacinas serão aplicadas até o fim dos estoques. Na sequência, com o recebimento de novas doses, a vacinação poderá ser disponibilizada para este público também nas demais unidades de saúde do município.

CONFIRA a lista completa destas unidades no site Imuniza Já Curitiba.

Primeira vez

Esta é a primeira vez que o SUS de Curitiba recebe a vacina contra a dengue – o imunizante é disponibilizado pelo Ministério da Saúde, por meio da Secretaria de Estado da Saúde.

A ampliação da oferta de vacinas pelo Ministério da Saúde está alinhada à estratégia do governo federal de intensificar as ações de enfrentamento da doença. Entre as cidades priorizadas nesta fase está a capital paranaense, por ser populosa.

Qdenga

O imunizante fornecido é o Qdenga, do laboratório Takeda. Trata-se de uma vacina tetravalente, com vírus vivo atenuado. Estudos demonstram eficácia de cerca de 80% contra a doença, incluindo hospitalizações e casos graves.

São indicadas duas doses, com intervalo de três meses entre elas. A vacina é recomendada independentemente de o paciente já ter tido ou não dengue anteriormente.

“Embora agora seja um período de menor incidência de dengue, a proteção conferida pela vacina valerá para o fim do ano, época mais quente e de maior circulação do vírus”, destaca Tatiane.

Cuidados permanecem

Mesmo com o início da vacinação contra a dengue, o diretor do Centro de Epidemiologia da SMS, Alcides Oliveira, alerta que os cuidados para evitar a proliferação do mosquito Aedes aegypti devem continuar.

“A vacina protege exclusivamente contra a dengue. Ela não oferece proteção contra outras arboviroses, como zika e chikungunya, também transmitidas pelo Aedes aegypti. Por isso, mesmo com a vacinação, é importante manter os quintais limpos e livres de água parada”, reforça o diretor.

As informações são da Prefeitura de Curitiba.

Ministério da Saúde amplia tratamento para casos graves de Alzheimer no SUS

O Sistema Único de Saúde (SUS) vai ampliar o tratamento para pessoas com Doença de Alzheimer. Nesta quinta-feira (15), o Ministério da Saúde publicou a portaria SECTICS/MS nº 20/2025 que estende o uso da donepezila para pacientes com a forma grave da doença. Até então, o medicamento – que ajuda a preservar as funções cognitivas e a capacidade funcional – era disponibilizado apenas para pessoas com formas leves ou moderadas da doença.

Para o tratamento, o paciente com a forma grave da doença poderá usar a donepezila em conjunto ou não com a memantina, medicamento já disponibilizado pelo SUS. Em 2023, mais de 58 mil pessoas utilizaram a donepezila de forma combinada, segundo dados da pasta extraídos da Sala Aberta de Situação de Inteligência em Saúde (Sabeis). O cuidado contínuo por meio desses medicamentos auxilia na redução de sintomas da doença, como confusão mental, apatia e alterações de comportamento nos pacientes.

A demanda para ampliação da donepezila é do próprio Ministério da Saúde, que, durante o processo de atualização do Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) da Doença de Alzheimer, identificou a necessidade de uma assistência cada vez mais presente nos serviços de saúde do país. A estimativa da pasta é que, no primeiro ano da oferta, cerca de 10 mil pessoas sejam beneficiadas.

“A ampliação do uso da donepezila no SUS é fruto de uma decisão baseada em evidências científicas e no compromisso com a inovação em saúde. Ao incorporar essa tecnologia para casos mais graves da doença de Alzheimer, fortalecemos a linha de cuidado contínuo e reafirmamos a importância de políticas públicas que respondam aos desafios do envelhecimento da população com dignidade, qualidade e equidade”, destacou a secretária da Ciência, Tecnologia e Inovação e do Complexo Econômico-Industrial da Saúde (SECTICS), Fernanda De Negri.

Uso da donepezila contribui para melhorar sintomas

A doença de Alzheimer é uma condição neurodegenerativa progressiva, que atinge a memória, o comportamento e a autonomia das pessoas. Embora não tenha cura, o tratamento pode contribuir para redução do ritmo da perda de capacidades e proporcionar uma melhor qualidade de vida a quem convive com a doença. Nos estágios graves, o cuidado precisa ser ainda mais presente e o acesso a medicamentos eficazes se torna um aliado fundamental.

Os estudos apresentados à Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec), órgão colegiado responsável por assessorar o Ministério da Saúde nas decisões de incorporação e/ou exclusão de uma tecnologia no SUS, apontam que a continuidade do uso da donepezila pode melhorar sintomas como agitação, apatia e confusão, além de adiar a necessidade de institucionalização.

Cuidado ofertado no SUS para pacientes com doença de Alzheimer

O Sistema Único de Saúde oferta atendimento integral às pessoas com Alzheimer e demais doenças neurológicas. O acompanhamento é realizado por equipes multiprofissionais em Unidades de Assistência de Alta Complexidade em Neurocirurgia e Centros de Referências em Neurologia habilitados pelo Ministério. Por meio do Programa Melhor em Casa, o paciente é assistido em domicílio, evitando internações prolongadas e promovendo o maior conforto no ambiente familiar.

Entre janeiro e março de 2025, foram realizados em todo o Brasil mais de 7 milhões de atendimentos ambulatoriais relacionados à doença de Alzheimer no SUS, conforme dados do Sistema de Informação Ambulatorial (SIA), do Ministério da Saúde. Com relação às assistências hospitalares, foram 576 atendimentos no mesmo período, de acordo com o Sistema de Informações Hospitalares (SIH), da pasta.

Além da ampliação de uso do medicamento donepezila, o SUS oferece outros medicamentos para o tratamento da doença, como a memantina, para quadros graves, e a rivastigmina e galantamina, para quadros leves e moderados, conforme diretrizes definidas no PCDT da Doença de Alzheimer. O documento também preconiza um cuidado multidisciplinar, de acordo com as diversas particularidades e sintomas da doença, que envolve terapias não medicamentosas e atenção psicossocial ao paciente e familiares.

As informações são do Ministério da Saúde.

Vacinação contra a dengue é ampliada para mais 102 cidades do Paraná

A vacinação contra a dengue foi ampliada para mais 102 municípios do Paraná, totalizando agora 320 cidades contempladas pelo Ministério da Saúde para o recebimento do imunizante. Para atender à demanda, a Secretaria da Saúde do Paraná (Sesa) iniciará nesta quarta-feira (14) o envio de 99.050 doses do imunizante contra a doença e aguarda novas remessas. As doses são destinadas para adolescentes de 10 a 14 anos.

No total, incluindo com a atual remessa, serão 173.020 doses. O objetivo da ampliação e do envio das novas doses é assegurar a manutenção das estratégias de aplicação das primeiras e segundas doses (D1 e D2) nos municípios já beneficiados, bem como a ampliação da estratégia de vacinação em novas regionais de saúde.

“Vamos ampliar o leque das regionais de saúde com esta novidade do MS para vacinar contra dengue. Lembrando que é importante receber essa primeira dose agora e também a segunda dose, com intervalo de três meses. Essa proteção vai acabar valendo para o final do ano, época mais quente e de maior incidência da doença”, destacou o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.

Para a ampliação, foram considerados os critérios estabelecidos em informes e notas técnicas anteriores, como a avaliação e classificação com base em indicadores de saúde, o quantitativo necessário de doses, conforme a disponibilidade informada pelo fabricante, e o cálculo do total de doses a serem entregues em uma única remessa ao município.

De acordo com a chefe da Divisão de Vigilância do Programa de Imunização da Sesa, Virgínia Dobkowski Franco dos Santos, das 22 Regionais de Saúde, 16 estão recebendo a vacina, contribuindo para uma grande cobertura no território. “Com isso, 80,20% dos municípios paranaenses receberão a vacina contra a dengue para a faixa etária recomendada. Esta é mais uma estratégia para conter a doença e auxiliar na prevenção e, consequentemente, na diminuição de casos”, afirmou.

As cidades onde os adolescentes poderão receber a vacina são pertencentes às seguintes Regionais de Saúde:

  • Paranaguá (1ª RS) – 7 municípios
  • Curitiba (2ª RS) – 29 municípios
  • Ponta Grossa (3ª RS) – 12 municípios
  • Guarapuava (5ª RS) – 20 municípios
  • Pato Branco (7ª RS) – 15 municípios
  • Francisco Beltrão (8ª RS) – 27 municípios
  • Foz do Iguaçu (9ª RS) – 9 municípios
  • Cascavel (10ª RS) – 25 municípios
  • Campo Mourão (11ª RS) – 25 municípios
  • Umuarama (12ª RS) – 21 municípios
  • Paranavaí (14ª RS) – 28 municípios
  • Maringá (15ª RS) – 30 municípios
  • Apucarana (16ª RS) – 17 municípios
  • Londrina (17ª RS) – 21 municípios
  • Toledo (20ª RS) – 18 municípios
  • Ivaiporã (22ª RS) – 16 municípios.

 

As informações são da Agência Estadual de Notícias.

Com temperaturas mais baixas, Sesa alerta para cuidados contra os vírus respiratórios

A temporada dos resfriados está aberta e o aumento do número de amostras positivas para os vírus sincicial respiratório (VSR) e Influenza A mostram a importância do cuidado e da prevenção. O resultado das amostras confirmado pelo Laboratório Central do Estado (Lacen) indica que entre todos os casos positivos para alguma infecção respiratória, 28,51% são causados pelo VSR, o “vírus da bronquiolite”, que atinge, em sua maioria, crianças menores de dois anos.

O aumento é considerável, já que em março essa percentagem era de 6,43%, e em abril, 18,78%. Apesar de não ser um dado surpreendente para o período, a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) alerta para esse crescimento e reforça os cuidados a serem tomados nessa época do ano, principalmente com as crianças.

Hábitos de prevenção são importantes e podem auxiliar nessa fase em que a criança poderá ter o contato com o vírus. Dentre as principais ações para conter a circulação estão a higienização das mãos, manter os ambientes ventilados, evitar aglomerações e locais fechados, além da vacinação atualizada. A vacina contra a gripe é uma importante forma de proteção contra o vírus e desde sábado (10) está liberada e disponível para toda a população acima dos seis meses de idade.

Já a positividade para a Influenza A cresceu 177,52%. O vírus da gripe – classificado em subtipos principais, como H1N1pdm09 e H3 Sazonal – passou de 6,45% no mês passado para 17,90% nesses primeiros 12 dias de maio.

“No Paraná, temos a Rede Sentinela de detecção de vírus circulantes. Ela é muito sensível, consegue detectar realmente o tipo de vírus que circula no território. Mas também o que nos chamou atenção nos últimos dias é o crescimento da frequência do vírus Influenza A, que acomete muito os idosos”, disse o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.

MONITORAMENTO – Para chegar a este resultado foram analisadas desde o início do mês 933 amostras. Elas servem de base de dados para os relatórios epidemiológicos e o sistema nacional GAL – Gerenciador de Ambiente Laboratorial.

Além dos dois vírus mencionados, também foram realizadas a testagem na frequência para os vírus SARS-CoV-2, Influenza B, rinovírus, metapneumovírus e adenovírus, que apresentaram um cenário de pouco aumento ou até queda nos percentuais.

As amostras são coletadas nas Unidades Sentinelas (rede de 34 Serviços de Saúde para atendimento, que estão distribuídas em 22 Regionais de Saúde e 28 municípios no Estado) e dos pacientes internados com síndrome respiratória aguda grave, além de investigação de surtos.

As informações são da Agência Estadual de Notícias.

Boletim semanal da Dengue confirma 4.165 novos casos e nove óbitos no Paraná

A Secretaria da Saúde do Paraná (Sesa) divulgou nesta terça-feira (13) o novo informe semanal da dengue. Foram registrados mais 4.165 novos casos da doença e nove óbitos. Os dados do novo ano epidemiológico 2025 totalizam agora 185.823 notificações, 57.581 diagnósticos confirmados e 52 óbitos em decorrência da dengue no Estado.

Ao todo, 396 municípios já apresentaram notificações da doença, que é transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, e 360 possuem casos confirmados. Os novos óbitos ocorreram entre março e abril, sendo cinco mulheres e quatro homens, com idades entre dois meses e 91 anos. Destes, quatro possuíam comorbidades.

Os pacientes residiam em Cianorte e Rondon, na 13ª Regional de Saúde (RS) de Cianorte; Nova Esperança e Paiçandu, na 15ª RS de Maringá; Nova Fátima, Nova América da Colina, Rancho Alegre e Cornélio Procópio (2), na 18ª RS de Cornélio Procópio.

As regionais com os maiores números de casos confirmados neste período epidemiológico são a de Londrina (13.733); Paranavaí (10.575); Maringá (7.431); Jacarezinho (4.040) e Umuarama (3.552).

OUTRAS ARBOVIROSES – A publicação inclui ainda dados sobre Chikungunya e Zika, doenças também transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti. Foram confirmados 2.871 casos de Chikungunya, num total de 6.627 notificações da doença no Estado. Quanto ao vírus Zika, até o momento foram registradas 65 notificações sem nenhum caso confirmado.

Confira o Informe Semanal completo AQUI. Mais informações sobre os dados da dengue estão neste LINK.

As informações são da Agência Estadual de Notícias.

Vacina contra a Gripe está disponível para todos a partir dos 6 meses de idade

O Dia D de Multivacinação, mobilização estadual para aumentar a cobertura vacinal e expandir a imunidade da população ocorre neste sábado (10), a partir das 8 horas. A vacina contra a gripe (Influenza), que estava direcionada somente para os grupos prioritários, está liberada a partir desta data para a população em geral, com mais de seis meses de idade. Doses contra a Covid-19, febre amarela e sarampo, além das demais vacinas de rotina também estarão disponíveis.

A meta é aplicar 300 mil doses na população durante o todo o dia, das 8 às 17 horas, nas 1.543 salas abertas no Paraná. A iniciativa da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) tem a parceria do Conselho de Secretarias Municipais de Saúde do Paraná (Cosems) e do Ministério da Saúde e acontece em simultâneo com o Dia D de vacinação contra a gripe, do governo federal.

Os 11.825 profissionais da saúde engajados na ação atualizarão os cartões de vacinas de crianças, adolescentes, adultos, idosos, gestantes e puérperas, com aplicação das vacinas disponíveis: Hepatite B, Pentavalente, Vacina Inativada Poliomielite (VIP), Pneumocócica 10 Valente, Meningocócica C, Meningocócica ACWY, Tríplice Viral (SCR), Varicela, Hepatite A, Febre Amarela, Rotavírus, HPV, DTP, DTPa.

COVID-19 – Poderão receber a vacina contra a Covid-19 pessoas dos grupos prioritários definidos pelo Ministério da Saúde: residentes e trabalhadores de instituições de longa permanência, puérperas, imunodeprimidos, trabalhadores de saúde, ribeirinho, quilombolas, indígenas vivendo fora ou em terras indígenas, pessoas com deficiência permanente, pessoas com comorbidades, pessoas em situação de rua, população privada de liberdade, adolescentes cumprindo medidas socioeducativas e funcionários do sistema prisional a depender das doses presentes nos municípios.

Já a Pfizer baby será ofertada para crianças menores de 5 anos de idade, a Pfizer pediátrica para crianças de 5 a 11 anos de idade com comorbidades ou que não receberam nenhuma dose anteriormente e o imunizante Moderna, para a população acima de 12 anos de idade pertencente aos grupos prioritários ou que não receberam a dose contra a Covid-19 anteriormente.

“Convocamos a população do Paraná para mais um Dia D de vacinação, principalmente para a proteção contra a gripe, e enfatizar a relevância de manter a vacinação em dia.” Com o suporte dos municípios e a participação ativa da população, vamos expandir nossa cobertura vacinal e intensificar a prevenção de doenças que podem ser evitadas”, afirma o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.

DENGUE – As cidades onde os adolescentes poderão receber a vacina são pertencentes às regionais de Paranaguá (1ª RS), Foz do Iguaçu (9ª RS), Cascavel (10ª RS), Campo Mourão (11ª RS) Umuarama (12ª RS), Paranavaí (14ª RS), Maringá (15ª RS), Apucarana (16ª RS), Londrina (17ª RS), Toledo (20ª RS) e Ivaiporã (22ª RS).

HPV – A vacina contra o HPV é recomendada para meninos e meninas de 9 a 14 anos, mas em caráter excepcional, também será disponibilizada para a faixa etária de 15 a 19 anos com dose única. Esta vacinação ocorre neste momento de forma excepcional e temporária.

DIA D – O Dia D conta ainda com o apoio da Secretaria de Estado da Educação (Seed), Associação das Associações e Consórcios Municipais de Saúde (Acispar), Associação dos Municípios do Paraná (AMP), Associação Comercial do Paraná (ACP), Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente (CEDCA-PR), APAES, escolas municipais e creches, entidades religiosas (católica, evangélicas, entre outras), entidades do Sistema S, cooperativas, conselhos profissionais e entidades de classe.

As informações são da Agência Estadual de Notícias.

Doações de leite materno auxiliaram mais de 219 mil bebês no Brasil em 2024

O Ministério da Saúde registrou no ano passado a doação de 245,7 mil litros de leite humano por 193 mil mulheres lactantes, ampliando as chances de recuperação de 219,3 mil bebês prematuros e de baixo peso internados em Unidades de Terapia Intensiva Neonatal em todo o país. O balanço referente ao ano de 2024 foi divulgado nesta terça-feira (6), em Belém (PA), durante o evento Pré-COP 30 — promovido pelo Ministério da Saúde, pela Rede de Bancos de Leite Humano (rBLH-BR), da Fiocruz, e pela Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS).

No evento, que reforçou a importância do leite humano como uma forma de contribuir para o alcance do Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) 3 – Saúde e Bem-Estar, adotado pela Organização das Nações Unidas (ONU) para um desenvolvimento sustentável até 2030, o Ministério lançou a campanha nacional digital ‘Doação de Leite Humano: um gesto humanitário que alimenta esperança”.

O objetivo da pasta é aumentar o número de doações, sensibilizando as mulheres que amamentam a se tornarem doadoras. Isso porque o leite materno pode salvar vidas. Além de proteger os bebês contra infecções, diarreias e alergias, ele pode reduzir em até 13% a mortalidade em crianças menores de 5 anos por causas preveníveis.

Um exemplo de como sensibilizações são importantes é o caso do Rio Grande do Sul, que, em apenas 24 horas, registrou a coleta de 768 litros para auxiliar na alimentação de recém-nascidos, durante a emergência climática causada pelas enchentes que assolaram o estado em 2024.

Rede brasileira de banco de leite humano é referência mundial

“Os recém-nascidos prematuros têm no leite humano a oportunidade de se fortalecerem e se recuperarem mais rápido”, disse a coordenadora-geral de Atenção à Saúde das Crianças, Adolescentes e Jovens, da Secretaria de Atenção Primária à Saúde, Sônia Venâncio, que representou o Ministério da Saúde no evento.

Ela participou do Fórum de Cooperação Técnica da Rede de Bancos de Leite Humano – Pré-COP30, no qual destacou a importância das doações para garantir um futuro sustentável e saudável para os bebês mais vulneráveis. “A prematuridade aumenta as chances de mortalidade, então o leite humano protege esses bebês. A doação é um compromisso com a vida e o bem-estar das futuras gerações”, afirmou.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil conta com a maior e mais complexa Rede de Bancos de Leite Humano (RBLH) do mundo, que visualiza na COP30, a ser realizada em Belém (PA), em novembro deste ano, uma oportunidade de reiterar o leite humano como um alimento sustentável e de baixo custo, alinhado aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. A ODS Saúde e Bem-estar objetiva, por exemplo, acabar com as mortes evitáveis de recém-nascidos e crianças menores de 5 anos até 2030.

Como doar

Toda mulher que amamenta é uma possível doadora. Para doar, basta ser saudável e não tomar nenhum medicamento que interfira na alimentação.

Atualmente, a Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano conta com 237 bancos em todos os estados do país e no Distrito Federal. Veja o mais próximo aqui.

A coleta pode ser feita em casa por qualquer mulher que estiver amamentando, independentemente da idade da criança, seguindo os seguintes passos:

  • Cubra os cabelos, use máscara, lave bem as mãos com água e sabão e evite conversar durante a extração do leite;
  • Use frasco de vidro com tampa plástica rosqueável, que tenha sido limpo e fervido por 15 minutos a contar do tempo do início da fervura;
  • Retire o leite dentro do frasco, feche-o e anote seu nome e data de extração e leve ao congelador;
  • Leve o frasco até o Banco de Leite Humano mais próximo em até 10 dias após a extração, dentro de uma caixa ou bolsa térmica limpa com gelo.

 

Acesse e conheça a campanha de doação de leite humano.

As informações são do Ministério da Saúde.

Simepar firma Acordo Coletivo de Trabalho com o Ciruspar para 2025/2026

O Sindicato dos Médicos no Estado do Paraná (Simepar) firmou o Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) com o Consórcio Intermunicipal da Rede de Urgências do Sudoeste do Paraná – Ciruspar.

O ACT prevê o reajuste de 6% nos vencimentos, contemplando a inflação acumulada do ano, mais 1% de aumento real. O percentual incidirá também sobre o auxílio-alimentação que passa a R$ 391,46; e sobre o prêmio de assiduidade que passa a ser de R$ 278,25.

Entre os novos benefícios previstos no Acordo, vale citar o adicional por tempo de serviço, que poderá chegar a R$ 247,19; e a licença luto de 05 (cinco) dias consecutivos.

O Acordo contempla ainda a garantia de contraditório e ampla defesa como condição para aplicação de qualquer sanção disciplinar.

Este ACT terá vigência de 1º/04/2025, encerrando-se 31/03/2026.

Como não foram contempladas todas as reivindicações dos profissionais da medicina, o Simepar e o Ciruspar farão uma negociação permanente visando atender as reivindicações definidas em assembleia. Será elaborado cronograma de reuniões de negociação para dar andamento a pauta.

Para acessar a íntegra do ACT, clique abaixo:

Acordo Coletivo 2025-2026 entre o Simepar e o Ciruspar