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Primeiro dia do seminário “O Futuro do Trabalho Médico” teve palestras de alto nível e muita emoção

O primeiro dia do Seminário “O Futuro do Trabalho Médico: Desafios e Vínculos de Trabalho” contou com excelentes palestras e momentos de emoção para os presentes. Organizado pelo Sindicato dos Médicos no Estado do Paraná (Simepar) e o Diretório Acadêmico Nilo Cairo (DANC), do Curso de Medicina da UFPR, o evento prossegue nesta quinta-feira, 24 de outubro.

A Dra. Cláudia Paola Carrasco Aguilar, Secretária-Geral do Simepar, e o presidente do DANC, Luis Eduardo Mora foram os apresentadores do evento.

No primeiro dia, o presidente do Simepar, Dr. Marlus Volney de Morais, abriu a noite falando sobre a história e a importância do movimento sindical no trabalho médico. Logo depois houve a palestra do Dr. Luiz Eduardo Gunther, Desembargador do Tribunal Regional do Trabalho do Paraná, sobre a realidade dos vínculos de trabalho na medicina.

O Dr. Marlus Morais fala no evento.

 

O Dr. Luiz Eduardo Gunther – Desembargador do Tribunal Regional do Trabalho do Paraná.

A Professora Dra. Mônica Gomes (Medicina-UFPR) juntamente com o Dr. Luiz Gustavo Andrade (Assessor Jurídico do Simepar) e o Dr. Darley Rugeri Wollmann Junior (Vicê-Presidente do Simepar) completaram a noite com uma mesa redonda sobre Residência Médica e Modelos de trabalho nos hospitais universitários e de ensino médico.

A mesa com a Professora Dra. Mônica Gomes, o Dr. Luiz Gustavo Andrade e o Dr. Darley Rugeri Wollmann.

Houve ainda uma fala da Dra. Andressa Costa da Cunha, Conselheira do CRM-PR e Diretora da Simepar, falando dos desafios e da importância do Sindicato e do Conselho de Medicina.

O momento de emoção veio com a participação do Dr. Jose Ferreira Lopes (Dr. Zequinha), que foi líder estudantil no curso de Medicina da UFPR durante a ditadura dos anos de 1960, passando pela clandestinidade e seguindo ativo até os dias de hoje como dirigente do Simepar.

O Dr. ‘Zequinha’ compartilha suas experiências com os presentes.

O Seminário prossegue hoje a partir das 19 horas no Auditório do Setor de Ciências da Saúde da UFPR – Anexo ao Complexo Hospital das Clínicas da UFPR. Rua Padre Camargo, 280, Alto da Glória – Curitiba

Confira a programação do seminário “O Futuro do Trabalho Médico”

O Sindicato dos Médicos no Estado do Paraná (Simepar) e o Diretório Acadêmico Nilo Cairo (DANC), do Curso de Medicina da Universidade Federal do Paraná, realizarão nos dias 23 e 24 de outubro um seminário chamado “O Futuro do Trabalho Médico: Desafios e Vínculos de Trabalho”.

O evento será realizado no Auditório do Setor de Ciências da Saúde da UFPR e contará com importantes juristas e médicos/as; muitos deles/as professores/as com atuação destacada na formação e defesa dos direitos dos profissionais da medicina.

O seminário terá início às 19h30min. Serão discutidas a crescente precarização das relações e das condições de trabalho de médicos e médicas resultantes da terceirização e da pejotização da mão de obra médica; além da educação médica, residência, e marketing na medicina.

O evento marcará a passagem do Dia do/a Médico/a, comemorado em 18 de outubro, e simbolizará a retomada do núcleo acadêmico do Simepar.

Serviço: Seminário – “O Futuro do Trabalho Médico: Desafios e Vínculos de Trabalho”
Quando: 23 e 24 de outubro às 19 horas
Local: Auditório do Setor de Ciências da Saúde da UFPR – Anexo ao Complexo Hospital das Clínicas da UFPR – Centro – Curitiba
Inscrições gratuitas.

Programação:

Dia 1 – 23 de outubro de 2024 (quarta-feira) às 19h00min

19h00min – ABERTURA:
Fala da Dra. Claudia Paola Carrasco Aguilar – Secretária-Geral do Simepar
Fala de Luis Eduardo Mora, Presidente do Diretório Acadêmico Nilo Cairo (DANC UFPR) e responsável pelo Núcleo Acadêmico do SIMEPAR.

Palestra “História e Importância do movimento sindical no trabalho médico”
Dr. Marlus Volney de Morais – Presidente do Simepar
Dra. Andressa Costa da Cunha – Conselheira do CRM-PR e Diretora da Simepar

19h30min – Palestra: “A Realidade dos vínculos de trabalho na medicina e desafios jurídicos”.
Dr. Luiz Eduardo Gunther – Desembargador do Tribunal Regional do Trabalho do Paraná. Coordenador da Pós-Graduação da Escola Paranaense de Direito.

20h00min – Mesa redonda: Residência Médica e Modelos de trabalho nos hospitais universitários e de ensino médico.
Dr. Luiz Gustavo Andrade – Advogado sócio do escritório Zornig Andrade Advogados Associados.
Professora Dra. Mônica Gomes
Professor Dr. André Ivan Bradley dos Santos Dias – Professor Adjunto de Cirurgia da UFPR

Dia 2 – 24 de outubro de 2024 (quinta-feira) às 19h00min

19h00min – Mesa Redonda: “Visão jurídica do marketing médico e marketing predatório”
Dra. Fernanda Schaefer – Advogada do escritório Zornig Andrade Advogados
Dra. Maria Teresa Ribeiro de Andrade Oliveira – Coordenadora do Departamento de Fiscalização do CRM-PR.

20h00min – Mesa redonda: “Ética Médica: processos éticos-disciplinares”.
Dra. Larissa Anacleto do Nascimento – Advogada integrante do escritório Zornig Andrade Advogados Associados.
Dr. Marcio Fabiano Chaves Bastos – Mestre em Bioética. Diretor executivo do sindicato dos médicos do Paraná- SIMEPAR.

Mesa Redonda: “Os desafios no mercado de trabalho do médico generalista”.
Dra. Miriam Cipriani Gomes – Advogada integrante do escritório Zornig Andrade Advogados Associados.
Dr. Weslley Luciano – Médico recém-formado.

Participantes:

 

 

Secretaria da Saúde reforça vigilância contra o Sarampo em todo Paraná após casos na Argentina

Após a confirmação de oito casos de sarampo na província de Río Negro, Argentina, a Secretaria de Estado da Saúde do Paraná (Sesa), por meio do Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (CIEVS), emitiu um alerta de risco. O objetivo é reforçar a vigilância e intensificar as medidas de prevenção em todo o Estado. Embora o Paraná não tenha registrado casos recentes da doença, a proximidade com a área afetada e o fluxo constante de pessoas entre os dois países aumentam o risco de importação do vírus.

O Brasil recebeu a certificação de eliminação do sarampo em 2016. No entanto, devido ao grande fluxo migratório e às baixas coberturas vacinais, o vírus voltou a circular entre 2018 e 2022, fazendo com que, em 2019, o país registrasse 21.704 casos confirmados, perdendo a certificação. Neste ano, até o momento, o Brasil contabiliza dois casos importados: um no Rio Grande do Sul, proveniente do Paquistão, e outro em Minas Gerais, com origem na Inglaterra.

No Paraná, entre agosto de 2019 e junho de 2020, foram registrados 2.081 casos de sarampo, sendo o último confirmado em junho de 2020. Desde então, o Estado não confirmou novos casos da doença.

O sarampo é uma doença altamente contagiosa, transmitida de forma direta por secreções liberadas ao tossir, espirrar, falar ou respirar. As partículas virais podem permanecer suspensas no ar por várias horas, o que aumenta o poder de contágio.

A vacina é a principal forma de prevenir o sarampo. Os imunizantes que protegem contra a doença são a tríplice viral (que previne sarampo, caxumba e rubéola) e a tetraviral (sarampo, caxumba, rubéola e varicela). Ambas as vacinas são oferecidas gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS), sendo que a primeira é indicada para a população de 12 meses a 59 anos, enquanto a tetraviral é ofertada aos 15 meses de idade, conforme orientação do Programa Nacional de Imunização (PNI).

“A fácil transmissão da doença é preocupante, por isso voltamos a falar sobre a importância da vacinação. Essa é a única maneira efetiva de prevenção. É fundamental garantir que o maior número de pessoas seja imunizado para que o bloqueio da circulação do vírus seja realmente eficaz”, explicou o secretário de Saúde, César Neves.

ESQUEMA VACINAL – O esquema vacinal completo prevê duas doses para pessoas até 29 anos e uma dose para adultos de 30 a 59 anos. Nas crianças, a vacinação ocorre aos 12 e 15 meses de idade. Profissionais de saúde, independentemente da idade, devem receber duas doses. No Paraná, a cobertura vacinal para a primeira dose, aplicada em crianças de um ano, é de 95,72%.

“Alcançamos a meta de 95% de cobertura vacinal estabelecida pelo Ministério da Saúde, mas, para garantir a proteção da população, é fundamental manter esse índice elevado e homogêneo em todo Paraná”, reforçou Maria Goretti David Lopes, diretora de Atenção e Vigilância em Saúde.

SINTOMAS – Os sintomas mais comuns do sarampo são febre alta, tosse, coriza, conjuntivite e exantema (manchas avermelhadas na pele que aparecem primeiro no rosto e atrás das orelhas, espalhando-se em seguida pelo corpo). Outros sintomas, como dor de cabeça, indisposição e diarreia, também podem ocorrer. Como não há tratamento específico para o sarampo, é importante ficar atento ao aparecimento desses sinais. Os pacientes devem permanecer em isolamento domiciliar ou hospitalar por sete dias após o surgimento das manchas vermelhas no corpo.

NOTIFICAÇÃO – Para que seja realizada a investigação dos casos e identificação dos contatos para adoção das medidas de prevenção e controle, os casos suspeitos de sarampo devem ser notificados imediatamente às Secretarias Municipais de Saúde, Regionais de Saúde e Secretaria Estadual de Saúde.

As informações são da Agência Estadual de Notícias.

Anvisa suspende a propaganda e venda dos “chips da beleza”

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) suspendeu a manipulação, comercialização, propaganda e uso de implantes hormonais manipulados, também conhecidos como chips da beleza, e vendidos por farmácias de manipulação em todo o país. A decisão consta em uma nova resolução da agência, que será publicada no Diário Oficial da União (DOU), e tem força de lei.

Segundo a Anvisa, a medida é preventiva e foi adotada após denúncias apresentadas por entidades médicas, entre elas a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia, que apontam um crescimento do atendimento de pacientes com problemas devido ao uso de implantes que misturam diversos hormônios, em formato implantável, inclusive de substâncias que não possuem avaliação de segurança para a forma implantável.

Desde o ano passado, a prescrição de terapias hormonais para fins estéticos, como ganho de massa muscular e melhora no desempenho esportivo, está proibida por outra resolução, aprovada pelo Conselho Federal de Medicina (CFM).

Os “chips da beleza” são implantes largamente usados como estratégia para emagrecimento, tratamento da menopausa, antienvelhecimento, redução da gordura corporal, aumento da libido e da massa muscular. Segundo especialistas, eles podem conter inúmeras substâncias, embora normalmente sejam compostos por testosterona ou por gestrinona, um progestágeno com efeito androgênico. Combinações contendo estradiol, oxandrolona, metformina, ocitocina, outros hormônios e NADH também são produzidas. Entidades médicas vinham alertando as autoridades sanitárias contra o uso abusivo desses implantes.

Com a nova resolução, a Anvisa pede aos pacientes que fazem uso destes produtos a procurarem seus médicos para orientação em relação ao tratamento. Qualquer paciente que venha a ter reações pelo uso deste tipo de produto, deve fazer uma notificação ao órgão. Os chips da beleza nunca foram submetidos à avaliação da Anvisa.

Alerta

A área de monitoramento da agência reguladora também já publicou um alerta em que destaca que implantes hormonais para fins estéticos e de desempenho podem ser prejudiciais à saúde, além de não haver comprovação de segurança e eficácia para essas finalidades.

Dentre as complicações de quem faz uso indevido desses produtos estão: elevação de colesterol e triglicerídeos no sangue (dislipidemia), hipertensão arterial, acidente vascular cerebral e arritmia cardíaca.

Além disso, pode ocorrer crescimento excessivo de pelos em mulheres (hirsutismo), queda de cabelo (alopecia), acnes, alteração na voz (disfonia) insônia e agitação.

As informações são da Agência Brasil

Dirigentes do Simepar parabenizam Médicas/os pelo seu dia e convidam para Seminário

No dia 18 de outubro comemoramos o Dia do/a Médico/a. É uma data muito importante para a categoria, momento de celebração e de reflexão sobre o ofício da medicina.

A seguir uma breve mensagem do Presidente do Simepar, Dr. Marlus Volney de Morais, parabenizando os/as colegas:

Neste ano, o Sindicato dos Médicos no Estado do Paraná, em parceria com o Diretório Acadêmico Nilo Cairo (DANC), do Curso de Medicina da Universidade Federal do Paraná, realizará nos dias 23 e 24 de outubro um seminário chamado “O Futuro do Trabalho Médico: Desafios e Vínculos de Trabalho”.

O evento também conta com o apoio do Escritório Zornig & Andrade de Advogados que atende ao Simepar.

 

 

Youtube facilita acesso a vídeos com informações sobre primeiros socorros

Em situações de emergência e acidentes o tempo é aliado na hora de salvar a vida de alguém. Pensando nisso e para que as pessoas conheçam ações básicas de salvamento, o Youtube fixou novas seções de informações de primeiros socorros no topo dos resultados da pesquisa – inclusive com conteúdos do Ministério da Saúde.

As seções aparecerão com destaque para uma variedade de tópicos de emergência, entre eles:

  • Reanimação Cardiopulmonar;
  • Engasgo/Manobra de Heimlich;
  • Sangramento;
  • Ataque cardíaco;
  • Acidente Vascular Cerebral (AVC);
  • Picada de cobra;
  • Envenenamento.

“Os primeiros-socorros em situações de urgência ou de um incidente de saúde ou de natureza clínica, cirúrgica, traumática ou psiquiátrica evitam o agravamento da condição de uma vítima. Por isso, o conhecimento sobre esse tipo de atendimento numa plataforma tão gigante, como é o Youtube, é fundamental”, destaca a ministra da Saúde, Nísia Trindade.

A ministra reforça que no campo dos primeiros-socorros é importante que todas as pessoas conheçam o trabalho do SAMU 192. “Este é um dos programas mais queridos da nossa população. Estamos investindo muito e nossa meta, até o final de 2026, é que 100% da população tenha cobertura do serviço, que é gratuito 24h por dia e pode ser acessado pelo número 192”, acrescenta.

Parceria com o Youtube

Na quarta-feira (18), Nísia Trindade se reuniu, em São Paulo, com o líder global de saúde do YouTube, Garth Graham. Na oportunidade, debateram, entre outros temas, o enfrentamento à desinformação e uso das plataformas para disseminar e potencializar a informação verdadeira e de qualidade. A ministra também apresentou a ele o programa Saúde com Ciência.

A iniciativa interministerial é voltada para a promoção e fortalecimento das políticas públicas de saúde e a valorização da ciência. A estratégia prevê ações que visam identificar e compreender o fenômeno da desinformação, promover informações íntegras e responder, de maneira preventiva, aos efeitos negativos das redes de desinformação.

Acesse a playlist do Youtube com os vídeos sobre primeiros-socorros:

As informações são do Ministério da Saúde.

Simepar e DANC celebram Dia do/a Médico/a com seminário sobre o futuro da profissão

O Sindicato dos Médicos no Estado do Paraná (Simepar) e o Diretório Acadêmico Nilo Cairo (DANC), do Curso de Medicina da Universidade Federal do Paraná, realizarão nos dias 23 e 24 de outubro um seminário chamado “O Futuro do Trabalho Médico: Desafios e Vínculos de Trabalho”.

O evento será realizado no Auditório do Setor de Ciências da Saúde da UFPR e contará com importantes juristas e médicos/as; muitos deles/as professores/as com atuação destacada na formação e defesa dos direitos dos profissionais da medicina.

O seminário terá início às 19 horas. Serão discutidas a crescente precarização das relações e das condições de trabalho de médicos e médicas resultantes da terceirização e da pejotização da mão de obra médica; além da educação médica, residência, e marketing na medicina.

O evento marcará a passagem do Dia do/a Médico/a, comemorado em 18 de outubro, e simbolizará a retomada do núcleo acadêmico do Simepar.

Serviço: Seminário – “O Futuro do Trabalho Médico: Desafios e Vínculos de Trabalho”
Quando: 23 e 24 de outubro às 19 horas
Local: Auditório do Setor de Ciências da Saúde da UFPR – Anexo ao Complexo Hospital das Clínicas da UFPR – Centro – Curitiba

Secretaria de Saúde alerta para a importância da vacinação em todos os ciclos da vida

No Dia Nacional da Vacinação, celebrado nesta quinta-feira, 17 de outubro, a Secretaria da Saúde do Paraná (Sesa) alerta para importância da imunização. As vacinas protegem contra doenças imunopreveníveis em todos os ciclos da vida, desde o nascimento. O Paraná possui mais de 1.800 salas de vacinas distribuídas em diversas Unidades Básicas de Saúde (UBS) nos municípios, por todo o Estado.

O Calendário Nacional de Vacinação contempla 20 imunizantes na rotina, abrangendo crianças, adolescentes, adultos, gestantes e idosos. Entre as doenças que possuem vacinas, estão a Covid-19, influenza, poliomielite, sarampo, rubéola, tétano, coqueluche e outras enfermidades graves que podem levar à morte.

“O Dia Nacional da Vacinação é uma data emblemática para todos nós, que somos da saúde. Desde a implementação do Plano Nacional de Imunização, o Brasil se tornou uma referência nesta área para o mundo”, destaca o secretário de Estado da Saúde, César Neves. “Muitas vezes a vacina significa a diferença entre a vida e a morte, e por isso essa celebração também é momento de conscientização”, afirma.

DADOS – O Programa Nacional de Imunizações (PNI), do Ministério da Saúde (MS), é responsável pela coordenação das campanhas de vacinação em todo o país e estipula metas de cobertura vacinal. Para as vacinas BCG e Rotavírus, a meta é de 90% de cobertura e para as demais, 95%. No último ano, o Paraná atingiu a cobertura necessária nos imunizantes BCG, Meningo C (meningite e a meningococcemia), Rotavírus e Tríplice viral. Este ano, o Estado alcançou a cobertura necessária apenas para a Vacina Meningo C.

Em 2023, as coberturas vacinais do Parana foram: BCG – 91%; Febre Amarela (para pessoas acima de 1 ano) – 82%; Hepatite A – 89%; Hepatite B (acima de 30 dias de vida) – 83%; Menincocócica conj. C (maior de 1 ano) – 95%; Pentavalente (maior de 1 ano) – 91%; Pneumocóccica (maior de ano) – 93%; Poliomielite (maior de 1 ano) – 92%; Rotavírus Humano – 91%; Tríplice Viral – D1 – 96%.

Este ano, dados preliminares apontam as seguintes coberturas: BCG- 89%; Febre Amarela- 62%; Hepatite A – 85%; Hepatite B -90%; Menincocócica – 103%; Pentavalente – 87%; Pneumocóccica – 83%; Poliomielite – 86%, Rotavírus Humano – 85%; Tríplice Viral – D1 – 94%.

CAMPANHAS – Além das vacinas de rotina, anualmente o Ministério da Saúde, em parceria com estados e municípios, promove campanhas específicas de vacinação, como é o caso da Influenza e, nos últimos anos, da Covid-19. Este ano, a campanha de vacinação contra a Influenza registrou 3,2 milhões de vacinas aplicadas no Paraná dentre os mais de 4,5 milhões de pessoas elencadas como público-alvo. A cobertura da campanha foi de 55,96%, sendo que o necessário era de 95% deste público.

Segundo o Vacinômetro Nacional do Ministério da Saúde, o Paraná aplicou, até esta quarta-feira (16), mais de 29,8 milhões de vacinas contra a Covid-19. Além disso, o Estado também registrou 2 milhões de vacinas bivalentes.

O Paraná se mantém como o quinto estado com o maior número de vacinas aplicadas, atrás da Bahia com 36.147.760 doses aplicadas, Rio de Janeiro com 42.345.767, Minas Gerais com 53.276.782 e São Paulo com 131.372.463. Ao todo, o Brasil já registrou a aplicação de 522 milhões de vacinas contra a Covid-19.

As vacinas ofertadas na rotina pelo SUS, são:

1. BCG

2. Hepatite B

3. Pentavalente

4. Pólio inativada (VIP)

5. Rotavírus

6. Pneumo 10

7. Meningo C

8. Febre amarela

9. Tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola)

10. Tetra viral (sarampo, caxumba, rubéola e varicela)

11. DTP

12. Hepatite A

13. Varicela *

14. Difteria e tétano adulto (dT)

15. Meningocócica ACWY

16. HPV quadrivalente

17. dTpa

18. Influenza (ofertada durante Campanha anual)

19. Pneumocócica 23-valente (Pneumo 23)

20. Covid-19.

As informações são da Agência Estadual de Notícias

Na Semana da Criança, Secretaria da Saúde reforça a importância da vacinação infantil

A BCG e a vacina contra a hepatite B são os dois primeiros imunizantes aplicados logo após o nascimento, nas primeiras 24 horas de vida do bebê. Ofertadas ainda na maternidade, elas previnem formas graves de tuberculose e hepatite B. Outras 16 vacinas que protegem contra as mais diversas doenças devem ser administradas ao longo da vida, entre primeiras doses e doses de reforço. Nesta Semana da Criança, a Secretaria da Saúde do Paraná (Sesa) reforça a importância da vacinação, um ato de amor e carinho para as crianças.

De acordo com as recomendações do Programa Nacional de Imunizações (PNI), todas as vacinas do cronograma auxiliam o sistema imunológico da criança na criação de anticorpos, prevenindo as principais doenças infecciosas. “Preencher a caderneta de vacinas requer um esforço conjunto dos pais ou responsáveis, profissionais da saúde e poder público. É fundamental e de extrema importância a aplicação das doses no momento correto. Vamos proteger nossas crianças”, alerta o secretário de Estado da Saúde, Cesar Neves.

Disponíveis gratuitamente no Sistema Único de Saúde (SUS), as vacinas protegem as crianças contra doenças graves, como a poliomielite, que pode causar paralisia; o sarampo, que em casos graves deixa como sequelas edema cerebral e cegueira; e o tétano, doença que pode causar contrações musculares dolorosas, dificuldade para comer e respirar e até a morte, especialmente em recém-nascidos (tétano neonatal).

As quatro principais vacinas têm meta de cobertura vacinal estabelecida pelo Ministério da Saúde de 95% para menores de um ano. Uma delas é a pentavalente, que consegue proteger contra cinco doenças graves (tétano, difteria, coqueluche, hepatite B e infecções causadas pela bactéria Haemophilus influenzae, como meningite e epiglotite) – a cobertura no Paraná é de 89,69%.

A poliomielite (89,24% de cobertura no Estado) e a pneumo 10 (86,75%) apresentam um número inferior à meta. Já a tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola), com 96,43%, ultrapassou a meta estipulada pelo Ministério da Saúde. Todas elas são recomendadas até os 2 anos de idade.

Doenças como poliomielite e o sarampo, por exemplo, ambas abaixo da meta, já foram eliminadas ou controladas no país, no entanto, o constante declínio da cobertura vacinal aumenta o risco de retorno dessas enfermidades.

“Por isso, as baixas taxas de imunização acendem um alerta para o risco de novos surtos e reinserção de doenças que já haviam sido eliminadas. Essas duas são as mais preocupantes, mas outras doenças também podem voltar”, ressalta a diretora da Atenção e Vigilância em Saúde da Sesa, Maria Goretti Lopes.

As informações são da Agência Estadual de Notícias.

Ministério da Saúde lança campanha nacional de combate à Dengue, Zika e Chikungunya

Para reduzir os casos e óbitos por dengue, chikungunya e zika no próximo período sazonal no Brasil, o Ministério da Saúde lança, a partir desta terça-feira (8), uma campanha nacional de conscientização e mobilização. Nos canais digitais da pasta, a veiculação começa hoje. Já nos canais abertos de televisão, rádio e locais de grande circulação, a ação será iniciada na quarta-feira (9). O objetivo é chamar a atenção para a eliminação dos criadouros do mosquito Aedes aegypti e incentivar a população a dedicar 10 minutos por semana para combater os focos de reprodução do inseto.

Com o slogan “Tem 10 minutinhos? A hora de prevenir é agora”, a campanha orienta a população sobre a importância de remover criadouros do mosquito, além de fornecer informações sobre diagnóstico precoce, cuidados médicos, riscos da automedicação e a localização de postos de saúde. A campanha será amplamente divulgada por meio de TV aberta, rádio, internet, carros de som e pontos de grande circulação em todas as regiões do país.

A iniciativa integra as medidas de reforço do Ministério da Saúde para a prevenção e controle dessas doenças, além de garantir assistência à população nos períodos de maior risco.

A ministra da Saúde, Nísia Trindade, destacou que o governo está se preparando para o próximo período de chuvas, com foco na redução de casos e mortes por arboviroses. “Estamos implementando um plano de trabalho baseado na vigilância, no controle do mosquito transmissor e no fortalecimento das redes de saúde, especialmente em áreas periféricas. Entre as ações, estamos utilizando as Estações Disseminadoras de Larvicida, que ajudam a reduzir o desenvolvimento de larvas nos criadouros”, afirmou Nísia.

Ela também mencionou que a vacinação contra a dengue segue como uma estratégia importante, embora ainda esteja limitada pela disponibilidade de doses fornecidas pelos fabricantes. “O público e locais ainda são restritos em nosso país devido ao quantitativo limitado da vacina que recebemos dos fabricantes”, lembrou a ministra.

Durante discurso sobre mudanças climáticas na sessão plenária do Conselho Diretor da Organização Pan-Americana de Saúde (Opas/OMS) em Washington, DC, no dia 1º de outubro, a chefe da pasta da Saúde reforçou o compromisso do Brasil, como atual líder do G20, de debater ações relacionadas às mudanças climáticas e sua relação com o aumento exponencial de doenças, como a dengue.

Plano contra arboviroses

Recentemente o presidente da República, Luiz Inácio da Silva e a ministra Nísia Trindade lançaram o Plano de Ação 2024/2025 para redução dos impactos da dengue e outras arboviroses. Com investimento de cerca de R$ 1,5 bilhão, a iniciativa busca diminuir os números de casos e óbitos por dengue, chikungunya, zika e oropouche no próximo período sazonal no Brasil.

Investimentos e prevenção

Desde 2023, o ministério vem acompanhando o cenário epidemiológico das arboviroses e investindo na preparação de estados e municípios. Para isso, em 2023 foram investidos R$ 2,7 bilhões no enfrentamento às arboviroses, incluindo repasses adicionais a estados e municípios, aquisição de inseticidas e biolarvicidas, insumos laboratoriais e custeio dos Agentes de Combate às Endemias (ACEs). Em 2024, até setembro, foram executados R$ 2,4 bilhões e a previsão é superar o ano anterior

Número de casos

Até 1º de outubro deste ano, o Brasil registrou 6.533.585 casos prováveis de dengue. Em 2023, foram 1.649.146. Em relação ao zika, até 21 de setembro último, houve 6.311 casos prováveis, contra 11.534 de 2023. Para a chikungunya, até este mês, foram contabilizados 258.396 casos prováveis, enquanto em 2023 o total foi de 158.060.

Conheça a campanha “Tem 10 minutinhos? A hora de prevenir é agora”.

As informações são do Ministério da Saúde.