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Hemepar convoca população para doar sangue

O Centro de Hematologia e Hemoterapia do Paraná (Hemepar) reforça o pedido de urgência para a doação de sangue no Estado, em especial dos tipos O-, O+ e A-. O apelo acontece, sobretudo, com a proximidade das festas de fim de ano e das programações de viagens.

“As doações de qualquer tipo sanguíneo são sempre muito bem-vindas, sobretudo num contexto em que notamos uma diminuição de estoque no Paraná, uma realidade pós-pandemia. É válido reforçar que não há substituto para o sangue e este ato de solidariedade é indispensável para salvar vidas”, comentou o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.

Os homens podem doar sangue a cada dois meses, em quatro vezes ao ano. As mulheres podem doar a cada três meses, num máximo de três doações ao ano.

É necessário ter entre 16 e 69 anos completos. Menores de idade precisam de autorização e presença do responsável legal. O doador deve pesar no mínimo 51 quilos, estar descansado, alimentado e hidratado (evitar alimentação gordurosa nas quatro horas que antecedem a doação) e apresentar documento oficial com foto (carteira de identidade, carteira do conselho profissional, carteira de trabalho, passaporte ou carteira nacional de habilitação).

Depois de coletado, o sangue é fracionando e acontece o processo de separação dos hemocomponentes (plasma, hemácias, plaquetas e crio). Após isso, a bolsa fica estocada até o resultado dos exames, que apontam que ele pode ser utilizado em outra pessoa.

HEMEPAR – O Hemepar é responsável pela coleta, armazenamento, processamento, transfusão e distribuição de sangue para 384 hospitais públicos, privados e filantrópicos que atuam em todas as regiões do Paraná. É uma entidade sem fins lucrativos e atende à demanda de fornecimento de sangue e hemoderivados do Estado graças às doações dos voluntários.

As informações são da Agência Estadual de Notícias.

10 de outubro: Dia Mundial da Saúde Mental

Nesta segunda (10) é comemorado em todo o planeta o Dia Mundial da Saúde Mental. Nesses tempos de quase pós-pandemia de covid-19, a doença continua afetando a saúde mental de grande número de pessoas em todo o mundo.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a pandemia criou uma crise global para a saúde mental, alimentando estresses em curto e longo prazo, e minando o bem-estar emocional de milhares de pessoas ao redor do mundo.

Nesse contexto, de acordo com especialistas, a manifestação dos efeitos da doença pode se tornar permanente tanto para pacientes e suas famílias, quanto para profissionais da área da saúde.

Para o especialista em terceira idade e saúde mental Davi Fiuza Diniz, o papel das associações de pacientes e familiares nesse processo de reabilitação é muito importante. Ele cita o trabalho da Associação em Defesa da Saúde Mental (ADSM) – organização não governamental (ONG) cearense –, que busca dar apoio aos pacientes por meio de terapias de grupo e de atendimento com familiares e cuidadores, e de uma equipe multidisciplinar formada por profissionais de saúde e de outras áreas.

Diniz, que trabalha na ADMS, afirmou que muitos dos problemas mentais dos assistidos pela associação se agravaram durante a pandemia. Ele mesmo sentiu esse problema por ter na família duas pessoas com transtornos mentais. “Eu sei o que é essa dor”, afirmou. Hoje, seus parentes estão estabilizados depois de participar de terapias de grupo na ONG.

“A gente busca mostrar para pessoas e familiares que tenham alguém na família com problema emocional que, quando saírem do psiquiatra ou do psicólogo, eles têm suporte. Existe toda uma conduta para dar equilíbrio emocional. A Associação tem vários serviços com essa finalidade: dar suporte para as pessoas que apresentam algum problema e, também, para os familiares que estão acompanhando, porque também precisam de apoio”, disse Diniz.

Agravamento

Em entrevista à Agência Brasil, o psiquiatra e membro da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP) Luiz Carlos Coronel afirmou que a pandemia desencadeou algo que estava latente ou agravou o que já existia. No caso do Brasil, segundo ele, ocorreram as duas coisas, mas agravou especialmente as grandes necessidades de saúde mental da população que já existiam.

Luiz Carlos Coronel lembrou que o país, de acordo com a pesquisa Vigitel 2021 do Ministério da Saúde, é campeão na América Latina de casos de depressão, envolvendo 11,3% da população. “É campeão de transtornos de ansiedade e por aí vai”, disse. Segundo o especialista, isso ficou agravado pela pandemia, pelas restrições e por tudo que acompanhou o processo epidêmico de ameaça à vida.

Em função da restrição de circulação, aumentaram também as patologias ligadas ao consumo de substâncias psicoativas. “O pessoal passou a usar mais álcool e outras drogas e isso ocasionou também um agravamento das situações conflitivas. Então, aumentou muito o número de violência doméstica, devido à restrição de circular, de conviver com outras pessoas”.

Coronel ressaltou que como resultado de tudo isso estão os efeitos da infecção pela covid-19 que ainda vão se manifestando ao longo do tempo, inclusive formas que não são graves, mas moderadas, e que apresentam manifestações cerebrais, clínicas. “Essas viroses têm essas capacidades que a gente não conhece bem. São os efeitos a longo prazo”. Outro fator é que o Brasil cresceu muito nos últimos 30 a 40 anos em termos populacionais, e a estrutura de atendimento e assistência à saúde não acompanhou esse crescimento, afirmou o psiquiatra. “A rede de atendimento à saúde continua precária, apesar dos esforços do Ministério da Saúde. E da saúde mental é mais precária ainda”, complementou.

Covid longa

Luiz Carlos Coronel avaliou que a pandemia deixou uma “covid longa”. Ou seja, seus efeitos já estão sendo sentidos e vão continuar aparecendo por longo período. “Indefinido tempo ainda. Nenhum pesquisador tem ideia de quanto vai durar a produção desses efeitos secundários da doença, principalmente afetando a saúde mental da pessoa”.

Todo mundo ficou restrito, ficou com menos recursos de convivência, acarretando grandes índices de depressão, de ansiedade, de uso e abuso de substâncias psicoativas e de drogas. Tudo isso ficou aumentado”, disse.

As informações são da Agência Brasil

Saiba por que a poliomielite voltou a preocupar o país

Em pouco menos de um ano, o Programa Nacional de Imunizações (PNI) completa meio século de existência. Considerado uma das políticas públicas em saúde mais bem-sucedidas do país, o programa, em seus quase 50 anos, foi marcado pela erradicação de doenças como a poliomielite, a rubéola, o tétano materno e neonatal e a varíola. Ao longo dos últimos anos, entretanto, algumas doenças voltaram a assustar o país em meio a baixas taxas de vacinação.

A poliomielite, também conhecida como paralisia infantil, é uma das que mais preocupam as autoridades sanitárias. Trata-se de uma doença contagiosa aguda causada por um vírus que vive no intestino, o poliovírus, e que pode infectar crianças e adultos por meio do contato direto com fezes e secreções eliminadas pela boca de pacientes. Nos casos graves, em que acontecem as paralisias musculares, os membros inferiores são os mais atingidos.

Diante das taxas de cobertura vacinal em queda, o Ministério da Saúde realizou, entre 8 de agosto e 30 de setembro, a Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite. A campanha chegou a ser prorrogada por causa da baixa adesão. A meta é vacinar 95% de um universo de 14,3 milhões de crianças menores de 5 anos no Brasil. Atualmente, a taxa de cobertura vacinal contra a pólio está em torno de 60%.

Transmissão

A transmissão ocorre pelo contato direto com uma pessoa infectada, pela via fecal-oral (objetos, alimentos e água contaminados com fezes de pacientes) ou pela via oral-oral (gotículas de secreção ao falar, tossir ou espirrar. A falta de saneamento, as más condições habitacionais e hábitos de higiene pessoal precários são fatores que favorecem a transmissão do poliovírus.

Sintomas

De acordo com o ministério, os sintomas mais frequentes da doença são febre, mal-estar, dor de cabeça, dor de garganta e dor no corpo, além de vômitos, diarreia, constipação (prisão de ventre), espasmos, rigidez na nuca e até mesmo meningite. Nas formas mais graves, instala-se a flacidez muscular que afeta, em regra, membros inferiores.

Tratamento

Segundo a pasta, não existe tratamento específico para a pólio. Todos as pessoas infectadas devem ser hospitalizadas e recebem tratamento para os sintomas manifestados, de acordo com o quadro clínico do paciente.

Sequelas

As sequelas da doença estão relacionadas com a infecção da medula e do cérebro pelo poliovírus. Normalmente, são sequelas motoras e que não têm cura. As principais são: problemas nas articulações; pé torto; crescimento diferente das pernas; osteoporose; paralisia de uma das pernas; paralisia dos músculos da fala e da deglutição; dificuldade para falar; atrofia muscular e hipersensibilidade ao toque.

Prevenção

O ministério lembra que a vacinação é a única forma de prevenção da pólio. Todas as crianças menores de 5 anos devem ser imunizadas conforme esquema de vacinação de rotina e também por meio das campanhas anuais. O esquema vacinal consiste em três doses da vacina injetável (aos 2, 4 e 6 meses de vida) e duas doses de reforço com a vacina oral bivalente, conhecida como gotinha.

Alerta

Em nota, o ministério destacou que o Brasil é referência mundial em imunização e conta com um dos maiores programas de vacinação do mundo. Anualmente, o PNI aplica cerca de 100 milhões de doses de diferentes vacinas, enquanto o Sistema Único de Saúde (SUS) tem capacidade para vacinar até 1 milhão de pessoas por dia.

“Toda a população com menos de 5 anos precisa ser vacinada para evitar a reintrodução do vírus que causa a paralisia infantil”, alertou a pasta.

De acordo com o ministério, doenças já eliminadas graças à vacinação correm o risco de reintrodução no país devido às baixas coberturas vacinais, voltando a constituir um problema de saúde pública. “Levem seus filhos às salas de vacinação”, reforçou o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, na semana passada.

Principais fatos

Dados da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), representação da Organização Mundial da Saúde (OMS) nas Américas, mostram que uma em cada 200 infecções pelo poliovírus resultam em paralisia irreversível (geralmente das pernas). Entre as pessoas acometidas pela doença, de 5% a 10% morrem por paralisia dos músculos respiratórios.

Segundo a entidade, os casos da doença diminuíram mais de 99% nos últimos anos, passando de 350 mil casos estimados em 1988 para 29 casos notificados em 2018. A maioria dos casos, atualmente, se concentra no Afeganistão e no Paquistão, onde a doença é considerada endêmica. Em 2022, dois casos foram contabilizados em Israel e nos Estados Unidos.

“Enquanto houver uma criança infectada, crianças de todos os países correm o risco de contrair a poliomielite. Se a doença não for erradicada, podem ocorrer até 200 mil casos no mundo a cada ano, dentro do período de uma década”, informou a Opas.

O Brasil recebeu o certificado de eliminação da pólio em 1994. Entretanto, a Opas alerta que, até que a doença seja erradicada no mundo, há risco de casos importados e, consequentemente, de o vírus voltar a circular em território brasileiro. “Para evitar isso, é importante manter as taxas de cobertura vacinal altas e fazer vigilância constante”, acrescentou.

As informações são da Agência Brasil

Fundação de Proteção ao Excepcional oferece vaga para psiquiatra ou neurologista

Vaga: Médico Psiquiatra ou Neurologista.

Descrição da Vaga: Atendimento voltado à pessoas com deficiência intelectual, deficiência múltipla e transtornos do espectro do autismo na faixa etária de 06 a 45 anos, bem como atendimento aos familiares dos atendidos.

Atribuições: Realizar consultas, emissão de laudos, receituários e atestados. Registrar os atendimento nos prontuários dos atendidos.

Tendo como objetivo promover cuidados em saúde para o desenvolvimento de habilidades relacionadas à cognição, linguagem e sociabilidade, bem como melhoria da qualidade de vida deste público.

Requisitos Indispensáveis:
• Especialidade em Psiquiatria ou Neuologista
• CRM Ativo;
• Capacidade para trabalhar com equipe multidisciplinar;
• Ser resiliente.

Local de trabalho: FEPE – Fundação Ecumênica de Proteção ao Especial

Contrato pela CLT com carga horária de 08 horas semanais, dias e horário a definir.

Benefícios: Refeição no local + plano de saúde + odontológico

Contato: Carolina Soto – E-mail: rh@fepe.org.br

São Paulo enfrenta surto de Meningite; baixo índice de vacinação nacional preocupa

A meningite voltou a circular em vários estados brasileiros. São Paulo vive um surto da doença atualmente. De janeiro a setembro, a capital paulista teve 56 casos confirmados e 9 mortes. O óbito mais recente causado por meningite meningocócica do mesmo tipo C foi de uma mulher de 42 anos, em 2 de agosto.

Além de São Paulo, há aumento de casos na Bahia, Espírito Santo, Rio e Minas Gerais.

O que é meningite?

A Meningite é um processo inflamatório das meninges, membranas que envolvem o cérebro e a medula espinhal. Pode ser causada por bactérias, vírus, fungos e parasitas.

A meningite meningocócica é um tipo raro de meningite bacteriana, causada pela bactéria Neisseria meningitidis. Essa é uma das formas mais graves e pode levar à morte em menos de 24 horas.

A letalidade da Meningite Meningocócica, corresponde em torno de 10% em países desenvolvidos e 20% nos países em desenvolvimento já a letalidade da doença Meningocócica com meningococcemia é de cerca 70%.

Quais os sintomas de meningite?

A meningite gera sintomas como febre muito alta, dor de cabeça forte e rigidez na nuca. Muitas vezes pode ser confundida com outras doenças infecciosas.

Outros sintomas também podem aparecer, como mal-estar, náusea, vômito, fotofobia (aumento da sensibilidade à luz), status mental alterado (confusão). Com o passar do tempo, alguns sintomas mais graves podem aparecer, como: convulsões, delírio, tremores e coma.

Na meningocócica é um sinal importante, manchas vermelhas. Dependendo da gravidade de cada caso, as complicações e sequelas podem ser, perda ou diminuição da audição e visão, problemas com memória, concentração, coordenação motora, equilíbrio, aprendizado e fala, epilepsia e paralisia cerebral.

Transmissão

O meningococo, bactéria que causa a meningite meningocócica, pode ser transmitido de uma pessoa para outra, por contato com gotículas ou secreções respiratórias através de tosse, espirro e beijo, por exemplo.

Como se proteger?

Uma forma simples de prevenção da meningite é lavar as mãos frequentemente com água e sabão. É por isso que, no início da pandemia da covid, com as medidas preventivas, os casos diminuíram.

Porém, a forma mais eficaz de prevenção é a vacinação. Atualmente, existem vacinas para a prevenção dos cinco sorogrupos ou tipos mais comuns no Brasil: A, B, C, W e Y.

Nos postos de saúde, a vacina contra a doença causada pelo meningococo C é gratuita para bebês, com doses administradas aos 3 e 5 meses de idade, e um reforço aos 12 meses, que pode ser aplicado em crianças menores de 5 anos de idade.

Diante do atual surto, a Prefeitura de São Paulo intensificou a imunização em pessoas que moram e trabalham nas regiões que registraram casos recentes. Consulte aqui se seu endereço está contemplado com a vacinação.

Desde o dia 17 de setembro, já foram vacinadas 19.790 pessoas com as vacinas meningocócica C e ACWY na região dos distritos administrativos de Vila Formosa e Aricanduva.

As informações são do Portal Catraca Livre.

Curitiba fará campanha de multivacinação na Semana da Criança

Na Semana da Criança em Curitiba, a Secretaria Municipal da Saúde (SMS) oferece aos curitibinhas e seus familiares cinco dias de horários alternativos de vacinação.

Na segunda (10/10), terça (11/10), quinta (13/10) e sexta-feira (14/10), dez unidades de saúde vão estender o horário das salas de vacinação até 21 horas. São elas: Bairro Novo, Bacacheri, Vila Hauer, Iracema, Oswaldo Cruz, Mãe Curitibana, Vila Feliz, Vila Guaíra, Santa Felicidade e Monteiro Lobato. Veja os endereços abaixo ou no site Imuniza Já Curitiba.

Na quarta-feira (12/10), feriado de Nossa Senhora de Aparecida e Dia das Crianças, não haverá atendimento.

Para fechar a semana, no sábado (15/10), será realizado mais um Dia D de multivacinação em 19 unidades de saúde, das 9h às 17h. Os endereços estão abaixo ou no site Imuniza Já Curitiba.

Adultos

Além dos curitibinhas, nessas datas e horários alternativos serão atendidos também adolescentes, adultos e idosos, que poderão colocar em dia as doses do Calendário Nacional de Imunização que tenham a receber, além dos imunizantes contra covid-19 e gripe.

A SMS oferece esta semana de horários alternativos para que todos tenham acesso à imunização e, desta forma, a coberturas vacinais em Curitiba cresçam, especialmente entre as crianças.

“Assim como na vacinação contra a covid, os curitibanos têm papel fundamental no aumento das coberturas contra outras doenças, como poliomielite, gripe, sarampo, meningite. Todos devemos estar imunizados para evitar que os vírus encontrem um ambiente oportuno para circular”, diz a superintendente de Gestão em Saúde da SMS, Flávia Quadros.

Além dos horários especiais de vacinação nesta Semana da Criança, a SMS oferta a vacinação permanentemente nos horários regulares de atendimento das 107 unidades de Saúde.

Dia D municipal

Esta é a quarta edição do Dia D realizada por Curitiba em 126 dias. Somando as vacinas feitas nas três edições anteriores (em 11 de junho, 23 de julho e 20 de agosto), as equipes da Secretaria Municipal da Saúde aplicaram 52,2 mil doses de imunizantes.

Vacinas disponíveis

Nas ações da Semana da Criança serão ofertadas as vacinas de rotina, entre elas: hepatite B, pentavalente, VIP/VOP (pólio), rotavírus, meningo C, febre amarela, tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola), tetraviral (sarampo, caxumba, rubéola e varicela), varicela, hepatite A, dupla adulto, HPV, dTpa adulto, pneumo 10, meningo ACWY e DTP (tríplice bacteriana), aplicadas conforme recomendação do Calendário Nacional de Vacinação.

Também seguem ofertadas as vacinas contra a covid-19 para as populações elegíveis a este imunizante (a partir dos 3 anos de idade) e contra a Influenza (gripe), a partir dos seis meses de idade.

A vacina BCG será aplicada nas 19 unidades de saúde que abrem no Dia D. Nas dez unidades que estenderão o horário de atendimento até as 21h, a aplicação deste imunizante será conforme o cronograma a seguir: 10/10 (segunda-feira) nas unidades de saúde Bacacheri e Oswaldo Cruz; 11/10 nas unidades Santa Felicidade e Monteiro Lobato; 13/10 nas unidades Vila Hauer, Mãe Curitibana e Bairro Novo e 14/10 nas unidades Vila Feliz, Iracema e Vila Guaíra. O cronograma visa a otimização do uso dos frascos deste imunizante.

Vacina contra a pólio

A SMS também reforça a importância de serem levadas às unidades de saúde todas as crianças com menos de 5 anos para receber a vacina contra a poliomielite.

A SMS prorrogou a campanha nacional que oferta uma dose de reforço deste imunizante, visto que é necessário ampliar a cobertura vacinal de rotina (88,9%) e também a cobertura da campanha (42,3%).

Entenda por que é hora de vacinar contra a pólio
Para as crianças menores de 1 ano, será feita a atualização da carteira, conforme a situação vacinal encontrada para esquema primário (três doses da Vacina Inativada Poliomielite, a VIP).

Os pequenos de 1 a 4 anos que já receberam as três doses da VIP e duas doses de reforço (aos 15 meses e ao completar 4 anos) com a Vacina Oral Poliomielite (VOP), a famosa “gotinha”, vão receber uma dose extra da VOP.

Caso seja verificado que ainda falta alguma dose do esquema inicial, as equipes de Saúde vão fazer a atualização da carteira vacinal dos curitibinhas.

Vacina contra a covid-19

Também serão ofertadas as vacinas contra a covid-19 para todos os públicos elegíveis, tanto para quem precisa iniciar ou completar o esquema vacinal inicial (primeira e segunda doses) quanto quem tem doses de reforço pendentes.

A vacina é indicada para pessoas a partir de 3 anos de idade. Mesmo com a redução do número de novos casos, internamentos e mortes registrados nas últimas semanas, é fundamental que o curitibano siga mantendo A barreira de proteção contra o coronavírus.

Confira os grupos que têm a vacina anticovid disponível em Curitiba:

  • 1ª dose: Todos com 3 anos completos ou mais;
  • 2ª dose: Todos com 3 anos completos ou mais;
  • 1º reforço: Todos com 12 anos ou mais;
  • 2º reforço: Pessoas imunossuprimidos com 12 anos ou mais; profissionais de saúde; pessoas de 18 a 39 anos vacinadas na 1ª dose com Janssen, pessoas com 40 anos ou mais;
  • 3º reforço: Pessoas imunossuprimidas com 18 anos ou mais; pessoas com 40 anos ou mais vacinadas com Janssen na 1ª dose; ou profissionais da saúde vacinados com Janssen na 1ª dose;
  • 4º reforço: Pessoas imunodeprimidas com 18 anos ou mais vacinadas com a Janssen na 1ª dose.

Importante: Para receber a 2ª dose ou as doses de reforço é necessário ter completado o intervalo mínimo recomendado. Confira aqui quantas doses de vacina são indicadas para cada grupo da população.

Vacina contra a gripe

A SMS recomenda que os curitibanos que ainda não tomaram a vacina contra a gripe este ano aproveitem os horários alternativos da Semana da Criança para receber este imunizante.

Isso porque, historicamente, Curitiba tem um um aumento sazonal na procura de atendimentos de pessoas com sintomas respiratórios na rede municipal de saúde com a chegada da primavera.

A vacina ajuda a reduzir a circulação do vírus influenza (gripe) e o risco de agravamento em caso de contaminação nessa época do ano. O imunizante contra a gripe está disponível desde o início de junho para todos os curitibanos a partir dos 6 meses de idade em 107 unidades de saúde da cidade.

Devem receber este imunizante especialmente as pessoas dos grupos prioritários (idosos, gestantes, puérperas, crianças, pessoas com deficiência), mais suscetíveis a complicações da doença.

Vacinas para adolescentes

Os adolescentes também devem conferir se tem doses de imunizantes a receber, inclusive daquelas vacinas que foram ampliadas recentemente para esse grupo.

Seguindo a recomendação do Ministério da Saúde, desde agosto a SMS passou a ofertar, temporariamente, a vacina a meningocócica ACWY para adolescentes de 13 e 14 anos completos. Até então esse imunizante era apenas para adolescentes de 11 e 12 anos.

A vacina contra o HPV também ganhou novos públicos: passou a ser recomendada para meninos de 9 e 10 anos, além dos garotos de 11 a 14 anos, igualando a recomendação já feita para as meninas: de 9 a 14 anos.

Consulta doses pendentes

Para verificar se há vacinas pendentes, basta acessar o Aplicativo Saúde Já Curitiba (site ou smartphone), e clicar na opção “Carteira de Vacinação” e escolher a aba “Pendentes”, que irá mostrar as doses do calendário nacional de vacinação em atraso.

Para crianças de 1 a 4 anos, mesmo que não haja doses em atraso, a recomendação é leva-las às unidades de saúde para receberem a gotinha da vacina contra a poliomielite, uma dose extra ofertada em campanha nacional.
No caso das vacinas contra a covid-19, confira aqui quais doses você precisa tomar e quais os intervalos entre uma aplicação e outra.

Serviço: Vacinação na Semana da Criança
Multivacinação em horário estendido
Dias 10,11, 13 e 14/10, das 8h às 21h
(no Dia 12/10, feriado nacional, não haverá vacinação)

Distrito Sanitário Bairro Novo
Unidade de Saúde Bairro Novo (vacinação da BCG em 13 /10)
Rua Paulo Rio Branco de Macedo, 791 – Sítio Cercado

Distrito Sanitário Boa Vista
Unidade de Saúde Bacacheri (vacinação da BCG em 10/10)
Avenida Erasto Gaertner, 797 – Bacacheri

Distrito Sanitário Boqueirão
Unidade de Saúde Vila Hauer (vacinação da BCG em 13/10)
Rua Waldemar Kost, 650 – Hauer

Distrito Sanitário Cajuru
Unidade de Saúde Iracema (vacinação da BCG em 14/10)
Rua Professor Nivaldo Braga, 1571 – Capão da Imbuia

Distrito Sanitário CIC
Unidade de Saúde Oswaldo Cruz (vacinação da BCG em 10/10)
Rua Pedro Gusso, 3749 – Cidade Industrial

Distrito Sanitário Matriz
Unidade de Saúde Mãe Curitibana (vacinação da BCG em 13/10)
Rua Jaime Reis, 331 – Alto do São Francisco

Distrito Sanitário Pinheirinho
Unidade de Saúde Vila Feliz (vacinação da BCG em 14/10)
Rua Pedro Gusso, 866 – Novo Mundo

Distrito Sanitário Portão
Unidade de Saúde Vila Guaíra (vacinação da BCG em 14/10)
Rua São Paulo, 1495 – Vila Guaíra

Distrito Sanitário Santa Felicidade
Unidade de Saúde Santa Felicidade (vacinação da BCG em 11/10)
Via Veneto, 10 – Santa Felicidade

Distrito Sanitário Tatuquara
Unidade de Saúde Monteiro Lobato (vacinação da BCG em 11/10)
Rua Olívio José Rosetti, 538 – Tatuquara

Multivacinação no Dia D
15/10 (sábado)
9h às 17h

Distrito Sanitário Bairro Novo
Unidade de Saúde Bairro Novo
Rua Paulo Rio Branco de Macedo, 791 – Sítio Cercado
Unidade de Saúde Sambaqui
Rua Roberto Dala Barba, 44 – Sítio Cercado

Distrito Sanitário Boa Vista
Unidade de Saúde Bacacheri
Avenida Erasto Gaertner, 797 – Bacacheri
Unidade de Saúde Bairro Alto
Rua Jornalista Alceu Chichorro, 314 – Bairro Alto

Distrito Sanitário Boqueirão
Unidade de Saúde Visitação
Rua Bley Zorning, 3136 – Boqueirão
Unidade de Saúde Vila Hauer
Rua Waldemar Kost, 650 – Hauer

Distrito Sanitário Cajuru
Unidade de Saúde Salgado Filho
Avenida Senador Salgado Filho, 5265 Uberaba
Unidade de Saúde Iracema
Rua Professor Nivaldo Braga, 1571 – Capão da Imbuia

Distrito Sanitário CIC
Unidade de Saúde Cândido Portinari
Rua Durval Leopoldo Landal, 1529 – Cidade Industrial
Unidade de Saúde Oswaldo Cruz
Rua Pedro Gusso, 3749 – Cidade Industrial

Distrito Sanitário Matriz
Unidade de Saúde Mãe Curitibana
Rua Jaime Reis, 331 – Alto do São Francisco

Distrito Sanitário Pinheirinho
Unidade de Saúde Ipiranga
Rua Santa Regina, 667 – Capão Raso
Unidade de Saúde Vila Leão
Rua Theofhilo Mansur, 500 – Novo Mundo

Distrito Sanitário Portão
Unidade de Saúde Santa Amélia
Rua Berta Klemtz, 215 – Fazendinha
Unidade de Saúde Vila Guaíra
Rua São Paulo, 1495 – Vila Guaíra

Distrito Sanitário Santa Felicidade
Unidade de Saúde Bom Pastor
Rua José Casagrande, 220 – Vista Alegre
Unidade de Saúde Campina do Siqueira
Rua General Mário Tourinho, 1684 – Campina do Siqueira

Distrito Sanitário Tatuquara
Unidade de Saúde Monteiro Lobato
Rua Olivio José Rosetti, 538 -Tatuquara
Unidade de Saúde Palmeiras
R. João Batista Burbelo, 12 – Tatuquara

As informações são da Prefeitura de Curitiba.

Pará confirma caso de poliomielite no Brasil depois de 30 anos

Matéria do Portal Mais PB.

A Secretaria de Saúde Pública do estado do Pará emitiu uma comunicação de risco, nesta quinta-feira (6), afirmando a detecção do vírus da poliomielite (Sabin Like 3) em uma criança de três anos, na cidade de Santo Antônio do Tauá. A descoberta veio através do Departamento de Epidemiologia da Secretaria de Saúde, que testou positivo para um caso de Paralisia Flácida Aguda (PFA), incluindo febre, dores musculares e mialgia.

Caso se confirme, de fato, a paralisia infantil, esse será o primeiro caso desde 1989 de um teste positivo de poliomielite, cuja doença, a paralisia infantil, havia sido certificada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como erradicada, em 1994. Entretanto, de acordo com informações do Instituto Fiocruz, o Brasil falha a meta de 95% de cobertura vacinal desde 2015.

A Secretaria ainda não descarta outras doenças além do vírus da pólio. Com uma possibilidade de tratar de uma Síndrome de Guillain Barré, o caso segue em investigação, apesar da detecção positiva do vírus, que aconteceu durante um isolamento viral num exames de fezes, no último dia 16 de setembro.

Atualmente, o Ministério da Saúde está com uma Campanha Nacional de Vacinação de poliomielite e outras vacinas desde agosto deste ano. A previsão de encerramento era no último dia 9 de setembro, mas a campanha foi prorrogada até o dia 30 e mais uma vez até o dia 31 de outubro, devido à baixa adesão da população. Na Paraíba, até o último dia de setembro, a cobertura vacinal era de 89,77% do público-alvo, de até quatro anos.

Ontem (5), o ministro da saúde Marcelo Queiroga, em pronunciamento em Brasília, declarou a possibilidade real da doença retornar e reforçou um alto risco de reintrodução no país. Com uma meta de 95%, até o momento a cobertura vacinal está em torno de 60%. Ao todo, 14,3 milhões de crianças devem receber a dose.

“O Brasil está na região considerada de alto risco para reintrodução do vírus da poliomielite. Isso é decorrente da baixa cobertura vacinal”, alertou. “Não permitiremos que isso aconteça em nosso país. Levem seus filhos às salas de vacinação”, disse o ministro da saúde.

Estudos apontam que dose de reforço de vacina diferente protege mais contra a Covid-19

O reforço da imunização contra covid-19 com vacinas de mRNA, como a Pfizer, oferece maior proteção em quem foi vacinado com CoronaVac do que repetir a vacina produzida no Instituto Butantan, na terceira e na quarta doses. A efetividade da vacinação com doses heterólogas (de tecnologias diferentes) tem sido comprovada por cientistas ao longo do ano. Estudo publicado por pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e do Instituto de Saúde Global de Barcelona (ISGlobal) na revista científica Nature Communications traz novas evidências nesse sentido.

Os resultados da pesquisa mostram que a vacinação com duas doses da Coronavac, sem reforços, quase não fornece proteção contra a covid-19 leve causada pela Ômicron, e uma proteção de 40% a 50% contra formas graves da doença.

Quando é adicionada uma dose de reforço da CoronaVac, a proteção contra os sintomas leves da covid-19 não sobe, enquanto a proteção contra sintomas graves aumenta para 74%. Para as pessoas com 75 anos ou mais, porém, a dose de reforço com a CoronaVac, em quem já havia recebido essa vacina no esquema primário, não é capaz de elevar a proteção contra a forma grave além de 50%.

O estudo indica que, por outro lado, o reforço com a vacina de mRNA forneceu proteção adicional maior tanto contra a forma sintomática quanto contra a forma grave da doença (56,8% e 86%, respectivamente). Além disso, a proteção pareceu perdurar por pelo menos quatro meses, segundo os pesquisadores. No caso do Brasil, a única vacina de mRNA disponível contra covid-19 é a desenvolvida pelas farmacêuticas Pfizer e BioNTech.

Os pesquisadores observaram dados de dezembro de 2021 a abril de 2022, em uma análise que incluiu os 5.570 municípios brasileiros. As bases de dados utilizadas para os casos de covid-19 foram o e-SUS e o Sistema de Informação da Vigilância Epidemiológica da Gripe (Sivep-Gripe), e a de vacinação foi o Sistema de Informações do Programa Nacional de Imunizações (SI-PNI).

As informações são da Agência Brasil.

Associação Brasileira de Psiquiatria combaterá o preconceito contra pessoas com doenças mentais

A Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP) vai trabalhar, em 2023, contra o estigma – ou preconceito – que cerca as pessoas com doenças mentais no Brasil. O presidente da ABP, Antônio Geraldo da Silva, afirmou que as pessoas têm medo de dizer que sofrem de algum transtorno mental para fugir, muitas vezes, do preconceito. E esse preconceito leva à criação do auto-estigma e, também, do estigma estrutural, e pode acabar levando ao suicídio. “É preciso acabar com a diferença, com os estigmas mentais”, assinalou.

Silva defendeu que haja políticas públicas de saúde mental e que remédios para doenças mentais, como antidepressivos, sejam vendidos na farmácia popular, facilitando o acesso de pessoas em situação de maior vulnerabilidade econômica. Ele lembrou que as doenças mentais constituem grande causa de afastamento do trabalho. Antes da pandemia da covid-19, citou que 5,8% da população brasileira tinham depressão. Agora, de acordo com a pesquisa Vigitel 2021, do Ministério da Saúde, o número evoluiu para 11,3% de brasileiros com sintomas depressivos.

Campanha

Antônio Geraldo da Silva informou que a Campanha Setembro Amarelo, da ABP, que visa a conscientização da sociedade contra o suicídio, será reforçada a partir do próximo ano. Em 1994, quando a campanha foi iniciada pela entidade, o Brasil registrava cerca de 9 mil suicídios por ano. Hoje, esse número subiu para 14 mil suicídios/ano registrados. Silva estimou, entretanto, que o número real de suicídios no país alcance em torno de 50 mil/ano, por meios diversos, como politraumatismos, envenenamentos e intoxicações.

O presidente da ABP alertou ainda que as taxas de suicídios estão aumentando entre crianças e adolescentes. “É gravíssimo isso!”, observou. Na avaliação do presidente da ABP, a elevação das taxas de suicídio ocorre pela ausência de políticas públicas.

Violência e doença mental

Outra pauta de interesse da ABP para o próximo ano é a que trata de violência e doença mental, “porque 96% das pessoas que cometem violência não são doentes mentais”, afiançou. Segundo Silva, os doentes mentais não são violentos se forem tratados. “A percepção de violência da ABP é com álcool e drogas, que remetem à violência urbana.”

As informações são da Agência Brasil.

Laboratório Central do Estado inicia testagem para acelerar diagnósticos de Monkeypox

O Laboratório Central do Estado (Lacen) iniciou a testagem de exames para diagnósticos de Monkeypox no mês passado. Ao todo já foram realizados 261 testes. Anteriormente o protocolo exigia que as amostras coletadas pelas equipes municipais e enviadas ao Lacen fossem encaminhadas para os laboratórios indicados pelo Ministério da Saúde.

A implantação do exame foi possível após o recebimento dos kits fabricados pela Bio-Manguinhos (unidade produtora de imunobiológicos da Fiocruz) e após a avaliação de uma coleção de amostras conhecidamente positivas e negativas para a doença, com o objetivo de comprovar o desempenho do kit.

“Este procedimento de receber as amostras e encaminhar para outro lugar demanda tempo e o resultado demorava até duas semanas para ser divulgado. Agora com a inclusão do Lacen, a detecção da doença é mais ágil e confere maior autonomia às autoridades de saúde do Estado, além de permitir um maior controle da dispersão do vírus”, disse o secretário de Estado da Saúde, César Neves.

Após essa primeira etapa, o teste foi implementado na rotina do Lacen e os primeiros exames foram liberados no dia 22 de setembro. Agora, o laboratório recebe em média 150 amostras semanalmente para pesquisa da doença.

BOLETIM – O Informe Epidemiológico da doença divulgado nesta quarta-feira (5) pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) registrou mais 12 casos nos municípios de Curitiba (9), São José dos Pinhais (2) e Matinhos (1). Agora o Paraná soma 227 confirmações, 630 casos descartados, 134 suspeitos e nenhum óbito. Os dados são divulgados semanalmente e podem ser consultados no site da Sesa.

SINTOMAS – A Monkeypox, como é popularmente conhecida, é uma doença viral, e a transmissão entre humanos ocorre principalmente por meio de contato com lesões de pele de pessoas infectadas. A infecção causa erupções que geralmente se desenvolvem pelo rosto e depois se espalham para outras partes do corpo. Os principais sintomas envolvem febre, dor de cabeça, dores musculares, dores nas costas, linfadenopatia, calafrios e fadiga.

As informações são da Agência Estadual de Notícias.