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Governo do Paraná recomenda a aplicação da 4ª dose da vacina anticovid em pessoas acima de 40 anos

A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) recebeu nesta segunda-feira (20) a Nota Técnica nº 176/2022 da Coordenação Geral do Programa Nacional de Imunizações (CGPNI) orientando a aplicação da quarta dose ou segunda dose de reforço (R2) contra a Covid-19 para pessoas com mais de 40 anos. Agora, a Paraná recomenda aos municípios que iniciem a aplicação para o novo grupo já nesta semana.

A segunda dose de reforço era indicada somente para pessoas acima de 60 anos há alguns meses. No último dia 4 de junho, o Paraná anunciou a aplicação para o público com 50 anos ou mais. A mudança anunciada pelo Ministério da Saúde para pessoas com mais de 40 anos atende a um pedido feito pelo Estado no mês passado, solicitando a ampliação desta nova etapa de vacinação para outras faixas etárias.

“Temos plena confiança que os índices da Covid-19 só são considerados estáveis hoje graças à vacinação, e, para isso, precisamos disponibilizar as vacinas para o maior número de pessoas. Vamos repassar a orientação aos municípios e disponibilizar mais doses para aqueles que precisarem”, afirmou o secretário de Estado da Saúde, César Neves.

A estimativa do Ministério da Saúde é que 4,8 milhões de pessoas tenham mais de 40 anos no Paraná, sendo que 1.604.097 tem entre 40 e 49 anos. O governo federal informou ainda que 485.143 paranaenses entre 40 e 49 anos já estão aptos a receber a nova dose, ou seja, tomaram a primeira dose de reforço (REF) há pelo menos quatro meses.

A Nota Técnica orienta que a nova dose deve ser aplicada com vacinas da plataforma de mRNA (Comirnaty/Pfizer) ou vetor viral (Janssen ou AstraZeneca). Mulheres grávidas ou puérperas devem receber preferencialmente o imunizante da Pfizer, e, caso não haja disponibilidade, poderá ser utilizada a vacina CoronaVac. As orientações também são válidas para pessoas imunocomprometidas.

Segundo os dados do Vacinômetro, o Paraná registra até agora 25.749.996 vacinas aplicadas, sendo 10.036.316 primeiras doses (D1), 9.155.800 segundas doses (D2), 336.285 doses únicas (DU), 381.109 doses adicionais (DA), 5.259.327 doses de reforço (REF) e 581.159 segundas doses de reforço.

As informações são da Agência Estadual de Notícias.

Ministério da Saúde libera quarta dose da vacina anticovid para maiores de 40 anos

O Ministério da Saúde decidiu intensificar a campanha destinada a incentivar a população a completar o ciclo vacinal contra a covid-19. Segundo a pasta, cerca de 120 milhões de pessoas aptas a tomar a segunda dose ou a dose de reforço das vacinas ainda não retornaram aos postos de vacinação de todo o país e seguem desprotegidas contra as manifestações graves da infecção pelo novo coronavírus.

A campanha de estímulo à vacinação contra a covid-19 chega no momento em que o Ministério da Saúde liberou a segunda dose de reforço (ou quarta dose) para as pessoas que têm a partir de 40 anos de idade. De acordo com a pasta, cerca de 8,79 milhões de pessoas desta faixa etária e que receberam a terceira dose a mais de quatro meses poderão retornar aos postos de vacinação a partir de hoje (20). A recomendação é que estes indivíduos sejam imunizados com as vacinas da Pfizer, AstraZeneca ou Janssen.

“Além de expandirmos a população-alvo do segundo reforço, o motivo de estarmos aqui, hoje, é convocarmos a população brasileira a procurar um posto de vacinação e tomar sua dose”, disse o secretário nacional de Vigilância em Saúde, Arnaldo Medeiros, na manhã de hoje (20), durante a divulgação do balanço da vacinação contra a covid-19.

Segundo Medeiros, o alerta ministerial para os atrasos na aplicação da segunda dose e das doses de reforço visa a proteger a população das manifestações graves da doença. Entre a população de 40 a 49 anos apta a receber os imunizantes, apenas 8,53% já tomou a primeira dose de reforço.

“Os estudos demonstram o efeito protetor que as vacinas têm nos casos de complicação, de agravamento por covid-19. Eles mostram que, independentemente do intervalo etário, as vacinas protegem de uma evolução mais grave da doença. Por isso, o Ministério da Saúde está convocando a população apta a tomar a segunda dose ou as doses de reforço a procurarem um posto de vacinação para termos uma população mais protegida – o que se refletirá tanto na qualidade de vida, quanto na economia”, acrescentou o secretário.

Peças publicitárias que serão veiculadas em várias mídias para conscientizar a população destacam que, apesar de o governo federal ter decretado o fim da situação de Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional (Espin, ou Emergência Sanitária), as pessoas devem seguir atentas às recomendações das autoridades sanitárias, tomando todas as doses de vacina recomendadas pelos fabricantes e aprovadas pelas autoridades sanitárias.

Doses em atraso
Dados detalhados esta manhã, pela diretora do Departamento de Imunização e Doenças Transmissíveis, Cássia Rangel, revelam que, em todo o país, quase 22 milhões de pessoas aptas a serem imunizadas receberam apenas uma dose das vacinas aprovadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Entre janeiro de 2021 e o último dia 10, o governo federal distribuiu 519.838.281 doses de vacinas contra a covid-19. Deste total, 17.965.980 doses foram fornecidas à rede de saúde, este ano, para imunizar crianças entre cinco e onze anos de idade. Nesta faixa etária, 62% das crianças já receberam a primeira dose, mas apenas 38% tomaram a segunda dose.

Já entre a população de 12 a 17 anos, para a qual também já foi disponibilizada a primeira dose de reforço, apenas cerca de 5% completou o ciclo vacinal – ainda que 91% do grupo tenha recebido a primeira dose regular.

No total, 62,7 milhões de pessoas já poderiam ter tomado a primeira dose de reforço – dentre as quais, 16,76 milhões têm entre 18 e 29 anos, faixa etária na qual 5,54 milhões de indivíduos ainda não receberam sequer a segunda dose regular. Aproximadamente 27,12 milhões de pessoas com mais de 50 anos ainda não retornaram aos postos de vacinação para receber a segunda dose de reforço.

“Acho que o mais importante é mostrarmos as doses que estão em atraso”, destacou Cássia Rangel.

No início do ano, quando o país enfrentava a primeira onda da variante Ômicron, o Ministério da Saúde constatou que pessoas não vacinadas estavam entre seis e nove vezes mais suscetíveis, de acordo com a faixa etária, a desenvolver manifestações graves da doença na comparação com pessoas imunizadas.

“Em todas as faixas etárias, temos um perfil muito parecido entre vacinados e não vacinados. Os vacinados [com ao menos duas doses de um imunizante] tiveram muito menos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave [SRAG] em relação aos não vacinados, o que demonstra claramente um efeito protetor das vacinas”, disse a diretora.

As informações são da Agência Brasil.

Saúde Debate promove live sobre prevenção à varíola dos macacos

As primeiras confirmações dos casos da varíola dos macacos no Brasil fez com que crescesse a procura por informações sobre a prevenção contra a doença. Houve registros da doença em São Paulo e no Rio Grande do Sul, com infecção após viagem ao exterior. Ou seja, não há transmissão comunitária no país neste momento.

Para tirar as dúvidas e esclarecer sobre a prevenção à varíola dos macacos, o Saúde Debate promove uma live no Instagram em parceria com o Hospital Marcelino Champagnat, de Curitiba (PR), no dia 22 de junho, às 10 horas.

A jornalista Joyce Carvalho, editora do portal Saúde Debate, conversará com a médica infectologista Camila Ahrens, do corpo clínico do hospital, para tirar as dúvidas sobre a doença, prevenção à varíola dos macacos, monitoramento dos pacientes, tratamento e quais são os riscos de a doença avançar no Brasil. A médica também responderá se a varíola dos macacos tem cura.

A transmissão sobre a prevenção à varíola dos macacos acontecerá tanto no Instagram do Saúde Debate (@saudedebateportal) quanto do Hospital Marcelino Champagnat (@hospitalmarcelinochampagnat). A live é gratuita, sem a necessidade de inscrição prévia.

Perguntas podem ser encaminhadas pelo Instagram do Saúde Debate ou ainda pelo e-mail pauta@saudedebate.com.br, ou por comentários durante a transmissão.

Serviço:

Live Saúde Debate sobre varíola dos macacos

Dia 22 de junho, quarta-feira, às 10h

No Instagram: @saudedebateporta e @hospitalmarcelinochampagnat

As informações são do Portal Saúde Debate.

Ministério da Saúde lança campanha de incentivo à doação de sangue

Com o mote “Doe sangue regularmente. Você doa, a vida agradece”, o Ministério da Saúde lançou nesta terça-feira (14) uma campanha para sensibilizar a população brasileira sobre a importância da doação de sangue. A campanha quer aumentar os estoques disponíveis nos hemocentros do país, que sofreram baixa durante a pandemia do novo coronavírus (covid-19).

A secretária de Atenção Especializada à Saúde do Ministério da Saúde, Maíra Botelho, disse que a manutenção dos estoques é essencial em momentos graves e citou o exemplo das fortes chuvas que ocorreram há pouco mais de duas semanas em Pernambuco e Alagoas, vitimando centenas de pessoas.

“Devido às enchentes causadas pelas chuvas nos últimos dias, o estado de Pernambuco teve que ativar o Plano Nacional de Contingência de Sangue e seis estados enviaram, com o apoio do Ministério da Saúde, 767 bolsas de sangue para lá”, disse.

Ela pondera que, nesses momentos, os estoques acabam pressionados e é fundamental que a população seja solidária. Ela lembra que, apesar dos avanços na medicina, o sangue permanece insubstituível.

“Por mais que a medicina tenha avançado com vários paliativos sintéticos, não existe um substituto para o sangue. Não há risco de pegar doenças durante a doação”, observou. “Com uma doação você pode salvar a vida de até quatro pessoas que estão em risco”, acrescentou.

Maíra lembrou ainda que o número de doadores de sangue apresentou uma melhora, no ano passado, em relação ao início da pandemia de covid-19, quando os estoques sofreram redução de 10%.

Em 2019, foram realizadas 3.271.824 coletas de sangue no país. Em 2020, o número caiu para 2.958.665. Já em 2021, o número subiu para 3.035.533 bolsas de sangue coletadas.

Durante o lançamento, o ministro da Saúde substituto Arnaldo Correia de Medeiros disse que, mesmo com o desafio adicional para a manutenção dos estoques de sangue do país, não houve falta de bolsas de sangue para a população nos dois últimos anos.

“Passamos dois anos extremamente difíceis por causa da pandemia e não faltou sangue. Isso mostra uma vigilância e atenção muito especial, pois só quem precisa sabe qual a relevância de não faltar sangue ou hemoderivados para que você possa garantir a vida”, disse.

Até marco de 2022, de acordo com a secretaria, foram coletadas aproximadamente 732 mil bolsas de sangue. Ela lembra que a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que a taxa de doadores de sangue na população seja de 1% a 3%. A taxa de doação no Brasil foi de 1,4%, em 2021.

Para doar sangue, basta ter entre 16 e 69 anos, desde que a primeira doação tenha sido feita até 60 anos (menores de 18 anos devem possuir consentimento formal do responsável legal); pesar no mínimo 50 kg; estar alimentado. Não ingerir alimentos gordurosos antes da doação; ter dormido pelo menos 6 horas nas últimas 24 horas; e apresentar documento oficial de identificação com foto.

Uma única doação de sangue, de 450 ml, é suficiente para salvar a vida de até 4 pessoas. Além disso, essa quantidade é reposta no organismo em 24 horas.

A doação de sangue também é tema do Boletim Temático da Biblioteca do Ministério da Saúde, publicado nesta terça (14), com orientações importantes para os doadores. Para saber mais, acesse aqui.

As informações são da Agência Brasil.

Secretaria de Saúde de Curitiba aponta que risco de morte por Covid é 61 vezes maior em não vacinados

Doses de reforço da vacina contra a covid-19 são indispensáveis para manter a população protegida. É o que mostra o levantamento da Secretaria Municipal da Saúde de Curitiba, em relação aos óbitos ocorridos de janeiro de 2022 até o momento.

Segundo o levantamento, feito para o grupo de pessoas com 50 anos ou mais, o risco da não imunizada morrer é 61 vezes maior em relação à vacinada com duas doses do ciclo básico (ou com a dose única).

Essa proteção é ainda melhor se houver doses adicionais. Uma pessoa com 50 anos ou mais imunizada com as doses do ciclo básico tem dez vezes maior risco de morrer quando comparada a alguém que recebeu também a dose de reforço.

“Quando a pessoa faz a dose de reforço, ela agrega camadas de proteção. O que é indispensável, considerando que os estudos mostram queda da imunidade gerada pela vacina ao longo do tempo”, analisa o epidemiologista da secretaria Diego Spinoza.

“O reforço, então, é uma forma de recuperar essa barreira, esse escudo de proteção, que é feito pela vacina e que acaba se deteriorando com o tempo”, explica.

A secretária municipal da saúde de Curitiba, Beatriz Battistella, reforça que embora a pandemia pareça ter arrefecido, a covid-19 continua sendo uma doença grave e que leva a óbitos. Desde o início deste ano foram registradas cerca de 500 mortes causadas pela doença.

“Levando em conta as taxas mostradas pelo levantamento, o risco de óbito para pessoas que não estavam com o esquema vacinal completo, sem os reforços recomendados, é bem maior”, explica Beatriz. “Por isso, a importância de manter o esquema vacinal em dia e não deixar de fazer os reforços recomendados”, diz.

Os dados do levamento são obtidos a partir dos coeficientes de mortalidade de cada grupo. Para cada um deles (não imunizados, imunizados e pessoas que receberam também reforço) é calculada uma taxa de ocorrência de óbitos a cada 100 mil pessoas com 50 anos ou mais. Depois essas taxas são comparadas.

Balanço

Curitiba já aplicou 4,5 milhões doses da vacina contra o covid-19, sendo 1,7 milhão de primeiras doses e 1,6 milhão de segundas doses; além das 1,2 milhão de doses de reforço (terceira e quarta doses).

Até o dia 5 de junho, dos 1.549.082 usuários que deveriam ter realizado dose de reforço 555.310 não compareceram. Uma taxa de abandono de 35,8%.

Esquema vacinal do reforço

O Ministério da Saúde recomenda a dose de reforço para todos com 12 anos ou mais. O intervalo é de 120 dias após a última dose de quem fez o ciclo básico de duas doses com Coronac, Pfizer e Astrazeneca; ou 56 dias para quem se vacinou com a Janssen, de dose única, ou para quem alguma doença imunossupressora.

Para pessoas com 50 anos ou mais, o Ministério da Saúde liberou também uma segunda dose de reforço, que deve ser aplicada 120 dias após o primeiro reforço. Pessoas imunossuprimidas de 12 anos a 49 anos também estão convocadas para essa segunda dose de reforço, 120 dias após o primeiro reforço.

“A tendência é que o Ministério da Saúde vá ampliando esse segundo reforço para todas as faixas etárias. Esse, inclusive, é um pleito da Secretaria de Estado da Saúde do Paraná junto ao governo federal, e que nós apoiamos”, afirma a secretária municipal da saúde de Curitiba, Beatriz Battistella.

Onde se vacinar

A vacinação das doses de reforço contra a covid-19 acontece em 107 unidades de saúde para as pessoas com 12 anos ou mais (inclusive gestantes). As repescagens de 1ª e 2ª doses e as doses de reforço estão disponíveis em todas.

A vacinação de 1ª ou 2ª dose para crianças de 5 a 11 anos, que utilizam imunizantes específicos (Pfizer pediátrica – tampa laranja – ou Coronavac) é realizada em dez unidades de saúde de Curitiba. Confira os endereços dos locais no site Imuniza Já Curitiba.

Para as doses de reforço, é necessário apresentar documento com foto e CPF. Caso a pessoa ainda não seja cadastrada em uma unidade de saúde do município, deve apresentar também um comprovante de residência com endereço em Curitiba. Nas unidades de saúde, é recomendado o uso de máscaras.

Veja os locais de vacinação no site Imuniza Já Curitiba.

As informações são da Prefeitura de Curitiba

Paraná registra mais dez óbitos por dengue e Saúde alerta para cuidados e combate à doença

O boletim semanal da dengue publicado nesta terça-feira (14) pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) confirma a morte de mais dez pessoas no Paraná pela doença e eleva para quase 97 mil o número de casos confirmados. Os dados são do 42º Informe Epidemiológico, do novo período sazonal da doença, que iniciou no dia 1º de agosto e deve seguir até julho deste ano.

Os dez novos óbitos somam-se aos 41 anteriores desse período, totalizando 51 mortes por dengue no Estado entre 2021 e 2022. As mortes ocorreram entre os dias 7 de março e 11 de maio em Pato Branco (2), Verê (2), Medianeira (1), Umuarama (2), Arapongas (1), Cambé (1) e Ribeirão do Pinhal (1). São três mulheres e sete homens, com idades entre 28 e 93 anos, sendo que cinco deles tinham comorbidades.

Até o momento, são 211.229 casos suspeitos, com 96.956 confirmações, em 349 municípios, ou seja, 87,46% dos municípios paranaenses. Segundo a Saúde, 315 registraram autoctonia, quando a dengue é contraída no município de residência.

“Estamos a 45 dias para fechar o período sazonal epidemiológico da dengue. Temos de continuar a monitorar e remover potenciais criadouros para evitar a proliferação do mosquito”, alertou o secretário de Estado da Saúde, César Neves.

As equipes da Sesa seguem em alerta e combatendo o vetor Aedes aegypti, uma vez que o mosquito também é responsável, além da dengue, pela zika e chikungunya. Durante este período não houve registro de casos de zika e 19 casos de febre chikungunya foram confirmados, sendo 4 autóctones e 15 importados.

Confira o informe completo clicando AQUI.

Matéria da Agência Estadual de Notícias.

No Dia Mundial do Doador de Sangue estoque no Paraná está 35% abaixo do ideal

Matéria do Portal G1 Paraná.

Não é possível saber quando um de nós ou alguém querido vai precisar de doação de sangue. Por isso, o dado da Secretaria de Saúde do Paraná de que os estoques de bancos de sangue no estado estão 35% abaixo do ideal é preocupante.

Nesta terça-feira (14) é comemorado o Dia Mundial do Doador de Sangue, data de incentivo que lembra a importância deste ato para salvar vidas.

Conforme a secretaria, os tipos sanguíneos que mais precisam de doação nos hemocentros no Paraná são:

  • A negativo
  • O negativo
  • O positivo.

Só quem precisou de uma transfusão de sangue sabe o quanto isso pode auxiliar nos mais diversos tratamentos. É o caso do morador de Curitiba, Lucas Camargo, de 21 anos. Ele era atleta e aos 17 anos sofreu um acidente enquanto brincava em uma cama elástica.

Na queda, quebrou uma vértebra e teve uma fratura na medula. Após 78 dias na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) e, ao menos, 10 cirurgias, ele lembra que as plaquetas baixaram muito e que graças à doação de sangue, pôde ter mais uma chance.

“A pessoa que doou o sangue talvez nem saiba que ajudou a salvar a minha vida. É como eu já ouvi: os heróis são pessoas desconhecidas, que fazem o certo, como deve ser, com amor sem nada em troca. […] Um dos maiores atos de amor na vida é doar sangue. Eu não posso doar, devido a minha atual situação, mas foi a doação que salvou minha vida,” relata ele.

Importância da doação

“Os pacientes que estão nos hospitais são pessoas que estão bem como nós, e daqui a pouco sofrem um acidente ou descobrem que tem um câncer, ou uma anemia. São pessoas como nós e daqui a pouco podemos estar do outro lado, precisando de um sangue,” afirma a coordenadora de enfermagem bloco cirúrgico do hospital Marcelino Champagnat de Curitiba, Iris Andriani.

Ela explica que nos hospitais, a necessidade de sangue é constante. Na ala de cirurgias em que ela trabalha, por exemplo, para procedimentos bem sucedidos, é imprescindível que o estoque de sangue esteja em dia.

“Então não adianta a gente fazer uma cirurgia, ela ser bem sucedida, se teve uma perda sanguínea grande, e eu não vou conseguir repor o sangue dessa pessoa. O sangue hoje, que é doado por todos os voluntários, ele salva vidas, faz parte da cura do paciente,” explica ela.

Entre os doadores, está a advogada, Amanda Steffens Perius, que conta que desde pequena acompanhava os pais, que são doadores, aos hemonúcleos. Mas a primeira doação foi feita após um desafio proposto em sala de aula, durante a graduação. Uma professora propôs aumentar a nota para quem doasse sangue.

O sentimento de poder auxiliar o próximo com um ato tão simples, fez com que a ação se tornasse rotineira. Amanda agora doa, em média três vezes ao ano.

“Eu doei e incentivei meus colegas também. […] Teve uma vez em que eu doei para uma pessoa que estava com câncer. Consegui mais seis voluntários pra doarem comigo e ajudar ela. […] É tão tranquilo e dá uma satisfação tão grande. Além de ajudar os outros, você também já consegue saber se está bem, se tem alguma doença, com os exames que são necessários par poder ser doador. Então, definitivamente, é benéfico pra todo mundo”, diz a advogada.

Critérios básicos para doação:

  • Estar em boas condições de saúde
  • Ter entre 16 e 69 anos completos (menores de idade com autorização e presença do responsável legal)
  • Pesar no mínimo 51 Kg
  • Estar descansado, alimentado e hidratado (evitar alimentação gordurosa nas 4 horas que antecedem a doação)
  • Apresentar documento oficial com foto ( Carteira de Identidade, Carteira do Conselho Profissional, Carteira de
  • Trabalho, Passaporte ou Carteira Nacional de Habilitação)A doação deve ser agendada pelo site da Secretaria de Saúde. Clique aqui e agende.

Alguns impedimentos temporários para doação:

  • Resfriados e gripes: se houve febre, aguardar 15 dias após melhora dos sintomas. Na ausência de febre, o paciente está apto após sete dias;
  • Alergias: apto sete dias após o fim do tratamento;
  • Diarreia: apto sete dias após melhora dos sintomas;
  • Gravidez: aguardar 90 dias após parto normal e 180 dias após cesária;
  • Amamentação: aguardar 12 meses após o parto;
  • Ingestão de bebida alcoólica nas 12 horas que antecedem a doação;
  • Tatuagem, piercing ou maquiagem definitiva: impedem a doação de seis a 12 meses;
  • Piercing em cavidade oral ou genital impedem a doação por 12 meses após a retirada;
  • Infecções sexualmente transmissíveis: apto 12 meses após a cura;
  • Quem esteve em regiões endêmicas de malária precisam aguardar 12 meses;
  • Aguardar seis meses após procedimentos endoscópicos.

Impedimentos definitivos para doação:

  • Hepatite viral após os 11 anos de idade
  • Diabetes insulinodependente
  • Epilepsia ou convulsão
  • Hanseníase
  • Doença renal crônica
  • Antecedentes de Neoplasias (Câncer)
  • Antecedentes de acidente vascular cerebral (Derrame)
  • Evidência Clínica ou Laboratorial das seguintes doenças transmissíveis pelo sangue: Hepatites B e C, AIDS (Vírus HIV)
  • Doenças associadas ao HTLV I/II e Doença de Chagas
  • Cirurgia Bariátrica.

Covid-19: Fiocruz identifica subvariantes mais transmissíveis da Ômicron

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) identificou, por análise genômica, a substituição da linhagem BA.1 da covid-19 pela linhagem BA.2 nas amostras analisadas entre 20 de maio e 2 de junho. Ambas são subvariantes da Ômicron. Além disso, a Fiocruz identificou, no período, o aumento na detecção entre os meses de maio e junho das linhagens BA.4, BA.5 e BA.2.12.1, que têm características genômicas que podem levar a uma maior transmissibilidade viral.

Os dados são computados semanalmente na Rede de Plataformas Tecnológicas com a obtenção de dados da Plataforma EpiCoV da Global Initiative on Sharing All Influenza Data (Gisaid), uma plataforma internacional para compartilhamento de dados genômicos dos vírus de influenza e Sars-CoV-2.

A atualização da Rede Genômica Fiocruz mostra a caracterização genômica de sete casos confirmados por RT-PCR de coinfecção pelos vírus Sars-CoV-2 e influenza e ainda 69 casos de reinfecção, 48 dos quais associados à reinfecção pela Ômicron.

A variante BA.1 foi a responsável pelo surto da covid no país ocorrido entre dezembro de 2021 e janeiro de 2022. A BA.2 têm ganhado espaço não apenas no Brasil como em outros países. As cepas BA.4 e BA.5 parecem se espalhar ainda mais rápido do que as mutações anteriores da Ômicron.

A Rede Genômica Fiocruz já produziu e enviou para as vigilâncias e laboratórios estaduais um total de 709 relatórios, que continham 45.657 genomas. O trabalho é feito pelo Laboratório de Vírus Respiratórios e Sarampo do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), no Rio de Janeiro, e os laboratórios integrantes da Rede Genômica Fiocruz em outros sete estados: Amazonas, Bahia, Ceará, Minas Gerais, Piauí, Paraná e Pernambuco. Esses oito centros de monitoramento atendem aos 26 estados e ao Distrito Federal.

Até o momento, a Organização Mundial da Saúde (OMS) reconheceu dez variantes de monitoramento prioritário, classificadas em quatro categorias: variantes de preocupação (VOC), variantes de interesse (VOI), variantes sob monitoramento (VUM) e linhagens de variantes de preocupação sob monitoramento (VOC-LUM). Estão em circulação apenas as VOCs Ômicron e Delta.

As informações são da Agência Brasil.

Doenças erradicadas podem voltar por causa da baixa imunização infantil

Matéria do Portal do Instituto Butantan.

Ainda bem pequeninos, nos primeiros 15 meses de vida, os brasileiros já possuem compromissos inadiáveis: comparecer ao posto de saúde para receber as vacinas previstas no Programa Nacional de Imunizações (PNI). A famosa tríplice viral, que combate o sarampo, a rubéola e a caxumba, e a vacina combinada difteria-tétano-coqueluche são algumas delas.

Embora 90% da população reconheça a importância das vacinas, segundo pesquisa do IBOPE Inteligência de agosto de 2020, três em cada dez crianças brasileiras não foram imunizadas contra doenças potencialmente fatais. O alerta, emitido em abril, é do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef). De acordo com a organização, desde 2015 ocorre uma queda da cobertura vacinal entre menores de 5 anos.

Com a pandemia do novo coronavírus a situação se agravou. De acordo com a entidade, em 2019 a imunização contra sarampo, caxumba e rubéola era de 93,1%. Já em 2021, os números caíram para 71,5%. A recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) é uma abrangência mínima de 95%.

Até mesmo a vacinação contra Covid-19, tão esperada entre os pequenos, está aquém das expectativas. Segundo informações da Agência Senado, 60% das crianças entre 5 e 11 anos tomaram a primeira dose e apenas 30% tinham o esquema vacinal completo em maio.

A seguir, confira algumas das consequências que a baixa imunização infantil pode trazer não só para as crianças, mas para a saúde pública:

1. Retorno de doenças erradicadas

Um estudo conduzido pela Unicef apontou uma baixa percepção entre os pais e responsáveis do real risco que essas doenças representam – por nunca terem convivido com a condição, muitos entendem que a vacina já não é mais necessária.

Não imunizar pode colocar todos em risco. Em 2016, por exemplo, o Brasil conquistou o certificado de eliminação do vírus do sarampo. Entretanto, em 2018 a doença voltou. Com mais de 10 mil casos confirmados na época, segundo o Ministério da Saúde, o país acabou perdendo a certificação. Poliomielite, rubéola e difteria são algumas das doenças que podem ressurgir devido à baixa cobertura vacinal, de acordo com informações da Agência Brasil.

2. Crianças mais expostas a doenças

O Sistema Único de Saúde (SUS) disponibiliza 18 vacinas para as crianças e adolescentes. Todas protegem contra doenças que podem causar problemas sérios e até a morte, especialmente entre aqueles com sistema imunológico comprometido ou em desenvolvimento, como os recém-nascidos e os bebês.

Uma dessas doenças é a poliomielite, erradicada do país em 1994. Causada por um vírus do intestino, costuma atingir crianças menores de 4 anos. Quando grave, pode causar sequelas permanentes, como paralisia, insuficiência respiratória e, em determinados casos, óbito.

No caso da Covid-19, há risco de complicações como a Síndrome Inflamatória Multissistêmica Pediátrica (SIM-P), quando a criança desenvolve inflamação em diferentes órgãos, e a Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), que leva a desconfortos respiratórios e queda na saturação – esse último, também pode ser consequência da contaminação pelo vírus influenza, causador da gripe.

Não à toa, as crianças menores de 5 anos são público-alvo das campanhas de imunização contra a influenza. No início de junho, a vacinação contra a gripe atingiu uma cobertura de apenas 44% considerando todos os grupos prioritários, de acordo com o Ministério da Saúde.

3. Mais vetores de transmissão e novas variantes

Um estudo da Escola de Medicina de Harvard em parceria com o Brigham and Women’s Hospital e com o Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) atestou altas cargas virais de SARS-CoV-2 entre bebês, crianças e adolescentes que testaram positivo para o novo coronavírus. Publicada em outubro de 2021 e conduzida com 110 pessoas com idade entre duas semanas e 21 anos, a pesquisa mostrou que, assim como os adultos, as crianças e jovens são potenciais transmissores de Covid-19, mesmo quando assintomáticos.

De acordo com os especialistas, os pequenos são como “reservatórios” para a evolução de novas variantes do vírus SARS-CoV-2, que podem ser mais contagiosas e, consequentemente, adoecer mais crianças.

4. Aumentos de outras doenças

Doenças que podem trazer graves consequências na vida adulta, se não houver imunização, também preocupam, analisa o Unicef. É o caso do papilomavírus humano (HPV), causador do câncer de colo do útero. Segundo a organização, apenas 13% das meninas de todo o mundo estão protegidas contra a condição – a vacina está disponível no PNI para meninas de 9 a 14 anos e meninos de 11 a 14 anos.

Graças a esse imunizante, o câncer cervical pode ser o primeiro tipo a ser completamente eliminado, e a vacinação é essencial para isso. De acordo com a OMS, isso é possível se 90% das meninas e das jovens de todo o mundo forem vacinadas contra o HPV, se 70% das mulheres fizerem exames regulares e se 90% das pacientes com alguma doença cervical tiverem acesso a tratamento.

Oportunidade para Neurologista e Neuropediatra em Clínica de Curitiba

Oportunidade para médico/a neurologista e neuropediatra, para atender em clínica no bairro Batel em Curitiba.
Período de jornada de trabalho: à combinar, conforme a disponibilidade do médico.

Salário: pagamento mensal, à combinar.
Clínica com boa localização, há mais de 40 anos atuando em Curitiba e boa demanda de pacientes, com atendimento de mais de 28 planos de saúde e particulares.

Nome da clínica: Neuro Instituto Forel.

Requisitos: estar ativo no CRM-PR. Residência ou pós-graduação em Neurologia ou Neuropediatra ou Neurocirurgia.

Interessados favor enviar currículo para o e-mail: viviandrigom@gmail.com
Contato: (41) 99112-9272 falar com Viviane.