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Morretes lança processo seletivo para Médico/a Pediatra e Psiquiatra

A Fundação de Atenção em Saúde de Morretes (FASMO) publicou um Edital de Processo Seletivo Simplificado para contratação de Médicos/as nas especialidades de Pediatria e Psiquiatria.

As inscrições têm início no dia 28/04/2026 e seguem aberta até 12/05/2026 às 17:00h, no site da Prefeitura de Morretes – www.morretes.pr.gov.br – na aba da FASMO, ou diretamente neste link – clique aqui.

A íntegra do Edital pode ser lida no site da Prefeitura de Morretes, diretamente neste link. – clique aqui.

Simepar repudia violência contra mulheres estudantes da UFPR

O Sindicato dos Médicos no Estado do Paraná (Simepar) recebeu com preocupação as denúncias de perseguição e ameaças de agressão sexual contra uma mulher estudante de Medicina, além de diversas mulheres estudantes de outros cursos da Universidade Federal do Paraná (UFPR).

Segundo informações do Diretório Acadêmico Nilo Cairo de Medicina (DANC) e da própria Universidade, existem grupos virtuais de homens estudantes da UFPR em que são feitas apostas sobre estupros que viriam a ser cometidos por esses homens contra outras estudantes.

O Simepar repudia com veemência qualquer cultura de estupro e misoginia no âmbito acadêmico da Medicina, assim como em qualquer âmbito da sociedade. O Sindicato se solidariza com as estudantes ameaçadas, bem como com o DANC, que vem agindo com firmeza na defesa da integridade física e do respeito que as mulheres merecem.

Para o Sindicato, é fundamental que esses criminosos sejam punidos de maneira exemplar, que sejam expulsos da Universidade e respondam na Justiça pelos seus crimes.

O Simepar reitera que a Assessoria Jurídica está mobilizada e à disposição do DANC e das estudantes de Medicina. Além disso, a Diretoria Acadêmica do Sindicato está acompanhando o caso e o tema já está pautado para o Congresso Acadêmico Sindical da Federação Médica Brasileira, que ocorrerá em Curitiba, nos dias 14 e 15 de agosto.

Cabe ressaltar, ainda, que a entidade participou, com o Conselho Regional de Medicina do Paraná e o Conselho Federal de Medicina, da discussão de pauta da formação médica, na qual propôs que as Escolas Médicas que formam profissionais com condutas inadequadas sejam denunciadas, justamente para que seja possível tomar providências que previnam comportamentos como este.

Por fim, é importante lembrar que o Simepar possui um canal de denúncias em seu Site – simepar.org.br/denuncia – para acolher queixas diversas de ameaças, assédio, desrespeito aos direitos profissionais e outras situações que prejudiquem os profissionais da Medicina e também os acadêmicos que serão os futuros Médicos e Médicas.

Vacinas contra a Gripe e a Covid-19 são aliadas na prevenção de Infarto e AVC

A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) reforça a importância da vacinação contra a influenza e a Covid-19 como uma medida de proteção que vai muito além das infecções respiratórias. Além de reduzir casos graves e óbitos, a imunização ajuda a evitar complicações como infarto, Acidente Vascular Cerebral (AVC) e a descompensação de doenças crônicas.

A necessidade do alerta se baseia no fato de que essas infecções não atingem apenas o pulmão, podendo funcionar como um “gatilho” para problemas cardiovasculares. Portanto, a atenção deve ser redobrada, especialmente em pessoas que convivem com hipertensão, diabetes, obesidade, doença renal crônica ou histórico de AVC. Nesses grupos, uma infecção aparentemente comum pode causar dependência e piora clínica severa.

Estudos recentes publicados no New England Journal of Medicine, um periódico médico semanal publicado pela Massachusetts Medical Society, e na The Lancet, uma das revistas científicas de medicina mais prestigiadas e influentes do mundo, mostram que o risco de infarto agudo do miocárdio pode aumentar em seis vezes na primeira semana após o diagnóstico de influenza, enquanto o risco de AVC isquêmico pode subir até sete vezes após a Covid-19.

Em contrapartida, a vacinação contra a gripe foi associada a uma redução de 34% nos grandes eventos cardiovasculares e a um menor risco de morte ou trombose de stent em pacientes com doença coronariana.

O secretário de Estado da Saúde, César Neves, ressalta que a vacina é uma ferramenta de proteção sistêmica fundamental para garantir a estabilidade clínica da população, especialmente com a proximidade dos dias mais frios.

“Quanto antes nos vacinarmos, melhor. O corpo demora de duas a três semanas para estar com a imunidade completa. Ao evitarmos a infecção, impedimos uma inflamação intensa que sobrecarrega o coração e o sistema circulatório. Vacinar também é cuidar do coração, do cérebro e da vida, sendo uma das medidas mais eficazes para proteger a saúde individual e coletiva em um cenário de envelhecimento da população”, afirmou o secretário.

CAMPANHA DE VACINAÇÃO – No Paraná, a campanha de vacinação contra a gripe já contabiliza mais de 597 mil doses aplicadas desde 28 de março. A estimativa é vacinar 4.815.445 pessoas até o dia 30 de maio, buscando atingir a meta de 90% de cobertura nos grupos prioritários, especialmente em gestantes, idosos e crianças, grupos que em 2025 registraram coberturas de 74,6%, 59,2% e 58,6%, respectivamente.

COVID-19 – A vacina da Covid-19 está disponível para pessoas vivendo em instituições de longa permanência, indivíduos imunocomprometidos, indígenas, ribeirinhos e quilombolas, as puérperas, trabalhadores da saúde, pessoas com deficiência permanente e com comorbidades, além de pessoas privadas de liberdade, funcionários do sistema de privação de liberdade, adolescentes em medidas socioeducativas e pessoas em situação de rua.

ABASTECIMENTO – A Sesa mantém o abastecimento regular das mais de 1.850 salas de vacinação nos 399 municípios do Estado para garantir que o Paraná supere os índices de cobertura vacinal preconizada pelo Ministério da Saúde. A orientação é para que a população procure a Unidade Básica de Saúde mais próxima, verifique se há doses em atraso e aproveite a estratégia de multivacinação para atualizar a caderneta antes da chegada do inverno.

As informações são da Agência Estadual de Notícias.

Semana Mundial de Imunização é um chamado para atualização do esquema vacinal

Sob o tema “Para cada geração, as vacinas funcionam”, é celebrada, entre os dias 24 e 30 de abril, a ‘Semana Mundial da Imunização’. A campanha de 2026 traz em sua temática o reforço da informação de que a vacinação não é apenas uma proteção individual, mas um escudo coletivo que garante um futuro mais saudável para crianças, adultos e idosos.

As vacinas são consideradas um dos maiores avanços da ciência moderna. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a imunização previne de 3,5 milhões a 5 milhões de mortes anualmente em todo o mundo e, além de salvar vidas, pode evitar sequelas permanentes, como as decorrentes da paralisia.

As vacinas funcionam à medida que permitem ao nosso corpo identificar o vírus ou bactéria invasores, sem o risco de contrairmos a infecção. Com esse contato com a vacina, nosso sistema imunológico produz anticorpos, que garantem que se formos expostos ao patógeno no futuro, as nossas células vão reconhecer esse invasor e iniciar a defesa”, explicou o secretário de Estado da Saúde, César Neves.

Ainda segundo o secretário, a Semana Mundial de Imunização é um chamado à população para atualização do esquema vacinal. “É um lembrete para verificar se a caderneta de vacinação está em dia. É uma iniciativa simples que reforça o compromisso coletivo com a saúde”, afirmou.

O Programa Nacional de Imunização do Ministério da Saúde prevê vacinações essenciais à coletividade, pois visam controlar doenças de alto risco para a saúde pública, algumas inclusive com histórico de surtos e epidemias.

As vacinas integrantes do Calendário são disponibilizadas gratuitamente em mais de 1.800 salas de vacinação em todo o Paraná. Entre as principais vacinas estão a BCG, que combate as formas graves de tuberculose; a vacina contra Hepatite B; a Pentavalente, que protege contra difteria, tétano, coqueluche, hepatite B e Haemophilus influenzae b; as vacinas contra poliomielite, e Tríplice Viral, contra sarampo, caxumba e rubéola, e a vacina contra febre amarela, aplicada em regiões endêmicas.

Para atualizar sua carteirinha, basta procurar a Unidade Básica de Saúde mais próxima. A vacinação é gratuita, segura e um direito de todos.

As informações são da Agência Estadual de Notícias.

Simepar obtém vitória contra a terceirização de Médicos/as em São José dos Pinhais

O Sindicato dos Médicos no Estado do Paraná (Simepar) obteve uma importante vitória judicial contra o Município de São José dos Pinhais ao garantir, em ação coletiva, decisão que proíbe a terceirização de mão de obra médica na rede pública.

A medida representa um marco na defesa do modelo constitucional de acesso ao serviço público por meio de concurso, reafirmando a necessidade de observância aos princípios da legalidade, impessoalidade e moralidade administrativa. A decisão judicial reconhece que a substituição indiscriminada de servidores concursados por profissionais terceirizados compromete a estrutura do Sistema Público de Saúde.

A atuação do Simepar foi pautada em denúncias de práticas que favoreciam a precarização das relações de trabalho médico, com vínculos mais frágeis, menor estabilidade e possíveis impactos na continuidade e qualidade do atendimento à população.

Ao questionar judicialmente esse modelo, o Sindicato buscou não apenas a valorização dos profissionais, mas também a proteção do interesse público, defendendo que o ingresso por concurso público assegura maior transparência, qualificação técnica e compromisso institucional.

Pela decisão, o Município terá o prazo de dezoito meses para encerrar os contratos de terceirização de serviços médicos e adotar as medidas necessárias para a regularização do quadro funcional, mediante a realização de concursos públicos ou outras formas legalmente admitidas.

O prazo estabelecido busca garantir uma transição organizada, sem prejuízo à prestação dos serviços de saúde, ao mesmo tempo em que impõe ao poder público o dever de se adequar às normas constitucionais e trabalhistas.

Bons hábitos alimentares e estilo de vida são fundamentais para prevenir a hipertensão

A hipertensão arterial, conhecida popularmente como pressão alta (PA), é uma doença crônica que acomete crianças, adultos e idosos, de ambos os sexos e de todas as classes sociais. É uma condição multifatorial e um dos principais fatores de risco para complicações das doenças cardiovasculares.

Assim como a obesidade e outras doenças cardiovasculares, a pressão alta pode acometer as pessoas a partir da interação de diferentes comportamentos de risco, como o alto consumo de alimentos ultraprocessados, gorduras, sódio, bebidas alcoólicas e o sedentarismo, entre outros determinantes relacionados ao estilo de vida.

Segundo a Secretaria estadual da Saúde (Sesa), 2.186.861 pessoas convivem com hipertensão arterial no Estado. O levantamento considera dados do início do primeiro trimestre de 2026. De janeiro a fevereiro, os atendimentos individuais na Atenção Primária à Saúde (APS) chegaram a 820.959, enquanto no mesmo período de 2025 foram registrados 804.846 atendimentos.

O secretário da Saúde, César Neves, ressaltou a importância de uma alimentação saudável na rotina a fim de prevenir a alteração da pressão e de outras doenças. “A redução do consumo de alimentos ultraprocessados no cardápio traz grandes benefícios à saúde. O alimento é o pilar da nossa estrutura; tudo o que consumimos se transforma em energia para o corpo, a mente e o desempenho no cotidiano”, disse.

De acordo com o parâmetro atual, atualizado no final de 2025, a pressão arterial de 120/80 mmHg (popularmente conhecida como 12 por 8) deixou de ser considerada ideal e passou a integrar a categoria de pré-hipertensão. Para ser classificada como normal, a pressão deve estar abaixo desses valores.

Entre os principais fatores de risco para a hipertensão estão os hábitos alimentares inadequados (especialmente o consumo excessivo de sal), sobrepeso e obesidade, sedentarismo, tabagismo, consumo de álcool e, em alguns casos, fatores genéticos. Além disso, a hipertensão é o principal fator de risco para doenças cardiovasculares, como infarto agudo do miocárdio (IAM), acidente vascular cerebral (AVC), doença renal crônica, ocasionando em mortes prematuras.

A nutricionista da Divisão de Promoção da Alimentação Saudável e Atividade Física da Sesa, Viviane Bogasz de Melo, orienta sobre a importância da redução do consumo de sódio e de alimentos ultraprocessados.

“Devemos ter cautela com o consumo diário de sódio, que muitas vezes passa despercebido. A recomendação é não ultrapassar 2 gramas de sódio por dia, o equivalente a cerca de 5 gramas de sal de cozinha. Na prática, isso significa reduzir o uso do sal no preparo dos alimentos e evitar o consumo de produtos ultraprocessados, que frequentemente contêm altas quantidades de sódio”, alertou.

DIA NACIONAL DE PREVENÇÃO E COMBATE – O dia 26 de abril marca a conscientização e o combate à hipertensão arterial. A data tem como objetivo alertar sobre a doença que afeta cerca de 28% da população brasileira, segundo dados da Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel).

Aferir a pressão regularmente é a maneira de diagnosticar a hipertensão. Pessoas a partir dos 20 anos devem fazê-lo ao menos uma vez por ano. Em casos de histórico familiar, a recomendação é fazer a medição pelo menos duas vezes ao ano.

A pressão alta não tem cura, mas possui tratamento e pode ser controlada. Apenas o médico pode indicar o melhor método para cada paciente. Além do uso de medicamentos, é fundamental ao hipertenso adotar um estilo de vida saudável, com alimentação equilibrada, atividade física, sono de qualidade, controle do estresse e evitar o uso de cigarro e álcool.

REDE DE DIAGNÓSTICO E PREVENÇÃO – A Sesa direciona o cuidado em saúde da população por meio da Rede de Atenção à Saúde, que inicia pela proteção, prevenção e tratamento, nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs), com aferição, controle, orientação e diagnóstico e tratamento.

Além disso, a pasta orienta as equipes da Atenção Primária à Saúde sobre a Estratégia do Risco Cardiovascular, que tem como objetivo qualificar a atenção integral às pessoas com condições consideradas fatores de risco para as Doenças Cardiovasculares (DCV). A iniciativa busca fortalecer ações voltadas à promoção da saúde e ao controle dos níveis pressóricos (PA), incentivar a adesão ao tratamento e estimular mudanças no estilo de vida. Como resultado, espera-se reduzir a ocorrência de complicações, internações e óbitos associados a essas condições.

Como estratégia indutora para a avaliação do risco cardiovascular (RCV), a Sesa incorporou um indicador específico ao Programa de Aperfeiçoamento para Profissionais da Saúde (PROAPS) Paraná, com objetivo de estimular as equipes e realizarem a estratificação do risco cardiovascular na população de 40 a 74 anos. A medida possibilita o rastreamento e o diagnóstico precoce da hipertensão arterial, além de qualificar o manejo clínico dos usuários, contribuindo para prevenção de complicações e a oferta de um cuidado mais oportuno e resolutivo.

ULTRAPROCESSADOS – Os alimentos ultraprocessados são nutricionalmente desbalanceados com baixas quantidades de fibras, vitaminas, minerais e compostos bioativos e com elevadas quantidades de aditivos químicos, gorduras, açúcares e sódio e por meio de diferentes fatores afetam negativamente a regulação de fome e saciedade, induzindo ao consumo excessivo. Além disso, o consumo excessivo de ultraprocessados impacta negativamente na microbiota intestinal, reduzindo a diversidade e abundância de bactérias benéficas no intestino e promovendo um desequilíbrio que gera inflamação intestinal e torna-se um terreno fértil para alterar o metabolismo e para o surgimento de obesidade, hipertensão, doenças cardiovasculares, neoplasias, diabetes, entre outras.

A Sesa reforça que o mais importante é adotar medidas de controle para evitar que a pressão arterial se torne um problema mais grave. Manter hábitos saudáveis, cuidar da alimentação, praticar atividades físicas regularmente e evitar o tabagismo são atitudes fundamentais para reduzir riscos e preservar a saúde.

As informações são da Agência Estadual de Notícias.

Anvisa aprova Mounjaro para crianças e adolescentes com Diabetes tipo 2

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou nesta quarta-feira (22) o uso do medicamento Mounjaro para tratar diabetes tipo 2 em crianças a partir de 10 anos. Até então, a indicação era apenas para uso adulto.

Em nota, a Anvisa informou que as demais indicações do medicamento permanecem para uso adulto. “A única mudança foi a ampliação da população-alvo para tratamento de diabetes, que era apenas de uso adulto e agora passa a ser de uso pediátrico”.

O Mounjaro é um dos diversos medicamentos da classe dos agonistas do receptor GLP 1, popularmente conhecidos como canetas emagrecedoras.

Manipulação

Na próxima semana, a diretoria colegiada da Anvisa discute uma proposta de instrução normativa sobre procedimentos e requisitos técnicos que tratarão da manipulação de canetas emagrecedoras.

A nova norma fará parte de um conjunto de estratégias que integram o plano de ação anunciado no último dia 6, composto por medidas regulatórias e de fiscalização relacionadas a esse tipo de medicamento.

Grupos de trabalho

Na semana passada, a agência publicou portarias que criam dois grupos de trabalho para dar suporte à atuação da autarquia no controle sanitário e garantir a segurança de pacientes que utilizam canetas emagrecedoras.

O primeiro grupo, formalizado pela Portaria 488/2026, será formado por representantes do Conselho Federal de Farmácia (CFF), do Conselho Federal de Medicina (CFM) e do Conselho Federal de Odontologia (CFO).

Já a Portaria 489/2026 institui o segundo grupo, que vai acompanhar e avaliar a implementação de um plano de ação proposto pela Anvisa e subsidiar a tomada de decisão da diretoria colegiada a partir da proposição de medidas de aprimoramento.

As informações são da Agência Brasil.

Edital de convocação da Assembleia Geral dos Médicos/as da FEAS Curitiba

EDITAL DE CONVOCAÇÃO ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA

O Presidente do Sindicato dos Médicos no Estado do Paraná, no uso das atribuições que lhe conferem o estatuto e a legislação em vigor, e considerando que as deliberações vinculam a todos os membros da categoria, ainda que ausentes ou discordantes, convoca os médicos da FEAES – Fundação Estatal de Atenção à Saúde de Curitiba, para Assembleia Geral Extraordinária, a ser realizada no dia 22 de abril de 2026, às dezoito horas em primeira convocação, às dezenove horas em segunda convocação e às vinte horas em terceira e última convocação, na sede do Sindicato dos Médicos no Estado do Paraná – Simepar, situado na Rua Coronel Joaquim Sarmento, 177, Bom Retiro, Curitiba – PR, para tratar da seguinte ordem do dia abaixo.

A Assembleia será em continuidade ao Edital publicado no Jornal Tribuna do Paraná, no dia 10 de fevereiro de 2026, página 2.

A Assembleia será híbrida e, com exceção da mesa diretiva que estará presente, os demais participantes deverão solicitar o link da Assembleia pelo e-mail tesouraria@simepar.com.br no dia da Assembleia, (22 de abril de 2026), até às 17 horas.

Ordem do dia:

  • Discussão, deliberação e aprovação de reivindicações para a pauta da categoria, para fins de negociação coletiva, bem como parâmetros para acordo, inclusive em ações judiciais;
  • Deliberação quanto a manter ou não, em aberta a Assembleia Geral da categoria até a resolução final da lide;
  • Deliberação acerca da oportunidade de deflagração de movimento paredista.

 

Curitiba, 17 de abril de 2026.

Marlus Volney de Morais
Diretor Presidente

Pesquisadores afirmam que desinformação sobre Câncer de Pele afeta diagnósticos

Pesquisadores da Fundação do Câncer afirmam que os bancos de dados oficiais sobre a doença no Brasil carecem de informações relevantes para o diagnóstico precoce e o tratamento da doença que, só em 2023, matou a 5.588 pessoas no país.

Ao analisar dados dos Registros Hospitalares de Câncer (RHC), do Integrador dos Registros Hospitalares de Câncer (IRHC) e do Sistema de Informação sobre Mortalidade, epidemiologistas e estatísticos da instituição identificaram lacunas consideradas relevantes na definição de políticas públicas de prevenção. Entre elas, a falta de informações sobre raça e cor da pele (mais de 36% dos casos) e escolaridade (cerca de 26%) dos pacientes.

“As informações são importantes em um país como o nosso, onde a radiação ultravioleta é muito alta ou extremamente alta”, afirma, em nota, o epidemiologista Alfredo Scaff, coordenador do estudo.

Segundo Scaff, os dados podem direcionar ações de prevenção e até auxiliar na detecção e no tratamento precoces do câncer de pele, contribuindo para a redução do diagnóstico tardio.

A Região Sudeste (ES, MG, RJ e SP) foi a que apresentou maior percentual de falta de informações sobre raça/cor da pele, tanto para casos de câncer de pele não melanoma (66,4%) quanto para o mais grave, porém mais raro, o melanoma (68,7%).

“Essa incompletude limita análises mais precisas sobre desigualdades raciais.”

A região Centro-Oeste (DF, GO, MS e MT) foi a que apresentou o maior percentual de falta de informação sobre escolaridade, tanto em casos de câncer não melanoma (74%) quanto do tipo melanoma (67%).

Segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca), o câncer de pele é o mais comum no Brasil.

Os principais tipos são os carcinomas basocelular (que atinge as células basais, localizadas na camada mais superficial da pele) e espinocelular (que se desenvolve nas chamadas células escamosas, também localizadas na epiderme). Já o melanoma, que se origina nos melanócitos (células produtoras de melanina), é menos frequente, mas apresenta maior agressividade e potencial de disseminação.

O Inca estima que, entre 2026 e 2028, devem ser registrados, anualmente, cerca de 263.282 novos casos de câncer de pele não melanoma e 9.360 de câncer melanoma. A previsão é que a maioria seja identificada na região Sul (PR, RS e SC) que, em 2024, apresentou as mais elevadas taxas de mortalidade por câncer de pele melanoma, sobretudo entre homens.

Estudo

Com base em dados oficiais do Inca, a Fundação do Câncer aponta, em estudo divulgado hoje (14), que, entre 2014 e 2023, foram registrados 452.162 casos de câncer de pele no Brasil.

A doença é mais comum entre pessoas a partir dos 50 anos de idade. O câncer de pele não melanoma vitima mais os homens, enquanto o do tipo melanoma afeta homens e mulheres indistintamente, em todas as regiões.

A exposição à radiação ultravioleta é o principal fator de risco para todos os tipos de câncer de pele. O perigo varia conforme a cor da pele, sendo maior em indivíduos de pele clara, e depende da intensidade e do padrão de exposição solar. Outros fatores estão relacionados ao histórico familiar da doença, presença de pintas benignas com aparência irregular (nevos displásicos); múltiplos e histórico de queimaduras solares intensas e fatores de risco ocupacionais e ambientais, como a exposição a alguns produtos.

“Como a radiação ultravioleta é o principal fator de risco para o câncer de pele, logo vêm à mente das pessoas duas coisas: praia e protetor solar, mas esse não é o único meio de risco e proteção”, alerta Scaff.

“É prioritário pensarmos que pessoas que trabalham ao ar livre têm grande risco de desenvolver o câncer de pele, como garis, policiais, trabalhadores da construção civil e da agricultura, entre outros. O agro é muito forte no Brasil. Portanto, temos que pensar no protetor solar, mas também nos demais equipamentos de proteção individual, como blusas, chapéus e até óculos com proteção UV”, disse.

O pesquisador destacou ainda o risco da exposição a fontes artificiais, como câmeras de bronzeamento.

“Uma exposição intensa e intermitente, especialmente com queimaduras solares na infância e adolescência, aumenta o risco de melanoma, enquanto a exposição crônica está mais associada aos cânceres de pele não melanoma.”

A Agência Brasil entrou em contato com o Ministério da Saúde, que ainda está analisando os resultados da pesquisa da Fundação do Câncer, e aguarda uma manifestação. Clique aqui para acessar o estudo completo.

As informações são da Agência Brasil. 

Hemepar convoca doadores de sangue para garantir o estoque no feriado de Tiradentes

Com a proximidade do feriado de Tiradentes, o Centro de Hematologia e Hemoterapia do Paraná (Hemepar) está em alerta para garantir que os estoques de sangue permaneçam em níveis seguros e, desta forma, reforça o pedido para que doadores de todos os tipos sanguíneos, com um apelo especial para os tipos O- e O+, doem sangue antes de aproveitarem os dias de folga.

Os períodos de feriados prolongados são historicamente críticos para a rede de saúde, já que geralmente ocorre o aumento do fluxo de veículos nas estradas, o que eleva o risco de acidentes e traumas, sendo esse um dos principais impulsores da demanda por bolsas de sangue. Paralelamente, o volume de doações costuma sofrer uma queda expressiva, já que muitos doadores aproveitam a data para viajar.

“Esse sangue doado agora é a garantia de que os estoques se manterão estáveis durante o período do feriado. Acabamos de sair do feriado de Páscoa e o feriado de Tiradentes está logo ali, e precisamos dessa solidariedade do paranaense para que nossas unidades tenham suporte para qualquer emergência ou mesmo tratamento em curso”, disse o secretário de Estado da Saúde, César Neves.

É importante destacar que uma única bolsa de sangue pode salvar até quatro vidas. O material coletado é essencial não apenas para atendimentos de urgência, mas também para o andamento das cirurgias eletivas e de emergência, tratamentos oncológicos e pacientes com doenças hematológicas crônicas.

Outro fator que é importante enfatizar é que a Hemorrede do Paraná funciona como uma rede integrada e solidária. O sangue coletado em cada unidade é utilizado de forma compartilhada para atender às necessidades assistenciais em todo o Estado. Nenhuma unidade atua de forma isolada, com o objetivo principal de garantir que nenhum paciente fique sem atendimento. Com isso, as doações efetuadas nas 23 unidades da Rede em todo o Estado, podem atender pacientes que necessitem do sangue em todo o Paraná.

QUEM PODE E COMO DOAR – Para ser doador é preciso ter entre 16 e 69 anos (menores precisam de autorização e presença do responsável). Pesar no mínimo 51 quilos e respeitar o intervalo de doação que é de 2 meses para homens e 3 meses para mulheres. É preciso apresentar documento oficial com foto;

A orientação é para que no dia da doação a pessoa esteja descansada, alimentada e bem hidratada, evitando alimentos gordurosos nas quatro horas que antecedem a doação. O organismo repõe o sangue retirado rapidamente, sem qualquer prejuízo à saúde do doador.

Para facilitar e agilizar o atendimento, é possível fazer o agendamento prévio AQUI.

As informações são da Agência Brasil.