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Simepar lança novo site para melhor atender médicas e médicos

O Sindicato dos Médicos no Estado do Paraná – Simepar – está lançando um novo site na internet para melhor informar e atender aos médicos e médicas do Paraná. O novo site está mais limpo, organizado e intuitivo; e conectado com as redes sociais do Simepar.

A inciativa atende os preceitos da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), garantindo a privacidade e protegendo os dados pessoais dos médicos/as e de todos que interagirem com o Sindicato.

No Site, são publicados notícias e artigos sobre medicina e saúde, além de informações sobre as atividades do Simepar na defesa dos interesses dos profissionais da medicina. Além disso, são publicados os Acordos Coletivos do Trabalho e Convenções Coletivas firmadas entre o Simepar e os empregadores.

Há no novo site, um espaço destinado a oportunidades de trabalho e concursos públicos para contratação de médicos/as. Os empregadores que desejarem anunciar suas vagas também podem fazer a solicitação através do site.

Também podem ser feitas denúncias sobre condições de trabalho inadequadas, exercício ilegal da medicina, assédio, sonegação de direitos trabalhistas e quaisquer outras que os/as médicos julgarem necessárias para as boas práticas da medicina.

As médicas e médicos também podem usar o novo site para atualizar seus dados, cadastrarem-se para receber notícias por Whatsapp ou Telegram, solicitarem guias de recolhimento das contribuições sindicais, e até enviarem sugestões de matérias para a área de comunicação do Simepar.

Enfim, é um canal aberto com o Sindicato seu departamento Jurídico para atender os profissionais nas diversas dimensões da sua vida profissional.

Plano de Saúde Unimed com preços especiais para médicos e médicas associados ao Simepar

O Sindicato dos Médicos no Estado do Paraná possui um plano de Saúde em parceria com a Unimed que proporciona preços mais vantajosos que os planos individuais da mesma operadora.

Os médicos e médicas podem contratar o plano para toda a família. Estudantes de medicina também podem contratar o plano através do Simepar. Confira os valores abaixo:

 

Ao adquirir o Plano de Saúde Unimed do Simepar, os médicos, médicas e estudantes de medicina estão automaticamente associados ao Sindicato e não precisam mais quitar a semestralidade via boleto do Simepar.

Simepar defende no STF o direito do Estado e dos Municípios de adotarem medidas sanitárias restritivas na pandemia

O Sindicato dos Médicos no Estado do Paraná (Simepar) ingressou como ‘Amicus Curiae’ na ação no Supremo Tribunal Federal em que a Advocacia Geral da União questiona o direito do Estado do Paraná de impor medidas restritivas de caráter sanitário para conter a proliferação do Coronavírus e da Covid-19.

O Simepar, em parceria com o Instituto Mais Cidadania, produziu um parecer apoiando a legitimidade das medidas sanitárias restritivas que são questionadas pelo Governo Federal. O parecer apresentado pelo Sindicato se une à defesa do Governo do Paraná argumentando que as medidas não ferem as liberdades individuais e visam garantir os direitos à saúde e a vida.

O Governo do Paraná também apresentou defesa afirmando que medidas restritivas estão sendo tomadas diante do crescimento do número de infectados, mortos e internados pela Covid-19 no Estado, apresentando dados da Secretaria da Saúde do Paraná mostrando ocupação de 95% das UTIs para tratamento da doença. Segundo o governo paranaense, as medidas de restrição são indispensáveis diante da falta de vacinas em quantidade necessária para imunizar a população e da falta de outros tratamentos contra o coronavírus.

“É bastante simples compreender a medida: a restrição de circulação de pessoas diminui significativamente a presença de pessoas nas ruas, evitando aglomerações, festas clandestinas e até acidentes não correlatos com a COVID-19, mas que, igualmente, concorrem para a escassez de leitos e de vagas nos hospitais”, explica a defesa do Estado.

“Empregando a metodologia da proporcionalidade, percebe-se que as medidas restritivas aplicadas pelo Estado do Paraná são adequadas, necessárias e proporcionais em sentido estrito”, afirma.

No parecer do Simepar e do Instituto Mais Cidadania, as medidas são corroboradas com a alegação de que “algumas restrições temporárias e pontuais de direitos, a serem definidas de forma regionalizada nos locais e pelo tempo necessários, são justas para assegurar a vida e a saúde das pessoas.”

O Sindicato dos Médicos já se manifestou diversas vezes durante a pandemia mostrando preocupação com tragédia sanitária que o mundo todo tenta superar. Mais de 27 mil paranaenses, entre eles 70 médicos e médicas, já foram a óbito por causa da Covid-19. Esses números tendem a aumentar muito nos próximos meses. O sistema de Saúde está em colapso, superlotado, sem vagas para acolher quem dele precisar. Por tudo isso, as medidas restritivas se justificam, por mais duras que elas sejam.

Sindicato dos Médicos no Estado do Paraná

Leia o parecer do Simepar e do Instituto Mais Cidadania sobre a ação no STF.

Simepar disponibiliza auxílio financeiro para médicos e médicas afetadas/os pela Covid-19

O Sindicato dos Médicos no Estado do Paraná está disponibilizando auxílio financeiro para médicos e médicas autônomos que contraíram a Covid-19 e ficaram impedidos de trabalhar, sofrendo dificuldades financeiras em decorrência da doença.

O mesmo auxílio também pode contemplar familiares de médicos ou médicas falecidos/as em decorrência da Covid-19.

Os auxílios serão pagos com recursos oriundos de multa trabalhista paga em ação movida pelo Simepar contestando a terceirização de médicos que atuam no Sistema Único de Saúde (SUS).

Saiba como participar

A diretoria do Simepar elaborou um regulamento específico para destinar os recursos disponíveis para o auxílio financeiro aos médicos e médicas. Portanto, os/as profissionais que necessitem de auxílio devem ler o regulamento e emitir requerimento para a diretoria do Sindicato.

Regulamento do Projeto de Auxílio aos Médicos Contaminados pela Covid-19 (link).

Segundo o presidente do Simepar, Dr. Marlus Volney de Morais, “a grande tragédia que a pandemia causou (e ainda causa) na população em geral e na classe médica em particular não pode ser ignorada. As consequências que ainda se observam nas famílias enlutadas e naquelas que sofreram por incapacidade temporária ou permanente podem sim ser minimizadas.”

“É disposição do Sindicato dos Médicos no Paraná ajudar nesta minimização. A proposta que aqui está comunicada oferece alento e ajuda aos bravos profissionais que tiveram a desventura do contágio e da doença. Mantemos sempre o nosso propósito de prestar apoio aos médicos do Estado.” Completou.

Em breve, o Simepar também disponibilizará atendimento psiquiátrico para os médicos e médicas que tiveram a saúde mental abalada pela pandemia. Esse projeto está sendo desenvolvido em parceria com a Associação Paranaense de Psiquiatria – Appsiq. Ainda estão previstos cursos de capacitação em gestão pública e homenagem com Menção Honrosa para profissionais de destaque na medicina e na saúde.

SIMEPAR SE REÚNE COM A DIREÇÃO DO HOSPITAL INFANTIL WALDEMAR MONASTIER

A Direção do Sindicato dos Médicos no Estado do Paraná (SIMEPAR) se reuniu com a Direção do Hospital Infantil Waldemar Monastier no dia 24 de agosto, após receber comunicado do CRM informando que a partir de 6/9/18 os médicos deixariam de prestar atendimento no hospital.

A Direção do Hospital se comprometeu pagar os valores atrasados dos médicos até 03/09 e encaminhar aos médicos a minuta de edital de credenciamento.

Na reunião de ontem os médicos reiteraram a intenção de não manter o atendimento a partir da data estabelecida, pois ainda não receberam os atrasados e continuam sem possuir nenhum contrato para prestar serviços no hospital.

O Sindicato entende que a forma como os médicos prestavam atendimento no hospital para a FUNEAS é irregular, assim como a forma em que pretendem contratá-los. Por ser uma entidade pública o processo seletivo deve ser realizado por meio de concurso público.

COM TERCEIRIZAÇÃO, NÃO!

Com Terceirização, não!

Desde novembro de 2016 a Unidade de Pronto Atendimento (UPA-CIC) foi fechada para reformas, segundo a Prefeitura Municipal de Curitiba não se tinha verbas para dar continuidade na gestão da unidade. No entanto a solução apresentada ao município pela Prefeitura foi a de entregar o gerenciamento da UPA nas mãos de uma OS, ou seja, terceirizar o serviço público.

 

Clique e entenda o caso.

 

A diretoria do SIMEPAR, na Segunda-Feira (30), na pessoa do diretor, Drº Alceu Fontana Neto, concedeu entrevista ao Paraná TV/ RPC onde denunciou mais uma vez a insistência da Prefeitura em fazer de forma irregular a contratação dos profissionais médicos para atuar dentro da unidade UPA-CIC, segundo Alceu – “ A Justiça do Trabalho avaliou e a decisão é de que, não tem como se fazer uma contratação terceirizada sem que viole leis trabalhistas, portanto seria irregular e daria um custo posterior ao município.”

 

Clique e assista a matéria completa.

 

A liminar deferida pelo Tribunal Regional do Trabalho do Paraná na data de 17 de Julho, suspende a terceirização da UPA-CIC e estabelece uma multa de R$10,000.00 por dia no caso de descumprimento por parte da Prefeitura. Sendo assim, a unidade que estava prevista para ter sua reabertura no dia 31 de Julho, não iniciará suas atividades.

 

Decisão essa conquistada pelo SIMEPAR e Ministério Público, onde se avalia que o modelo de gerenciamento da unidade proposto pela prefeitura é retrógrado e traz prejuízos aos cofres públicos, já que até o momento a Fundação Municipal responsável pelo gerenciamento das contratações médicas no município, FEAES, tem se mostrado tão eficaz. Desde 2015 o Ministério Público do Trabalho e o Sindicato dos Médicos no Estado do Paraná conquistaram em uma Ação Civil Pública (ACP) na Justiça do Trabalho uma decisão transitada em julgado (ou seja, contra a qual não cabe mais recurso) que proibia o Município de Curitiba de contratar médicos sem concurso, ou seja, proibia a terceirização.

 

A gestão atual da Prefeitura em Curitiba não aderiu ao formato de contratação por meio de concursos públicos, preferindo assim buscar auxílio em empresas privadas, precarizando os serviços de saúde na cidade e descumprindo essa decisão.

 

O SIMEPAR é a favor da reabertura da UPA-CIC, mas sempre prezando para que seu funcionamento seja feito da forma correta e benéfica para a população e não da maneira com que a Prefeitura deseja fazer. O sindicato garante que nas outras unidades não haverá prejuízo nos atendimentos, a FEAES conta hoje com cerca de 700 profissionais contratados e exercendo atendimento nas UPAs.