Um balanço parcial da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) divulgado nesta segunda-feira (30) mostra que o Paraná aplicou 506.873 vacinas durante a Campanha de Multivacinação do Ministério da Saúde. É mais que o dobro da meta estipulada para a campanha, que era de 250 mil doses.
No Paraná, a campanha aconteceu de 14 a 28 de outubro, sendo 21 o Dia D de mobilização estadual. Para esta data, a Sesa estimava aplicar cerca de 80 mil doses, mas os municípios também superaram essa marca, somando mais de 125 mil aplicações em um único dia.
“É motivo de muita alegria que tenhamos dobrado a meta estipulada para essa campanha, especialmente porque essa meta inicial já era uma marca ousada considerando a baixa procura pelos imunizantes em todo o Paraná”, disse o secretário Beto Preto.
Em todo o Estado, foram disponibilizadas para a campanha, e ainda estão disponíveis, as vacinas contra a Hepatite B, Pentavalente, Vacina Inativada Poliomielite (VIP), Vacina Oral de Poliomielite (VOP), Pneumocócica 10 Valente, Meningocócica C, Meningocócica ACWY, Tríplice Viral (SCR), Varicela, Hepatite A, Febre Amarela, Rota Vírus, HPV, DTP, Covid-19 e Influenza.
“Mais de meio milhão de vacinas aplicadas em duas semanas nos mostra que os paranaenses retomaram o hábito de se vacinar, e isso fará com o que o nosso Estado volte a atingir as metas das coberturas e, principalmente, que continuamos protegendo nossa população”, acrescentou o secretário.
DADOS – Em 2022, as coberturas vacinais do Estado foram BCG – 90,08 %; Febre Amarela (<1 ano) – 74,44%; Hepatite A – 83,47%; Hepatite B (<30 dias) – 84,47%; Menincocócica conj. C (<1 ano) – 85,56%; Pentavalente (<1 ano) – 84,83%; Pneumocóccica (<1 ano) – 88,73%; Poliomielite (<1 ano) – 84,12%; Rotavírus Humano – 84,84%; Tríplice Viral – D1 – 90,10%; e Varicela/Tetraviral – 82,22%.
Este ano, dados preliminares apontam as seguintes coberturas: BCG – 95,05%; Febre Amarela (<1 ano) – 91,58%; Hepatite A – 83,57%; Hepatite B (< 30 dias) – 96,08%; Menincocócica conj. C (<1 ano) – 88,93%; Pentavalente (<1 ano) – 92,26%; Pneumocóccica (<1 ano) – 88,53%; Poliomielite (<1 ano) – 92,61%; Rotavírus Humano – 89,58%; Tríplice Viral – D1 – 96,64%, e Varicela/Tetraviral – 77,97%.
As informações são da Agência Estadual de Notícias.
Uma em cada quatro pessoas com mais de 35 anos vai sofrer um acidente vascular cerebral (AVC), popularmente conhecido como derrame, em algum momento da vida – e 90% desses derrames poderia ser prevenido por meio do cuidado com um pequeno número de fatores de risco, incluindo hipertensão ou pressão alta, tabagismo, dieta e atividade física. O alerta é da Organização Mundial do AVC.
No Dia Mundial do AVC, lembrado neste domingo (29), a entidade destaca que a doença é uma das maiores causas de morte e incapacidade no mundo, pode acontecer com qualquer um em qualquer idade, e é algo que afeta a todos: sobreviventes, familiares e amigos, além de ambientes de trabalho e comunidades.
A estimativa é que mais de 12 milhões de pessoas no mundo tenham um AVC este ano e que 6,5 milhões morram como resultado. Os dados mostram ainda que mais de 110 milhões de pessoas vivem com sequelas de um AVC. A incidência aumenta significativamente com a idade – mais de 60% dos casos acontece em pessoas com menos de 70 anos e 16%, em pessoas com menos de 50 anos.
“Mais da metade das pessoas que sofrem um derrame morrerão como resultado. Para os sobreviventes, o impacto pode ser devastador, afetando a mobilidade física, a alimentação, a fala e a linguagem, as emoções e os processos de pensamento. Essas necessidades complexas podem resultar em desafios financeiros e cuidados para o indivíduo e para os seus cuidadores”, alerta a organização.
De acordo com o neurologista e coordenador do serviço de AVC do Hospital Albert Einstein, Marco Túlio Araújo Pedatella, o AVC acontece quando há uma obstrução do fluxo de sangue pro cérebro. Ele pode ser isquêmico (quando há obstrução de vasos sanguíneos) ou hemorrágico (quando os vasos se rompem). Em ambos os casos, células do cérebro podem ser lesionadas ou morrer.
“Os principais fatores de risco que temos hoje pro AVC são pressão alta, diabetes, colesterol elevado, sedentarismo, fumo, uso excessivo de bebida alcoólica, além de outros fatores que a gente não consegue interferir muito, como idade, já que acaba sendo mais comum em pacientes mais idosos, sexo masculino, pessoas da raça negra e orientais e histórico familiar, que também é um fator de risco importante.”
Apesar de o AVC ser mais frequente entre a população acima de 60 anos, os relatos de casos entre jovens têm se tornado cada vez mais comuns. Pedatella lembra que, nesses casos, os impactos são enormes, uma vez que a doença pode gerar incapacidades importantes a depender do local e do tamanho da lesão no cérebro.
“Acometendo um paciente jovem, uma pessoa que, muitas vezes, vai deixar de trabalhar, vai precisar fazer reabilitação, gerando enorme gastos. Em vários casos, dependendo da sequela, esse paciente precisa de ajuda até pra andar, então, vai tirar um familiar do trabalho pra poder auxiliar. Então acaba aumentando muitos os gastos de seguridade social, além dos gastos com tratamento e reabilitação.”
“Infelizmente, a gente não tem um remédio que trate, que cure essas lesões. Os pacientes melhoram com a reabilitação, mas dependendo da lesão, do tamanho, da localização, podem ficar com alguma sequela mais incapacitantes.”
O especialista explica que reconhecer os sinais de um AVC e buscar tratamento rapidamente não apenas salva a vida do paciente, mas amplia suas chances de recuperação. “O AVC é um quadro repentino, súbito. Acontece de uma vez.”
“A pessoa tem perda de força ou de sensibilidade de um ou de ambos os lados do corpo; perda da visão de um ou de ambos os olhos; visão dupla; desequilíbrio ou incoordenação motora; vertigem muito intensa; alteração na fala, seja uma dificuldade para falar, para articular palavras, para se fazer ser compreendido ou compreender; além de uma dor de cabeça muito intensa e diferente do padrão habitual”.
“É recomendado que, na presença de qualquer um desses sinais, entre em contato com o serviço de urgência para que o paciente possa ser avaliado por um médico e afastar a possibilidade de um AVC. A gente tem uma janela muito estreita, no AVC isquêmico, pra poder tratar esse paciente e evitar sequelas incapacitantes – até quatro horas e meia com tratamento medicamentoso e até seis horas com procedimento endovascular.”
As informações são da Agência Brasil.
O Serviço Social da Habitação do Paraná dispõe de vaga para Médico/a Urologista para atividade médica ambulatorial restrita a consultas eletivas.
Requisitos:
• Diploma de graduação;
• CRM ativo;
• Registro de Qualificação de Especialista (RQE) em Urologia.
Local de trabalho: Clínica. Endereço Rua Dr. Pedrosa 475 em Curitiba
Regime de contratação: Contrato CLT – Salário R$ 7.854,00 para carga horária 100h/mês – 20h/semanais (possibilidade de alteração de carga horária sendo cálculo do salário proporcional as horas)
Contato: rh@secovimed-pr.com.br
O número de novos casos de covid-19 sobe dia a dia enquanto a taxa de vacinação segue baixa, sinal de que grande parte da população resiste aos fatos e ainda ignora os perigos da doença.
Como resultado do índice pequeno de adesão à vacina bivalente (28,5%), o risco de uma nova onda aumenta e a proximidade das festas de fim de ano coloca as autoridades em alerta.
“Não se trata de fazer alarme, mas de falar claro: a vacina ajuda na proteção coletiva. Se pouca gente se vacina, a proteção coletiva diminui”, afirma a secretária municipal da Saúde, Beatriz Battistella.
Curitiba registrou, de 18 a 24 de outubro, média de 282 novos casos por dia. Há apenas duas semanas, de 4 a 10 de outubro, a média diária era de 157 novos casos, ou seja: quase dobrou.
Os números tornam-se preocupantes comparados à primeira semana de agosto, quando foram registrados 194 novos casos entre os dias 2 e 8.
Dois meses e meio depois, a cidade registra 10 vezes mais novos casos de covid-19 em apenas uma semana: foram 1.977 entre 18 e 24 de outubro, com seis mortes. Curitiba tem, neste momento, 1.629 casos ativos.
Em busca de melhores índices de cobertura, a Secretaria Municipal da Saúde (SMS) realiza ações para atrair a população. Na semana passada, 10 unidades de saúde ficaram abertas até 20 horas.
O município também participou do Dia D de Multivacinação, no último sábado (21/10), com 29 unidades de saúde abertas entre 9h e 15 horas.
A estratégia de combinar o Dia D e o horário estendido permitiu que crianças, adolescentes e suas famílias colocassem a carteira vacinal em dia, com 12.410 doses de diferentes vacinas aplicadas nas duas ações.
No caso da covid-19, as ações da semana passada elevaram a taxa de vacinação da bivalente em 0,39%: foi de 28,11% para 28,50%, ou seja: são 430 mil pessoas imunizadas em um universo de 1,5 milhão.
A lenta, porém, consistente alta do número de infectados pela vírus da covid-19 em Curitiba pede atenção e cuidados conhecidos na pandemia, como evitar lugares fechados com grande concentração de pessoas e uso de máscaras em caso de sintomas respiratórios.
As informações são da Prefeitura de Curitiba.
Informações falsas como a de que vacinas causam doenças como câncer, aids ou diabetes ou de que a que imuniza contra covid-19 pode provocar modificações na corrente sanguínea ou no DNA estão entre as narrativas mais frequentes em fake news sobre vacinas detectadas pelo Ministério da Saúde entre julho e setembro deste ano. Para combater as fake news e responder de maneira preventiva aos efeitos negativos das redes de disseminação de desinformação, o governo federal lançou nesta terça-feira (24) a iniciativa interministerial Saúde com Ciência
A proposta faz parte da estratégia para recuperar as altas coberturas vacinais do Brasil diante de um cenário de retrocesso, principalmente nos últimos dois anos, quando foram registrados os piores índices. A estratégia interministerial é coordenada pelo Ministério da Saúde e pela Secretária de Comunicação Social da Presidência da República, com parceria dos ministérios da Justiça e Segurança Pública, da Ciência e Tecnologia e Inovação e da Controladoria-Geral da União (CGU) e Advocacia-Geral da União (AGU).
O governo vai fazer parcerias, sem ônus, com as plataformas de redes sociais TikTok, Kwai, YouTube e Google, que irão divulgar conteúdos de serviço e direcionar os usuários para páginas do Ministério da Saúde quando eles realizarem buscas de palavras relacionadas ao tema. Também será criado um chatbot tira-dúvidas no WhatsApp, em parceria com a Robbu e a Meta.
Para o ministro da Secretaria de Comunicação Social da Presidência, Paulo Pimenta, a iniciativa é um exemplo de organização do governo com a sociedade civil. “O Brasil, até pouco tempo atrás, era reconhecido internacionalmente por um presidente que fazia questão de dizer que não tinha se vacinado. E hoje volta a ter um protagonismo e respeito internacional.”
O Saúde com Ciência é composto por cinco pilares, que envolvem cooperação, comunicação estratégica, capacitação, análises e responsabilização. O programa prevê ações como campanhas direcionadas, criação de canais de comunicação, acordos com veículos de comunicação e parcerias com plataformas digitais.
No lançamento do programa, a ministra da Saúde, Nísia Trindade, destacou que não adianta o avanço científico e tecnológico, nem a capacidade de produção de imunizantes se a população não se vacinar. “Sabemos que a desinformação está em todas as áreas, mas, quando se trata de saúde e vacina, isso nos afeta de maneira drástica e coloca em risco a saúde da nossa população”, disse Nísia, lembrando que doenças como sarampo e poliomielite, que já foram erradicadas do país, voltam a ameaçar as crianças brasileiras.
Também foi lançado o Portal Saúde Com Ciência para facilitar o acesso a informações confiáveis sobre vacinação e as fake news que circulam na internet. Alertas e análises sobre desinformações identificadas também serão divulgadas nas redes sociais do governo e em plataformas de mensagens como WhatsApp.
As informações são do Agência Brasil.
Nota técnica da organização da sociedade civil Oxfam Brasil chama atenção para a falta de autossuficiência do país em produzir vacinas. De acordo com o documento Capacidade de Produção de Vacinas no Brasil, divulgado nesta quarta-feira (25), o Brasil importa 90% da matéria-prima para fabricar vacinas e medicamentos e 50% para produzir equipamentos médicos.
A nota ressalva, porém, que o Brasil conta com instituições de ponta na produção de vacinas, como o Instituto Bio-Manguinhos, da Fiocruz, e o Instituto Butantan, que é o décimo maior produtor de vacinas no mundo.
“No entanto, o país está longe de ser autossuficiente: enquanto a China tem mais de mil fábricas produtoras de IFA24 [matéria-prima das vacinas], no Brasil esse número é por volta de 15”, diz o documento. “Hoje o mundo fica à mercê das tendências no relacionamento entre China, Estados Unidos e Europa, principalmente em meio às tensões em torno da guerra entre Rússia e Ucrânia”, acrescenta.
O relatório da Oxfam destaca que o Sistema Único de Saúde (SUS) está sobrecarregado, com cerca de meio milhão de pessoas na fila para a realização de procedimentos eletivos, e alerta que o país precisa se preparar para novas demandas no futuro, como novos surtos de doenças infecciosas.
“A vacinação reduziu fortemente as infecções por covid-19, mas especialistas temem novos surtos e alertam para o perigo da redução na procura pelas doses de reforço. Ao mesmo tempo, há a necessidade de preparar o sistema de saúde para eventos futuros que possam pressionar a demanda por cuidado, tal como o envelhecimento da população previsto para as próximas décadas e as mudanças climáticas”.
O relatório pode ser lido, na íntegra, no site da Oxfam.
As informações são da Agência Brasil.
O Instituto de Tecnologia em Fármacos (Farmanguinhos/Fiocruz) começou a fornecer ao Sistema Único de Saúde (SUS) uma combinação de antirretrovirais que vai facilitar o tratamento do HIV/aids. Desde este mês de outubro, o instituto distribui à saúde pública a combinação do dolutegravir 50mg e do lamivudina 300mg em um único medicamento.
A Fiocruz explica que, tradicionalmente, o tratamento do HIV envolvia combinações de vários medicamentos de diferentes classes para suprimir o vírus com efetividade e impedir o avanço da infecção para quadros de aids.
“Uma única dose diária de um comprimido deste medicamento garantirá a eficácia e auxiliará na continuidade do tratamento, com menor potencial de toxicidade e de efeitos adversos graves, não havendo histórico nenhum de resistência”, informa a Agência Fiocruz de Notícias.
O Ministério da Saúde prevê receber ainda neste ano 10,8 milhões de unidades farmacêuticas do medicamento. Para 2024, 30 milhões serão fornecidos.
O diretor de Farmanguinhos/Fiocruz, Jorge Mendonça, destaca o produto vai contribuir para a adesão aos tratamentos, um dos maiores desafios no manejo do HIV. “O fornecimento destes medicamentos combinados para o SUS contribuirá significativamente para a efetividade e continuidade dos tratamentos em pacientes adultos e adolescentes com mais de 12 anos de idade e peso mínimo de 40 kg. Além de ter dosagem mais simples e redução da carga de comprimidos, diminui o potencial para interações medicamentosas e efeitos colaterais”, explica o diretor.
A produção é fruto de uma parceria de Farmanguinhos com as farmacêuticas privadas ViiV Healthcare Company e GlaxoSmithKline (GSK), que prevê desenvolvimento, transferência de tecnologia e o fornecimento do medicamento, dando autonomia para uma produção totalmente nacional.
“Ao final desta transferência de tecnologia, Farmanguinhos/Fiocruz estará com autonomia para realizar todas as etapas produtivas do medicamento, garantindo qualidade e praticidade para os pacientes do SUS. É importante ressaltar que com esta aliança, adquirimos também mais conhecimento técnico e uma nova plataforma tecnológica para a produção de comprimidos em dupla camada, possibilitando a produção futura de novos produtos”, destaca o diretor Jorge Mendonça.
As informações são da Agência Brasil.
Boletim semanal da Covid-19, divulgado pela Secretaria Estadual da Saúde (Sesa) nesta segunda-feira (23), mostra avanço no número de casos de Covid-19 a partir de junho, no Paraná. Em outubro, em 23 dias, foram confirmados 6.421 casos, número mais expressivo desde maio, com 6.462 diagnósticos positivos no mês inteiro. Na sequência, houve uma queda significativa: em junho houve 2.820 casos; em julho 1.237; em agosto 2.659, com alta em setembro, com 4.089 diagnósticos confirmados no Estado.
O secretário da Saúde, Beto Preto, observa que os dados batem com outro índice que pode estar diretamente relacionado: a constante queda na procura pela vacina contra a doença. “A falsa sensação de segurança das pessoas que tomaram uma ou duas doses e não completaram o esquema vacinal pode ser a oportunidade de o vírus voltar a se instalar em nosso meio. Precisamos deixar a vacinação em dia e continuar tomando os cuidados necessários para evitar que a situação epidemiológica se torne um cenário novamente negativo”, alerta o secretário.
Ainda segundo ele, o aumento no número de casos pode estar ligado à falta de cuidado quando há sintomas e suspeita de vírus. “No auge da pandemia reforçamos cuidados básicos como higienização das mãos, uso de álcool em gel e até mesmo a utilização da máscara e distanciamento físico em casos sintomáticos. Hoje essas medidas deixaram de ser adotadas”, acrescentou.
VACINAÇÃO – De acordo com o Vacinômetro Nacional, desde 2021 o Paraná aplicou 29.495.837 vacinas contra a Covid-19, mas o número de doses administradas tem caído continuamente durante este ano. Em janeiro, o Estado registrou 199.704 doses aplicadas (quase 90% abaixo do mesmo período em 2022, com 1.961.945). Em maio, este número reduziu para 71.914 (87% abaixo de maior de 2022, com 559.133) e em outubro, até agora, para 25.351.
A vacina bivalente, disponível para toda a população adulta acima de 18 anos, também não teve a adesão esperada. Dentre os mais de 9,7 milhões de paranaenses estimados pelo Ministério da Saúde como público-alvo, apenas 1.655.756 se vacinaram, resultando em uma cobertura vacinal de 17%. Ainda que a cobertura esteja abaixo da estimada, o Paraná é o 8º estado do ranking do país com a maior cobertura da bivalente.
INTERNAÇÕES – O boletim da Saúde informa que nos 23 dias outubro foram registradas 28 mortes – número maior que a média de junho para cá, que foi de pouco mais de 24 óbitos.
Os dados de internações por síndromes respiratórias no Estado mostram que nesta segunda-feira 267 pessoas estão internadas, sendo 59 em leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e 208 em enfermarias. Destes, seis leitos de UTI e 24 de enfermaria são para positivados com a Covid-19.
Confira os dados completos dos boletins semanais.
As informações são da Agência Estadual de Notícias.
De segunda (16/10) a sexta-feira (20/10), a Secretaria Municipal da Saúde (SMS) de Curitiba estenderá até as 20h o horário de vacinação em dez unidades de saúde (uma em cada distrito sanitário do município). Fechando a semana, no sábado (21/10), a SMS fará o segundo Dia D de vacinação de 2023, das 9h às 15h, em 29 unidades de saúde.
Terão horário estendido de segunda (16/10) a sexta-feira (20/10) as seguintes unidades: Mãe Curitibana, Vila Hauer, Tingui, Monteiro Lobato, Vila Guaíra, Santa Felicidade, Oswaldo Cruz, Ipiranga, João Cândido e Iracema.
Para o Dia D, no sábado (21/10), serão 29 unidades abertas exclusivamente para vacinação. Os endereços estão abaixo ou no site Imuniza Já Curitiba.
O objetivo das duas ações é oportunizar aos moradores de Curitiba horários alternativos para que todos coloquem a carteira de vacinação em dia. Serão oferecidas vacinas do calendário de rotina, anticovid e contra a gripe.
Além dos horários especiais de vacinação e do dia D, a SMS permanece ofertando a vacinação nos horários regulares de atendimento em 103 unidades de saúde (veja mais detalhes no site Imuniza Já Curitiba).
“Esperamos especial atenção das famílias a esse momento. Quem ama, vacina”, convoca a secretária municipal da saúde de Curitiba, Beatriz Battistella.
Segundo a secretária, é necessário melhorar a cobertura do esquema básico das crianças, gripe e do reforço bivalente anticovid dos públicos convocados (veja mais detalhes abaixo).
Serão ofertadas as vacinas de rotina, entre elas: hepatite B, pentavalente, VIP/VOP (pólio), rotavírus, meningo C, febre amarela, tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola), hepatite A, dupla adulto, HPV, dTpa adulto, pneumo 10, meningo ACWY e DTP (tríplice bacteriana), aplicadas conforme recomendação do Calendário Nacional de Vacinação.
A vacina BCG será aplicada nas 29 unidades de saúde que abrem no Dia D (sábado, 21/10).
Nas dez unidades que estenderão o horário de atendimento até as 20h, a aplicação deste imunizante será conforme o cronograma a seguir: segunda-feira (16/10) nas unidades Oswaldo Cruz e Vila Guaíra; terça-feira (17/10) nas unidades Tingui e Ipiranga; quarta-feira (18/10) nas unidades Monteiro Lobato e Vila Hauer; quinta-feira (19/10) nas unidades Mãe Curitibana e João Cândido; e sexta-feira (20/10) nas unidades de saúde Iracema e Santa Felicidade. O cronograma visa a otimização do uso dos frascos deste imunizante.
A vacina contra a covid-19 também será oferecida para todos os públicos já convocados.
Para bebês de 6 meses a menores de 5 anos são recomendadas três doses. Pessoas com cinco anos ou mais devem tomar duas doses e um reforço.
No caso de pessoas com 18 anos ou mais, imunossuprimidos com 12 anos ou mais, gestantes e puérperas com 12 anos ou mais, pessoas com deficiência permanente com 12 anos ou mais, acamados com 12 anos ou mais, indígenas com 12 anos ou mais, o reforço é feito com a vacina bivalente.
A SMS recomenda que todos os curitibanos convocados e que ainda não tomaram a vacina contra a gripe este ano aproveitem os horários alternativos para receber o imunizante.
A vacina ajuda a reduzir a circulação do vírus influenza (gripe) e o risco de agravamento em caso de contaminação.
O imunizante contra a gripe está disponível em Curitiba para todos com 6 meses ou mais, que ainda não receberam nenhuma dose este ano.
Em 2023, a SMS já ofereceu unidades com horário estendido para vacinação em duas ocasiões e promoveu um Dia D, em que as unidades abriram aos sábados. Somando as vacinas feitas somente nestas ações em 2023, as equipes da SMS aplicaram 17 mil doses de imunizantes.
Distrito Sanitário do CIC
US Oswaldo Cruz
Rua Pedro Gusso, 3749 – Cidade Industrial
(vacinação da BCG 16/10)
Distrito Sanitário do Portão
US Vila Guaíra
Rua São Paulo, 1495 – Vila Guaíra
(vacinação da BCG em 16/10)
Distrito Sanitário Boa Vista
US Tingui
Rua Nicolau Salomão, 671 – Tingui
(vacinação da BCG em 17/10)
Distrito Sanitário do Pinheirinho
US Ipiranga
Rua Rua Santa Regina, 667 – Capão Raso
(vacinação da BCG em 17/10)
Distrito Sanitário Tatuquara
US Monteiro Lobato
Rua Olivio José Rosetti, 538 -Tatuquara
(vacinação da BCG em 18/10)
Distrito Sanitário Boqueirão
US Vila Hauer
Rua Waldemar Kost, 650 – Hauer
(vacinação da BCG em 18/10)
Distrito Sanitário Matriz
US Mãe Curitibana
Rua Jaime Reis, 331 – Alto do São Francisco
(vacinação da BCG em 19/10)
Distrito Sanitário Bairro Novo
US João Cândido
Rua Ourizona, 2250 – Bairro Novo
(vacinação da BCG em 19/10)
Distrito Sanitário Santa Felicidade
US Santa Felicidade
Via Veneto, 10 – Santa Felicidade
(vacinação da BCG em 20/10)
Distrito Sanitário Cajuru
US Iracema
Rua Professor Nivaldo Braga, 1.571 – Capão da Imbuia
(vacinação da BCG em 20/10)
Distrito Sanitário Matriz
US Mãe Curitibana
Rua Jaime Reis, 331 – Alto do São Francisco
Distrito Sanitário Boqueirão
US Vila Hauer
Rua Waldemar Kost, 650 – Hauer
US Visitação
Rua Bley Zorning, 3136 – Boqueirão
US Xaxim
Rua Batista da Costa, 1163 – Xaxim
Distrito Sanitário Boa Vista
US Tingui
Rua Nicolau Salomão, 671 – Tingui
US Bairro Alto
Rua Jornalista Alceu Chichorro, 314 – Bairro Alto
US Fernando de Noronha
Rua João Mequetti, 389 – Santa Cândida
US Abaeté
Rua Delegado Miguel Zacarias, 403 – Boa Vista
US Vila Diana
Rua René Descartes, 537 – Abranches
Distrito Sanitário Tatuquara
US Moradias da Ordem
Rua Jovenilson Americo de Oliveira, 240 – Tatuquara
US Caximba
Rua Delegado Bruno de Almeida, 7881 – Caximba
US Rio Bonito
R. Fanny Bertoldi, 170 – Campo do Santana
Distrito Sanitário do Portão
US Vila Guaíra
Rua São Paulo, 1495 – Vila Guaíra
US Santa Quitéria II
Rua Bocaíuva, 310 – Santa Quitéria
Distrito Sanitário Santa Felicidade
US Campina do Siqueira
Rua General Mário Tourinho, 1.684, Campina do Siqueira
US Pinheiros
Rua Joanna Emma Dalpozzo Zardo, 370 – Santa Felicidade
Distrito Sanitário do CIC
US Jardim Gabineto
Rua Engenheiro João Vizinoni, 458 – Cidade Industrial
US Cândido Portinari
Rua Durval Leopoldo Landal, 1.529 – Cidade Industrial
US Nossa Senhora da Luz
Rua Emídio Nonato da Silva, 45, Cidade Industrial
US Vitória Régia
Rua Paul Garfunkel, 2.000 – Cidade Industrial
Distrito Sanitário do Pinheirinho
US Vila Feliz
Rua Pedro Gusso, 866 – Novo Mundo
US Concórdia
Rua Dilermando Pereira de Almeida, 700 – Pinheirinho
US Parque Industrial
Rua Laudelino Ferreira Lopes, 1.801 – Capão Raso
US Maria Angélica
Rua Professor Júlio Teodorico Guimarães, 337 – Pinheirinho
Distrito Sanitário Bairro Novo
US Bairro Novo
Rua Paulo Rio Branco de Macedo, 791 – Sítio Cercado
US Umbará II
R. Estanislau Selenko, 365 – Umbará
Distrito Sanitário Cajuru
US Iracema
Rua Professor Nivaldo Braga, 1.571 – Capão da Imbuia
US Salgado Filho
Avenida Senador Salgado Filho, 5.265 – Uberaba
US São Paulo
Rua Canal Belém , 6427 – Uberaba
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