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Campanha alerta para riscos da diabetes à visão

Campanha de conscientização do Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO) alerta para os riscos aumentados que os portadores de diabetes tem de desenvolver a retinoplastia diabética, doença que pode causar a perda parcial ou total de visão.

Segundo o CBO há estudos que indicam que 4 em cada 5 pacientes crônicos tem risco de comprometimento por retinoplastia em algum grau. A doença afeta os vasos sanguíneos da retina, alvo principal nesta campanha.

Durando todo o mês de novembro, a mobilização promovida pela CBO começa neste sábado (1º), com uma maratona online de conscientização e o início de um calendário de mutirões de atendimentos em diversas regiões do país, voltados ao diagnóstico e ao tratamento precoces. Os mutirões, organizados por município, podem ser pesquisados pelo site da campanha.

O público também poderá acompanhar a programação ao vivo entre hoje e domingo, no canal da CBO no Youtube, e acessar conteúdos complementares no site oficial do 24 Horas pelo Diabetes, que será atualizado ao longo do mês de novembro com vídeos, podcasts e depoimentos em apoio à campanha.

A diabetes é uma das principais doenças crônicas do país, e atinge mais de 16 milhões de pessoas, cerca de 7% de nossa população. Seu acompanhamento pode ser feito nas unidades básicas de saúde, em todo o território nacional, de maneira gratuita. O Sistema Único de Saúde (SUS) também fornece materiais para medição e controle da doença, capaz de complicar a condição de pacientes para diversas outras doenças, como demências e doenças metabólicas. A própria diabetes é uma doença com risco de complicações metabólicas e circulatórias, podendo levar à morte se não for devidamente tratada.

As informações são da Agência Brasil.

Estado reforça importância das vacinas para a Saúde da Mulher em todas as fases da vida

A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) destaca a importância da vacinação como uma das principais estratégias de promoção e cuidado integral à saúde feminina. Manter o calendário vacinal atualizado é essencial para prevenir doenças, proteger a qualidade de vida e garantir o bem-estar das mulheres em todas as idades.

“Reforçamos que a imunização não deve ser vista como um ato isolado, mas como um compromisso contínuo com a saúde”, afirma o secretário de Estado da Saúde em exercício, César Neves. “É fundamental que as mulheres mantenham o acompanhamento médico regular e consultem os profissionais de saúde sobre as vacinas indicadas para cada faixa etária”.

Desde o nascimento, as pessoas em geral devem receber mais de 20 vacinas, recomendadas ao longo da vida para a proteção e prevenção de doenças. Especificamente para as mulheres, em alguns períodos a imunização se torna ainda mais importante e determinante.

Durante a adolescência, por exemplo, vacinar-se contribui para a prevenção de doenças futuras. Nessa fase, a vacina contra o HPV (Papilomavírus Humano) é uma das principais formas de evitar cânceres relacionados ao vírus, como o de colo do útero. A imunização é recomendada para meninas e meninos de 9 a 14 anos, preferencialmente antes do início da vida sexual.

No Paraná, excepcionalmente até 31 de dezembro de 2025, está sendo ofertada a vacina gratuitamente para adolescentes de 15 a 19 anos. O público-alvo pode encontrar a vacina nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) de todo o Estado.

Além disso, vacinas contra a meningite (meningocócica ACWY), dengue, tétano e difteria (dupla adulto) também são indispensáveis para reforçar a proteção nessa idade.

CUIDADOS NA IDADE REPRODUTIVA – Para mulheres em idade fértil, a atenção à imunização é igualmente importante, especialmente antes e durante a gestação. Atualizar a caderneta de vacinação durante o planejamento da gravidez é essencial, pois algumas vacinas não podem ser recebidas durante a gestação.

Já as doses contra a gripe, Covid-19 e tétano, coqueluche e difteria (dTpa) são recomendadas durante a gestação, pois protegem tanto a mãe quanto o recém-nascido.

PROTEÇÃO ESTENDIDA – Na menopausa e nas fases mais avançadas da vida, a vacinação continua sendo uma grande aliada. A imunização contra a gripe se torna essencial para prevenir complicações e fortalecer o sistema imunológico. Mulheres com doenças crônicas, como diabetes, ou que fazem tratamento oncológico ou imunissupressores devem redobrar os cuidados, pois têm direito a vacinas especiais ofertadas pelo Centro de Referências de Imunobiológicos Especiais (CRIE).

A Secretaria da Saúde segue orientando os municípios para que sejam intensificadas ações de vacinação, garantindo que todas as paranaenses tenham acesso às vacinas disponíveis na rede pública.

“As vacinas são um ato de amor e de responsabilidade com a própria vida. Garantir a imunização é garantir mais anos com saúde, qualidade de vida e segurança”, disse a chefe da Divisão de Vigilância do Programa de Imunização da Sesa, Virginia Dobkowski Franco dos Santos. “O cuidado com a saúde da mulher passa também pela prevenção, e a vacinação é uma das formas mais eficazes de protegê-la”, afirmou.

COBERTURAS VACINAIS – No Paraná, a cobertura vacinal entre mulheres atingiu, até o momento, 91,32% para a vacina contra o HPV em meninas e 83,80% para a vacina dTpa (contra difteria, tétano e coqueluche), destinada a mulheres em idade fértil, de 15 a 45 anos. Para aquelas recomendadas às mulheres gestantes, a cobertura vacinal é de 56,37% para a influenza e 3.129 doses foram aplicadas contra a Covid-19.

As informações são da Agência Estadual de Notícias.

Secretaria da Saúde alerta para urgência por doações ao banco de leite do Hospital do Trabalhador

A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) faz um alerta para reforçar as doações de leite materno ao Banco de Leite Humano (BLH) do Hospital do Trabalhador (HT). No fim da tarde desta quinta-feira (23), o estoque contava com aproximadamente 7 litros de leite humano pasteurizado, enquanto o mínimo necessário para atender os bebês da unidade neonatal (UTI Neonatal e UCIN) é de 35 a 40 litros. O alimento é essencial para a nutrição e recuperação de bebês prematuros internados, que não podem ser amamentados pelas próprias mães.

Atualmente o BLH atende mensalmente cerca de 30 bebês prematuros na unidade neonatal, sem considerar os outros setores da maternidade. Esses recém-nascidos dependem diretamente das doações para receber o alimento mais completo e fundamental ao seu desenvolvimento, para ganhar peso, fortalecer o sistema imunológico e se recuperar mais rapidamente.

“Doar leite materno é um gesto de solidariedade que salva vidas. O leite humano é insubstituível, especialmente para os bebês que estão em estado mais frágil de saúde. Cada doação representa uma chance de recuperação e esperança para essas famílias”, disse o secretário estadual da Saúde em exercício, César Neves.

Estudos apontam que o aleitamento materno pode reduzir em até 13% as mortes de crianças menores de cinco anos por causas preveníveis. Nenhuma outra estratégia isolada alcança o mesmo impacto na redução da mortalidade infantil, o que reforça a importância da amamentação e da doação de leite humano como atos que salvam vidas.

COMO DOAR – Toda mulher que amamenta pode se tornar uma doadora. Para isso, é necessário estar saudável, não fazer uso de medicamentos que interfiram na amamentação e não possuir doenças infectocontagiosas.

Não há quantidade mínima para doar, cada mililitro faz diferença. Estima-se que um litro de leite materno possa alimentar até 10 recém-nascidos por dia. Em alguns casos, apenas 1 ml é suficiente para nutrir um bebê prematuro a cada alimentação.

A equipe do BLH visita as doadoras, recolhe o leite doado e fornece todo o material necessário para o processo, como frascos esterilizados, toucas e máscaras, além de prestar todas as orientações sobre a coleta e o armazenamento do leite.

Após a coleta domiciliar, os frascos são transportados com segurança até o Banco de Leite, onde passam por análise e um rigoroso processo de pasteurização e controle de qualidade antes de serem oferecidos aos bebês que mais precisam.

CONTATO – As mulheres interessadas em doar podem entrar em contato com o Banco de Leite do Hospital do Trabalhador, de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h e das 13h às 17h. O atendimento também é feito pelo WhatsApp (41) 99709-0098, onde a equipe fornece todas as orientações sobre coleta e armazenamento.

REDE – O Paraná conta atualmente com 15 Bancos de Leite Humano (BLHs) e 18 Postos de Coleta de Leite Humano (PCLHs), que formam uma estrutura integrada para receber, analisar, pasteurizar e distribuir o leite humano doado. Além disso, as unidades desenvolvem ações de promoção, proteção e apoio ao aleitamento materno, com atendimentos individuais e em grupo, orientação às famílias e incentivo a novas doações.

Veja AQUI onde encontrar um banco de leite humano.

As informações são da Agência Estadual de Notícias.

Médicos do CISLIPA decidem entrar em greve contra demissões

Médicos e Médicas do Consórcio Intermunicipal de Saúde do Litoral do Paraná decidiram dar início a um movimento grevista a partir de 26 de outubro de 2025. Eles estão se mobilizando para evitar o desligamento imotivado que está sendo promovido pela direção do Consórcio.

Segundo os/as Médicos/as, a paralisação afetará os serviços administrativos e burocráticos, não se estendendo ao atendimento à população, que prosseguirá com o contingente regular de profissionais médicos.

O Sindicado dos Médicos no Estado do Paraná (Simepar) está prestando assistência jurídica e buscando a negociação com os gestores para que situação chegue a um bom termo, evitando as demissões.

Acesse aqui o ofício enviado à direção do CISLIPA.

Simepar obtém vitória parcial em ação sobre intervalo especial dos/as Médicos/as do ICS

O Sindicato dos Médicos no Estado do Paraná (Simepar) patrocinou uma ação coletiva pelo descumprimento dos intervalos especiais a que Médicos e Médicas do Instituto Curitiba de Saúde (ICS) têm direito. Segundo a Lei nº 3.999/61, os profissionais da Medicina têm direito a um intervalo de descanso de 10 minutos a cada 90 minutos trabalhados. Este direito é exclusivo dos/as médicos/ pela natureza da profissão.

O ICS contestou a natureza da ação, por ser coletiva, argumentando que esse tipo de demanda só poderia ser feita mediante ações individuais, patrocinadas por cada médico ou médica. O Simepar venceu essa argumentação em primeira instância e o ICS reverteu a decisão no Tribunal Regional do Trabalho. Agora, o Tribunal Superior do Trabalho encerrou a questão garantindo ao Sindicato o direito de representar os profissionais coletivamente na ação.

Ainda não há julgamento de mérito na ação e nem está definido se o próprio TST realizará esse julgamento, ou se a demanda retornará para a segunda instância. Mesmo assim, a vitória parcial é importante pois fortalece o Sindicato Médico como o legítimo representante da categoria dos profissionais da Medicina.

O Instituto Curitiba de Saúde (ICS) tem a seu cargo a execução do Programa de Serviços de Assistência Médico Hospitalar e afim, destinado aos servidores públicos municipais ativos, inativos, seus dependentes e pensionistas. Sua carteira de segurados possui atualmente cerca de 77 mil beneficiários.*

* Com informações do Portal do ICS.

Circuito da Mulher encerra o Outubro Rosa com 14 Unidades de Saúde de Curitiba atendendo neste sábado

O Circuito da Mulher do Outubro Rosa chega ao último fim de semana neste sábado (25/10), com atendimento em 14 unidades de saúde de Curitiba, abertas das 8h às 12h. A ação é promovida pela Secretaria Municipal da Saúde (SMS) e tem como objetivo reforçar o cuidado preventivo e ampliar o acesso das curitibanas aos serviços de saúde em horários alternativos.

Para participar, basta agendar o atendimento ligando para a Central Saúde Já pelo telefone 3350-9000.

Durante o circuito, serão oferecidos coleta de preventivo, agendamento de mamografia de rastreamento, vacinação, testes rápidos de hepatite B e C, HIV e sífilis, além de orientações de saúde bucal e gerais de saúde.

“Será uma oportunidade para colocar em dia exames preventivos, atualizar a carteira de vacinação e acolher a curitibana com orientações importantes de prevenção e promoção da saúde”, destaca a secretária municipal da Saúde, Tatiane Filipak.

A iniciativa, realizada ao longo dos sábados de outubro, envolveu as dez regionais da cidade e contribuiu para ampliar o número de exames preventivos e atendimentos voltados à saúde da mulher.

Vacinação

Além da oferta do Circuito da Mulher nas unidades abertas neste sábado, também será possível atualizar a carteira vacinal, sem a necessidade de agendamento. A ação faz parte da campanha de multivacinação, promovida pelo Ministério da Saúde ao longo deste mês.

Informações sobre o calendário vacinal e os pontos de vacinação de segunda a sexta-feira podem ser obtidas no site Imuniza Já Curitiba.

Serviço

Unidades abertas neste sábado (25/10), das 8h às 12h, para o Circuito da Mulher e Vacinação:

  • US Parigot de Souza – Rua João Eno Trevisan, 198 – Sítio Cercado
  • US Osternack – Rua Cel. José M. dos Santos, 1220 – Sítio Cercado
  • US Butiatuvinha – Rua João Dembinski, 251 – Butiatuvinha
  • UBS Augusta – Rua Rachel C. M. Silva, 1345 – Augusta
  • US Tancredo Neves – Rua Guilherme Ihlenfeldt, 1870 – Cachoeira
  • US Jardim Gabineto – Rua Pedro Gusso, 1348 – Cidade Industrial
  • US Sabará – Rua Pedro Zagonel, 640 – Novo Mundo
  • US Cândido Portinari – Rua João Viana Seiler, 654 – Fazendinha
  • US São Miguel – Rua José Antônio Leprevost, 127 – Barreirinha
  • US Tarumã – Rua Padre Germano Mayer, 401 – Tarumã
  • US Abaeté –Rua Delegado Miguel Zacarias, 403 – Boa Vista
  • US Santa Quitéria 1: Rua Divina Providência, 1.445 – Santa Quitéria
  • US Parolin: Rua Sergipe, 59 – Vila Guaíra
  • US Estrela: Rua Francisco Nowotarski, 204 – Fazendinha

Agendamento

O Circuito da Mulher pode ser agendado pela Central Saúde Já pelo telefone 3350-9000 ou na recepção de uma das unidades abertas neste sábado (25/10).

As informações são da Prefeitura de Curitiba.

A Saúde da Mulher exige atenção contínua em várias fases da vida com exames preventivos e de rotina

A Saúde da Mulher exige atenção contínua durante as várias fases da vida, com prevenção e acompanhamento específicos. Esse cuidado começa na Atenção Primária à Saúde (APS), que é a porta de entrada para o Sistema Único de Saúde (SUS). Neste período em que se intensificam ações do Paraná Rosa, a Secretaria da Saúde (Sesa) reforça a importância do cuidado preventivo, das consultas de acompanhamento e dos exames de rotina em dia.

A frequência dependerá da idade e dos fatores de risco de cada mulher. De acordo com a Divisão da Saúde da Mulher da Sesa, a procura pelo profissional desta área deve começar cedo. Exame de sangue, fezes e urina, papanicolau, ultrassom transvaginal, mamografia, eletrocardiograma, avaliação ergométrica, densitometria óssea e ultrassom de tireoide são os 10 principais exames a serem realizados durante as diferentes fases da vida da mulher.

As Unidades Básicas de Saúde (UBSs), nos municípios, são o primeiro ponto de contato para as mulheres, onde podem ser feitos consultas, exames preventivos e encaminhamentos para outras especialidades, conforme a necessidade. Programas e campanhas específicas estaduais, como o Paraná Rosa, também podem organizar ações para a realização de alguns desses exames.

“É importante lembrar que a idade e as transformações do organismo ao longo da vida podem se tornar fatores de risco para algumas doenças. Por isso, cada etapa exige cuidados específicos e atenção diferenciada”, alerta o secretário estadual da Saúde em exercício, César Neves.

“No Paraná, a Linha de Cuidado Integral à Saúde da Mulher foi desenvolvida justamente para garantir esse acompanhamento contínuo, organizando a rede de serviços e orientando os profissionais da saúde para atender as necessidades da população feminina”, destaca o secretário.

A partir dos 14 anos de idade, ou se houver queixas a qualquer momento, a menina já deve ser encaminhada ao profissional da UBS para orientação quanto ao desenvolvimento sexual. Assim que a vida sexual da mulher é iniciada, a visita ao ginecologista deve ser anual para realização do exame de papanicolau, capaz de detectar o vírus HPV, que pode provocar câncer de colo de útero.

O exame também é capaz de identificar a presença de micro-organismos que podem provocar corrimentos e infecções, como candidíase, tricomoníase e vaginose bacteriana, além de doenças sexualmente transmissíveis.

CÂNCER DE MAMA – Outro exame importante solicitado pelo ginecologista, de acordo com a faixa etária e o histórico familiar, é a mamografia, capaz de detectar presença de nódulos ou câncer de mama em estágios iniciais.

O Ministério da Saúde recomenda a mamografia de rastreamento para mulheres de 50 a 74 anos a cada dois anos no Sistema Único de Saúde (SUS). No entanto, o acesso ao exame sob demanda (quando a mulher deseja realizar) é garantido para mulheres a partir dos 40 anos, desde que orientadas por um profissional de saúde sobre riscos e benefícios.

Mulheres mais jovens que possuem histórico familiar da doença devem iniciar a partir dos 30 a 35 anos, mas cada caso deve ser avaliado individualmente.

“Manter os exames em dia é fundamental para identificar alterações logo no início e garantir mais segurança no tratamento. Quando estão em dia fica mais fácil para agir. Atitudes simples, como realizar um check-up pode representar grande diferença para a saúde no futuro”, enfatizou a diretora de Atenção e Vigilância em Saúde, Maria Goretti Lopes.

EXAMES GINECOLÓGICOS:

Papanicolau – A partir do início da vida sexual. Inicialmente, deve ser feito anualmente a depender do resultado do exame.

Mamografia – Realizada em um ambiente clínico, onde a paciente é posicionada em frente a um aparelho de raios X. As mamas são comprimidas entre duas placas para obter imagens claras e detalhadas. O procedimento é rápido, geralmente levando apenas alguns minutos, e pode causar um leve desconforto devido à compressão, mas é essencial para garantir a qualidade das imagens.

Ultrassonografia transvaginal – Avalia útero, ovários e trompas. É indicada para investigar dores pélvicas, irregularidades menstruais ou para acompanhar a saúde reprodutiva, podendo ser feita anualmente.

EXAMES LABORATORIAIS:

Hemograma completo – Avalia as células sanguíneas (glóbulos vermelhos, brancos e plaquetas).

Perfil lipídico – Mede o colesterol total, HDL, LDL e triglicerídeos.

Glicemia de jejum e Hemoglobina A1c – Monitoram os níveis de glicose no sangue.

Exames de tireoide – Verificam os níveis de hormônios da tireoide (TSH e T4 Livre).

Função hepática – Avalia a saúde do fígado, por meio de exames como TGO e TGP.

Exames de urina – Detalham o funcionamento dos rins e podem identificar infecções.

OUTROS EXAMES:

Densitometria óssea – Diagnostica a osteoporose, condição comum após a menopausa.

Eletrocardiograma – Verifica a atividade elétrica do coração.

As informações são da Agência Estadual de Notícias

Sesa confirma óbito causado por intoxicação por metanol em Foz do Iguaçu

A Secretaria de Saúde do Paraná confirmou nesta segunda-feira (20) o primeiro óbito por intoxicação de metanol após consumo de bebida alcoólica. Trata-se de um homem de 55 anos, residente de Foz do Iguaçu. Ele deu entrada em uma UPA da cidade na terça-feira (14), com quadro de dor abdominal e informou que havia feito ingesta de bebida alcoólica um dia antes. O paciente tinha doenças crônicas e comorbidades e evoluiu para óbito ainda na UPA. Foi realizada a coleta de material para exame laboratorial e o resultado deu positivo para metanol.

Considerando os critérios clínicos, epidemiológicos e laboratoriais, este caso é a primeira morte confirmada do Estado.

A Secretaria de Saúde do Paraná e o município de Foz do Iguaçu investigam mais uma morte de uma pessoa que pode ter relação com o primeiro óbito. Um homem de 47 anos que foi encontrado morto na sua residência.

Ao todo o Paraná já registrou 21 notificações, sendo 5 casos confirmados – um evoluiu a óbito, 14 descartados e dois casos suspeitos, um em Foz do Iguaçu e outro em Curitiba: uma mulher, de 49 anos, que está internada com quadro estável. Outros dois pacientes de Curitiba seguem internados, uma mulher de 41 anos, em estado grave, mas estável, e um homem de 60 anos, permanece estável e apresenta melhoras.

Um caso suspeito relatado no último boletim, um homem de 21 anos residente em Piraquara, foi descartado pela Secretaria. No fim de semana, um outro caso suspeito em Curitiba, também foi descartado.

ANTÍDOTO – O Paraná recebeu, na sexta-feira (17), 424 ampolas de etanol farmacêutico adquiridas pelo Governo do Estado, pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesa). O medicamento é utilizado como antídoto para os casos de intoxicação por metanol e está armazenado no Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar) e será enviado, nesta semana, para as quatro Macrorregionais de Saúde e para Curitiba juntamente com outras 180 ampolas que o Estado recebeu do Ministério da Saúde (MS).

A Sesa já descentralizou as 84 doses de fomepizol recebidas do Ministério da Saúde no último dia 10. Elas foram enviadas para as quatro Macrorregionais de Saúde e também para Curitiba.

Quatro pacientes do Paraná já receberam o antídoto. Cada paciente é avaliado individualmente, com base em critérios clínicos e laboratoriais, para definir a quantidade necessária de antídoto. Agora com um novo medicamento, a avaliação definirá qual antídoto o paciente receberá.

SINTOMAS E SINAIS DE ALERTA – É importante ficar atento aos sintomas de intoxicação por metanol. A substância não pode ser identificada pelo cheiro ou sabor, pois não altera a bebida.

Os sinais costumam surgir entre 6h a 72h após a ingestão e podem ser confundidos com uma ressaca: dor abdominal, visão turva, confusão mental e náusea.

Sintomas iniciais: dor de cabeça, náuseas, vômitos, sonolência, falta de coordenação, tontura e confusão mental.

Sintomas graves: dor abdominal intensa, alterações visuais (visão embaçada, pontos escuros, sensibilidade à luz ou cegueira súbita), dificuldade para respirar, convulsões e coma.

ATENDIMENTO – A Sesa orienta que, em casos de sintomas, os pacientes devem procurar um serviço de saúde imediatamente. Todos os casos suspeitos de intoxicação por metanol devem ser reportados e discutidos com um dos quatro Centros de Informação e Assistência Toxicológica do Paraná, que orientarão sobre a conduta clínica e notificar imediatamente a Sesa por meio da Rede CIATox do Paraná.

CIATox Curitiba: 0800 041 0148

CIATox Londrina: (43) 3371-2244

CIATox Maringá: (44) 3011-9127

CIATox Cascavel: (45) 3321-5261

MEDIDAS DE PREVENÇÃO – A Sesa orienta alguns cuidados ao consumir bebidas alcoólicas:

– Compre apenas de locais confiáveis e desconfie de preços muito baixos.

– Verifique se o líquido está limpo e se o lacre da garrafa está intacto.

– Rótulos tortos, borrados ou com erros podem indicar falsificação.

– Confira se a embalagem tem o registro do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), que garante a fiscalização da produção.

– Em bebidas destiladas, veja se há o selo do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), que indica que o produto passou pela inspeção oficial.

– Estabelecimentos devem exigir nota fiscal dos fornecedores para garantir a origem das bebidas.

– Em caso de suspeita de intoxicação, procure atendimento médico imediatamente.

As informações são da Agência Estadual de Notícias.