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Dia de prevenção de quedas traz alerta para idosos

Nos primeiros cinco meses de 2026, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) prestou atendimento a 10.214 idosos que sofreram quedas no Paraná. Durante todo o ano passado, o Estado contabilizou 24.417 ocorrências desse tipo. Além do socorro de urgência, esse agravo gera uma alta demanda na porta de entrada do sistema público. Os dados são da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), que em alusão ao Dia Mundial de Prevenção de Quedas, celebrado nesta quarta-feira (24), reforça os cuidados com a segurança dessa população e a necessidade de ações permanentes de prevenção.

Somente entre janeiro e maio deste ano, foram registrados 2.691 atendimentos na Atenção Primária à Saúde (APS), enquanto em todo o ano passado o número foi de 5.627 ocorrências. Dos atendimentos por quedas, feitos na APS, 42,6% foram de pessoas idosas. O dado é considerado expressivo pelas equipes de saúde, já que a população idosa representa 18,1% do total de habitantes do Paraná, mas concentra uma proporção muito maior das ocorrências e das complicações hospitalares.

Além disso, o monitoramento estadual via Sistema de Informações da Pessoa Idosa no Paraná (SIPI-PR) aponta que 9,4% desta população cadastrada sofreu duas ou mais quedas no último ano.

Escorregões, tropeços, passos em falso e episódios de desequilíbrio estão entre as principais causas de quedas em pessoas com mais de 60 anos. Comuns nessa faixa etária, essas ocorrências podem ter consequências graves, como fraturas, internações prolongadas e perda de independência, comprometendo significativamente a qualidade de vida.

“As quedas não devem ser encaradas como uma consequência natural do envelhecimento. Na grande maioria dos casos, esses acidentes podem ser evitados com intervenções simples no dia a dia, adaptações no ambiente e, acima de tudo, o acompanhamento adequado pela equipe de saúde”, afirma o secretário de Estado da Saúde, César Neves. “O Paraná conta com uma rede estruturada na Atenção Primária para monitorar a saúde da pessoa idosa, identificando precocemente fatores de risco como a perda de equilíbrio, problemas de visão ou o uso de múltiplos medicamentos, agindo antes que o acidente aconteça”.

COMO PREVENIR – Entre as principais orientações, a Sesa destaca a adoção de medidas simples e eficazes que podem fazer a diferença na prevenção de quedas, como manter os ambientes domésticos livres de obstáculos, instalar barras de apoio em locais estratégicos como banheiros, corredores e ao lado da cama, utilizar calçados adequados, garantir boa iluminação, praticar exercícios físicos regularmente para fortalecimento muscular e equilíbrio, e revisar o uso de medicamentos com a equipe de saúde.

Para dar suporte a essas ações, o Paraná desenvolve diversas políticas de saúde voltadas à população idosa. As estratégias possibilitam não apenas a melhoria da qualidade de vida desse público, mas também dão suporte às equipes de saúde em todo o Estado. A Linha de Cuidado da Saúde da Pessoa Idosa do Paraná prioriza o rastreio da funcionalidade desse público na rede do Estado, permitindo que equipes multiprofissionais atuem de forma preventiva antes do agravo.

“O projeto Envelhecer com Saúde no Paraná norteia nossos trabalhos, ações e iniciativas voltadas à população idosa no Estado. Mantemos um olhar atento e sabemos da importância de aprimorar continuamente nossas políticas públicas para garantir um envelhecimento com dignidade e segurança”, disse Maria Goretti Lopes, diretora de Atenção e Vigilância em Saúde da Sesa. “Capacitamos nossos profissionais e oferecemos materiais de apoio que servem como referência para orientar tanto as equipes quanto as famílias e cuidadores”.

CAPACITAÇÃO E MANUAIS – Como parte dessa estratégia de qualificação, a Sesa disponibiliza gratuitamente o “Curso Introdutório Linha de Cuidado à Saúde da Pessoa Idosa” na plataforma Avasus Paraná, que conta com um módulo voltado especificamente para a prevenção de quedas e acidentes domésticos, direcionado aos profissionais de saúde que atuam na ponta.

Com foco na prevenção de quedas, a Sesa, em parceria com a Universidade Federal do Paraná (UFPR), também disponibiliza o Manual de Prevenção de Quedas de Idosos, que aborda os principais riscos e apresenta medidas preventivas essenciais para garantir a segurança dos idosos em seus lares. O material didático traz recomendações práticas para cômodos como banheiros, quartos, cozinhas e escadas.

As informações são da Agência Estadual de Notícias.

Simepar participa de evento do CRM sobre “Tolerância Zero contra a Violência na Saúde”

O Conselho Regional de Medicina do Paraná realizou no último sábado, 20 de junho, o evento “Tolerância Zero contra a Violência na Saúde”, em parceria com o Conselho Federal de Medicina (CFM). O encontro teve a presença do Secretário de Saúde do Estado, Dr. César Neves; do Deputado Estadual Dr. Leônidas; além de Conselheiros Federais e Estaduais de Medicina e representantes de entidades médicas e de outras categorias de Trabalhadores da Saúde.

O Dr. Darley Rugeri Wollmann Jr., Vice-Presidente do Simepar, representou o Sindicato no evento.

A programação contou relatos de médicos e médicas vítimas de violência no exercício profissional, apresentação das Resoluções CFM nº 2.444/2025 e CRM-PR nº 253/2025, demonstração de experiências de implantação do “botão do pânico” em serviços de saúde e um fórum interinstitucional para construção conjunta de medidas práticas de proteção.

Sob o lema “Não aceite o inaceitável: denuncie qualquer forma de violência”, a evento reforçou a noção de que proteger quem cuida também é garantir melhores condições de atendimento para toda a população.

Confira a seguir o painel “Vozes da realidade: o impacto do inaceitável”, conduzido pelo Presidente do CRMPR, Dr. Eduardo Baptistella:

Confira a seguir o painel sobre o Botão de Pânico nos serviços de Saúde, conduzido pela Dra. Viviana de Mello Guzzo Lemke, Conselheira do CRMPPR:

Saiba mais sobre a Resolução CRM-PR nº 253/2025, que dispõe sobre a obrigatoriedade de implantação e regulamentação do uso de dispositivos de segurança conhecidos como Botão do Pânico em todos os estabelecimentos de saúde, públicos e privados, no âmbito do Conselho Regional de Medicina do Estado do Paraná, e a comunicação compulsória dos casos de agressão.

Ao final foi realizada um debate com a participação das autoridades e representantes das diversas entidades presentes sobre as ações de combate à violência contra Médicas e Médicos, e todos os profissionais da Saúde.

Confira a fala do O Dr. Darley Rugeri Wollmann Jr., Vice-Presidente do Simepar:

A íntegra do vídeo do evento está no canal do CRM no Youtube.

As informações são do CRM-PR.

Vacinação contra a Gripe no Paraná será aberta para público em geral a partir de segunda

A vacinação contra a gripe estará disponível para toda a população acima de seis meses de idade a partir de segunda-feira, 29 de junho. A ampliação foi pactuada entre a Secretaria da Saúde do Paraná (Sesa) e o Conselho de Secretarias Municipais de Saúde do Paraná (Cosems), que representa os 399 municípios do Estado.

A medida foi oficializada por meio da Deliberação da Comissão Intergestores Bipartite (CIB/PR) nº 273/2026, considerando a sazonalidade do vírus influenza e a cobertura vacinal alcançada entre os grupos prioritários. Com a ampliação, a expectativa é aumentar a cobertura e reforçar a proteção da população. As estratégias de vacinação serão definidas pelos municípios, de acordo com a realidade e organização da rede de saúde de cada um.

“A ampliação da vacinação permitirá que mais paranaenses estejam protegidos neste período de maior circulação dos vírus respiratórios. Mas reforçamos o chamado aos grupos prioritários, especialmente crianças, idosos, gestantes e profissionais da saúde, que continuam sendo os mais vulneráveis às complicações da gripe. A vacina é segura, gratuita e está disponível em mais de 1,8 mil salas de vacinação em todo o Paraná”, afirma o secretário estadual da Saúde, César Neves.

Das 4.815.445 pessoas elencadas como público-alvo, o Paraná já recebeu e distribuiu 4.249.780 vacinas e aplicou 2.258.571 doses, ocupando o 5º lugar entre os estados que mais vacinaram em números absolutos, atrás do Rio de Janeiro (2.413.422 doses aplicadas), Rio Grande do Sul (2.851.506), Minas Gerais (4.759.220) e São Paulo (8.782.667).

PRIORITÁRIOS – A cobertura vacinal do Paraná entre os grupos prioritários (idosos, gestantes e crianças de seis meses a menores de seis anos) é de 47,18%, acima da média nacional, de 42,70%, colocando o Estado na 6ª posição do País, atrás de Ceará (47,23%), Alagoas (47,41%), Minas Gerais (48,31%), Rio Grande do Sul (48,78%) e Piauí (52,55%). A meta é atingir 90% desse público, o que representa 2.960.260 paranaenses.

Entre os grupos prioritários, as gestantes apresentam a maior cobertura vacinal até o momento no Paraná, com 62.487 doses aplicadas e 63,56% de cobertura. Em seguida aparecem os idosos, com 1.029.926 doses aplicadas e 49,32% de cobertura, e as crianças, com 304.344 doses aplicadas, atingindo 39,34%.

CASOS – Segundo o último Informe Epidemiológico de Vírus Respiratórios divulgado pela Sesa no dia 10 de junho, o Paraná soma 10.119 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), com 441 óbitos. Desses, 1.535 casos e 88 mortes foram causados por influenza. “A vacina protege contra os casos mais graves da doença, e agora com o inverno é fundamental que a população busque essa imunização para estar protegida contra os vírus que tendem a circular ainda mais”, reforça o secretário César Neves.

Além dos grupos de maior risco, também fazem parte do público-alvo da campanha profissionais de saúde, puérperas, professores dos ensinos básico e superior, trabalhadores da educação, povos indígenas, pessoas em situação de rua, integrantes das forças de segurança e salvamento e militares das Forças Armadas.

Também estão incluídas pessoas com doenças crônicas ou condições clínicas especiais, pessoas com deficiência permanente, caminhoneiros, trabalhadores do transporte coletivo e de longo curso, portuários, funcionários do sistema penitenciário e a população privada de liberdade, incluindo jovens sob medidas socioeducativas entre 12 e 21 anos.

As informações são da Agência Estadual de Notícias.

SUS voltará a aplicar duas doses de reforço da vacina contra a Pólio

A partir de agosto, todas as crianças de 4 anos vão receber mais uma dose de reforço da vacina contra a poliomielite. Com isso, o Sistema Único de Saúde (SUS) volta a oferecer o esquema que era feito até 2024, mas agora exclusivamente com a vacina injetável.

Até aquele ano, todas as crianças recebiam três doses da vacina injetável, feita com o vírus inativado. E, posteriormente, duas doses de reforço com a vacina oral, de vírus enfraquecido, a famosa gotinha.

No entanto, como em situações muito raras, o vírus atenuado da vacina oral pode sofrer mutações e provocar a doença, o Ministério da Saúde decidiu utilizar exclusivamente a vacina injetável, suprimindo a segunda dose de reforço.

Com a mudança mais recente, o esquema volta a ser:

  • Três doses aos 2, 4 e 6 meses para conferir proteção básica;
  • Duas doses de reforço aos 15 meses e aos 4 anos de idade, para complementar a prevenção.

 

Nas cinco ocasiões serão aplicadas a vacina inativada injetável. Todas as crianças menores de 5 anos que não tiverem recebido as cinco doses devem ser levadas ao posto de saúde para verificar a necessidade de atualização vacinal.

A mudança no esquema de vacinação foi decidida após reunião da Câmara Técnica Assessora em Imunizações e comunicada pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI) em uma nota técnica na semana passada. Ela passa a valer a partir do dia 3 de agosto.

A diretora da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBI), Isabela Ballalai, explica que o reforço é necessário porque a proteção conferida pela vacina cai com o passar do tempo. Logo, as doses adicionais garantem que ela permaneça alta.

“A pólio está controlada entre nós. No entanto, a situação mundial vem apresentando surtos localizados que preocupam e aumentam o risco de chegar ao país. Então é melhor manter o esquema de dois reforços. Este é o padrão da Organização Mundial de Saúde”, complementa.

Ainda de acordo com Isabela Ballalai, a vacina é recomendada aos menores de 5 anos porque essa é a faixa etária que têm maior risco de desenvolver quadros graves após a infecção pelo vírus. No entanto, em situações de surto, os adultos também podem ser vacinados.

O Brasil não registra casos de poliomielite há 37 anos e em 1994 recebeu o certificado de área livre de circulação do vírus. No entanto, apesar de estar erradicado em grande parte do globo, o vírus da polio ainda circula em alguns países e a vacinação é a única forma de prevenir a doença e evitar que ela volte a causar surtos, como foi no passado.

Entre os anos de 1968 e 1989 o Brasil registrou mais de 26 mil infecções por pólio. Geralmente o vírus causa sintomas leves, mas ele pode atingir o sistema nervoso central e causar paralisia e morte. Por isso, a poliomielite também é chamada de “paralisia infantil”.

As informações são da Agência Brasil.

Excelência na atuação jurídica do Simepar garante vitórias e ampliação de benefícios

O Simepar conta com uma Assessoria Jurídica altamente qualificada e especializada em Direito Trabalhista e Direito Médico. Os Advogados/as do Escritório Zornig & Andrade acompanham e fornecem subsídios jurídicos para o Sindicato nas negociais coletivas, nos episódios de denúncias, nas análises das possíveis sonegações de direitos; enfim, sempre que a Direção do Simepar julga necessário.

Essa Assessoria Jurídica também atua na defesa dos profissionais em processos administrativos disciplinares, e em quaisquer situações em que Médicos e Médicas associados ao Simepar necessitarem, desde que sejam motivadas por questões que envolvam o trabalho médico.

A atuação jurídica do Simepar recuperou, através de ações judiciais, mais de R$ 50 milhões nos últimos sete anos em verbas que foram devolvidas diretamente aos Médicos, após terem sido ilegalmente sonegadas.

Os principais exemplos são a devolução de aproximadamente R$ 7 milhões a título de indenização pelo corte de horas extras, e mais de R$ 12 milhões em diferenças salariais dos dissídios coletivos dos últimos três anos, aos médicos/as da FEAS Curitiba. Atualmente, os médicos do Consamu começarão a receber as diferenças do adicional de insalubridade da pandemia, estimando-se aproximadamente R$ 200 por mês trabalhado durante a pandemia, a favor de quase trezentos profissionais.

Estas ações judiciais são patrocinadas pelo Simepar no âmbito da Justiça do Trabalho e também na Justiça comum dependendo do caso. Muitas delas seguem em tramitação, em primeira, segunda e até terceira instância, nos Tribunais Superiores.

O Simepar já obteve vitórias na primeira e segunda instância em diversas ações, mas os Gestores Públicos e Empregadores costumam recorrer sempre que possível, postergando o recebimento dos valores o máximo passível.

Combate à Terceirização e Pejotização

Desde 2022, o Simepar ampliou o combate à terceirizações da mão de obra médica, com abordagem direta nas prefeituras. A Diretoria do Sindicato e sua Assessoria Jurídica desenvolveram forte argumentação provando que a terceirização do SUS custa caro e traz grandes prejuízos aos cofres públicos, precariza as condições de trabalho dos profissionais da Saúde e resulta em má qualidade no atendimento à população.

Essa argumentação tem servido para o convencimento de gestores públicos, bem como serve de base para diversas ações judicias patrocinadas pelo Simepar em face a municípios, consórcios intermunicipais e fundações de Saúde.

Como resultado, o Sindicato conseguiu reverter, encerrar ou diminuir a terceirização da mão de obra médica em Curitiba, Matinhos, Morretes, Paranaguá, Mandirituba, Campina Grande do Sul, entre outros municípios.

Simepar participa de julgamento no STF

O Sindicato dos Médicos no Estado do Paraná participou como Amicus Curiae de uma ação que questiona a constitucionalidade de dispositivos da Lei do Planejamento Familiar (Lei 9. 263/1996), que tratam de condições para a realização de esterilização voluntária (laqueadura e vasectomia).

A Ação tramita no Supremo Tribunal Federal. Inicialmente, a lei impunha, como condição para a realização dos procedimentos, a autorização expressa do cônjuge e a idade mínima de 25 anos ou dois filhos vivos. Contudo, a primeira exigência foi revogada e a idade mínima modificada para 21 anos.

No dia 17 de abril, o STF abriu espaço em sessão plenária para as partes e os terceiros interessados, que é o caso do Simepar, fizessem suas manifestações através de sustentação oral. Na oportunidade, o Simepar se fez presente no plenário do Supremo com o Presidente, Dr. Marlus Volney de Morais, e o advogado, Dr. Luiz Gustavo de Andrade.

Na sustentação oral, o Dr. Luiz Gustavo de Andrade defendeu a inconstitucionalidade da lei por ignorar valores constitucionais fundamentais, como a dignidade da pessoa humana e a igualdade. Além disso, ele argumentou que Lei atinge também a categoria médica, pois tipifica como crime a realização da esterilização voluntária se não observados os limites e restrições presentes na Lei.

Esta é a quarta de uma série de matérias que estão sendo publicadas informando os detalhes da atuação do Simepar no período de 2022 a 2026. 

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Começa a aplicação da vacina que amplia proteção contra pneumonia e meningite em crianças

Crianças menores de 5 anos que não completaram o esquema vacinal já podem ser vacinadas pelo SUS com a vacina Pneumo 20, que protege contra 20 sorotipos da bactéria pneumococo, causadora de doenças graves como pneumonia e meningite. A estratégia nacional foi lançada no sábado (20/6), em São Paulo, pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha. Novidade na rede pública, a vacina passou a integrar o Calendário Nacional de Vacinação — esse é o quarto imunobiológico incorporado para crianças durante a atual gestão. Na rede privada, pode custar mais de R$ 500.

O diferencial da vacina é a ampliação da proteção contra sorotipos que mais causam doença pneumocócica invasiva, especialmente os tipos 3, 6A e 19A, oferecendo cobertura mais abrangente que as formulações anteriores. Também protege contra otite média, que pode causar perda auditiva e evoluir para infecções mais graves. Desde maio, o Ministério da Saúde distribuiu mais de 570 mil doses para todos os estados, garantindo o início da vacinação. Até o fim do ano, a previsão é de distribuição de mais de 6,1 milhões de doses.

Ao acompanhar o início da estratégia nacional de vacinação, o ministro da saúde, Alexandre Padilha, destacou a importância da ampliação da proteção oferecida pelo imunizante:

“Eu pude ver as primeiras bebezinhas, com dois meses de idade, já sendo protegidas com essa vacina, que é uma vacina que protege contra 20 tipos dessa bactéria, que é o pneumococcus. E como essa vacina é muito mais ampla do que a que a gente utilizava, ela vai proteger ainda, contra pneumonia grave e contra meningite”, disse

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a doença pneumocócica é a principal causa de mortalidade infantil por doença prevenível. No Brasil, entre 2023 e 2025, foram registrados 4,6 mil casos de meningite pneumocócica e 1,4 mil óbitos, com taxa de letalidade superior a 30%. Entre crianças menores de 5 anos, foram 616 casos e 188 mortes no mesmo período.

Além de reduzir casos e mortes, a vacinação em larga escala vai ajudar a reduzir os custos do SUS com internações, UTIs, reabilitação e tratamento de sequelas. Padilha também ressaltou os avanços recentes da vacinação no país e o papel dos profissionais do SUS na recuperação das coberturas vacinais.

“O Brasil voltou a ser campeão mundial da vacinação no país e isso se deve, também, ao esforço dos agentes comunitários de saúde, dos profissionais de saúde, dos enfermeiros e enfermeiras, auxiliares de enfermagem, vacinadores e vacinadoras. Em 2019 perdemos o título de País livre do Sarampo e recuperamos esse título agora em 2024. E todos os profissionais de saúde do SUS nos ajudaram a chegar em 2025 com a maior cobertura vacinal dos últimos 9 anos no Brasil”, afirmou Padilha

Quem pode receber a nova vacina?

A vacina Pneumo 20 é destinada às crianças menores de 5 anos que ainda não completaram o esquema vacinal recomendado. Até agora, as vacinas ofertadas são a Pneumo 10, Pneumo 13 e a polissacarídica 23.

Com a incorporação da Pneumo 20, o Ministério da Saúde inicia uma transição gradual para substituição dos imunizantes, ampliando a proteção contra mais sorotipos da bactéria pneumococo com potencial de prevenção de casos graves.

Além das crianças, a vacina também será destinada a povos indígenas com mais de 5 anos sem histórico de vacinação pneumocócica conjugada, idosos com 60 anos ou mais que estejam acamados ou institucionalizados e pessoas com condições clínicas especiais atendidas na Rede de Imunobiológicos para Pessoas em Situações Especiais (RIE).

Durante a transição, o esquema vacinal infantil será de uma dose da Pneumo 20 aos 2 meses, uma dose da vacina Pneumo 10 aos 4 meses de idade e um reforço da Pneumo 20 aos 12 meses, com intervalo mínimo de 60 dias entre a segunda dose e o reforço. As vacinas 13 e 23 seguem em uso em estratégias específicas até o fim dos estoques.

Após o esgotamento dos estoques da vacina Pneumo 10, o esquema passará a ser exclusivamente com a Pneumo 20. O histórico de vacinação pode ser acompanhado pela Caderneta Digital de Saúde da Criança, no aplicativo Meu SUS Digital.

As informações são do Ministério da Saúde via Agência Gov.

Diagnóstico precoce é a principal arma contra o melanoma, tipo mais agressivo de câncer de pele

Uma pinta que muda de tamanho, uma mancha que escurece ou uma lesão que não cicatriza. Alterações aparentemente simples podem ser os primeiros sinais do melanoma, o tipo mais agressivo de câncer de pele. Durante o Junho Preto, mês dedicado à conscientização sobre a doença, a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) reforça um alerta que pode fazer toda a diferença: quanto mais cedo o diagnóstico, maiores são as chances de cura. E os cuidados devem ser mantidos, mesmo no inverno.

Embora represente uma parcela menor dos cânceres de pele, o melanoma é responsável pela maior parte das mortes associadas à doença. Isso acontece porque ele tem maior capacidade de se espalhar para outros órgãos quando não identificado e tratado precocemente.

O acompanhamento dos pacientes com melanoma também se reflete na assistência prestada pela rede hospitalar do Paraná. Dados do Sistema de Informações Hospitalares apontam a realização de 2.498 procedimentos relacionados ao melanoma maligno da pele (CID C43) entre 2024 e abril de 2026 no Estado. Foram 1.058 procedimentos em 2024, 1.045 em 2025 e 395 nos primeiros quatro meses de 2026.

Entre os procedimentos mais frequentes estão as cirurgias para retirada de lesões e reconstrução da pele após o tratamento. Somente a excisão e sutura de lesão na pele com plástica em Z ou rotação de retalho somaram 846 procedimentos no período. Também foram feitos 332 procedimentos de reconstrução de partes moles em oncologia, 233 tratamentos clínicos de pacientes oncológicos, 228 tratamentos de intercorrências clínicas de pacientes oncológicos e 192 exéreses múltiplas de lesões da pele ou tecido celular subcutâneo.

Os números demonstram que, além da prevenção e do diagnóstico precoce, o Sistema Único de Saúde no Paraná mantém uma rede preparada para atender pacientes em diferentes estágios da doença, desde a investigação inicial até procedimentos cirúrgicos mais complexos e acompanhamento especializado.

O secretário estadual da Saúde, César Neves, afirma que o Estado tem investido no fortalecimento da linha de cuidado oncológica para garantir assistência em todas as etapas do tratamento.

Segundo ele, os dados mostram que milhares de procedimentos relacionados ao melanoma foram realizados nos últimos anos na rede pública paranaense. Isso demonstra a capacidade do SUS de oferecer desde o diagnóstico até tratamentos especializados. “Mas o nosso maior desafio continua sendo incentivar a prevenção e o diagnóstico precoce, que aumentam significativamente as chances de cura”, afirmou. “Muitas pessoas associam a doença ao verão e a maior exposição ao sol, mas os cuidados devem ser mantidos durante todo o ano e, também, no inverno”.

No Paraná, a rede pública de saúde conta com uma linha de cuidado estruturada para identificação, diagnóstico e tratamento dos pacientes. A orientação é que qualquer lesão suspeita seja avaliada o mais cedo possível por um profissional de saúde.

A médica dermatologista Priscila de Cássia Francisco, que atua no Hospital de Dermatologia Sanitária do Paraná (HDSP), vinculado à Sesa, diz que o acompanhamento é fundamental, especialmente para quem já recebeu o diagnóstico da doença. “Quem já teve melanoma apresenta um risco maior de desenvolver novos melanomas ao longo da vida. Por isso, geralmente permanece em acompanhamento especializado. O objetivo é monitorar alterações na pele e identificar novas lesões ainda em fases muito iniciais”, afirma.

Entre os principais fatores de risco estão a predisposição genética, o histórico familiar da doença e a exposição acumulada ao sol ao longo da vida. Segundo a especialista, a combinação desses fatores pode aumentar significativamente a probabilidade de desenvolvimento do melanoma.

A detecção precoce continua sendo a principal estratégia para aumentar as chances de cura. Quando identificado nos estágios iniciais, o melanoma pode ser tratado de forma mais simples e com melhores resultados.

Para monitorar pacientes com maior risco, os serviços especializados utilizam recursos como a dermatoscopia, exame que permite uma avaliação ampliada das lesões da pele. Em alguns casos, também é feito o mapeamento corporal digital, que registra imagens para comparação ao longo do tempo.

“O nosso principal objetivo é encontrar melanomas muito iniciais, ainda finos, quando as chances de sucesso no tratamento são maiores. O diagnóstico precoce continua sendo a ferramenta mais importante no combate à doença”, acrescenta a dermatologista.

Quando uma lesão suspeita é identificada na Atenção Primária à Saúde, o paciente é encaminhado para avaliação especializada. A partir dessa avaliação podem ser feitos exames complementares e biópsias para confirmação do diagnóstico. Nos casos em que o melanoma está restrito à pele, o tratamento pode ser conduzido pelos serviços especializados em dermatologia. Quando há necessidade de investigação mais aprofundada, como avaliação de linfonodos ou suspeita de disseminação da doença, o acompanhamento passa a envolver equipes de cirurgia oncológica e outros especialistas.

CUIDADOS – A chegada do inverno costuma trazer uma falsa sensação de proteção contra os danos causados pelo sol. No entanto, a radiação ultravioleta continua incidindo sobre a pele mesmo em dias frios ou com céu encoberto. Por isso, os cuidados não entram em estação: o uso de protetor solar, a proteção adequada durante atividades ao ar livre e a atenção a possíveis alterações na pele devem ser mantidas ao longo de todo o ano.

A população deve ficar atenta a pintas ou manchas que apresentem mudanças de cor, formato ou tamanho, além de lesões que sangram, coçam ou não cicatrizam. O uso diário de protetor solar e a redução da exposição excessiva ao sol permanecem entre as principais medidas de proteção.

Neste Junho Preto, o alerta é simples, mas essencial: conhecer os sinais do melanoma e procurar avaliação médica diante de qualquer alteração na pele pode representar a diferença entre um tratamento mais complexo e uma chance muito maior de cura.

As informações são da Agência Estadual de Notícias.

Simepar amplia e reforça os canais de comunicação com Médicos e com a Sociedade

A Gestão do Simepar vem ampliando e aprimorando seus canais de comunicação, visando divulgar e dar transparência às atividades desenvolvidas pelo Sindicato, divulgar as denúncias e conquistas relativas ao trabalho médico; além de manter relações profícuas com as entidades coirmãs, agentes e gestores públicos, poder Judiciário, imprensa; e com a sociedade como um todo.

Para isso, o Sindicato conta com um portal de notícias relacionadas ao trabalho médicos e também das atividades sindicais. Essas notícias também são compartilhadas através das redes sociais (Facebook, Instagram, YouTube) onde o Simepar mantém contas ativas e constantemente atualizadas. Outro canal de comunicação é o aplicativo de mensagens WhatsApp, no qual o Simepar administra diversos grupos com a participação de profissionais da Medicina divididos por local de trabalho.

O Sindicato dispõe de endereços de E-mail, sendo um geral (simepar@simepar.com.br), uma para demandas jurídicas (juridico@simepar.com.br), outro para Comunicação (imprensa@simepar.com.br); e um para questões de cadastro, associação e quitação das contribuições (tesouraria@simepar.com.br). Todos esse e-mail são lidos e verificados diariamente (em dias úteis). Também são produzidos e enviados periodicamente boletins eletrônicos por E-mail.

Simepar Cast

O Simepar lançou no final de 2025 o Simepar Cast, que é um programa de entrevistas e debates com conteúdos voltados à valorização profissional, à defesa da categoria e a temas que impactam o dia a dia da profissão. Três episódios do Simepar Cast já estão publicados. O primeiro episódio recebeu o título de “Um século de história do Sindicalismo Médico em uma hora de conversa”, com a participação do Dr. Mario Ferrari, ex-presidente do Simepar; além do Dr. Marlus Morais e da Dra. Claudia Paola Aguillar, pela atual direção do Sindicato.

O segundo episódio teve a participação dos advogados Dr. Luiz Gustavo de Andrade e Dra. Miriam Cipriani Gomes, que são assessores jurídicos do Simepar; além do Dr. Marlus Morais e da Dra. Claudia Paola Aguillar, novamente pela atual direção do Sindicato.

No terceiro episódio do Simepar Cast, aprofundamos um tema fundamental para a carreira médica, que são as relações de trabalho na Medicina e o cooperativismo como alternativa sólida, estruturada e sustentável para os médicos. Para essa conversa, recebemos uma referência no assunto: Dr. Rached Hajar Traya, diretor-presidente da Unimed Curitiba, a maior operadora de planos de saúde do Paraná e uma das maiores do sistema Unimed no país.

Os três episódios estão publicados no Canal do Simepar no Youtube, podendo ser acessados diretamente ou pelo portal do Simepar (simepar.org.br). Também estão disponíveis em formato de áudio no Spotify.

Em breve será publicado um novo episódio com a participação do Presidente da Federação Médica Brasileira (FMB), Dr. Fernando Mendonça.

Realização de Seminários

O Simepar realizou recentemente dois grandes Seminários tendo como público-alvo os profissionais da Medicina, Advogados, Juristas e Estudantes de Medicina e Direito.

O primeiro dos eventos foi realizado em 2022 e recebeu o nome “Serviços Médicos: Atuação Profissional e Responsabilidades Jurídicas”. Este seminário estreitou os laços entre o Direito a Medicina, abordando de maneira aprofundada os vários aspectos do “Direito Médico”. Participaram como palestrantes, o Desembargador do Tribunal de Justiça do Paraná, Dr. Miguel Kfouri Neto; o Conselheiro Regional de Medicina, o Médico Pediatra Dr. Luiz Ernesto Pujol, ex-presidente e então Secretário-Geral do CRM-PR; além do Presidente do Simepar, Dr. Marlus Morais, da Secretária-Geral do Sindicato, Dra. Claudia Paola Carrasco Aguilar, entre outros Médicos e Juristas de renome e reconhecida competência em suas áreas.

O segundo seminário foi realizado no ano 2024, em parceria com o Diretório Acadêmico Nilo Cairo (DANC), do Curso de Medicina da Universidade Federal do Paraná, e foi chamado “O Futuro do Trabalho Médico: Desafios e Vínculos de Trabalho”. Este evento recebeu como palestrante o Dr. Luiz Eduardo Gunther, Desembargador do Tribunal Regional do Trabalho do Paraná; além de dirigentes sindicais médicos, e juristas que atuam no Direito Médico.

No próximo mês de agosto, Curitiba receberá o III Congresso Acadêmico Sindical da FMB. O evento será realizado nos dias 14 e 15 de agosto de 2026, na sede do Conselho Regional de Medicina do Paraná. O Congresso é realizado em parceria pelo Simepar com a FMB.

Esta é a terceira de uma série de matérias que estão sendo publicadas informando os detalhes da atuação do Simepar no período de 2022 a 2026. 

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Campanha do Hemepar com a Prefeitura de Curitiba estimula torcedores a doarem sangue

Em alusão às ações do Junho Vermelho, a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) e do Centro de Hematologia e Hemoterapia do Paraná (Hemepar), iniciou nesta segunda-feira (15) a campanha “Doe Sangue Pelo Esporte”. Realizada anualmente em parceria com a Secretaria Municipal do Esporte, Lazer e Juventude de Curitiba (SMELJ). A campanha conta com o apoio do Trio de Ferro da Capital – Athetico, Coritiba e Paraná Clube -, além do atual campeão paranaense, o Operário, de Ponta Grossa.

A mobilização segue até 25 de novembro, data em que se celebra o Dia Nacional do Doador de Sangue. Para incentivar a participação de atletas, torcedores e da comunidade em geral, os voluntários que comparecerem ao Hemepar Curitiba ou ao Banco de Sangue do Hospital Erasto Gaertner e sinalizarem que estão doando pela campanha poderão indicar seu time do coração e concorrer ao sorteio de uma das quatro camisetas oficiais dos clubes parceiros e de duas camisas oficiais da Seleção Brasileira.

O secretário de Estado da Saúde, César Neves, ressalta que a associação entre a saúde e a prática esportiva é um reflexo direto do momento em que o Estado vive. “Nada mais justo do que associar a saúde ao esporte. Atualmente, o Paraná executa o maior plano de cirurgias eletivas do País. Essa alta resolutividade demanda insumos constantemente. Mais do que nunca, a questão do sangue é sensível, importante e inegociável. Sangue é vida”, destaca.

Neves também aproveitou o lançamento para convocar a população para o período mais frio do ano, que costuma registrar queda nas coletas. “Quero conclamar todos os paranaenses, que nunca nos deixaram faltar apoio, a continuarem doando durante o inverno, período em que historicamente enfrentamos baixas nos estoques.”, complementa o secretário.

Para a diretora do Hemepar, Vivian Raksa, o grande desafio é transformar o ato solidário em um hábito contínuo na vida das pessoas. “Precisamos que a população trate a doação como um ato frequente, inserindo essa ação tão nobre na rotina. A recomendação é que as doações sejam feitas pelo menos duas vezes ao ano, o que é fundamental para mantermos os estoques no quantitativo necessário para atender com segurança as demandas hospitalares”, pontua.

NA PRÁTICA – O orientador de esporte e lazer da SMELJ, Adriano de Melo Pimentel, de 51 anos, pratica o que orienta. Doador há mais de cinco anos, ele fez questão de registrar seu apoio logo no primeiro dia da mobilização. “Participei desta mesma campanha no ano passado e, no decorrer do ano, costumo fazer de duas a três doações. É uma oportunidade de fazer a nossa parte como cidadão. Esse reforço deve acontecer o ano todo, e não apenas no Dia do Doador ou em datas específicas. Sempre que podemos, estamos orientando e estimulando novas pessoas a doarem”, afirma.

QUEM PODE DOAR – Estão aptas para doar sangue pessoas entre 16 e 69 anos completos. No caso de menores de idade, é necessária autorização e acompanhamento do responsável legal. Os homens podem fazer até quatro doações anuais, com intervalo mínimo de dois meses. Já as mulheres podem doar até três vezes ao ano, respeitando o intervalo de três meses entre as coletas.

O voluntário deve pesar mais de 50 quilos, estar alimentado, hidratado e descansado no momento da doação, além de evitar alimentos gordurosos nas horas anteriores. Também é obrigatória a apresentação de documento oficial com foto.

PRESENÇAS – Participaram do evento que marcou o início da campanha “Doe Sangue pelo Esporte” o vice-presidente da Federação Paranaense de Futebol (FPF), Maurício Guimarães, e o Secretário-geral da entidade, Robson Seerig; o secretário municipal do Esporte, Lazer e Juventude, Hideo Garcia; a vereadora de Curitiba Rafaela Lupion; além de colaboradores da SMELJ e do Hemepar.

Serviço: Doações

Hemepar – Curitiba

Endereço: Travessa João Prosdócimo, 145, Alto da XV.

Horário de coleta: 7h30 às 18h.

Para evitar filas e garantir o equilíbrio no estoque de diferentes tipos sanguíneos, o Hemepar orienta que os doadores façam o agendamento prévio no link www.saude.pr.gov.br/doacao

Banco de Sangue – Hospital Erasto Gaertner

Endereço: R. Dr. Ovande do Amaral, 201 – Jardim das Américas.

Horário de coleta: das 9h às 16h30. Aos sábados, das 08h às 12h.

As informações são da Agência Estadual de Notícias.

Nota do Simepar de orientação aos Médicos/as da FASP Paranaguá

O Sindicato dos Médicos no Estado do Paraná informa que foi deferida medida liminar em ação civil pública movida pelo Ministério Público com atuação do Simepar e do Conselho Municipal de Saúde de Paranaguá.

Pelos termos da liminar o Município de Paranaguá deve zelar pela estrita continuidade dos serviços de saúde à população, abstendo-se de promover qualquer interrupção, suspensão ou redução quantitativa e qualitativa na assistência atualmente gerida pela FASP.

Os contratos de trabalho dos médicos e profissionais de saúde não foram rescindidos, não tendo havido notificação formal individual de aviso prévio (cumprido ou indenizado), tampouco exames demissionais ou mesmo subscrição de TRCT, de modo que, assim sendo, permanecem em vigor. Com intuito colaborativo, orienta-se os profissionais de saúde a darem continuidade a suas atividades e escalas regulares.

Ficou, pela decisão, proibido o desligamento coletivo ou remanejamento de servidores e empregados públicos vinculados à FASP que possa comprometer a regularidade das escalas médicas. Para que não haja comprometimento de tais escalas, orienta-se a equipe de profissionais de saúde que cumpram regularmente suas atividades nos locais e horários ordinários.

O Sindicato permanece à disposição e reafirma seu comprometimento com a correta prestação de serviços de saúde, mantendo em aberto o canal de diálogo que sempre manteve com Poder Público e órgãos de controle.