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Xuxa estrela Campanha Nacional de Multivacinação e mobiliza o país para o Dia D

“De gotinha em gotinha, a gente consegue mudar o mundo.” É com essa mensagem que a apresentadora Xuxa Meneghel, eterna rainha dos baixinhos, estrela a Campanha Nacional de Multivacinação do Ministério da Saúde e convida o país a participar, neste sábado (18), do Dia D de mobilização, voltado à vacinação de crianças e adolescentes menores de 15 anos. Neste dia, todas as salas de vacinação estarão abertas. Será o momento ideal para que pais e responsáveis levem os filhos para atualizar a caderneta de vacinação.

A campanha segue até o fim de outubro, com todas as vacinas previstas no Calendário Nacional de Vacinação sendo disponibilizadas gratuitamente ao público. Entre as prioridades estão o resgate de não vacinados contra HPV, febre amarela e sarampo — para pessoas de 12 meses a 59 anos, devido ao surto em países vizinhos e ao risco de reintrodução da doença no Brasil.

Para facilitar o acesso à informação, pais e responsáveis podem acompanhar a situação vacinal de crianças e adolescentes pelo aplicativo Meu SUS Digital, que oferece alertas de próximas doses, lembretes e atualização em tempo real por meio da Rede Nacional de Dados em Saúde (RNDS). O sistema permite acompanhar quais vacinas já foram aplicadas e quais ainda precisam ser tomadas.

Desde 2023, o Ministério da Saúde tem intensificado as campanhas de vacinação e retomado grandes mobilizações nacionais. Para incentivar estados e municípios, mais de R$ 150 milhões foram destinados para reforçar a vacinação em todo o Brasil. A campanha deste ano também reforça uma mensagem importante: “Vacinar é cuidar de quem você ama.”

Vacinas disponíveis nas Unidades Básicas de Saúde do país:

  • BCG
  • Hepatite B
  • Penta (DTP/Hib/HB)
  • Poliomielite inativada
  • Rotavírus
  • Pneumocócica 10-valente (conjugada)
  • Meningocócica C (conjugada) / ACWY (conjugada)
  • Influenza
  • Covid-19
  • Febre amarela
  • Tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola)
  • Varicela
  • DTP
  • Hepatite A

 

Acesse o vídeo da campanha.

As informações são do Ministério da Saúde.

Brasil tem 36 casos confirmados e sete mortes causadas pela intoxicação por metanol

O Brasil contabiliza 36 casos confirmados de intoxicação por metanol após a ingestão de bebidas alcoólicas adulteradas – quatro a mais do que o registrado na última segunda-feira (13).

O número de mortes confirmadas por intoxicação por metanol também subiu, passando de cinco para sete, sendo cinco notificadas no estado de São Paulo e duas em Pernambuco.

Ao todo, outros 156 casos estão em investigação e pelo menos 362 são considerados suspeitos até então eles foram descartados. Há ainda 11 mortes em análise..

Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (15) pelo diretor do Departamento de Emergências em Saúde Pública do Ministério da Saúde, Edenilo Baltazar Barreira Filho, durante audiência pública na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado.

“Pela curva epidêmica, percebemos uma desaceleração no número de notificações, mas isso não nos faz baixar a guarda, não nos faz dizer que a situação está sob controle”, disse, durante o debate.

“Pelo contrário, estamos cada vez mais alertas, cada vez mais atentos a isso e estamos monitorando isso dentro da Sala Nacional de Situação”, completou.

As informações são da Agência Brasil

Secretaria da Saúde investiga óbito suspeito de intoxicação por metanol no Paraná

A Secretaria de Estado da Saúde do Paraná (Sesa) divulgou nesta quarta-feira (15) a suspeita de um óbito após intoxicação por metanol. Trata-se de um homem de 59 anos, residente de Foz do Iguaçu, no Oeste Ele deu entrada em uma UPA da cidade na terça-feira (14) com histórico de ingestão de bebida alcoólica e evoluiu a óbito ainda no pronto atendimento. Foi realizada coleta de material para análise laboratorial e a Sesa aguarda o resultado.

O Paraná já confirmou quatro casos, todos de Curitiba. Dois pacientes de 71 e 36 anos já receberam alta e dois seguem internados na Capital. Destes, uma mulher de 41 anos, está em estado grave mas estável, e um homem de 60 anos, permanece estável e apresentando melhoras.

Ao todo, o Paraná já registrou 17 notificações, sendo quatro casos confirmados, 12 descartados e um óbito ainda em investigação. Nesta quarta a pasta descartou um caso suspeito de Piraquara, de um homem de 41 anos.

O secretário em exercício da Saúde, César Neves, apresentou os dados em uma audiência pública na Assembleia Legislativa. “Seguimos em alerta com os casos de intoxicação por metanol no Estado. Existe um trabalho grande de monitoramento, fiscalização e notificação e todos os órgãos do Paraná estão dedicados a esclarecer essa questão”, disse.

ANTÍDOTO – A Sesa recebeu do Ministério da Saúde 84 frascos de fomepizol, que também é um antídoto utilizado no tratamento de intoxicação por metanol. A Secretaria também realizou a compra de 424 ampolas de etanol farmacêutico, que já está sendo utilizado no tratamento de intoxicações por metanol. O quantitativo deve ser entregue nesta semana. O Ministério da Saúde enviou ao Paraná 360 ampolas deste antídoto. A Sesa aguarda uma nova remessa de 180 ampolas.

Quatro pacientes do Paraná já receberam o antídoto. O produto é encaminhado diretamente ao hospital que está atendendo o caso notificado pelo Estado ao Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (Cievs) nacional.

Cada paciente é avaliado individualmente, com base em critérios clínicos e laboratoriais, para definir a quantidade necessária de antídoto. Agora com um novo medicamento, a avaliação definirá qual antídoto o paciente irá receber.

SINTOMAS E SINAIS DE ALERTA – É importante ficar atento aos sintomas de intoxicação por metanol. A substância não pode ser identificada pelo cheiro ou sabor, pois não altera a bebida.

Os sinais costumam surgir entre 6h a 72h após a ingestão e podem ser confundidos com uma ressaca: dor abdominal, visão turva, confusão mental e náusea.

Sintomas iniciais: dor de cabeça, náuseas, vômitos, sonolência, falta de coordenação, tontura e confusão mental.

Sintomas graves: dor abdominal intensa, alterações visuais (visão embaçada, pontos escuros, sensibilidade à luz ou cegueira súbita), dificuldade para respirar, convulsões e coma.

ATENDIMENTO – A Sesa orienta que, em casos de sintomas, os pacientes devem procurar um serviço de saúde imediatamente. Todos os casos suspeitos de intoxicação por metanol devem ser reportados e discutidos com um dos quatro Centros de Informação e Assistência Toxicológica do Paraná, que vão orientar sobre a conduta clínica e notificar imediatamente a Sesa por meio da Rede CIATox do Paraná.

– CIATox Curitiba: 0800 041 0148

– CIATox Londrina: (43) 3371-2244

– CIATox Maringá: (44) 3011-9127

– CIATox Cascavel: (45) 3321-5261

MEDIDAS DE PREVENÇÃO – A Sesa orienta alguns cuidados ao consumir bebidas alcoólicas:

– Compre apenas de locais confiáveis e desconfie de preços muito baixos.

– Verifique se o líquido está limpo e se o lacre da garrafa está intacto.

– Rótulos tortos, borrados ou com erros podem indicar falsificação.

– Confira se a embalagem tem o registro do Ministério da Agricultura, Pecuária e

– Abastecimento (MAPA), que garante a fiscalização da produção.

– Em bebidas destiladas, veja se há o selo do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), que indica que o produto passou pela inspeção oficial.

– Estabelecimentos devem exigir nota fiscal dos fornecedores para garantir a origem das bebidas.

– Em caso de suspeita de intoxicação, procure atendimento médico imediatamente.

As informações são da Agência Estadual de Notícias.

Ministério da Saúde recebe medicamento de última geração para tratamento de Câncer de Mama no SUS

No mês do Outubro Rosa, o Ministério da Saúde recebe o primeiro lote do Trastuzumabe Entansina, medicamento de última geração incorporado ao SUS para o tratamento do câncer de mama HER2-positivo, uma forma agressiva da doença que estimula o crescimento das células tumorais. A primeira remessa, com 11.978 unidades (6.206 de 100 mg e 5.772 de 160 mg), chegou nesta segunda-feira (13) ao almoxarifado do Aeroporto Internacional de Guarulhos (SP).

Ao todo, serão quatro lotes do medicamento. As próximas entregas estão previstas para dezembro de 2025, março e junho de 2026. Os insumos atenderão 100% da demanda atual pelo medicamento no SUS, beneficiando 1.144 pacientes em 2025.

“É um avanço gigantesco para a oncologia nacional, com o primeiro protocolo clínico voltado a esse tratamento. Trata-se de uma medicação muito esperada pela nossa população, que poderá reduzir em até 50% a mortalidade das pacientes com câncer de mama do tipo HER2 positivo. É uma grande vitória para a saúde pública e para o povo brasileiro”, afirmou o diretor do Departamento de Atenção ao Câncer do Ministério da Saúde, José Barreto.

O investimento total é de R$ 159,3 milhões para a compra de 34,4 mil frascos-ampola do medicamento, sendo 17,2 mil unidades de 100 mg e 17,2 mil de 160 mg. O Ministério da Saúde negociou a compra no valor de cerca de 50% abaixo do mercado, garantindo economia de aproximadamente R$ 165,8 milhões e ampliando o acesso ao tratamento no SUS. Os preços negociados passaram de R$ 7,2 mil por frasco de 100 mg e R$ 11,6 mil por frasco de 160 mg, para R$ 3,5 mil e R$ 5,6 mil respectivamente.

O Trastuzumabe Entansina é indicado para mulheres que ainda apresentam sinais da doença após a quimioterapia inicial, geralmente em casos de câncer de mama HER2- positivo em estágio III. A nova terapia representa um avanço no cuidado, ampliando as opções de tratamento no SUS e oferecendo melhores perspectivas de controle da doença e qualidade de vida. O medicamento será distribuído às secretarias estaduais de saúde, que farão a dispensação conforme os protocolos clínicos vigentes.

Além do Trastuzumabe Entansina, o Ministério da Saúde avança na oferta dos inibidores de ciclinas (abemaciclibe, palbociclibe e ribociclibe) indicados para o tratamento de câncer de mama avançado ou metastático com receptor hormonal positivo e HER2- negativo.

A portaria que autoriza a compra descentralizada desses medicamentos, por meio da Autorização de Procedimento de Alta Complexidade (APAC), será publicada ainda neste mês. Esse modelo permite que estados e municípios realizem diretamente a aquisição dos medicamentos, com financiamento federal, otimizando a logística e garantindo que o tratamento chegue com mais agilidade às pacientes atendidas nos serviços especializados.

Ampliação de Mamografia

Recentemente o Ministério da Saúde anunciou mudança na faixa etária para realização da mamografia no SUS. A partir de agora o exame está disponível também para mulheres a partir dos 40 anos, mesmo na ausência de sintomas de câncer. A ampliação da faixa etária fortalece o diagnóstico precoce e o acesso à assistência, especialmente para mulheres que antes encontravam barreiras no sistema público de saúde, como a exigência de histórico familiar ou de sinais clínicos da doença. Em 2024, as mamografias realizadas em mulheres com menos de 50 anos já corresponderam a 30% do total, ultrapassando 1 milhão de exames.

Carretas Agora Tem Especialistas

Neste mês também foi iniciado o trabalho das 28 carretas do Agora Tem Especialistas, que levam atendimento para o público feminino em regiões com vazios assistenciais em 20 estados brasileiros. Para reduzir o tempo de espera no SUS, a iniciativa inédita do Governo do Brasil tem foco na saúde da mulher, com trabalho voltado para a prevenção e o diagnóstico precoce do câncer de mama e de colo do útero.

As carretas da saúde da mulher atuam em locais de difícil acesso e com pouca oferta de serviços especializados de saúde. Os primeiros atendimentos começaram nesta sexta- feira (10), com 15 unidades móveis distribuídas em municípios de 13 estados: Humaitá (AM), Rio Branco (AC), Macapá (AP), Paulo Afonso (BA), Imperatriz (MA), Juiz de Fora (MG), Diamantina (MG), Campo Grande (MS), Lagarto (SE), Registro (SP), Palmas (TO), Senhor do Bonfim (BA), Japeri (RJ) Guaranhuns (PE) e Goiânia (GO). A estimativa é que sejam atendidos 42,5 mil pacientes ao longo do mês, sendo realizados 130 mil procedimentos, entre consultas, exames e biópsias.

As informações são do Ministério da Saúde.

Morretes abre processo seletivo para contratação de Médicos/as

A Fundação de Atenção em Saúde de Morretes (FASMO) publicou um Edital dando início a um Processo Seletivo Simplificado (PSS) para contratação de Médicos/as Generalistas, Ginecologista e Obstetra, Ortopedista e Ultrassonografista; além de Enfermeiro/a e Técnico/a em Enfermagem.

As inscrições iniciam no dia 13 seguindo até o dia 27 de outubro de 2025, pelo no site da Prefeitura de Morretes (www.morretes.pr.gov.br).

A íntegra do edital pode ser acessado aqui.

As informações são da Prefeitura de Morretes.

 

Brasil recebe 2,5 mil unidades de Fomepizol, antídoto contra metanol

O Ministério da Saúde recebeu nesta quinta-feira (9), no Aeroporto de Guarulhos (SP), uma remessa com 2,5 mil unidades do antídoto Fomepizol, usado no tratamento de pacientes com metanol no organismo. A substância detectada tem sido ingerida junto com bebidas alcoólicas adulteradas, produzidas de maneira clandestina.

É a primeira remessa desse antídoto a chegar ao Brasil. Ao todo, 1,5 mil unidades já começam a ser distribuídas ainda hoje, sendo priorizado o estado de São Paulo, que registra o maior número de casos de intoxicação pela substância. A unidade federativa receberá 288 unidades do medicamento.

O restante do lote será destinado a outras localidades com ocorrências confirmadas: Pernambuco (68 unidades), Paraná (84), Rio de Janeiro (120), Rio Grande do Sul (80), Mato Grosso do Sul (20), Piauí (24), Espírito Santo (28), Goiás (52), Acre (16), Paraíba (28) e Rondônia (16).

O envio terá continuidade nesta sexta-feira (10), estendido a todo o país, inclusive em locais sem casos comunicados às autoridades. A pasta ainda manterá mil ampolas de Fomepizol guardadas em estoque.

Os estados poderão demandar novas remessas, conforme sua necessidade e surgimento ou alta de casos. Em nota, o ministério esclarece que o quantitativo foi definido a partir de dados demográficos oficiais, do último Censo, elaborado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A aquisição do lote foi realizada com a subsidiária de uma companhia japonesa. A compra foi viabilizada pelo Fundo Estratégico da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas).

O presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Leandro Safatle, destacou que o órgão já iniciou o treinamento de 5 mil agentes de vigilância, policiais e funcionários do Ministério da Agricultura para prepará-los para o enfrentamento das ocorrências. A ação é fruto de uma parceria firmada com a pasta e a Sociedade Brasileira de Produtores de Bebida.

“A gente está qualificando os servidores da vigilância sanitária para poder proceder diante desse tipo de situação e ajudando no processo de fiscalização e entrega de amostras aos laboratórios para análise”, explicou Safatle.

A secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde, Mariângela Simão, destacou que a população já tem acesso ao etanol farmacêutico, e agora o governo está oferecendo uma alternativa, que é o Fomepizol. Ela acrescentou que a intoxicação pode ser constatada não somente por exames que mostrem a presença de metanol no corpo, mas por outros, também laboratoriais, como o de gasometria.

Segundo a secretária, à medida que foram surgindo mais casos, as autoridades de saúde viram que a substância tóxica fazia os pacientes adoecerem em um intervalo menor.

“O ministério ampliou a suspeita do caso de seis a 72 horas após a ingestão [da bebida], porque estava observando pessoas entrando [na unidade de saúde, à procura de atendimento] com seis horas, oito horas”, relatou.

Perguntada sobre a quantidade de unidades de antídoto dada a cada pacientes, Mariângela Simão informou que o cálculo é de cerca de 30 ampolas de etanol farmacêutico. Já em relação ao Fomepizol, a estimativa é de quatro. Os números variam de acordo com fatores como o peso da pessoa e os sintomas que ela apresenta.

O Fomepizol é uma droga produzida em pouca quantidade, motivo pelo qual é rara em todo o mundo e é classificada como medicamento órfão. Para garantir que os brasileiros tenham acesso, esclareceu Mariângela Simão, o governo comprará 5 mil unidades adicionais, que poderão servir por um prazo de dois anos, tendo em vista seu prazo de validade.

Etanol farmacêutico

Além do Fomepizol, outra substância capaz de reverter a intoxicação é o etanol farmacêutico, que pode ser administrado por equipes de saúde antes mesmo da confirmação do quadro por exame laboratorial. O etanol farmacêutico exige prescrição e monitoramento médico, não devendo ser comprado e aplicado pela população em geral.

A pasta irá receber 12 mil ampolas desse tipo de antídoto como doação da empresa brasileira Cristália Produtos Químicos e Farmacêuticos. As unidades se somarão às 4,3 mil entregues aos estoques do SUS pelos hospitais universitários federais, em parceria com a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh).

As informações são da Agência Brasil.

Simepar atua na defesa dos/as médicos/as legistas após extinção do cargo no Paraná

A aprovação da Lei Complementar Estadual nº 258/2023, encaminhada pelo Governo do Paraná e aprovada pela Assembleia Legislativa, extinguiu a carreira de médico legista no Estado, uma medida que tem gerado forte preocupação entre os profissionais da categoria e entre as entidades médicas, devido a suas inúmeras ilegalidades. A nova legislação reestrutura as carreiras da Polícia Científica e transforma os cargos existentes em funções inespecíficas de Perito Oficial Criminal, eliminando a carreira médica legítima que, há décadas, atua na interface entre a saúde e a justiça. O Sindicato dos Médicos no Estado do Paraná (Simepar) vem atuando com desvelo desde o início da tramitação do projeto e adotou uma série de ações para proteger os direitos dos cidadãos de serem avaliados por verdadeiros médicos legistas e garantir o exercício legal da profissão.

Para o presidente do Simepar, Dr. Marlus Volney de Morais, a Lei aprovada fragiliza a qualidade do trabalho médico na área pericial, desvaloriza a formação técnica e científica dos profissionais e abre brechas para o exercício irregular da Medicina, colocando em cheque a produção das provas técnicas médicas. O cargo de médico legista é essencial para a qualidade das perícias médico-legais, que exigem conhecimento clínico e responsabilidade técnica e ética exclusiva de médicos.

“Entendemos que a mudança representa um grave retrocesso na valorização da categoria e compromete a qualidade das perícias médico-legais, fundamentais para investigações criminais, elaboração de laudos e garantia de direitos à população. O médico legista é uma figura essencial para o sistema de justiça, e a formação e conhecimento técnico são determinantes para a precisão dos laudos e para a confiabilidade dos processos periciais. Extinguir o cargo é enfraquecer uma área que é estratégica para o Estado e para a sociedade”, avalia.

Na avaliação do corregedor-geral do Conselho Regional de Medicina do Paraná (CRM-PR), Dr. Ermelino Franco Becker, a Medicina Legal é uma das especialidades mais tradicionais da Medicina, por isso as entidades médicas nacionais estão se mobilizando para evitar que outros estados sigam o que foi feito no estado. “Em nenhum lugar do mundo existe uma Lei com as características desta do Paraná”, diz.

Desde a tramitação do projeto de Lei, o Simepar atuou de forma ativa, promovendo o diálogo entre todos os envolvidos para tentar reverter a decisão. Além disso, o Sindicato ingressou com ações judiciais, questionando os pontos principais. A primeira delas discute a ilegalidade do concurso público para provimento do cargo de perito oficial com atribuições médicas, que estaria aberto a candidatos de outras áreas de formação superior, não apenas a médicos, o que caracterizaria exercício irregular da profissão e vice-versa, como na outorga de atribuições que não são de médicos para eventuais concursados para este cargo que são médicos. O assessor jurídico do Simepar, Dr. Luiz Gustavo de Andrade, explica que há uma confusão jurídica e técnica nesse modelo, por isso a ilegalidade do concurso público, e a ação está tramitando.

Já a segunda ação judicial questiona um normativo da Secretaria de Segurança Pública do Paraná que proíbe os médicos legistas de exercerem outras atividades de perícia e assistência técnica na iniciativa privada, como atuar como assistentes técnicos em processos judiciais.

De acordo com Luiz Gustavo, não há previsão legal para isso, o que configura uma restrição indevida ao exercício da atividade profissional, uma vez que o cargo de médico legista não exige dedicação exclusiva.

“A proibição foi instituída por um normativo infralegal, quando não há previsão legal. Além disso, a norma limita o trabalho dos médicos legistas e interfere no direito ao livre exercício da profissão. Assim, o Sindicato está buscando a correção dessa irregularidade”, reforça o assessor jurídico do Simepar.

Ainda segundo ele, o Simepar também esteve no Ministério Público, explicando todos os efeitos nocivos das ilegalidades implantadas. Esta é uma mobilização do Sindicato, que vem estimulando as demais instituições médicas para buscar soluções legais e/ou políticas para discutir a constitucionalidade da Lei Complementar nº 258/2023 no estado do Paraná, que acabou com a carreira do médico legista.

“Todas essas ações são essenciais para preservar a qualidade técnica das perícias, o respeito à Medicina Legal e a segurança da população. O Simepar seguirá atuando firmemente para que o trabalho médico seja valorizado e exercido dentro dos limites legais e éticos da profissão”, completa Dr. Marlus Volney de Morais.

Entenda a Lei Complementar 258/2023

A Lei Complementar Estadual nº 258/2023, sancionada pelo Governo do Paraná, reestrutura as carreiras da Polícia Científica do Estado e altera o quadro de servidores periciais.

Entre as principais mudanças, estão:

– Extinção do cargo de médico legista: a função passa a ser absorvida por cargos de Perito Oficial Criminal, eliminando a carreira médica específica dentro da perícia. (Ilegal pela Lei 12.030, de 1995)

– Nova estrutura de cargos: a lei cria as carreiras de Perito Oficial Criminal (40h e 20h) e Técnico de Perícia Oficial. (Ilegal pela Lei do Ato Médico nº 12842, de 2013)

– Cargas horárias fixadas: 40 ou 20 horas semanais, conforme o cargo. (Ilegal pela Lei 3999, de 1961)

– Progressão funcional: baseada em capacitação e titulação. (Ilegal por exigir dos médicos testes de capacidade física, confundindo com atividade de força de repressão).

– Perda de identidade profissional: os médicos legistas deixam de ter funções e prerrogativas específicas reconhecidas em lei. (Ilegal pelo artigo 37, inciso 16, da Constituição Federal)

– Preocupação das entidades médicas: o Simepar e os médicos legistas alertam para o risco de precarização do trabalho, redução da atratividade da carreira e impacto na qualidade das perícias médico-legais.

Texto integral da lei disponível neste link. 

Secretaria da Saúde reforça a importância da cobertura vacinal contra o Sarampo

A Secretária de Estado da Saúde (Sesa-PR) reforça a importância da vacinação para prevenção do sarampo diante do alerta da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), que reportou um aumento de 34 vezes no número de casos da doença nas Américas, em 2025, em comparação com o ano anterior.

“Nossa vigilância precisa ser constante. O sarampo está circulando em países vizinhos e a única barreira efetiva que temos é a vacina. Fazemos um apelo especial aos pais e responsáveis que verifiquem a caderneta de vacinação de seus filhos e, se houver doses em atraso, procurem a unidade de saúde mais próxima”, disse o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.

“Aos nossos jovens e adultos, que têm dúvidas sobre estar ou não com a imunização em dia, a vacinação está disponível em todas as Unidades Básicas de Saúde. A vacina é um ato de proteção individual e coletiva”, acrescentou.

De acordo com o levantamento da Sesa, a cobertura vacinal no Estado para a primeira dose da vacina tríplice viral, que protege crianças menores de dois anos contra sarampo, caxumba e rubéola, está em 93,03%. A segunda dose, essencial para garantir a imunização completa, alcança 82,48% deste público.

Com exceção das regionais de saúde de Paranaguá e Foz do Iguaçu, todas as demais registram médias de segunda dose aplicada entre 70% e 95%.

O sarampo é uma doença viral aguda, extremamente contagiosa e que pode levar a complicações graves, como pneumonia, encefalite e até à morte. Uma pessoa infectada pode transmitir o vírus para até outras 18 que não estejam imunizadas, um índice de transmissão superior ao de doenças como coqueluche, rubéola e gripe. Não há casos de sarampo no Paraná desde 2020.

ESQUEMA VACINAL – A vacinação contra o sarampo é oferecida gratuitamente em todas as Unidades Básicas de Saúde (UBS) do Estado.

Para crianças, o Paraná fortaleceu o esquema de vacinação com aplicação da “dose zero” para bebês de 6 meses a menores de 1 ano de idade e aplicou mais de 22.298 doses de vacinas nessa faixa etária.

A necessidade de imunizar os bebês atende uma recomendação do Ministério da Saúde e ocorre em função da proximidade do Paraná de países que já possuem casos registrados, como a Bolívia, a Argentina e o Paraguai. O calendário regular é com a primeira dose aos 12 meses e a segunda aos 15 meses.

Em jovens e adultos até 29 anos, o esquema vacinal é de duas doses da tríplice viral. Em adultos entre 30 e 59 anos, o esquema recomendado é de uma dose. Trabalhadores de saúde, independente da idade, necessitam receber duas doses.

REFORÇO EM ADULTOS – Na início do mês, o Governo do Estado, por meio da Secretaria da Saúde (Sesa), promoveu uma ação no Porto Seco de Foz do Iguaçu que vacinou cerca de 200 motoristas contra sarampo, caxumba, rubéola, febre amarela, hepatite B, difteria e tétano.

As ações externas têm como objetivo levar a saúde até locais de grande circulação ou de difícil acesso, aproximando os serviços da população e garantindo que todos tenham a oportunidade de se vacinar, mesmo fora dos horários e unidades tradicionais de atendimento.

A iniciativa integra o conjunto de estratégias do Governo do Estado para ampliar a cobertura vacinal e fortalecer a prevenção de doenças entre diferentes públicos, reforçando a imunização como uma das medidas mais eficazes de proteção à saúde.

CASOS CONFIRMADOS – De acordo com a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), até 12 de setembro, foram confirmados 11.313 casos e 23 mortes em 10 países. Canadá, México e Estados Unidos representam 96% dos casos confirmados na América.

Bolívia, Argentina, Belize, Paraguai, Peru e Costa Rica também reportaram casos, embora em números mais reduzidos. No Brasil, foram registrados cinco casos, sendo dois no Rio de Janeiro, um em São Paulo, um no Rio Grande do Sul e um no Distrito Federal.

CAMPANHA NACIONAL – O Ministério da Saúde iniciou nesta semana a Campanha Nacional de Multivacinação, que ocorre de 6 a 31 de outubro, com um “Dia D” de mobilização em 18 de outubro. A campanha visa atualizar a caderneta de vacinação de crianças e adolescentes menores de 15 anos e reforçar a imunização contra o sarampo em diversas faixas etárias.

As informações são da Agência Estadual de Notícias.

Vacina brasileira contra a Covid-19 entra na fase final de estudos

O Brasil está prestes a ter uma vacina contra a covid totalmente nacional. O país publicou o primeiro artigo científico sobre os resultados dos testes de segurança da vacina SpiN-TEC que mostram que o imunizante é seguro. A vacina avança agora para a fase final de estudos clínicos. A expectativa é que até o início de 2027, ela possa estar disponível para a população.

A vacina foi desenvolvida pelo Centro de Tecnologia de Vacinas (CT-Vacinas) da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), em parceria com a Fundação Ezequiel Dias (Funed), com recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT), gerido pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep).

Nos testes conduzidos, de acordo com o pesquisador e coordenador do CT-Vacinas, Ricardo Gazzinelli, a SpiN-TEC mostrou ter inclusive menos efeitos colaterais do que a vacina da norte-americana Pfizer.

“Concluímos que a vacina se mostrou imunogênica, ou seja, capaz de induzir a resposta imune em humano. O estudo de segurança foi ampliado e ela manteve esse perfil, na verdade foi até um pouco mais, induziu menos efeitos colaterais do que a vacina que nós usamos, que é da Pfizer”, diz o pesquisador.

A SpiN-TEC adota estratégia inovadora, a imunidade celular. Isso significa que ela prepara as células para que não sejam infectadas. Caso a infecção ocorra, a vacina capacita o sistema imunológico a atacar apenas as células atingidas, que são destruídas. Essa abordagem mostrou-se mais eficaz contra variantes da covid-19 nos ensaios em animais e em dados preliminares em humanos.

Testes clínicos

Ao todo, o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) investiu R$ 140 milhões no desenvolvimento da vacina, por meio da RedeVírus, apoiando todas as etapas de testes, desde os ensaios pré-clínicos até as fases clínicas 1, 2 e 3.

A fase 1 do estudo contou com 36 voluntários, de 18 a 54 anos, e teve como objetivo avaliar a segurança do imunizante em diferentes dosagens. Já a fase 2 contou com 320 voluntários. Agora, os pesquisadores aguardam autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para iniciar a fase 3, com estimativa de 5,3 mil voluntários de todas as regiões do Brasil.

De acordo com Gazzinelli, esse é também um marco para o Brasil. O país, segundo o pesquisador tem “um ecossistema de vacinas quase completo”, com pesquisas em universidades, fábricas de produção de vacinas e distribuição dos imunizantes pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

“O que nós não temos é exatamente essa transposição da universidade para o ensaio clínico, né? Não temos exemplo disso feito no Brasil. Os ensaios clínicos normalmente são com produtos vindo de fora. Ideias, vacinas idealizadas fora. E esse foi um exemplo de uma vacina idealizada no Brasil e levada para os ensaios clínicos”, explica.

Gazzinelli destaca que esse é um passo importante inclusive para outras pesquisas. “Eu acho que isso agrega uma expertise que nós não tínhamos e também um aspecto muito importante não só na área de inovação tecnológica de vacinas, mas para outros insumos da área de saúde”, diz .

Caso seja aprovada em todas as fases do estudo, a expectativa, de acordo com o pesquisador, é que a vacina brasileira possa ser disponibilizada no SUS até o início de 2027.

Outras vacinas

O CT-Vacinas é um centro de pesquisas em biotecnologia criado em 2016, como resultado da parceria entre a UFMG, o Instituto René Rachou da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz-Minas) e o Parque Tecnológico de Belo Horizonte. Atualmente, reúne cerca de 120 pesquisadores, estudantes e técnicos.

“O MCTI observou, durante a pandemia, que o Brasil não tinha uma autonomia, não tinha soberania para desenvolver vacinas. Eu digo que um dos grandes legados desse programa além, obviamente, da vacina contra covid, é que aprendemos o caminho de levar uma vacina para a Anvisa e fazer o teste clínico”, diz Gazzinelli.

Além da pesquisa sobre covid, o centro trabalha no desenvolvimento de vacinas contra outras doenças, como malária, leishmaniose, chagas e monkeypox.

O pesquisador e coordenador do CT-Vacinas reforça: “Nós sabemos que vacinas realmente protegem. Evitam, inclusive, a mortalidade. De novo, quanto mais gente vacinado, mais protegida está a população”.

As informações são da Agência Brasil.

Paraná tem três novas suspeitas de intoxicação por metanol, antídoto já está disponível

A Secretaria de Estado da Saúde do Paraná (Sesa) atualizou, nesta quarta-feira (8), as informações sobre os casos suspeitos e confirmados de intoxicação por metanol após ingestão de bebidas alcoólicas no Estado. Três novos casos são considerados suspeitos. Um homem de 30 anos e uma mulher de 17, residentes de Curitiba, e um homem de 20 anos, residente de Piên (Região Metropolitana de Curitiba). Todos estão internados em serviços de saúde e alegam ter ingerido bebida alcoólica.

O Paraná segue com três casos diagnosticados. Todos os pacientes (homens de 36, 60 e 71 anos, residentes na Capital) permanecem internados, recebem acompanhamento médico especializado e apresentam melhoras

Seguem em análise outros dois casos: um de Maringá (homem de 27 anos, internado em um serviço de saúde da região) e outro de Toledo (homem de 27 anos, também hospitalizado). Ambos aguardam o resultado dos exames laboratoriais. A Sesa descartou as notificações de Ponta Grossa, Foz do Iguaçu e Cruzeiro do Oeste.

ANTÍDOTO – O secretário de Estado da Saúde, Beto Preto, confirmou que o Paraná realizou a compra de 424 ampolas de etanol farmacêutico, que devem ser entregues ao Estado na próxima semana, e alertou que o momento é de cuidado, mas não de pânico.

“Volto a pedir bastante tranquilidade. Não se trata de criar um clima de celeuma, não vou vender informação de pânico. Quem for utilizar de bebida destilada que olhe a garrafa, pergunte quando foi aberta, o prazo de validade. Todos os detalhes que faríamos em qualquer supermercado se fossemos comprar qualquer perecível temos que ter também com a bebida alcoólica”, disse.

A Sesa já emitiu uma nota técnica para todas as Regionais de Saúde alertando sobre monitoramento e necessidade de alerta compulsório. Todos os casos suspeitos são notificados no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), do Ministério da Saúde, e comunicados de forma imediata para a Vigilância Municipal em Saúde.

O Ministério da Saúde enviou ao Paraná 360 ampolas do antídoto utilizado no tratamento de intoxicações por metanol, que consiste em etanol farmacêutico. O produto é encaminhado diretamente ao hospital que está atendendo o caso notificado pelo Estado ao Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (CIEVS) nacional.

Cada caso é avaliado individualmente, com base em critérios clínicos e laboratoriais, para definir a quantidade necessária de antídoto. O protocolo prevê uma dose inicial, chamada de “dose de ataque”, calculada conforme o peso do paciente, e uma dose de manutenção, que pode se estender de algumas horas até 24 horas.

Em situações graves, por exemplo, um paciente de 100 quilos com necessidade de manutenção por 24 horas pode requerer até 100 ampolas em um único tratamento. Por esse motivo, não é possível determinar previamente a quantidade exata de antídoto utilizada em cada caso, já que o cálculo depende de parâmetros clínicos, laboratoriais e da resposta individual do paciente.

Três pacientes do Paraná já receberam o antídoto. O Estado aguarda um novo envio do medicamento por parte do governo federal.

SINTOMAS E SINAIS DE ALERTA – Nesse momento é importante prestar atenção aos sintomas. Não é possível identificar o metanol na bebida apenas pelo cheiro ou sabor, pois ele não altera significativamente as características sensoriais.

Os principais sintomas devido à intoxicação por metanol podem aparecer entre 12h e 24h após a ingestão da substância. Neste momento em que há uma alta nas notificações, é importante redobrar a atenção porque os sinais se associam aos de uma ressaca comum: dor abdominal, visão adulterada, confusão mental e náusea.

Sintomas iniciais (6 a 24 horas após a ingestão):

– Dor de cabeça (cefaleia).

– Náuseas e vômitos.

– Sonolência e falta de coordenação (semelhante a uma forte embriaguez ou ressaca grave).

– Tontura e confusão mental.

Sintomas graves e tardios (após 24 horas)

– Dor abdominal intensa: um sinal de alerta de emergência.

– Alterações visuais: visão turva, fotofobia (sensibilidade à luz), visão embaçada, percepção de “campo nevado” ou pontos escuros e, em casos graves, cegueira repentina em ambos os olhos.

– Dificuldade respiratória e hiperventilação.

– Convulsões e coma.

ATENDIMENTO – A Sesa orienta que, em casos de sintomas, os pacientes devem procurar um serviço de saúde imediatamente. Todos os casos suspeitos de intoxicação por metanol devem ser reportados e discutidos com um dos quatro Centros de Informação e Assistência Toxicológica do Paraná, que vão orientar sobre a conduta clínica e notificar imediatamente a Sesa por meio da Rede CIATox do Paraná.

– CIATox Curitiba: 0800 041 0148

– CIATox Londrina: (43) 3371-2244

– CIATox Maringá: (44) 3011-9127

– CIATox Cascavel: (45) 3321-5261

MEDIDAS DE PREVENÇÃO – A Sesa orienta que a população tome alguns cuidados ao ingerir bebidas alcoólicas:

– Adquira bebidas apenas de estabelecimentos confiáveis.

– Fique atento a preços muito abaixo do normal.

– Verifique se o líquido contém partículas ou impurezas, que podem ser indicativos de contaminação.

– Confira se o lacre está intacto. Lacres rompidos ou tortos são pontos de atenção.

– Desconfie de rótulos mal aplicados, com erros de ortografia ou informações borradas, que podem indicar falsificação.

– Procure o registro do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) na embalagem.

– Em destilados, confira o selo do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), geralmente colocado próximo à tampa. A ausência pode indicar que a bebida não passou pela fiscalização brasileira.

– Ao adquirir bebidas alcoólicas para comercialização, os estabelecimentos devem exigir a nota fiscal de seus fornecedores, garantindo a procedência e a rastreabilidade das bebidas.

– Em caso de suspeita de intoxicação, o paciente deve procurar o serviço de saúde o mais rápido possível.

As informações são da Agência Estadual de Notícias.